Paraíba cria “Pavilhão LGBT” em presídios


Se tem um medo que deixa qualquer beesha apavorada só de pensar na ideia de ir parar na cadeia, é o de ser estuprada lá dentro. Tô mentindo?

Pensando nisso, e devido aos inúmeros casos de abuso sexual e discriminação sofridos por LGBT’s nos presídios da Paraíba, foram criadas alas apenas para essa parcela de pessoas.

Seguem as fotos:

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Triste é saber que, assim como nos vagões destinados para as mulheres nos metrôs, vivemos numa sociedade na qual grupos marginalizados são obrigados a serem isolados do resto da sociedade para terem segurança, como animais num zoológico.

Mas ainda assim, apesar de ser uma medida paliativa que em nada resolve a raiz do problema, parabenizo a atitude do estado da Paraíba. 🙂

Dica do Ericky

“SENAS” da noite capixaba #22


Ouvi essa da boca da própria bicha. Ela estava em um ponto de pegação famoso de Vitorinha, a céu aberto com vegetações, pois estava na seca e louca para dar o bom edí. Ela rodava pelo espaço e nada de encontrar uma neca amiga para ele poder atender. Até que ela viu, atrás de uma moita, um cafuçu dum-dum batendo punheta. Ficou interessada em ver melhor a neca, mas decidiu dar mais uma olhada para ver se achava coisa melhor. Distraída ia andando, mas aí…

…o boy apareceu do nada e ofereceu seus “serviços”. Em outras palavras botou a gay para chupá-lo. A guei estava lá se divertindo, mamando nervosa como um bezerro sem mãe, se fartando pois a neca do boy que era bem – a neca – (sempre são, néam?!). Porém ela começou a se atentar a alguns sinais que até ali não tinha percebido: cheiro forte de queimado pelo corpo, mãos com dedos enegrecidos e unhas amareladas, roupas sujas e meio surradas. Era um craqueiro!!!

O viado ficou desesperado no início, especialmente quando o boy passou a mão na bunda dela. “Vai me roubar”, ela pensou. Entretanto, ele, o craqueiro, pediu a bundinha da mona. A bicha neste momento já entregou os pontos e a coisa meio que começou a se transformar num fetiche. Na cabeça dela, já se imaginou sendo subjulgada e comida em posições violentas que ela nunca havia nem imaginado. QUE NADA, o rapaz super de boa pôs dentro e bombou até de forma gentil. A bicha super curtindo, mas ficou naquele vibe um olho no gato e outro no peixe. Fechava o olhinho de prazer, mas no fundo deixava uma brechinha, pois a todo momento lhe passava pela cabeça: VOU MORRER, GARÁLEON!

– Tá gostando?
– Tô… tô sim…

De repente, começou a aparecer viado de tudo quanto era moita e se já não fosse surrealista o suficiente, todos ficaram meio de longe vendo a cena e “batendo bolo”. O cafuçu metia, metia e a bicha curtindo horrores, se segurando para não gozar antes. Mas, a maricona percebeu que o craqueiro não só não gozava nunca mas também parecia não quereria gozar. Incomodado com as muitas presenças ali, sugeriu para nossa guerreira irem para um local mais afastado. E foi indo. A bicha fez que ia atrás, mas no meio do caminho arregou, correu pro lado oposto bem quietinha, afinal ficou apavorada com medo de lhe acontecer algum mal.

Mas antes, a bandida passou pelo local e arrastou outro boy, daqueles que estavam batendo punheta pro espetáculo que ela estava protagonizando a pouco.

Gente, parabéns, vocês ainda conseguem me chocar!

Você já foi abusada no ônibus?


Quarta-feira estava indo pro grupo das beeshas, ou Gepss (Que se vocês quiserem ir, sintam-se convidadas a apareçam no IC-IV às 18h30, sala 21, toda quarta).

Sentei no 507 ao lado de um homem plus size, sim, porque eu gosto de fazer minha boa ação do dia e sei que quem é gordo se sente como aquele rockeiro no clipe Beautiful, da Christina Aguilera

rock rock

Aí tá, apareceu um homem mais velho e parou no banco a minha frente, em pé. Olhei normalmente pra frente, como todo mundo faz pra descansar os olhos enquanto lê, e observei que a neca da cacura tava armada.

link-irado-02e59d7636226fd5fcc8c708acd8552aO primeiro choque foi em saber que um homem daquela idade ainda tinha ereção, mas o mais impressionante foi que ele estava esfregando a mala pronta dele no ombro da racha que estava sentada na minha frente.

Por sorte, ela estava pra chegar no ponto dela e conseguiu fugir do martírio. Mas a viagem mais terrível da minha vida tinha acabado de começar.

O ônibus subiu a terceira ponte e o imundo se posicionou do meu lado do mesmo jeito que se posicionou ao lado da racha.

Começou a fingir usar o balanço do ônibus como motivo pra encostar aquela tripa murcha em mim. No começo eu achei MESMO que fosse só o balanço do ônibus, mas mesmo se eu me afastasse, colocando o ombro pra frente, ele ia com a pélvis até o meu ombro de qualquer jeito.

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Até que ele começou a esfregar freneticamente e minha vontade era a de fazer que nem aquela mulher chinesa que matou o cara apertando os testículos dele. Eu deveria ter reclamado, mas fiquei tão apavorado que a minha única reação foi a de descer do ônibus e pegar o próximo.

Lógico que ao sair soltei um “velho tarado!” bem perto dele.

214_2729-dicesarQuando cheguei no Gepss, o Dé me disse que também já havia passado por aquilo (mas no caso dele o tarado era um boy magia), e que era mais comum do que eu imaginava.

Fiquei curioso em saber como é a reação de vocês diante dessas situações, porque eu já fiz um post sobre isso, mas não teria nem um terço da coragem que a bicha teve para gritar:

“Você vai parar de roçar esse piru nojento em mim ou não? Tá achando que minha bunda é lixa pra você esfregar até gastar, porra?!”

Vocês se afastam, fazem cara feia ou dão bafão e jogam a bolsa no chão? Conta pra mim!

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Neonazista em Vitorinha?


Meninas, cês num tem noção do estado que está a Chica Chiclete depois do fechamento. Não é possível ver lá dentro, óbvio, mas pelo lado de fora a gente consegue perceber que limparam tudo, exceto as nossas memórias ❤

Só que não foi isso que me impressionou, veja abaixo o que picharam no portão da boate:

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Rá, difícil é ter ariano em Coqueiral de Itaparica, tudo loiro de mamilo marrom.

Aposto que devem ser que nem os neonazistas lá de Niterói, clique AQUI e morra de rir da pureza racial dos bandidos.

Frouxonaaaa!


Depois eu falo que pinto é coisa séria e o povo vem me chamar de fresca, olhe só o que aconteceu com essa racha:

Aconteceu no Quênia, a garota de programa entrou no quarto com o turista (que JÁ QUEREMOS saber de onde é) e 15 minutos depois saiu correndo, cata:

Só sinto medo, né? Porque se uma racha que trabalha dando ficou com medo do pau do cara, isso deve ser uma coisa absurda, tipo aquelas necas retocadas em photoshop que ficam aparecendo no canto das páginas de site pornô!

Vocês me permitem repetir um gif? Porque eu só consegui pensar nisso lendo essa notícia:

SOCORR!!1 SHAMEM A ANBULANSIAS111!!1

Dica do Cleber, via A Gazeta