“SENAS” da noite capixaba #22


Ouvi essa da boca da própria bicha. Ela estava em um ponto de pegação famoso de Vitorinha, a céu aberto com vegetações, pois estava na seca e louca para dar o bom edí. Ela rodava pelo espaço e nada de encontrar uma neca amiga para ele poder atender. Até que ela viu, atrás de uma moita, um cafuçu dum-dum batendo punheta. Ficou interessada em ver melhor a neca, mas decidiu dar mais uma olhada para ver se achava coisa melhor. Distraída ia andando, mas aí…

…o boy apareceu do nada e ofereceu seus “serviços”. Em outras palavras botou a gay para chupá-lo. A guei estava lá se divertindo, mamando nervosa como um bezerro sem mãe, se fartando pois a neca do boy que era bem – a neca – (sempre são, néam?!). Porém ela começou a se atentar a alguns sinais que até ali não tinha percebido: cheiro forte de queimado pelo corpo, mãos com dedos enegrecidos e unhas amareladas, roupas sujas e meio surradas. Era um craqueiro!!!

O viado ficou desesperado no início, especialmente quando o boy passou a mão na bunda dela. “Vai me roubar”, ela pensou. Entretanto, ele, o craqueiro, pediu a bundinha da mona. A bicha neste momento já entregou os pontos e a coisa meio que começou a se transformar num fetiche. Na cabeça dela, já se imaginou sendo subjulgada e comida em posições violentas que ela nunca havia nem imaginado. QUE NADA, o rapaz super de boa pôs dentro e bombou até de forma gentil. A bicha super curtindo, mas ficou naquele vibe um olho no gato e outro no peixe. Fechava o olhinho de prazer, mas no fundo deixava uma brechinha, pois a todo momento lhe passava pela cabeça: VOU MORRER, GARÁLEON!

– Tá gostando?
– Tô… tô sim…

De repente, começou a aparecer viado de tudo quanto era moita e se já não fosse surrealista o suficiente, todos ficaram meio de longe vendo a cena e “batendo bolo”. O cafuçu metia, metia e a bicha curtindo horrores, se segurando para não gozar antes. Mas, a maricona percebeu que o craqueiro não só não gozava nunca mas também parecia não quereria gozar. Incomodado com as muitas presenças ali, sugeriu para nossa guerreira irem para um local mais afastado. E foi indo. A bicha fez que ia atrás, mas no meio do caminho arregou, correu pro lado oposto bem quietinha, afinal ficou apavorada com medo de lhe acontecer algum mal.

Mas antes, a bandida passou pelo local e arrastou outro boy, daqueles que estavam batendo punheta pro espetáculo que ela estava protagonizando a pouco.

Gente, parabéns, vocês ainda conseguem me chocar!

19 comentários sobre ““SENAS” da noite capixaba #22

  1. “(…) Porém ela começou a se atentar a alguns sinais que até ali não tinha percebido: cheiro forte de queimado pelo corpo, mãos com dedos enegrecidos e unhas amareladas, roupas sujas e meio surradas.”

    Meu, já estava aqui: ela estava chupando um zumbi HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA Você tem que escrever um livro ou vários contos, Dé!

    Não sabia que essa “região a céu aberto, cheia de vegetações” ainda fosse frequentada com aquela obra que fizeram lá. Sorte que não aconteceu nada de ruim naquele momento. Mas essa pessoa já correu fazer um exame de sangue? Porque né…

    • “Não sabia que essa “região a céu aberto, cheia de vegetações” ainda fosse frequentada com aquela obra que fizeram lá.”

      Mostre onde ele disse que o conto é recente e vc ganha um Piru Dum Dum por 12 meses de graça.

      Ah……. eu pensei, pelas características, que fosse um mendigo.

  2. Esse relato me deixou curioso agora. E ai, o FF existe ainda ?

    Alguém sabe dizer ? Será que virou um lugar FELIZ onde as famílias correm alegres, aszamiga fazem pikiniques.

    Se aquilo for frequentado por meninas, tão fudidas. Sentou engravidou… de bixaaaa ainda kkkkk

  3. Um amigo já chupou/foi chupado por um morador de rua no Aterro do Flamengo, aqui no Rio de Gayneiro. E eu estava junto no dia, vi tudo. Nada mais me choca.

  4. Aff, que bixa baixa. Nojo desse tipo de gente que sai por aê banalizando o sexo. Não sou santo, mas tudo tem limite.
    Por essa e por outras que o número de DST’s aumenta cada vez mais e mais.
    E o pior é que um blog super acessado ainda parece orgulhoso em publicar histórias assim, lamentável.

  5. Puro preconceito contra moradores de rua, gente. Inclusive a ideia de que o único risco de contaminação de alguma coisa é do crackeiro para “cliente” e não vice-versa.

  6. AUSHDAUSHDASUDHUASHD, gnt, não sabia que existia lugar assim que vc vai e pimba, sem conhecer, conversar e nada. NUUUH, to assustado aushdausdhausdhsaudhaudh

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