Whey + Feminilidade = Antídoto contra homofobia


Sabe quando aquele funkeirinho passa do seu lado na rua e grita “viadinhoooo!” e você, biluzinha raquítica e indefesa, é obrigada a engolir o desaforo porque se reclamar periga de levar uns tabefes?

Pois seus problemas acabaram! Veja como essa heroína se saiu diante da homofobia sofrida:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=aCGzck0uIAs&desktop_uri=%2Fwatch%3Fv%3DaCGzck0uIAs&app=desktop&hd=1]

Quebrou o caralho todoooooooooooooooooooooo!

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MA-RA-VI-LHO-SA! E o shortinho é só um plus pra afrontar ainda mais a masculinidade do homofóbico.

Quero emoldurar uma foto dessa gay e colocar na minha sala, como inspiração. ❤

 

 

Pela real beleza masculina!


Olha que bacana o trabalho da artista Cynthia B. valorando a autoestima masculina! Ela fez esses desenhos para “todos os homens por aí andando com todas as cobranças estéticas da sociedade nas suas costas”.

Contra aquele monte de gente de plástico! Eu amo gente de verdade!

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Não importa se você é gordo, magricela, careca, tem piroquinha, peludo, enfim, se foge ao padrão estético exigido pela sociedade. SE AME E SEJA AMADO! E agora vamos dar a mãos e cartar todos juntos:

“Oh, que amiga… tão formosa… bela sois… traz ao rosto a formosura e a doçura no olhar.”

Via Cynthia B.

Kooriosidades – Na Cama com Max [Tema: Amor não garante relacionamento]


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Kooriosidades! Sentiram saudades? Aposto que sim.

Então, o e-mail de hoje é de uma gay que estava prestes a se casar e foi largada pelo boy! Praticamente um roteiro de comédia romântica, porém muito útil pra eu dar um coió nas senhoras que postam “procuro relacionamento sério” nos grupos de pegação do Facebook.

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Cata:

Estou num relacionamento que muito feliz me fez, mas que agora só me traz dor e sofrimento. Bem, vamos lá: conheci um cara que mora no norte do estado do ES, eu sou do sul e apesar de estarmos no mesmo estado, a distância entre nós é de quase 600km. Esse cara apareceu de repente, mandando mensagens pra mim no face e pediu que eu o adicionasse, e eu assim o fiz.

Começamos uma paquera gostosa, nos conhecemos pessoalmente, ele me pediu em namoro e com o tempo me apresentou como seu namorado para toda sua família: mãe, irmão, tia, papagaio, periquito, etc. Passei uma temporada na casa dele e ele me apresentou a todos seus amigos (90% desses héteros) como seu futuro marido, me pediu em casamento e até começamos a pensar sobre montarmos a nossa casa.

Ele se dispôs em mudar pra cá, por opção própria mesmo. Tudo estava perfeito. Ele me ligava o dia todo. Era o primeiro a me dar bom dia e o último a me dar boa noite. Dizia “EU TE AMO” umas dez vezes ao dia pra mim, e fazia de tudo pra vir me ver. E eu também fazia isso. Ele negociou sua transferência (emprego) pra cá e eu jurava que até dezembro deste ano estaria casado e morando com ele. Ele me prometeu isso.

Até que de repente, num dia, ele mudou seu discurso. Eu questionei a ele do porquê dele não querer vir me ver num fim de semana e ele apenas disse que não queria mais namorar, me queria apenas como amigo,que gostava de mim, mas se recusou a dizer que ainda me amava, quando o perguntei, durante essa conversa.

Depois disso eu continuei insistindo e querendo saber o que tinha acontecido, mas ele alega não saber, que simplesmente não quer mais.

Max, como pode uma pessoa chorar dizendo que te ama. Que você é a vida dela. Te pedir em casamento e te apresentar a todos como futuro marido e cinco dias depois te largar e não dar satisfação. Ele só sabe dizer que não sabe, não entende, mas que ele só me quer agora como amigo.

O que me deixa aflito são as lembranças de como esse homem me amava e como em questão de dias tudo mudou assim. Queria entender? Eu o amo muito e queria que voltássemos. Mas ele diz: não. E se recusa a se justificar.

O que eu faço. O que será que aconteceu? Me ajuda pelo menos sobre o que fazer, porque saber o que aconteceu até ele diz ou finge não saber!

imagesPesada a história da gay, né? Depois a beesha me respondeu o e-mail dizendo que quando um amigo sondou as informações, ele (o rapaz) alegou incompatibilidade sexual.

Olha, eu não duvido. Por isso vou contar uma história minha, porque eu já fui o rapaz que largou o outro mesmo gostando.  Arrumei um namoradinho três anos atrás, e foi o relacionamento mais tórrido que eu já tive, muita paixão, muita loucura, muita trepação em locais inusitados.

Tudo parecia o máximo, sim, ele era uma pessoa ótima, mas eu não sentia que no sexo a gente combinava. No começo era maravilhoso, porém depois da quinta semana eu comecei a me sentir entediado.

O SegredoAí a gay falou que ele parecia gostar, que nunca reclamou, que sempre tem orgasmo e tudo mais. Sim, gente, ótimo, mas orgasmo você pode ter até com um desconhecido na rua, gostar do sexo, e mesmo assim não combinar com a pessoa na cama.

Compatibilidade sexual é mais que piru no cu resultando em gozo.

Era o que acontecia com esse meu namorado, adorava ele, queria ter três filhos e morar no campo… no início. Depois de um tempo o sexo continuava dando prazer, mas eu não sentia mais aquela vontade, aquela atração que eu sentia no começo, mesmo adorando o boy.

Isso quer dizer o quê, viados? O QUE EU SEMPRE FALO NOS KOORIOSIDADES: Amor não garante sucesso no relacionamento. As circunstâncias sim. 

Não adianta achar que seu amor pelo carioca vai sobreviver à sua transferência pra Manaus, não adianta achar que o seu amor vai sobreviver a alguém que não te faz se sentir completo na cama. Porque a paixão inebria, engana, deixa a gente idiota e com péssimo senso crítico.

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Aí vem a beesha passiva que namora outra passiva e usa brinquedos pra substituir a falta do ativo:

A gente se adapta, Max, o amor passa por cima de tudo isso, só de estar com a pessoa já é maravilhoso.

namorados-08NO COMEÇO, gayrotas, só no começo. Minha caixa de e-mail é entupida de mensagens de gente que resolveu namorar pessoas com a mesma preferência na cama e agora está frustrado, depois de um tempo de relacionamento.

Algo que é “só um probleminha” no começo do namoro, se torna insuportável com o passar dos anos. E eu namorei 3 anos uma pessoa, eu sei o quão insuportável um simples barulho de alguém mastigando alface pode se tornar! hahaha

images (1)Óbvio que há exceções, aqui no blog mesmo eu já vi. Mas são exceções raríssimas, gente, e eu ainda tenho minhas dúvidas se o casal é tão feliz como diz ser.

Digo isso porque nosso sexo tem dois problemas: Ele é todo baseado num discurso sócio-cultural e é parte integrante e fundamental de qualquer relacionamento… quer dizer, como você faz sexo diz quem você é e quem você é determina com quem você namora. SINUCA DE BICO.

Então, qual é a minha dica? Pra beesha do e-mail eu digo que é paciência, só a saudade vai fazê-lo repensar o que sente por você.

Saudades...

Saudades…

Agora, pra vocês que estão entrando num relacionamento com alguém que não combina 100% com você. Você tem duas opções: Ou mantenha a paixão viva o namoro inteiro (por todos os anos que ele durar) ou espera pra largar assim que a paixão sumir.

Qué dizê, a maior dica de todas é: Não inventa de namorar só porque tá há 4 anos encalhada e encontrou alguém que quer algo sério, isso não dá certo.

Prefira ficar solteira nem que seja 30 anos, mas jamais namore por conveniência, você vai se apaixonar, vai se machucar e depois vai ser mais um na minha caixa de e-mail sofrendo porque traiu quem gosta.

Namore pelo comprimento da pica (desculpa, meu gato subiu no teclado aqui)

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Dica de ferveção – Botecaria


Já faz muito tempo que eu estou pra falar desse bar, eu vou lá todo fim de semana, religiosamente, e me apaixono a cada dia. Eu sempre me esqueço de tirar fotos da fachada, mas é pra isso que existe o Google Maps!

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A Botecaria (ou Butecaria, como diz a placa, mas eu me recuso a cometer esse erro etimológico), fica na Avenida Aracruz, atrás do Supermercado Carone, ali perto da Pracinha de Coqueiral de Itaparica. Tem música ao vivo todo fim de semana e a cerveja custa seis reais.

É o ambiente mais diversificado que eu já fui, tem de travesti a hétero micareteiro. Porém, o que mais você encontra lá são os famigerados Buraqueiros, homens majoritarimente heterossexuais que não dispensam uma pegação gay após umas cervejinhas.

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Pras sapas também tem jogo! Tanto é que eu costumo chamar de “Bocetaria”, devido à quantidade de mulher que tem naquele lugar.

Eu vou dizer pra vocês que jamais sofri nenhum tipo de homofobia nesse bar, aliás, o dono é um fofo, dá emprego pras gays e pras sapas e adora a nossa presença.

Pra ser sincera, eu sofro o exato contrário de homofobia, não tem um final de semana que eu não receba pelo menos 4 cantadas, tirando os convites puramente sexuais que eu nem considero cantada, e sim assédio. Mas tem quem curta, néam?

Sou romântica

Sou romântica

E antes que vocês digam que isso é porque sou andrógina e feminina, não! Meu amigo é super masculino, beesha, e também recebe cantadas o tempo todo nesse bar.

Então, se quiser dar uma variada nos ambientes gays de sempre e encontrar rostinhos novos, é uma ÓTIMA opção, vai por mim.

Intimidade e desejo: se complementam ou se anulam?


"Eu tô a vontade!"

“Eu tô a vontade!”

“se cada um soubesse o que o outro faz dentro de quatro paredes, ninguém se cumprimentava” (Nelson Rodrigues)


Há um certo pensamento bastante difundido de que o amor e a intimidade não combinarem com sexo e erotismo, naquela máxima de que a existência do novo e do misterioso seria essencial para que houvesse o tesão. Claro, que há um pouco desse fetiche, pelo menos no meu caso, o de conhecer o outro pela primeira vez e suas vontades. Mas não sei como é com vocês, mas comigo eu nunca consigo relaxar 100% ainda que esteja colocado.

Tente lembrar seus últimos sexos com desconhecidos e aposto que em muitas delas virão a sua cabeça cenas de posições emaranhadas e mal encaixadas, aquele desconforto de se deixar ver pelo outro nas posições que menos te favorecem, o efeito do álcool passando e a inibição voltando e fazendo com que você e o cafuçú se percebendo como dois estranhos dividindo, de maneira incômoda, o mesmo recinto… Aquele silêncio constrangedor… “Tá frio, né?”.


Calma, beesha, não é moralismo, sou super defensor – e quando solteiro “praticante” – do sexo casual. Comer e dar pra quem se quer, na hora que se quer e quanto se quer sempre! O tema aqui é a qualidade e para mim a intimidade é um quesito fundamental. Não tem aquela da “a prática leva a perfeição?”. Então, sou desses. O amor também sabe ser pornô e indecente. Não tem dessas de pai-e-pai, não.

Só com muita intimidade eu me sinto confortável para revelar as vontades mais toscas, as taras mais sinistras sem medo de ser feliz ou de ser taxado como pervertido. Somente quando confiamos em alguém nos atrevemos a partilhar coisas das quais normalmente nos envergonharíamos. É entre quatro paredes e embaixo dos lençóis que o incêndio acontece. Lá dá pra estar no puteiro mais baixo e sujo, ser puta, ser santa, traficante, índia, japonesa, cafetão, cu apertado, cu largo, neca grande, rolinha… com conforto e segurança (pode me chamar de classe média, nem ligo).

“Faço, claro…”

Não existe putaria maior que saborear sem nojo a pessoa que você conhece  por inteira, sem frescuras ou restrições. É uma delícia nos sentirmos confortáveis com nossos desejos mais íntimos quando encontramos alguém com quem fazer um pacto secreto de conivência diante das nossas “esquisitices”. “De perto ninguém é normal!”. É fantástico admitir nossa fragilidade e permitir que o outro faça conosco algo que jamais nos submeteríamos com um estranho. É lindo sentir o laço de lealdade se aprofundando a cada aumento de devassidão. Algo como “o que acontece aqui, fica aqui”, e para isso tem que se ter muita confiança e intimidade.

Vocês concordam?

“Vos Declaro”, documentário fofo sobre união homoafetiva no Brasil


 “Vos Declaro”, documentário de 2013,  mostra casais homossexuais que casaram ou que pretendem se casar. A produção foi feita por alunos do curso de jornalismo da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA). Lindinho, vejam:

Como eu fico depois de ver esses vídeos e encontro um boy que é para casar:

Guest Post – Os gays na mídia sob um olhar heterossexual


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Mais um guest post. Dessa vez o leitor discordou 100% de um texto meu sobre a presença de gays nas novelas. No e-mail nós batemos boca e ele acabou concordando comigo no final.

Só que como o Guest Post é um momento para vocês serem livres, não vou postar a discussão, apenas o texto dele. Ah, ele se chama Henrique :).

Cata:

Estava eu esperando minha vitamina de morango na cantina do IC (olha a propaganda) quando ouço (sem querer, eu juro!), alguns comentários sobre as – supostas – ameaças de processo que a globo receberia de um cara que – supostamente – era igual(!) ao Félix.

Conversa vai, conversa vem e eu apurando os ouvidos para escutar mais, um dos homens diz “aquele cara, o (Marcelo) Serrado, trabalhou muito melhor que esse da novela.” Eu quis perguntar o porquê dele achar isso, mas creio que a resposta seja essa:

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É mais fácil para essas pessoas lidar com personagens caricatos e pouco profundos (emocionalmente falando) de maneira cômica, do que com o drama da brutal realidade de um personagem gay que é o produto de uma sociedade machista e preconceituosa. É mais fácil digerir a comédia. É mais leve e não me faz pensar no que o outro sofre.

Até porque é inverossímil um homem masculino ser gay. E que esse homem gay tem sentimentos complexos por outros homens masculinos (que não são mostrados numa situação mais íntima, é como se a sexualidade não existisse. Mas aí já são outros quinhentos).

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Entretanto, como já falado num post do blog, é gradual o grau de aprofundamento e o destaque que um personagem homossexual tem nessas novelas, entretanto essa exposição é um tanto quanto inútil se a mensagem que os personagens estão passando não será absorvida pela maioria dos telespectadores que só esperam o Félix falar “salguei a santa ceia”, ou algo de tipo, afinal o público alvo da novela é a “família tradicional”, que espera um divertimento no final de um dia de trabalho (e podemos culpa-los?).

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Minha intenção em momento algum foi inferiorizar a atuação do Marcelo Cerrado, ou aclamar a do Mateus Solano. Personagens diferentes para situações diferentes. Pode ser que eu tenha tirado a conversa do contexto, o que é bem provável, afinal eu estava bisbilhotando onde não tinha sido chamado, assim como pode ser que não.

Não acompanho a novela, assim como não acompanhei a do Crô, então é bem provável que eu esteja errado na maioria dos meus argumentos – se é que podem ser chamados de argumentos. Não era intencional essa conivência para com as massa heterossexual. A mudança é gradual.

Os passos não são dados de uma novela para a outra, e esse passo para frente é antecedido por uma hesitação enorme porque pode ricochetear da maneira errada.

Esperando as pedras.

Os gifs são aleatórios e em nada refletem a opinião do Max sobre o texto, tá, gente? hahahaha

Dica de documentário: The Greatest Shows on Earth


Nossa, postaram aqui agora na minha timeline e eu estou MORRENDO com essa amapoa criticando os programas de TV mais amados do Braseel.

Cata:

[youtube http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=QM-Ujx7JET4]

Se você clicar no “CC” ali embaixo, aparecem as legendas, tsá?

p.s.: Eu, enquanto assistia às críticas ao Pânico

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BOMBA: Vacina anti-HIV já está sendo testada!


Então, calm down! Eles estão recrutando as pessoas que querem participar do teste de segurança, tolerância e resposta imune pra poder adaptar caso exista algum problema.

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O babado é, a vacina É EFICIENTE, em laboratório. O negócio agora é controlarem quanto do vírus deve ser injetado, quais as porcentagens seguras dos antirretrovirais e qual vai ser a resposta dela no corpo. Pra saber isso, só testando.

Testes pelos quais todas as vacinas tiveram de passar, algumas com muitos problemas (como foi a famosa BCG), mas que são fundamentais para estabelecerem a dosagem ideal para a distribuição.

p.s.: Isso é também uma dica pra quem não tem coragem de fazer o exame, ou que não faz o uso dos antirretrovirais. Gente, a cura está próxima, não deixe pra descobrir quando já for tarde demais.

shangela halleluFonte: Clinical Trials e Fundação Richard Dawkins

Sexualidade na Escola


Vamos falar de sexo, delicinhas?

Yeahhhh

Yeahhhh

Desculpem o enorme hiato entre a última postagem e hoje. Mas é que eu estou fazendo oito matérias, dando aula e tudo isso com o cabelo e o rosto impecáveis… quer dizer, isso demanda tempo, e não é fácil assim como as senhoras pensam.

Mas quero pedir uma ajudinha pra vocês.

Como sei que todas adoram falar de si mesmas nos comentários, vou fazer uma série de perguntas e quero que vocês me respondam aí embaixo, além de uma fofíssima enquete que vocês também vão responder.

O tema é Sexualidade na Escola. Todo mundo aqui sabe que é no ambiente escolar que a maioria de nós descobriu a sexualidade, certo? Primeira pegada de neca no banheiro, primeiro beijo atrás do muro, primeiro coió homofóbico. Enfim, é na dor e na delícia de ser diferente que a beesha se constrói adulta.

Eu me descobrindo

Eu me descobrindo

Muitas de nós, como eu, canaliza todas essas experiências e falta de apoio para os estudos e busca ajudar ao máximo outras gays em transição.

Outras viram monstras homofóbicas que se não soubéssemos que elas sentam no cavalo só pra levantar o rabo diríamos que são pastoras da Reino de Deus.

A minha pergunta é: Como se deu a descoberta da sua sexualidade na escola? Com que idade? Foi por meio de uma paixãozinha secreta ou rolou gang bang no banheirão?

Me contem tudo! E as mais exóticas terão a honra de serem incluídas no meu seminário no final do semestre. É bom ou não é?

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Ah, respondam a enquete abaixo:

O BAFÃO DO SÉCULO!


Cata a capa da revista Super Interessante que vai estar nas bancas em agosto:

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Segundo a descrição da Superinteressante, no facebook“Dezesseis pacientes já venceram o HIV. E um remédio capaz de curar todos os outros está sendo testado em humanos, com resultados excelentes. Conheça os bastidores da descoberta médica mais importante das últimas décadas”

Resultados excelentes, gente! Será que dessa vez a indústria farmacêutica vai parar de explorar a população escondendo a cura (que a gente sabe que já existe, qualquer idiota sabe isso) e finalmente vamos sair da sombra do medo e do preconceito causados por esse maldito vírus?

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Esclarecendo:

Dei uma procurada sobre o assunto e encontrei mais ou menos o que eu acho que será publicado.

NESSE site você vai encontrar links para os artigos que dizem o seguinte: O que eles chamam de “cura” não é exatamente uma pílula mágica que você toma e o vírus desaparece não.

Foi descoberto um medicamento que deixa o vírus “visível”, tira ele de dentro do linfócito (esse é o principal empecilho dos antirretrovirais, que somente conseguem destruir os vírus quando eles saem da célula), deixando assim o vírus exposto e susceptível a ação de alguma droga que o destruirá…

…o negócio é que essa droga eles ainda não estabeleceram qual é, por isso a matéria é exagerada. Não está errada, só dando um passo maior que a perna.

Festival de rachas!


Aviso: Pras beeshas vaginofóbicas e que não resistem ao contato visual direto com elas, desaconselho assistirem ao vídeo.

Que vídeo lindo, inspirador, mostra vaginas por um outro ângulo nada sexual, mais humano! Vem assistir comigo:

Amei, amei tanto que na Marcha das Vadias ontem fiz questão de tirar foto com uma vagina gigante e colocar no meu perfil do Facebook, simbolizando todo o meu amor.

Aliás, não só eu, o Dé também, olha:

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Arrasamos, falaí!

p.s.: Eu, depois de ver o vídeo:

[youtube http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=ihSi3VnAO-w]