Por que cada signo dá a bunda


Pouca gente sabe, mas as estrelas dizem muito porque uma pessoa dá ou não o edí. Vamos ver porque cada signo libera o brioco e vai ser feliz? Qüenda:

porque cada signo dá a bundaPor que o ariano dá a bunda?
Porque alguém foi lá cutucar.

Por que o taurino dá a bunda?
Porque está com preguiça de fazer outra coisa.

Por que o geminiano dá a bunda?
Porque ficou curioso pra saber como era.

Por que o canceriano dá a bunda?
Porque está apaixonado.

Por que o leonino dá a bunda?
Para ouvir elogios sobre ela.

Por que o virginiano dá a bunda?
Porque ela está tão limpinha…

Por que o libriano dá a bunda?
Na dúvida se dá ou não, acaba dando.

Por que o escorpiano dá a bunda?
Porque é sexo, oras.

Por que o sagitariano dá a bunda?
Porque a bunda é dele e ela faz com ela o que bem entender.

Por que o capricorniano dá a bunda?
Porque é de graça, então está de boa.

Por que o aquariano dá a bunda?
Porque alguém exigiu que ele não desse. Humpf!

Por que o pisciano dá a bunda?
Só para arder e depois ele chorar.

Post inspirado em alguns tweets do Dossi.

Intimidade e desejo: se complementam ou se anulam?


"Eu tô a vontade!"

“Eu tô a vontade!”

“se cada um soubesse o que o outro faz dentro de quatro paredes, ninguém se cumprimentava” (Nelson Rodrigues)


Há um certo pensamento bastante difundido de que o amor e a intimidade não combinarem com sexo e erotismo, naquela máxima de que a existência do novo e do misterioso seria essencial para que houvesse o tesão. Claro, que há um pouco desse fetiche, pelo menos no meu caso, o de conhecer o outro pela primeira vez e suas vontades. Mas não sei como é com vocês, mas comigo eu nunca consigo relaxar 100% ainda que esteja colocado.

Tente lembrar seus últimos sexos com desconhecidos e aposto que em muitas delas virão a sua cabeça cenas de posições emaranhadas e mal encaixadas, aquele desconforto de se deixar ver pelo outro nas posições que menos te favorecem, o efeito do álcool passando e a inibição voltando e fazendo com que você e o cafuçú se percebendo como dois estranhos dividindo, de maneira incômoda, o mesmo recinto… Aquele silêncio constrangedor… “Tá frio, né?”.


Calma, beesha, não é moralismo, sou super defensor – e quando solteiro “praticante” – do sexo casual. Comer e dar pra quem se quer, na hora que se quer e quanto se quer sempre! O tema aqui é a qualidade e para mim a intimidade é um quesito fundamental. Não tem aquela da “a prática leva a perfeição?”. Então, sou desses. O amor também sabe ser pornô e indecente. Não tem dessas de pai-e-pai, não.

Só com muita intimidade eu me sinto confortável para revelar as vontades mais toscas, as taras mais sinistras sem medo de ser feliz ou de ser taxado como pervertido. Somente quando confiamos em alguém nos atrevemos a partilhar coisas das quais normalmente nos envergonharíamos. É entre quatro paredes e embaixo dos lençóis que o incêndio acontece. Lá dá pra estar no puteiro mais baixo e sujo, ser puta, ser santa, traficante, índia, japonesa, cafetão, cu apertado, cu largo, neca grande, rolinha… com conforto e segurança (pode me chamar de classe média, nem ligo).

“Faço, claro…”

Não existe putaria maior que saborear sem nojo a pessoa que você conhece  por inteira, sem frescuras ou restrições. É uma delícia nos sentirmos confortáveis com nossos desejos mais íntimos quando encontramos alguém com quem fazer um pacto secreto de conivência diante das nossas “esquisitices”. “De perto ninguém é normal!”. É fantástico admitir nossa fragilidade e permitir que o outro faça conosco algo que jamais nos submeteríamos com um estranho. É lindo sentir o laço de lealdade se aprofundando a cada aumento de devassidão. Algo como “o que acontece aqui, fica aqui”, e para isso tem que se ter muita confiança e intimidade.

Vocês concordam?

“SENAS” da noite capixaba #22


Ouvi essa da boca da própria bicha. Ela estava em um ponto de pegação famoso de Vitorinha, a céu aberto com vegetações, pois estava na seca e louca para dar o bom edí. Ela rodava pelo espaço e nada de encontrar uma neca amiga para ele poder atender. Até que ela viu, atrás de uma moita, um cafuçu dum-dum batendo punheta. Ficou interessada em ver melhor a neca, mas decidiu dar mais uma olhada para ver se achava coisa melhor. Distraída ia andando, mas aí…

…o boy apareceu do nada e ofereceu seus “serviços”. Em outras palavras botou a gay para chupá-lo. A guei estava lá se divertindo, mamando nervosa como um bezerro sem mãe, se fartando pois a neca do boy que era bem – a neca – (sempre são, néam?!). Porém ela começou a se atentar a alguns sinais que até ali não tinha percebido: cheiro forte de queimado pelo corpo, mãos com dedos enegrecidos e unhas amareladas, roupas sujas e meio surradas. Era um craqueiro!!!

O viado ficou desesperado no início, especialmente quando o boy passou a mão na bunda dela. “Vai me roubar”, ela pensou. Entretanto, ele, o craqueiro, pediu a bundinha da mona. A bicha neste momento já entregou os pontos e a coisa meio que começou a se transformar num fetiche. Na cabeça dela, já se imaginou sendo subjulgada e comida em posições violentas que ela nunca havia nem imaginado. QUE NADA, o rapaz super de boa pôs dentro e bombou até de forma gentil. A bicha super curtindo, mas ficou naquele vibe um olho no gato e outro no peixe. Fechava o olhinho de prazer, mas no fundo deixava uma brechinha, pois a todo momento lhe passava pela cabeça: VOU MORRER, GARÁLEON!

– Tá gostando?
– Tô… tô sim…

De repente, começou a aparecer viado de tudo quanto era moita e se já não fosse surrealista o suficiente, todos ficaram meio de longe vendo a cena e “batendo bolo”. O cafuçu metia, metia e a bicha curtindo horrores, se segurando para não gozar antes. Mas, a maricona percebeu que o craqueiro não só não gozava nunca mas também parecia não quereria gozar. Incomodado com as muitas presenças ali, sugeriu para nossa guerreira irem para um local mais afastado. E foi indo. A bicha fez que ia atrás, mas no meio do caminho arregou, correu pro lado oposto bem quietinha, afinal ficou apavorada com medo de lhe acontecer algum mal.

Mas antes, a bandida passou pelo local e arrastou outro boy, daqueles que estavam batendo punheta pro espetáculo que ela estava protagonizando a pouco.

Gente, parabéns, vocês ainda conseguem me chocar!

Kooriosidades – Na Cama com Max [Tema: Curvatura peniana e prazer sexual]


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mala

Faz tanto tempo que não dou dicas de sexo aqui no blog, néam? Talvez seja porque eu estou numa fase de abstinência. Pois é, difícil de acreditar.

Mas sabe aquela fase da vida que a gente olha pra trás e pensa: “Porrãm, eu já tive mais parceiros sexuais que o Wando, e o que eu ganhei com isso?”

Além de uma elasticidade digna de Daianne dos Santos, ganhei também uma vastíssima experiência sexual, suficiente para ensinar mil coisas para as senhoras aqui no site. Por esse motivo, resolvi responder a pergunta antiga de um leitor que me perguntou de que maneira o desvio da curvatura do pênis pode ser usado para potencializar o prazer do passivo.

Tenho certeza que vocês têm curiosidade em saber sobre esse tema PICAnte, porque mesmo que não saibam exatamente como acontece, sentem uma diferença na hora do cruzo, não é verdade?

Então vamos analisar comeego (as imagens usadas são heteronormativas porque eu não achei nenhum Kama Sutra gay):

Vale lembrar, antes de qualquer coisa, que estamos falando de curvatura normal. Se o seu pênis é muito curvado, você sente dor durante a ereção e consegue perceber (ou não) um nódulo palpável na direção oposta da curvatura, você pode ter o chamado Desvio de Peyronie (clique AQUI para saber mais) e eu aconselho que procure um Urologista.

Pênis torto para o lado:

Esse tipo é o mais comum, devido à posição que os homens posicionam o pênis dentro da calça. Mas eu tenho minhas dúvidas quanto a essa influência ser tão expressiva assim. Eu mesmo faço um malabarismo tão absurdo dentro da minha calça skinny, pro meu pinto gigantesco caber dentro dela, que se fosse assim ele deveria ter forma de serpentina.

Ele é o mais comum e também o mais difícil de encontrar uma posição que vá direto na próstata, uma vez que ele nunca consegue apontar na direção dela, exceto se os parceiros estiverem em ângulos diferentes. Sugiro as posições abaixo:

de lado

posição 1

Sendo que a perna levantada deve ser a perna equivalente ao desvio do pênis. Nessa posição o passivo consegue mudar o ângulo do quadril e aí o pênis apontará diretamente para a próstata, potencializando o prazer.

Pênis torto para cima:

A rainha de todas as picas, para mim é o mais belo e imponente. Qualquer imagem fálica que você encontrar em obras de arte antiga esse pênis será o mais representado.

Mas o que ele tem de belo, tem de filho da puta. Esse é, definitivamente, o mais complicado de se fazer oral. Uma garganta profunda num pênis para cima é certeza de garganta inflamada no outro dia, exceto se você fizer na posição de 69: o desvio acompanha o ângulo do esôfago e desce com mais facilidade.

Para o sexo, esse pênis é ideal para o frango assado e a cavalgada de frente, por motivos óbvios:

posição 2 posição 3

Pênis torto para baixo:

Raríssimo, mas muito interessante. Esse tipo é mais comum em drag queens, travestis e crossdressers, devido ao trauma que o “trucar” da mala causa no pênis, deixando-o mais torto para baixo.

Você pode ficar meio confuso no início, sem saber se está duro ou está mole, por isso, não se acanhe, bote a mão para saber, certeza que o boy não vai reclamar.

Nem preciso dizer que é o tipo ideal para sexo oral, né? Nem quiabo escorrega mais que isso, você vai até levar um susto quando entrar, tipo quando a gente engole gelo sem querer.

As posições ideais para esse tipo de curvatura são a cavalgada de costas, o cachorrinho, de bruços e o sexo em pé (vejam vocês, ele é o menos atraente esteticamente, mas é o que te dá mais opções de power foda).

baixo 2 baixo 1 baixo 3

Na moral, nunca vou entender porque eles abaixam nossa cabeça nessa posição, alguém pode me explicar?

Pênis reto:

É o pau Gianecchini, né? Aquele piru que a gente tem vontade de tirar foto, emoldurar e pendurar na sala, de tão bonito.

É, são lindos, mas não difíceis de lidar, porque geralmente são muito mais rígidos que pênis curvados e muito complicados de dobrar, seja durante o sexo oral ou durante a trepada.

Como não existe angulação, todas as posição são igualmente prazerosas. Então, dê a louca, doer não vai:

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Qual você prefere? Vamos votar! (A situação tá tão tensa pras passivas ultimamente que eu nem vou colocar a opção “tanto faz”, porque é certo que 100% das desesperadas vão votar nela e ainda postar foto do edi nos comentários)

Tá com um dilema de natureza sexual, social ou médica? Mande sua dúvida para max_babadocerto@hotmail.com, e a Max consultará os universitários para tentar resolver o seu problema.

“SENAS” da noite capixaba #18


“Nem falo nada, tô com a boca ocupada”

Bocas malditas dão conta de que em um banheirão de um grande terminal rodoviário da Grande Vitória, na hora do rush, está simplesmente impossível utilizar-se dos banheiros para fazer suas necessidade fisiológicas cotidianas.

O fato é que as guei tomaram conta de tal forma do espaço que não há UM mictório nem UM reservado livres.

E quem reclama nem são os héteros não, mas as próprias beeshas. Segundo elas, o negócio está tão lotado que ninguém faz nada. Elas ficam lá tudo uma olhando pra cara da outra esperando alguém desaqüendar pra elas poderem curtir, se é que você me entende, E NADA! É o famoso “não trepa nem sai de cima”.

Isso até elas tomarem um baculejo, néam?

Para Mildo (não que ele faça banheirão, ele estava com saudades do “senas”).

Porque não converter ativos


Qual ativo aqui nunca se viu numa “uma luta de espadas”, depois de perceber que o outro boy também é ativo?

Já disse pra vocês que a cada ativo convertido em Vitorinha, um panda morre de desgosto na China. Mas a situação pode ser ainda pior, e acabar em morte:

Via G1

Viradas no samurai, literalmente!

Aposto que um dos envolvidos era passiva e passou por essa situação:

Quem nunca se desapontou, não é verdade?

Está sozinho? A culpa pode não ser sua


Hold on, bitch! Se você é uma escrota, passional e ciumenta, esse artigo não justifica a sua solidão.

Vamos repensar o nosso comportamento antes de esbravejar com os outros.

Na década de 90 só dava ela!

Mas se você é uma fofa, educada e tranquilíssima beesha, a culpa da sua solidão pode residir no novo estereótipo dos gays.

Novo estereótipo, Max? Sim, novo! Observaram que aos poucos a bicha pintosa deixou de ser o exemplo de gay e agora os valores são outros? Vamos pensar um pouco…

Aqui no Brasil, no final do século passado, as beeshas se resumiam nas caricatas, leathers e Homens-que-comem-homens-mas-só-quando-falta-buceta. Observem que os exemplos de gays sexualmente atraentes eram Cazuza, Ney Matogrosso e os boyzinhos dessas bandinhas pop que estouraram na mesma época.

Onde estavam as Barbies? Não estavam, ainda! As Barbies e a geração saúde surgem nessa transição dos anos 90 pros 2000, e é disso que quero falar.

Os gays hoje, numa tentativa de fugir do estereótipo da beesha que só sabia ser cabeleireira e estilista, criaram um padrão no qual você deve atender a vários requisitos para ser considerado o gay ideal, o gay que mais foge do paradigma daquele gay que morreu de Aids quando esta estourou no país (o gay de porta de discoteca: degenerado, afetado e promíscuo).

Esse gay é rico, bonito, inteligente, bom de cama, bilíngue, másculo e musculoso. Sendo esse másculo e musculoso as principais características visuais que destoam do gay magro e feminino que era visto logo de cara como “aidético” nas décadas de 80 e 90.

Aliás, já observaram que basta uma bee ser muito magra que as pessoas logo fazem piada sobre ela estar beijada pela tia?

Pois é, esse novo padrão é inalcançável para a maioria absoluta das pessoas e, por mais que você tente fugir desse estereótipo, as possibilidades de encontrar um parceiro para esse gay que atende à maioria das características é bem maior em relação ao resto.

Não vamos ser hipócritas e julgar todos que atendam a esse padrão, estética privilegiada e riqueza também podem vir de berço.

E quando não vêm? Dentre os héteros também existem padrões de parceiro ideal, mas eles tendem a abdicar de uns em detrimento de outros: É a mulher Raimunda, é o pobretão gostoso ou o careca rico. Quem consegue o pacote completo é considerado sortudo, mas quem não é o pacote completo também não fica sozinho.

E por que você, beesha bonita e pobre só consegue foda de uma noite e você beesha rica e feia só arruma boy toy que te liga quando seu salário bate na conta?

Simples, como nossa cultura é ainda muito jovem e estamos nos adaptando aos novos padrões, todo mundo quer o ‘melhor’, e se não consegue prefere ficar sozinho SE transformando nesse melhor para atrair outros melhores como você: É a teoria do Clone Gay.

Observem uma boate no século passado:

E uma boate atualmente:

A homogeneidade chega a assustar, não é verdade? E cada boy musculoso ali sem camisa só está musculoso e sem camisa porque batalhou para se tornar aquele ‘melhor’ que citei lá em cima. Por isso ele anda sem a camisa, pra vender o produto assim como a racha malhadora usa vestido curto pra mostrar os pernões.

Isso gera um círculo vicioso, porque os gays que se tornaram esse melhor não querem perder o seu tempo com gays que não atendam a esse padrão, forçando os outros gays a também buscarem se encaixar no padrão para conseguir os clones que desejam.

Afinal, não é porque você não faz parte do padrão que você não vai ser seduzido por ele. Principalmente com a mídia reforçando sempre, com flyers de boate e propagandas de turismo GLS, que o gay que todo mundo quer é esse:

Defeito

Padrões de beleza são assim chamados exatamente pelo fato de serem um ideal de beleza de um grupo, mas isso não significa que todo esse grupo esteja encaixado nele, principalmente num utópico como esse.

Nosso grupo sempre foi conhecido pela diversidade, por aceitar a todos… mas é só conhecido mesmo, porque a realidade não é muito diferente da feminina quanto à manutenção do seu corpo para servir o desejo estabelecido pela maioria (vá pra porta da São Firmino e veja se não estou certa).

Pintosa quebrando louça com pintosa, urso com urso, discreta com discreta, drag com drag, bombada com bombada? Já passou da hora de misturar.

E aí? Qual a opinião de vocês sobre esse novo esterótipo de gays que domina o meio LGBT? Em que ponto ele deixa de ser saudável e se torna uma obsessão?