Babado, Confusão & Gritaria – Espalhando a discórdia por Nova Almeida


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Eu sei, eu sei, vocês estão estranhando minha presença aqui tão rápido, sendo que eu havia dito que ia viajar ontem. Pois eu fui, mas já voltei pelos motivos que vão ser contados no post que segue.

Sexta-feira acordei animadíssima para viajar, comprei meu cigarrinho, uns pirulitos e até depilei a perna mais cedo. Porém, quando eu estava me maquiando meu pó compacto caríssimo caiu no chão e se quebrou em 200 pedaços. Eu não me toquei na hora, mas agora eu sei que o universo tentou me avisar sobre o que estava por vir.

Só que eu sou teimosa e não dou ouvidos pro cosmos, porque…

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A minha animação era tanta que resolvi ir com um look bem alegre:

Mentira, usei uma blusa preta, um sapato preto, um casaco preto e uma calça BRANCA! Rá! Quer mais verão que isso, gente? Só se eu fosse de biquíni!

Aí tá, peguei o transhca, duas fucking horas e meia depois eu cheguei em Nova Almeida. E quanto mais longe eu vou de ônibus, mais torturante é a minha presença no coletivo, mais gente olha pra minha cara e mais criança cutuca a mãe pra perguntar se eu sou menino ou menina.

Chegando lá fomos na casa de um colega do nosso amigo. Estava ele e sua avó de 87 anos fumando, bebendo cerveja e falando putaria. De cara eu amei a senhorinha, queria enfiá-la dentro da minha necessaire e trazer pra Vitória pra ESFREGAR NA CARA DO DRAUZIO VARELLA QUE NEM TODO MUNDO QUE FUMA E BEBE MORRE CEDO!

Na sua cara!

Na sua cara!

Cerveja vai, cerveja vem, chegou um boy magia com olhos tão claros que eu quase peguei na mãozinha dele e o fiz ver meu passado repleto de orgias com traficantes bacantes do Bairro da Penha regadas à Cantina da Serra fervendo, tal qual a bruxa cega de American Horror Story (sim, Tchynna já usou referência de American Horror Story, mas não tem como ignorar a quantidade de referências maravilhosas desse seriado!).

Não Maaaax!

Não Maaaax!

De repente, ouvi o grito de uma criança e todos os presentes saíram correndo pra sala! Pensei que a menina havia se machucado, mas não, o padrasto dela chegou e bateu nela, ou a segurou forte, não sei, só sei que a menina gritou e começou um escarcéu entre o padrasto da menina e a velhinha de 87 anos!

Eu sou a moça de azul, durante o barraco

Eu sou a moça de azul, durante o barraco

O homem de um lado, a velhinha do outro com uma garrafa de Brahma na mão, e eu no meio sentadinha no banquinho rindo de me acabar. Além de beber e fumar a velhinha ainda era boa de briga, gente! Tacou balde, vasilha, talheres e até o meu banquinho na cabeça do homem, que acabou indo embora depois de muita insistência.

Desse modelo

Desse modelo

O rock deu o que tinha que dar, né? Fomos pra casa de um amigo, dormimos, e logo pela manhã fomos acordados com uma gritaria lá na cozinha. Era meu amigo quebrando o pau com a mãe dele.

E um xingava de um lado, outro do outro, de repente pegaram as facas e começaram a encenar o meme do Lobster Knife Fight:

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E eu? Simplesmente fui pro quarto e comecei a me arrumar pra sair, nem confiança, como Nazaré Tedesco:

Não sou obrigada, eu hein:

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Dali almoçamos e fomos pra famigerada pracinha dos bares e eu, inocente, achei que finalmente ia poder sentar e beber em paz, sem maiores problemas… ledo engano. Outro colega do meu amigo ligou pra ele e lá fomos nós pra uma casa no meio do mato de Nova Almeida.

Chegando lá, sentamos no sofá e o nosso amigo (o que mora lá e estava nos guiando pelo bairro) falou que ia sair pra comprar cerveja de bicicleta… mas nunca mais voltou.

Nisso o dono da casa xingava no telefone, esperneava, falava um monte de palavrão, e eu no cantinho do sofá, assim:

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Plis, god, don’t!

Não era possível, eu comecei a desconfiar que eu era um dos cavaleiros do apocalipse e levava a discórdia e a danação pra onde fosse!

De repente o dono da casa coloca uma roupa e desaparece, num rompante só. Volta meia hora depois todo sujo, xingando a mulher de vagabunda dizendo que chegou na casa do amigo e pegou ela e o cara trepando em cima da cama! Que ia matar a fulana, fazer e acontecer.

Ali eu LEVANTEI E GRITEI:

Peguei minha bolsinha e sai correndo pra rua pra ir embora, não tinha condições de presenciar mais uma cena de violência! Sou sensível, não consigo nem assistir o Datena sem chorar ao ver as ibagens.

Agora imaginem um pontinho preto e branco no meio do mato sete da noite, se alguém passasse com certeza me filmariam e postariam naqueles vídeos de aparição de ET:

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NÃO! PORQUE NESSA DESGRAÇA DESSE HORÁRIO DE VERÃO SETE DA NOITE AINDA ESTÁ UM SOL DE MEIO DIA!

Qué dizê, tive que ir embora no calor, a pé, sem saber pra qual lado era a praça central. Mas fui embora assim, pensando no meu amigo que me largou lá

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Entretantoãm, eu sou adventista e guardo os sábados… pra beber mais que o habitual. E por isso estou em casa, puta, mas preparadíssima pra ir pra minha amada Bocetaria mais tarde.

Eu só espero que essa minha energia negativa não funcione por lá também e acabe estourando uma guerra civil em Coqueiral de Itaparica, né?

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O Mistério da Trava Ninja


Aconteceu em São Paulo:

Chateadíssimo 😦

De pronto a gente fica impressionada com o título, mas vamos acompanhar:

Quem anda com as portas destravadas em São Paulo? Ainda mais um jornalista famoso que será reconhecido na rua o tempo todo e sabe que a qualquer momento pode passar um ladrão de moto no sinal vermelho.

Enfim, ele pode ter se esquecido, ninguém é perfeito.

Clique para ampliar

Trava elétrica

Perae, agora a história ficou mal-contada. A trava entrou no carro dele, depois mais duas travas (provavelmente de salto) treparam no veículo EM MOVIMENTO, que nem os zumbis de Walking Dead querendo carne, levaram a bolsa e ele consegue a bolsa de volta como se nada tivesse acontecido?

Que travestis educadas!

Por outro lado, acho perfeitamente normal que alguém entre num carro fechado, inclusive com as portas travadas (tem muita trava nesse post!). Segue o diálogo:

– Olá, moça, quanto é o programa?

– 50 reais, tá a fim?

– Claro, entra aí

– Beleza:

Por essas e outras é muito importante “travar” as portas do veículo, sempre, duvido que alguém entre pra te roubar se tiver uma trava em pé na porta, vigiando seu carro.

Dica do babado!

UFC, Racismo e Ameaça de Morte na noite de Vitorinha


Olha, vou te contar, nessas horas que eu sinto mais amor por beber em Vila Velha.

Essa semana uma bee estava com sua amiga na Ufes. Enquanto se divertiam com os tóxicos e a música super animada característica do Rock na Ufes, uma gay e inimiga conhecida dessa bee começou a fazer piadas com ela, xoxação básica que todas nós praticamos.

Entretanto, parece que a gay não curtiu e desferiu um comentário racista contra a inimiga, que é negra. E o pau começou a quebrar.

A morena não gostou de ser chamada de “preta” pela bee, não pensou duas vezes e já deitou a gay com uma voadora no nariz! O pau comeu no chão, com direito a plateia e Regina Volpato mediando a discussão.

Enfim, a briga terminou, a suposta racista saiu com o nariz sangrando e amaldiçoando tanto a morena que se ela tiver um filho vai nascer sem perna, só pela energia negativa que recebeu. O grupo se separou.

Aí que eu falo que essas gays de Vitória estão com o nome na boca de Satã… acreditam que enquanto esse barraco acontecia na Ufes outro barraco começava a acontecer também no Celebration?

Uma “moça”, que prefere ser chamada de moça, conversando com as amigas, comentou assim:

“Dinheiro é tudo, né? O homem pode ser o cão de feio, mas se for rico já fica gato”.

Até aí tudo bem, se ao lado não estivesse passando uma perigosa bee que subiu do gueto à realeza, mas não perdeu o gingado da favela. Ela ouviu e perguntou se estavam falando dela. Prontamente recebeu uma resposta negativa, afinal, não se cutuca onça com vara curta, néam?

A perigosa rica não aceitou a resposta e disse que o rapaz estava falando dele sim e que era pra ele calar a boca, sentar e ficar quieto (Adicione olhos de ameaça ao personagem).

E beesha vale alguma coisa? Beesha é debochada, não tem medo do perigo, e por isso soltou:

“Tá bom então, Kelly Key”.

Não sei qual o poder ofensivo que tem uma comparação com a Kelly Key, mas deve ser dos mais cabeludos, porque a perigosa beesha cagou pro artigo 147 do Código Penal, e mandou a real:

“Eu só não faço nada porque eu tô aqui dentro, se eu te pego na rua eu chamo a minha Gangue das Bichas Perigosas de Vitória e te mato!” (Voz de Dadinho é o Caralho, meu nome agora é Zé Pequeno)

SIM, VINHÁDOS! A gay tem gangue, com alcunha e patente! O que eu acho super útil nos dias atuais, é de glamourizar qualquer entrada na buatchy. Segue uma suposta foto da gangue:

Dizem que ela chega nos rocks tipo a Beyoncé com aquelas duas negonas que estão em todos os clipes.

Mas ao ler “Gangue das Perigosas de Vitória” eu só consigo pensar nesse vídeo, que não é uma pérola, e sim um DIAMANTE do Youtube: