“…é, não deu uma diferença grande…”


O muso do jornalismo capixaba, Michelitos Bermudes, nos enche de orgulho! Ele é praticamente uma máquina de fazer memes, fico impressionado. Depois do babado da sacolinha orgânica zuuuuper resistente e do bapho que comoveu todo o país, a Xuxa Peregrina, nosso divo, aprontou mais uma.

Ele e Dona Selma tem uma super dica para economia de água  para vocês, aqüenda:

michelitos e a água

Clique na imagem para assistir ao vídeo. 

“no dia a dia isso ajuda e muito, né?!”
Não!

O beijo que pesa como uma bomba


Beijo Felix

Parecia final de Copa do Mundo, Brasil e Argentina. As bichas todas reunidas em volta da televisão, tomando uma cervejinha e comendo uns quitutes. Toda vez que o Félix e o Niko ficavam um pouquinho mais juntos todo mundo gritava ao mesmo tempo, uma loucura: “AI, MEU DEUS, AGORA VAI!” “VAI, VAI, VAI!”, “BEIJA LOGO, GARÁLEON!”. Um nervosismo…

[Afinal era o final da novela Amor à Vida e pela primeira vez a emissora de TV mais popular e tradicional do país, a Globo, havia dado sinais de um possível beijo entre dois homens em uma de suas novelas – verdadeiros monumentos da cultura de massa nacional – o que até então era um tabu (em 2005, na novela América, um beijo gay chegou a ser gravado, mas foi vetado de última hora). Ou seja, bizarramente, era um momento histórico na televisão do Brasil, desses de contar pro netos, “eu tava lá”, quando reexibido na retrospectiva de 2050].

Ai foram todas aquelas cenas de final de novela, gente casando, gente parindo, gente reunida e festejando… As gueis ansiosas, viravam especialistas em teledramaturgia e ficavam comentando os furos no enredo, como o naquela cena bizarra dos comparsas da Aline entrando com um bolo (um bolo, gente!!!) INTEIRO, ENORME, dentro do presídio! rs. Todos ficaram chocados (desculpa pelo trocadinho infame) e amaram a morte da vilã. Foi inédita e inovadora. Depois veio aquele monte de cena de perdão ao Félix. No fim das contas, o enredo na novela tornou-se a redenção desse personagem.

O capítulo da novela já ia para mais de duas horas, quando Félix e Niko, na sua casa de praia riquíssima – onde moram com seus filhos e com o Cesar, pai do ex-vilão -, ficaram sozinhos… Aquela tensão já tomou toda a sala, ficamos todos em silêncio, mãozinhas dadas, vidrados na telinha. Os dois se aproximaram e o personagem do Thiago Fragoso passou os bracinhos em torno do pescoço do personagem do Mateus Solano. Já pensei: se for para ser vai ser agora. Um misto de esperança e de ódio me consumiu, pois se com aquela ação eles ainda não se beijassem seria muita filhadaputice da Globo.

Os dois se entreolharem, cada um com a cabecinha levemente virada para o lado e Félix disse emocionado: “Eu não vivo sem você, Carneirinho”. Daí eles foram se aproximando e…

*BOOM*

*BOOM*

Os viados ficaram loucos. Gritavam, pulavam, soltaram fogos. Todo mundo saiu na varanda ensandecida fazendo barulho comemorando a grande vitória. PUTA QUE PARIU!!!!! Filmei nossa reação quando houve o beijo, cata, mona:

Como esperado, o beijo caiu como uma bomba no país. As redes sociais foram tomadas de reações a cena. Muitas positivas e lindas! O dia 01 de fevereiro acabou virando o Dia Nacional do Beijo Gay. Uma onda de amor tomou o país! ❤ Pessoas se abraçando, dando beijaços, compartilhando mensagens de respeito e defesa a homoafetividade. Muitos perfis do face foram trocados pelo frame da cena do beijo. Foi coisa linda de se ver.

No outro dia TODOS os reacionários nacionais e locais estavam aos jornais esbravejando, ameaçando (alguém me explica porque quando o tema é gay NECESSARIAMENTE a fonte ouvida é um religioso cristão?). Quanto mais eles ficavam nervosos mais as gays gozavam de amor e alegria:

Um dos melhores tuítes, aos reacionários foi este:

E claro, teve autor de novela que ficou queimadíssimo. Lembram disso:

Aguinaldo Silva Sobre Beijo Gay

“Tá feio, tá eshcroto”

É aquilo, né, quem nasceu para Clô, nunca vai ser Félix. Beijos, Gui!

Enfim, algumas considerações sobre o beijo:

  1. Foi tardio: o fatídico beijo-gay-na-novela-da-Globo veio super tarde. Tão tarde, mas tão tarde que nem soou mais como algo revolucionário, moderno, etc. Não havia nada de avant-garde nele. Soou mais como uma corrida atrás de um tempo perdido, a emissora perdeu o timming da mudança de costumes na sociedade e transformou a coisa em algo muito maior do que precisava ser. Mas, antes tarde que nunca, né?
  2. Foi elegante: a Globo cumpriu o que prometeu. Querendo agradar gregos e troianos, a cena foi exatamente como anunciada, não foi apenas um selinho chocho, mas também não foi um beijão de língua ultra-erótico. Ficou uma cena de bom gosto que não fez ruir a tradicional família brasileira.
  3. Foi político: é ingênuo acreditar que não há articulação entre política, afeto e cultura de massa. Os discursos estão aí circulando e modificando a sociedade. Cenas como essa vão naturalizando as relações LGBTs e, se não aprovadas, pelo menos estimulam o respeito às diferenças.

O mais lindo foi que logo após o beijo veio aquela cena lindíssima do Félix e do César, observando o pôr do sol, ambos se perdoando. Foi lindo pois lembrou a todos – logo depois do beijo – que o gay tem uma família e que muitas vezes ela é, antes mesmo da sociedade, seu próprio inferno particular. Acabou que essa cena foi mais importante e emocionante que o próprio beijo e deu a sustentação afetiva para a cena anterior.

felixpai1 felixpai2

felixpai3 felixpai4

felixpai5 felixpai6

felixpai7 felixpai8

felixpai9felixpai10

Foi um final de novela lindo como a muito tempo não se via. É inegável que a cena só ficou tão perfeita e emocionante (quem não chorou tem uma pedra no lugar do coração) graças ao talento, experiência e sensibilidade de um Mateus Solano e de um Antônio Fagundes. Para vocês entenderem o peso que a cena teve leia esse relato de um gay a uma colunista do IG (um dos vários que surgiram na rede):

“…estavam todos na sala… eu no sofá quando o Felix beijou o carneirinho… Silêncio… Fiquei quieto também pra não dar motivos, embora estivesse fazendo a drag por dentro… Mas a cena final, do Felix e do César, eu não aguentei, veio um choro descontrolado que estava preso esses quatro anos que não falamos direito.., estava total descontrole… dai veio minha mãe com a cara  inchada de chorar me abraçar e meu pai do outro lado segurou minha mão e pôs a mão em volta do meu ombro… Não falamos nada! Na hora de dormir, o Felipe (irmão) entrou no quarto, deu a mão e quando eu ia apenas apertar, ele me puxou, deu um abraço e disse que ele sempre vai ser meu irmão. E chorei de novo… Pela primeira vez não dormi no inferno” (FONTE).

Nossa, para nós blogueiros gays foi um alívio agora toda a vez que começar uma novela com personagem gay não vamos precisar ficar perguntando “será que vai ter beijo gay bla bla bla”. Nossa, tirou um peso das costas. rs

Mas a luta ainda não acabou, minha gente: queremos agora um beijo gay numa novela BOA! rs #fikadika, João Emanuel Carneiro!

Félix, de Amor à Vida: está sendo bom para nós?


No Natal, na festa de família – lá rola aquela vibe sabequeégaymasnãocomenta -, minha tia gritou para o meu tio, marido dela: “Corre, amor! Vai começar o Flex!”. Perguntei o que era e fiquei sabendo que se referia ao Félix, personagem de Matheus Solano em “Amor à Vida”. Perguntei se o nome era pelo fato dele ser bissexual (sei lá, vai que, não vejo a novela) e após um choque com a palavra que foi tratada estarnhamente como palavrão, fiquei sabendo que a personagem da Tatá Werneck é que chama ele assim. Aí, minha tinha comentou: “Fulano (meu tio), adora o Flex e olha que ele é preconceituoso (aé, minha senhora, você deveria ter vergonha de falar isso, não?). Não perde um episódio! Ele gosta tanto que até imita, imita direitinho, faz amor…” . Meu tio se recusou a fazer, claro!

Hoje saiu no Gazeta Online, na seção de participação do leitor, esta matéria:

Amor a vida

Quem acompanha a novela Amor à Vida, viu que o personagem Félix (Mateus Solano) ficou totalmente pobre por um período e teve que vender cachorro-quente na 25 de março, junto com a personagem Márcia (Elizabeth Savalla). Para conseguir atrair mais clientes, Félix amarrou a blusa no meio da barriga, colocou apetrechos na cabeça, colar de flores e utilizou o poder do grito.
Inspirado no Félix, um vendedor de castanhas e amendoim decidiu “inovar” na Praia da Costa, em Vila Velha. Utilizou o mesmo figurino de Félix e sai “desfilando” nas areias da praia tentando vender os produtos. Com muita alegria, grita: “Amendoim do Félix, quem quer?”.

Recentemente o diretor da novela, Mauro Mendonça Filho, em entrevista ao Uol, deu pistas das estratégias de conquista do público brasileiro pelo afeto:

“Acho que o sucesso e a aceitação dos personagens é fruto do trabalho do Walcyr, que não colocou a emoção em primeiro plano no texto. Por não ir tão claramente direto ao assunto. Se ele colocasse com tinta forte, com palavras como ‘eu te amo’, talvez não tivesse mais para onde ir a essa altura da trama. A grande dificuldade do brasileiro mediano, quando se trata de personagens homossexuais, é a aceitação de que existe afeto. Porque as pessoas sempre gostaram do gay cômico, mas quando é o gay amoroso, as pessoas não aceitam. O fundamentalismo antigay sempre pregou que isso ‘não é Deus’, mas o afeto é divino. A gente está conseguindo mudar isso somente agora e, para mim, isso aconteceu porque eles [Félix e Niko] primeiro foram amados [pelo público] antes de se amarem”, disse.

Tenho percebido essa reverberação positiva nos meios populares. Conversando com amigos eles dizem que suas mães – já senhoras, crentes e tal – tem uma simpatia enorme pelo personagem. Minha dúvida era se o público que estava recebendo os “relacionamentos gays” em sua casa pela telinha, estava recebendo com naturalidade ou apenas engolindo. E aparentemente tem aceitado bem o personagem. Está até torcendo para que ele fique junto com o Nico (Thiago Fragoso). No fim das contas, ainda que com vários traços inverossímeis, o personagem composto por Walcyr Carrasco foi se humanizando e ganhando o carinho da galera que assiste a novela, tendo retrado alguns aspectos importantes do sujeito homossexual, como o armário, o outing, negociação de aceitação, pinta, relacionamento…

Estará o público, ENFIM, pronto para assistir uma chegada  maior entre duas pessoa do mesmo sexo? Aguardemos! Minha torcida é que sim, acho que o personagem tem um apelo bacana com o telespectador e merece esse desfecho.

E vocês, como tem visto a novela?

Sem traumas ou polêmicas, ‘Amor&Sexo’ mostra o primeiro beijo gay entre homens da Globo


beijo_plateia_1

“Foi só um selinho?” Foi só um selinho. Porém, enfim a Globo mostrou o primeiro beijo na boca entre um casal do mesmo sexo. O tema já muito debatido acabou tomando uma proporção muito maior do que deveria ter, afinal, em pleno 2013, uma bobagenzinha como um beijo entre homens ainda cause tanto burburinho é de dar dó.

Mesmo sem conseguir inserir nas novelas – apesar da ENORME expectativa -, o fatídico ato de afeto foi ar de forma simples e sem traumas. O esquema lúdico montado foi o de dividir a plateia em pessoas que procuravam parceiros héteros e homoafetivos. Daí possíveis casais de interesse reproduziam a cena clássica da Dama e do Vagabundo, aquela do macarrão, e se tudo desse certo, davam um beijo no final.

Vejam:

Beijo Gay em Amor&Sexo Globo

Clique para ir à página do programa. A cena acontece a partir do minuto 03:05.

OOOOOWWWWNNNNNN! ❤

A jornalista Glória Maria, que participava do programa, completou após a cena: “Fernanda é o primeiro beijo gay da TV”. Já não  era sem tempo que a maior emissora do país tornasse a discussão sobre a homossexualidade mais abrangente, né? Estaria a Globo ensaiando ampliar a abordagem e o tal beijo gay de novela ser apenas uma questão de tempo? Veremos…

Eu adoro o programa “Amor & Sexo”, primeiro porque tem a Fê Lima que é uma querida que consegue levar o programa de forma autêntica e espontânea, sem repetições ou formulas (fora aquele pão que é o marido dela, néam). Segundo que ele trata de temas que neste nosso país hipócrita são “proibidos” de ser publicizados. Brincando, brincando, a gente vai quebrando barreiras, provocando reflexão sobre mudanças de comportamento e questões sociais.

Será que a Rede Record vai dar basfond assim como deu quando o programa mostrou nudez frontal?

———————–

UPDATE: Bem fui lembrado que esse não é o primeiro beijo gay entre homens da Globo! Já teve um na minissérie Queridos Amigos entre Guilherme Weber e Pedro Novais. Podemos dizer que foi o primeiro beijo autêntico, o primeiro beijo documental. rs

A bomba de Lea T


“Ah uh uh ah!”

No domingo foi ao ar no Fantástico uma entrevista com a Roberta Close de nossos tempos, a modelo Lea T. Para quem não sabe, há mais de um ano, ela se submeteu à cirurgia de transgenitalização. Sim, gata, onde havia um piru agora tem uma buceta.

Logo depois da entrevista, muitos dos representantes de grupos de movimento LGBT ficaram em polvorosa, postando repúdio ao que foi dito, porque para eles Lea fez uma representação da mulher trans equivocada em tv aberta. Veja a entrevista e tire suas conclusões antes de discutirmos o assunto:

Clique para assistir à matéria.

Clique para assistir à matéria.

As principais críticas iam no sentido de que Lea havia afirmado que a cirurgia não foi algo que a fez se sentir completa e feliz e outra de não se identificar como mulher.

Vimos na entrevista que ela está ainda sensível, em decorrência não apenas da cirurgia física, mas, principalmente pelos seus aspectos emocionais.

in your face

Partindo disso foi que ela despejou uma série de verdades incômodas, tais como não ser a presença ou ausência de pênis ou da vagina algo que traria a  felicidade plena a uma pessoa; que o ser humano é mais, muito mais do que a sua genitália.

E, para mim, o mais interessante de tudo foi ela dizer que a cirurgia de “readequação” é algo muito mais pra agradar a sociedade do que muitas vezes a própria pessoas trans. VRAW! #NavalhadaLouboutinNaCara

De fato, são os padrões em que vivemos que dizem que toda mulher tem que necessariamente ter o órgão sexual específico, a vagina, para ser mulher. Mas assim como há homens sem pênis (amputados, por exemplo), por que não poderiam existir mulheres sem vagina? Não estaria as próprias transex se curvando a normatização social?

Entendo que para os movimentos de direitos homossexuais, a difusão de um pensamento apoiado no que Lea disse pode incorrer em um corte de direitos de classe, em especial de programas de saúde públicos, tais como as cirurgias de readequação gratuitas feitas pelo SUS. Acontece que Lea não falou em nome das pessoas trans, falou apenas por si mesma, a partir do que sente.

Com isso botou o dedo na ferida tanto do pensamento machista que vê a mulher como o ser sem pênis, quanto dos homossexuais normatizadores que tentam simplificar a transexualidade, mostrando que ambos muitas vezes estão bem juntinho e abraçadinhos, mas jurando que não. Tipo bicha enrustida, sabe?

Um dos problemas do movimento LGBT é se apropriar do corpo do outro e tentar utilizá-lo como dispositivo político, algo como “Lea é famosa e transex, então ela TEM que pensar e agir assim, assim e assim”. Sei que a causa é nobre, mas a pessoa é uma pessoa não uma coisa, não é?

Mas de tudo, acho que ficou para a sociedade brasileira foi o carinho enorme que seu pai jogador de futebol, Toninho Cerezo, tem por ela, tratando-a como filhA. E isso é o mais importante.

Um texto legal sobre o caso aqui.

Mais badaloooo!


Ontem, as redes sociais estavam em polvorosa com a volta do reality show mais fútil e mais amado do país: MULHERE$ RICA$! Ou seja, muita vergonha alheia, muitas tacinhas de champanhe ao meio-dia e muitos novos jargões! Tudo que a gente adora.

Nessa temporada, entre as novidades está a jovem e riquíssima capixaba Aeileen Varejão, de 21 anos, moradora da Ilha do Boi. Li que ela sonha em ser cantora sertaneja e que quer ganhar mais visibilidade no programa e fazer carreira. Achei um vídeo dela cantando, vamos apreciar o talento dessa linda?

Belíssima!

Tem alguma beesha bem relacionada que conhece essa racha, gente? Se tiver dá um toque nela que eu acho, disse, acho, que não vai rolar dela ser cantora não, hein?

Além dela , está no programa de volta a diva das divas Narcisa Ai que Loucura Tamborindeguy (no reiveillon em Copa passei em frente ao prédio e fiquei gritando para ela me acertar com um ovo, mas ela nem confiança, devia estar gravando). E também participam Mariana Mesquita, mulher de ex-jogador, Regina Mansur, advogada do ex-presidente Collor e Cozete Gomes, empresária/atriz/modelo/dançarina/ex-miss/artista plástica. Também há boatosh fortíssimos de uma volta tri-un-fal de Val Marchiori. HELLOOOO! Mulheres Ricas não é Mulheres Ricas sem Val, sorry. Mas, para mim, a grande promessa dessa temporada é Andréa de Nóbrega, ex-mulher do Carlos Alberto de Nóbrega. Por quê? Por quê? Pra que palavras quando elas são inferiores às imagens:

Promete ou não promete? Um sonho: ela terminar o bloco dizendo: “Eu aqui no meu velho e querido banco e vocês aí em todo Brasil porque… A PRAÇA É NOSSA!”. SAUDADES!

Mas o que ficou dessa temporada é o fato de toda mulher rica ter enquanto acessório essencial não uma Hermés Birkin, não um jato particular, não poodles amestrados que se acham gente, mas sim uma beesha particular. É cool, é fashion, é basic! Personal Gay é o novo animal print, gente (preto é old). Chora:

Andréa é tão apegada a Praça que até seu personal vinhádo é a cara da Vera Verão, né não?! Arrasô!

Segunda tamo lá, com nossas tacinhas de Guaraná fingino ser Crystal, segurando uma sacolinha do Carone como se fosse uma Channel e aquele colarzinho de coquinho que foi moda no inicio dos anos 2000 como se fosse pérolash, porque o importante é sustentar o estilo. Tão aí essas mulheres “ricas” que não nos deixam mentir.

Via Morri de Sunga Branca.