Bafão no Sexy Rose!


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Nem no escuro a Sra fica linda!

Olá beeshosas, pensaram que eu ia sumir sem o fim da história? Sem bliblibli, vamos lá! Para quem perdeu, eu, Tchynna Penedo, essa delícia que inspira Anitta e afins, estava passando meu feriado no Rio de Janeiro. Mais precisamente, no Sexy Rose que estava em um dia de cheio de mistério no ar – noir, também explica!

Depois que acenderam o luz do dark, as beshas se espalharam pelas cabines, sofás e cantinhos. A beesha Nirvana tava fazendo a festa com as melhores coisas do dia, mas nada durava muito tempo – ou seja, ela só tava pegando passiva. A beesha Nessie de 2 metros de altura e 5 de largura continuava vagando. A música tava fraca e Lindsay, só Buda sabe onde estava se metendo…

Eu fiquei andando pelo lugar e não me interessei por muita gente. As boas estavam ocupadas, os cafuçus só devem ir ali no dia da semana e quem me quis, eu hein???! Do nada as beeshas voltaram a sumir e eu logo entendi: Todas usando a visão noturna no Dark. Antes que eu ensaiasse entrar, percebi que um faxineiro e mais um outro funcionário começaram a expulsar todo mundo das cabines.

Beeshosas, foi um tal de povo sair fechando zíper e tentando disfarçar a armação. É claro que não arrombavam as portas. Mas, era um “se recomponho e venha para fora, por favor” que cortava qualquer tesão. Começou as teorias das bichas. Desde que tinha bomba até que a nena tava solta. Nisso, corri para o DR para ver se na calada do escuro ficava sabendo de alguma coisa.

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Graaande serão veredas em braile…

Um polvo tomou conta do meu corpo e me distrai. Hahahhaha Eu paguei 10 reais e queria ser feliz também né?! Foi nessa hora que entendi tudo. Uma bicha entrou correndo no dark room com um celular na mão, empurando geral e se misturando nos trenzinhos e almodegas calientes. Dois minutos e lá veio o funcionário atrás anunciando que ia acender a luz de novo. Pelo menos dessa vez ele avisou. A baixinha pirocuda ainda estava lá, acreditam?

Ficou esse pisca-pisca, uó! Não pegaram a bicha truqueira que deveria estar fazendo a festa nos pré-pagos e infinitys das beeshosas. Me deu preguiça. Vi que não ia aparecer nada de bom ali, liguei para Lindsay e fui para rua! E foi ai que cometi o maior erro: entrei em um cinema erótico que fica bem ao lado do Sexy Rose. Foi trevaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas!!!!!!!!

Tchynna voltou… ao Sexy Rose


hahahah eu to viva e não sou zumbi!

hahahah eu to viva e não sou zumbi!

Feriados prolongados foram feitos para quê? Viajar! Sou dessas e nunca menti. Eu sei que muita gente se perguntou por mim (e outras ficaram no recalque), mas não é isso que quero falar agora. Depois de anos, voltei ao Sexy Rose e tenho que contar tudo para as beeshosas do meu S2!

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Sou discreta na chegada

Era feriado, tinha promoção e eu fiz o esforço de ir para Rio de Gayneiro pela 81928494038 vez.  Marquinha em dia, no dia que deu praia e uns bebidinhas aqui, resolvi com Lidsay – uma amiga que apesar do nome é uma ursa gigante – dar uma volta pelo Centro do Rio. A gata veio com um papo de ver um exposição no tal museu novo, mas deu tanta volta que paramos na Cinelândia. Uma olha para a cara da outra e pensou: partiu, Sexy Rose!

Nada tinha mudado desde a última vez que escrevi sobre lá. A mesma vitrine com manequim prateado e o mesmo sexy shop na entrada.  Como eles sabem que ninguém vai lá para assistir ao filmes nas cabines, eles acabaram com as fichas e a pornográfica corre solta em looping! Arte! Não vou dizer que estava lotado, mas tava bombando!

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“Sou menina, sou mocinha”

Nunca revelei, mas sempre dou uma “cafuçada” no meu visual quando vou nesses lugares. Prendo o cabelo, ponho um bonezinho e deixo a camisa mais solta. Engana alguém? Nunca! Mas eu me sinto a pedreira. Na parte de baixo, uns cafus gatinhos sentados no sofá. Ou estava no momento entre-gozo ou fazendo a princesa Disney esperando o príncipe aparecer pela porta. Uma beeshosa descia louca pela escada e foi para o banheiro. Pensei em esperar, mas vamos para o andar de cima.

Acabaram com o labirinto-room 😦 Não ia ter show de Drag ou coisa do tipo. E a música tava baixa. Dei umas voltas pelas cabines e todas ocupadas! Não sobrou um glory-hole disponível. Fui obrigada a entrar no grande dark-room. A marofa tava solta lá e eu não agüentei dois minutos de cegueira. Lidsay? Essa se perdeu nas trevas e só encontrei quando acenderam as luzes (já explico).

Resolvi comprar um otin mate – ay como to carioca! E um gato top-top DJ delícia daqueles que você quer fazer um filho com ele ali mesmo subiu as escadas sem camisas – com várias carrancas e hienas no rastro. Foi tomar um ar. Apareceu uma bicha tão grande, mas tão grande que a Lidsay parecia anã. O circo estava completo! A bela das belas tomou seu ar, deu uma volta e se atracou com uma delicinha com alargador na orelha e camisa do nirvana vintage! Se eu tivesse com o exú-voyeur tinha estacionado ali, mas queria baixaria amor e carinho. Voltei para a DR!

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Não tá fácil para ninguém

O babado tava quente. Mãos na minha neca, dedos na minha calça e muito gemidinhos. Os olhos se acostumaram, mas era tanta gente que só dava para sentir mesmo. Começa um empurra-empurra e páhhhhhhh acendem a luz! O povo corre que nem vampiro, mas alguns ficam com cara de onde estou.  Quase todo mundo, quer dizer. No canto, uma bicha empinativa dava lindamente para um boy pequeno e magrinho que bombava como se não houvesse amanhã. 30 segundos depois, os dois perceberam que as luzes estavam acesas e o povo assistia tudo e admirava que aquele rapaz tinha quase mais neca do que altura! O boyzinho puto parou tudo, suspirou e reclamou: “Não se pode nem mais trabalhar em paz”. Corta! Ele guarda a neca dura e sai do Dark. Apagam a luz!

Não, a história ficou longa, mas não acabou! Fui investigar o motivo de acenderem a luz assim do nada! Corri atrás de Lidsay! E aproveitei uns corpinhos. Tudo isso conto depois.

Um beijxxx para as recalcadas – já expulsamos as invejosas e lambidas nas beeshosas que eu amo!

Explicando carnaval capixaba pra quem não é capixaba


Daí que a Band começou a transmitir o desfile das escolas de samba do Espírito Santo, juntamente com o nosso Ferreira Neto, sempre ferreiraneteando, mas absurdamente não explicaram pra galera de fora sobre as peculiaridades de cada escola daqui.

Portanto, nós aqui do Babado Certo num esforço decidimos explicar para todo o Brasil as peculiaridades de cada escola que desfilam no Sambão do povo em Vitória, comparando-as com as do carnaval do Rio de Janeiro.

É assim ó:

Explicando canaval

 

Deu pra entender?

Babado, confusão & gritaria [Max in Rio]


Não, lindas, não voltei pra Vitorinha ainda.

Fui básica

Só volto amanhã, mas não aguento esperar para contar pra vocês toda a dor e a delícia de visitar do luxo ao lixo da noite caiuóca.

Cheguei na quarta e nesse mesmo dia fui ao Cine Ideal, quinta bebi todas na Lapa com três bee’s que conheci por lá: Carmen Carrera, Sheldon e Daniel, e sexta fui à Pipper, aquela delícia.

Até aí tudo bem, fui super comportada e não fiz nada além de assustar criancinha e confundir homens heterossexuais… entretanto, sábado fui ao BURACO DA LACRAIA!

Eu, quando passei pela porta:

A Tchynna sempre falou muito sobre essa boate aqui, e por mais que eu estivesse preparado para o impacto que o local causa, nada se compara à sensação de ver pessoalmente.

Assim que você chega na escada já dá de cara com um despacho gigantesco de macumba, imagens de São Sebastião e obras de arte com temas candomblecistas. Todas conferindo um clima místico ao lugar.

Estava amando aquilo tudo ATÉ a hora que abri a porta dos desesperados no segundo andar.

Beeshas, cês se lembram daquele jogo do Silent Hill, no qual o boy entra no espelho e do outro lado todas as pessoas viram monstros? Pois foi o que eu senti quando passei pro lado de dentro da boate.

Falando sério, vocês sabem que meu leque de opções quanto à beleza masculina é tão aberto que já virou um círculo, mas puta que me pariu, eu nunca vi tanta gente feia concentrada num lugar só. Até as Barbies pareciam aquelas versões de 1,99 da boneca.

Aliás, algumas em vez da cabeça da boneca tinham a cabeça do Chucky, o brinquedo assassino.

Assim que me acostumei com o ambiente exótico, outro susto, um boy parou na minha frente tentanto me pegar. Quase tropecei e caí dentro dos poros do rosto dele. Eram tão profundos que sem dúvida nenhuma as bactérias já tinham formado burgos e estavam fazendo comércio entre os buracos, tal qual o Feudalismo.

Jarro de Captura de Dragões, mantenha sempre essa carta no seu deck

Mas a coragem é uma característica inerente a toda beesha, e uma amiga nossa, que está me hospedando aqui, aproveitou o clima religioso da boate para incorporar São Jorge. Só isso explicaria a quantidade de dragões que ele matou.

Amei DEMAIS o lugar, acho sucesso ambientes bagaceiros nos quais o banheiro é apenas um grande mictório… a gente se sente num banquete de necas.

E, por fim, me sentei num cantinho e encontrei o cartãozinho de um psicanalista. Aposto que ele já sabia que, diante do trauma, alguém fosse precisar dos seus serviços.

Domingo fomos à Parada. A ressaca não mais me incomodava, mas eu parecia um artesanato de bolas de soprar, de tão inchado que fiquei.

Que maravilha de evento, muita cerveja barata, muito boy magia, centenas de rachas perigosonas fazendo cosplay de Mc Beyoncé e muito bi curious se fingindo de bêbado pra dar em cima das beeshas.

Já chegava assim nos cafuçus:

Encontrei váááárias cabixabas que gritavam meu nome na rua, até um cliente da época que eu era p… é… deixa pra lá.

Vejam algumas fotos:

Via g1

Aquele jeitinho gostoso do carioca:


Agora, imagine isso na copa:

Vamos fazer uma versão capixaba? Por exemplo, diferentemente dos cariocas que fazem “amizade” até no elevador, os capixabas tem pânico de semi-conhecidos! Eles fazem de tudo para fingir que não viu, inclusive uma coisa engraçadíssima que é ficar olhando para o nada (lembram que já escrevi sobre isso?). Outra coisa é falar mal do estado e dizer que a vida só acontece no circuitão Rio-Sampa – o que é  meia-verdade.

Boy. De. Sunga. Branca.

Mas muita coisa é igualzinho: aqui não tem inverno digno, então qualquer chuvinha todos já tiram seus casacos do armário – é a única oportunidade de usá-los, bebês – e agem como se estivessem em Gramado, o pânico de enchente, pagam uma verdadeira fortuna pra morar “bem” – com muitas aspas, muitas mesmo – tipo em JP, fala mal de funk, mas no fim do rock está tudo mundo indo até o chão etc.

E algo que é universal: boy malhado/maludo de sunga branca!!! É paixão NACIONAL.

Gente, e a bee fazendo a Tieta pra se esconder do ex-bophe! Zuper eficaz… #quemnunca

Dúvida: Luana é Luana da Lapa?!

Como não ir à Parada Gay


Parada Gay do Rio de Janeiro, provavelmente Copacabana (que diga-se de passagem, eu fui e estava maravilhosa), uma figura diferente é entrevistada, cata:

Aumentem bastante o som da caixinha, porque uparam o vídeo todo cagado e está super baixo

Vixi, deixa eu ver se entendi…

Daqui uns meses estarei até amamentando, bee

Os peitos de broto de feijão não negam que ela ainda está começando a transformar o corpo, okay. Mas custava depilar as axilas, gentchy?

No fim das contas ele é um grande retrato do que muitos gays pensam sobre a Parada Gay, sabiam? Vejam vocês que o repórter perguntou duas vezes se ele gosta de dançar e se divertir na parada, e ele insiste no “ter mais gente para poder dar close e mostrar o koo”.

Já a segurança só é um detalhe pra evitar que você ande de calcinha velha na orla e não leve uma pedrada, é claro…