Eu Não Sou Obrigada a Nada!


É sexta e eu…

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Ao som da maravilhosa MC Trans, se joga na programação do fim de semana (já estavam com saudades, néam?):

MOVE MUSIC:
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SPACE PUB:

Space

STONE PUB (friendly):

BLOCOS DE CARNAVAL (sim, já é carnaval em Vitorinha!):

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Esquenta Galão (Vila Velha)
Saída no dia 16/01, com concentração a partir das 14h, na Praça da Rua 4, em Santa Mônica.

Carnaflexal (Cariacica)
Saída no dia 16/01, a partir das 18h, em Flexal.

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Nova colaboradora, Suzanne!


Olá, pessoas!

Meu nome é Suzanne Tremembé,   acho que alguns me conhecem,  serei a voz Reunião  cazamigas! da Sapa lésbica neste blog.

Aqui falarei  de coisas realmente importantes como a combinação dos signos,   senhas compartilhadas,  melhores preços de frete,  Brenda,  tinder, Ana Carolina,  a ex da ex que agora é sua esposa e muito mais!

Aceito sugestão para o primeiro post pq o que tenho em mente pode  aumentar minha pena.

Que  toda minha maldade seja perdoada, porque metade de mim é cachaça e a outra é sinuca.

Beijos de sua amiga,  Suzie.

ENEM E NOME SOCIAL: LEGITIMIDADE E RESPEITO


Somente a adequação da imagem corporal com o gênero de identificação não é suficiente para que a pessoa seja reconhecida como tal. Ainda restam algumas contradições, como por exemplo, a incompatibilidade entre a imagem representada e o nome que a pessoa carrega em seus documentos, o que acaba causando sérios constrangimentos para travestis e transexuais brasileiros.

E pela primeira vez no Brasil, a edição do ENEM 2014 adotou uma inovação: candidatos travestis ou transexuais poderão usar o nome social para fazer a prova, bastando fazer uma solicitação ao INEP via telefone. Segundo dados divulgados pela Agência Brasil, cerca de 70 pessoas realizaram a solicitação.

No ano passado, algumas candidatas transexuais que fizeram a edição de do Enem 2013, relataram que sofreram constrangimento na hora de apresentarem o documento de identidade aos fiscais das salas de prova. Como usam um nome social diferente do nome indicado no documento de identificação, duas estudantes transexuais disseram que só receberam o caderno de provas no primeiro dia depois de um longo processo de conferência de dados. Uma delas foi tratada como se houvesse perdido o documento de identidade. Imagem“O nome social garante que a pessoa seja respeitada no gênero em que está, para que não sofra nenhum constrangimento”, explica a coordenadora de Políticas da Região Sudeste da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) e coordenadora colegiada do Fórum LGBT do Espírito Santo, Deborah Sabará.

ImagemDeborah fez inscrição no Enem e pretende usar o exame para ingressar no ensino superior. Ainda está em dúvida entre os cursos de história e serviço social. “O percentual de pessoas trans no ensino superior é baixíssimo. Estamos também longe das escolas, do ensino fundamental e médio. Mas eu acredito que isso vai aumentar. Precisamos empolgar a nossa população a fazer o Enem e usá-lo para o que for possível”.

A pedagoga e presidenta do Conselho Municipal LGBT de São Paulo, Janaina Lima, diz que o uso do nome social atraiu mais candidatos ao exame. “No meu convívio social, eu sei de várias [travestis e trans] que estão se inscrevendo. Saber que vai chegar lá e vai ser só mais uma pessoa concorrendo, tem facilitado. Elas dizem que estão se inscrevendo só porque poderão usar o nome delas e que não vão ser expostas antes mesmo de começar a prova”.

Mostra de filmes LGBT de graça na Ufes!


ES_cineclubeO ES Cineclube Diversidade completa um ano e realiza a 1ª Mostra ES Cineclube Diversidade. A mostra vai ocorrer nos dias 29, 30, 31 de maio, no Cineclube Metropolis, e termina com exibição de filmes no dia 1º de junho, durante a realização do Piquenique das Cores, na Parque Pedra da Cebola, Vitória. A entrada é gratuita.

Os objetivos do evento, que conta com a parceria da Secretaria de Cultura da Ufes e patrocínio do Funcultura, da Secretaria de Estado da Cultura (Secult/ES), são ocupar o Cine Metropolis e promover o acesso à produção audiovisual sobre o tema da diversidade sexual. Também visa criar um espaço para o encontro [presencial] do público e o debate em relação aos temas LGBTT-s.

filme1Além da exibição de produções cinematográficas do Estado e nacionais, serão realizados dois bate-papos com a participação de cineastas, militantes, representantes de ONGs, cineclubes e do governo estadual. O primeiro encontro será no dia 29 (quinta-feira), com o tema “A construção de políticas públicas para a diversidade sexual”. Já no dia 30 (sexta-feira), estará em foco o tema “Produção audiovisual sobre diversidade sexual”.

filme2No último dia (1º de junho, domingo), o ES Cineclube Diversidade une-se ao Grupo Cores –Consciência, Orgulho e Respeito no Espírito Santo, que realizará o 12º Piquenique das Cores, no Parque Pedra da Cebola, Vitória. Cerca de 300 pessoas são esperadas para uma tarde de vivência, rodas de conversa, trocas solidárias, arrecadação de alimentos para doação, além da exibição de três curtas-metragens ao ar livre, encerrando a mostra do cineclube.

Vai ser babado, tanto a mostra com um monte de filme bacana quanto as gays, as sapas, as trans e etc. tudo juntas e misturas. Ah, e dia 29 eu mediarei o debate depois do filme!!!

Para a programação e outras informações tem a página do evento no Facebook bem AQUI.

A ditadura militar também repria os homossexuais!


Primeiro de abril de 2014 é dia de lamentar um dos períodos mais negros da história do Brasil: faz 50 anos que aconteceu o golpe de 1964, que encerrou o governo do presidente João Goulart, eleito democraticamente. Naquele momento os militares representaram uma parcela conservadora de nossa sociedade, a mais conservadora e reacionária, e implantaram uma política que violentou a liberdade e a democracia em nosso país. Foi uma época que matou um espírito de luta revolucionário do brasileiro, o que nos lançou em um atraso político que até hoje lutamos para reconquistar.

tira militarO que poucos de nós cogitamos geralmente é que essa repressão também atingiu às pessoas LGBT. O Repórter Brasil fez uma matéria bem bacana mostrando os impactos do regime autoritário na repressão às práticas sexuais dissidentes. Veja:

O mais bizarro é que aparentemente a nova geração perdeu qualquer relação com o horror deste período e insensíveis à tragédia deste período tem fechado com as viúvas do Golpe e tendo desejos reacionários e antidemocráticos. Não, amigos, não! Não há motivo algum para se ter saudosismo deste período que só merece ser lembrado para não ser repetido. Temos que lutar sempre por MAIS liberdade, temos que lutar por radicalizar ainda mais a democracia. DITADURA NUNCA MAIS!