Bafo! Homofóbico arruma confusão na porta do Celebration!


Tô só o veneno hoje e ainda tenho que receber uma notícia dessas!

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Vocês conhecem a produtora Antimofo, né? Famosa pelo público gay friendly, faz festas alternativas pela cidade e muito sucesso entre o público mais jovem.

Agora, o que vocês não sabem é que eles estavam sendo alvo de ameaças de fechamento por parte de um vizinho. Várias foram as denúncias e em todas a produtora simplesmente resolveu mostrando seus alvarás em dia.

Acontece que o motivo, que até então se pensava ser apenas em relação à bagunça que fica na rua durante as festas, foi revelado: Homofobia!

Segundo a produtora, ele já havia furado dois pneus de uma cliente e sempre que via gays na portaria esbravejava seu ódio, deixando claro o real motivo do incômodo com o cerimonial.

Tem até vídeo!

[youtube https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=nx91HGRP5dg]

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Wilson, cheio de si, de garrafa na mão e peito estufado, foi pego pelas câmeras de segurança ameaçando e proferindo ofensas homofóbicas contra os clientes que estavam na porta do cerimonial.

E aí eu pergunto pra vocês: ele vai ser preso por incomodar a ordem pública sendo homofóbico?

Não, ele não vai! Porque não existe lei específica pra isso e somente se ele tivesse agredido o Rike (o que ele evitou ao máximo fazer, espertamente) teria sido configurado um crime.

O que vai acontecer? Esse cara provavelmente vai voltar a aparecer na porta do Celebration, vai voltar a incomodar as pessoas e por mais que o Rike chame a polícia, eles não poderão dar voz de prisão por “ofensa/agressão homofóbica”.

Por isso que eu friso tanto aqui pra vocês no blog, até ficar chato: VIADOS, LUTEM NESSE CARALHO!

A população sabe que nós somos vistos como cidadãos de segunda classe e desde que não nos agridam fisicamente, podem nos tratar como bem entenderem, sem retaliação da lei.

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No mais, parabenizo a Antimofo. E que fiquem as senhoras baladeiras espertas e pensem, quantos produtores ou boates fariam isso por vocês? Quantos se arriscariam dar a cara a tapa (ou a tiro) pela segurança dos seus clientes?

Pois é, tem muito dono de boate por aí que é que nem o reitor da Ufes: todo mundo sabe que existe, mas ninguém nunca viu.

Polêmica nos banheiros da Antimofo


Não somos tão diferentes assim

Não somos tão diferentes assim

Aconteceu no Grupo Antimofo, no Facebook. Cata a opinião de um cliente do Celebration:

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travaFaz um tempo que não vou às festas da Antimofo, mas todas as vezes que ia nunca fui impedido de usar o banheiro que me desse na telha. Não sei se sempre foi assim, se a permissão só valia para mim ou se aconteceram incidentes para essa nova política tão agressiva.

É, antes de dar minha opinião, é importante ressaltar que a Antimofo, apesar de ter como maioria do seu público os LGBT’s, ainda não é uma produtora voltada para eventos gays, são apenas gay friendly. Ou seja, o número de gays é maior, mas as festas não são feitas só para esse público.

uniPorém, vale lembrar que mesmo em boates gays o número de heterossexuais é bastante parecido, basta ir à Move Music para observar como os héteros invadem a balada.

Eu acho essa mistura uma delícia e simboliza uma grande evolução dos jovens no quesito aceitação das diferenças.

Quando você vai à Move Music, mesmo com o número elevado de heterossexuais, há dois banheiros unissex, e nunca presenciei ou ouvi falar de problema algum relacionado a essa política.

Às vezes parece que os héteros imaginam um banheiro unissex assim:

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Por outro lado, a presença de um público tão diversificado e alternativo pode também ser um perigo para a harmonia da festa, uma vez que o número de pessoas com diferentes estilos, ideologias e comportamentos é muito maior nas festas da Antimofo em relação à Move Music, que possui um público muito mais padronizado.

“Que tipo de perigo, Max?”

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Leia uma história lamentável que aconteceu em São Paulo num dos redutos mais famosos entre os hipsters, a Rua Augusta, clicando AQUI.

machismoDe uma coisa não há dúvida: os banheiros separados são uma forma da sociedade admitir que, devido à criação machista que recebem, homens não podem estar no mesmo ambiente com mulheres seminuas, sem que isso os faça sentir uma vontade incontrolável de espiá-las ou abusar sexualmente delas.

Por esse motivo, somente boates gays têm banheiros unissex, porque não se espera esse comportamento de homens gays, entenderam?

E tudo isso é mascarado pela falsa justificativa de individualidade dos sexos. Merda nenhuma, banheiro você vai pra mijar, não pra sentar numa roda de discussão do Saia Justa, na GNT.

Doeu o que eu falei? Doeu, né? Se você discorda, dá uma olhada numa propaganda de cerveja clicando AQUI, e depois a gente conversa.

Diante dos dois pontos de vista acima, será que é necessário manter essa separação de gêneros nos banheiros do Celebration? Vamos fazer uma enquete pra saber o que o público acha disso?

Dono da antiga boate Ink Lounge é acusado de pedofilia


Eu estou besta até agora e não vou nem comentar nada, apenas leiam a notícia:

A primeira casa noturna é a Ink Lounge, uma boate gay que passou por Vitória como um furacão, uma ótima programação e um ambiente delicioso. Mas logo fechou, como você pode ler AQUI.

A segunda casa eu não faço ideia de qual seja, mas me lembro que havia também um bar gay ali na Praia do Canto, o Charger, igualmente maravilhoso.

Clique na imagem abaixo para assistir a reportagem:

Nunca imaginaria isso, ele sempre me pareceu muito gente boa na época, fiquei chocadíssima.

Créditos à G, a única bee de Vitória com acesso ao G1

BAFÃO: Rebuceteio no Terminal de Vila Velha


Aconteceu no domingo:

Iza sensualizando na Pool Party

Segundo testemunhas oculares, várias sapas estavam curtindo a festa Black House, na Prainha, que diga-se de passagem, depois que saíram do Ibes e mudaram pra lá, tenho escutado ótimas críticas quanto ao local.

Acontece que uma das sapas desse grupo de anfíbias começou a dar em cima da namorada de um boy hétero que estava lá, o lugar ficou pequeno e uma briga coletiva se iniciou. Até porque, a gente sabe como é sapa quando briga, não querem nem saber quem tá errado, já chegam de voadora e garrafa quebrada na mão. A graça está em liberar a testosterona acumulada.

Fujam!

Enfim, provavelmente essa sapa foi expulsa do evento e, puta na paulista, saiu com todas as suas amigas em direção ao ponto de ônibus… Lembrando que esse grupo somava a quantia de 20 fanchas… PENSE no perigo!

No ônibus, todas as vinte pularam a roleta, e o motorista, indignado, se negou a seguir viagem.

Resultado: 20 sapas viradas no Saci pulando amarelinha, quebrando tudo dentro do Transcol!

Obviamente o motorista foi até o Terminal de Vila Velha e chamou a polícia. Aí o bicho pegou, com direito a agressão física, algumas prisões e muito pacote de Sal Globo para conter os ânimos.

Depois falam que o mundo vai acabar esse ano e ninguém acredita nos sinais… quem nunca ouviu falar dessa passagem:

As rãs sugiram no Nilo e em outros volumes de água, vieram do lodo dos pântanos, local onde as águas brotavam. As pragas das rãs infestavam o Egito, adentrando nos cômodos, nas camas, fornos, tigelas, não só das habitações do povo Egípcio, mas também do Faraó e de seus oficiais.

Êxodo 8.1-15

Elas estão só começando…

Vem aí…


Pra vocês que curtiram a festa Fuel for Night em março, preparem-se para uma nova edição dos mesmos produtores, Luxúria:

Só que agora não será mais no Platinum, e sim no Cerimonial Festa Bella, no Triângulo (muito phynna, néam?). Clique AQUI para saber como chegar.

Os ingressos já estão à venda na loja Atol das Rocas do Shopping Praia da Costa e Vitória. E se vocês quiserem mais informações, basta ligar para o Libni (3055 1107 / 9930 1533) ou para a Tatty (3084 6214 / 8143 3545 / 8832 3746).

Ah, e fiquem coladchêenhas no Babado Certo que até o dia do evento vamos soltar fáriãns promoções pras senhoras, okay?

Você gosta de apito na balada?


Confesso que amei o bafão desse final de semana. Eu mesmo, quando vou à Move, tenho vontade de esganar as bee’s que levam apito pra balada e ficam assoprando aquele negócio no ritmo da música.

NÃO, minto! Odeio mais as que batem palma “fazendo vácuo”, sabem como? Quando você bate a palma de um jeito todo especial pra sair um som tão alto que é capaz de estourar o tímpano da gay ao lado.

Mas eu não sou uma boa referência, sou chatíssima com barulhos, me irrito até com meu irmão clicando no mouse do PC.

Vamos ao ocorrido:

Sempre fui MUITO bem atendido em todas as boates da Grande Vitória: Move Music, Chica Chiclete, Space Pub,  Casa Clube, as extintas Next e Heaven Brazil, e qualquer outra.

Sempre fui muito querido por todos os funcionários, desde o gerente até o entregador de bebidas. Mas fiquei muito decepcionado com o tratamento que recebi – acreditem – de um dos produtores do Massa Cult, na festa Erótica Madonna – Especial de lançamento do álbum MDNA!, último sábado no Teacher’s Pub.

Como muitos sabem, já presenciaram e curtiram, sempre estou na boate com meu famoso apito, interagindo com o DJ, apitando no momento oportuno e no ritmo da música. Nunca reclamaram, ao contrário, sempre apreciaram o charmoso complemento que o som do apito traz à música.

Enfim… Esse indivíduo veio com sua duvidosa polidez e me chamou para anunciar que “se eu tornasse a apitar iria ‘cortar’ minha pulseira e me convidar a sair da festa”. Acreditando não ter entendido as palavras dele, questionei o motivo e ele disse que “aquilo era uma boate, não um parquinho”. Dei uma olhada ao meu redor e verifiquei a quantidade de moleques presentes, tentei não ser sarcástico, mas não posso me conter nessas horas e devolvi: “Pensei que fosse [um parquinho], pois só vejo crianças”.

Cutucando a sobrancelha atrás dos óculos, ele insistiu dizendo “só não volte a apitar”. E com meu sorriso sarcástico, beijei meu polegar e lhe dei um joinha. Logo mais, como em qualquer momento oportuno, tornei a apitar, no ritmo da música, para a alegria de todas as crianças do parquinho.

Se o meu apito ecoa nas pistas há 6 anos é tão somente porque o público pede mais e mais.

A bee foi abusadíssimãm, adorei a resposta na ponta da língua, admito! hahahaha. Mas, segundo a produtora, as pessoas não estavam curtindo tanto assim o apito, segue a resposta:

É simples, ele tava com um apito extremamente alto (que estava se sobressaindo ao próprio som do Teacher’s) e vieram pessoas reclamar sobre ele. Fui até a pista, identifiquei e pedi para que parasse de apitar, e como medida padrão, avisei que em caso de reincidência a segurança teria que ir convida-lo a sair…

Agi da mesma forma como tive que pedir em outra festa para uma menina com uma LANTERNA parar de ligar aquilo na festa.

Como você mesmo pode ver na descrição dele, ele não se poupou na réplica e conseguiu ser bem irritante. Pedirei desculpas a ele se ele se sentiu ofendido assim, mas tenho que prezar pelo bem da maioria e infelizmente alguns não estavam gostando e vieram reclamar do apito.

É… mas são rocks e rocks, néam? Eu acho apitos super divertidos em festas temáticas, ou em raves, tem tudo a ver.

Porém, em outros locais a gente fica mais parecendo o Latrell, aquele negão do filme As Branquelas, quando usa tóxicos.

E vocês, leitoras, o que acham de apito na buatchy?

Vamos pensar um pouco…


Quem foi na festa do Platinum sexta-feira, percebeu o quão perfeito foi o evento. quase 800 bee’s loucas pra fazer um boy no banheirón, mas infelizmente 98% das gays eram passivas, tanto que Ariadna teve que pegar um famoso DJ que estava tocando lá pra poder se sentir com um homem.

Mas diz uma gay (não vou citar nomes porque o Facebook dela não está em domínio público) que aconteceu um bafo, segue o depoimento dela:

Fiquem atentos às partes grifadas, okay?

Venho postar aqui minha indignação quanto ao tratamento ontem dia 09/03/2012 dentro do evento no Cerimonial Platinum, onde eu saí da minha casa para ver a apresentação do DJ Paulo Pringles e fui severamente agredido por um dos clientes presente com um soco na cara, na hora que buscava o que beber, paguei caro pelos serviços, mas mais caro ainda foi a agressão que levei e o tratamento indiferente dos seguranças que me colocaram para fora, como se eu fosse o causador do ocorrido.

Falo por mim, jamais irei a um evento nesse lugar e postarei em todos os meios de comunicação o quanto há de despreparo e derespeito ao público gay ou não na forma de tratar seus clientes. Estou com hematomas no corpo e fiz um boletim de ocorrência contra essa boate. Nunca mais piso meus pés num lugar desse.

Tenho dito.
AMIGOS NÃO VÃO A ESTE LOCAL , ELES NÃO ESTÃO PREPARADOS PARA ATENDER SERES HUMANOS.

Mas não termina aí, queridchêenhas, a boate ficou poota na paulista e se manifestou sobre o ocorrido (Sim, dessa vez eu procurei os dois lados da moeda antes de postar)

Prezado Max,

Buscamos proporcionar aos participantes da Festa Fuel For Night, tudo o que a de melhor e diferente na noite da Grande Vitória.

A respeito do Sr. Fulano, gostaria de ressaltar que entrei em contato com o Chefe da Equipe de seguranças contratado para o evento, Sr. Leonardo Vinci, e o mesmo AFIRMOU, que não houve nenhum participante colocado para fora, até porque se isso acontecesse, sem comunicação prévia aos organizadores, eles seriam penalizados. Contactei as recepcionistas que prestaram serviços até o final da festa na portaria. Elas além de confirmarem que não houve ninguém colocado para fora pelos seguranças, ainda se prontificaram a testemunhar e atestar, com o intuito de corroborar a versão descrita acima.

Gostaria que o Sr. Fulano, que disse ter sido agredido, e estar
com hematomas, fornecesse um laudo da perícia médica de corpo e delito, a qual seria encaminhada ao fazer o Boletim de Ocorrência e a partir daí nos vamos dar prosseguimento ao fato solicitando também a filmagem interna e externa da recepção, a fim de solucionarmos o fato em questão.

Agradecemos pelo comunicado e transparência nas informações.

Upper Eventos.

E agora, Glória? A senhora vai ter que provar que foi agredida dentro da boate, e colocada pra fora.

E digo mais, bebês, sabe o que é mais interessante? A gay disse que levou UM soco, foi tratada com INDIFERENÇA pelos seguranças, mas está com o corpo cheio de hematomas.

Agora eu pergunto, como uma pessoa que levou UM SOCO, e foi tratado com indiferença pelos seguranças, está com o corpo cheio de hematomas? Só se o deus Shiva bateu nele, néam?

♪ Money no bolso, é tudo que eu quero ♫


Tudo bem, tudo bem, não importa que o bafão entre as casas noturnas teve de ser abafado, nós temos mais, e dessa vez é de origem interestadual!

Todas as bee’s conhecem as famosas festas Fun4(insira um tema aqui), promovidas pela Antimofo, né? Elas sempre fazem  sucesso aqui em Vitorinha e dão a oportunidade pra muita gente realizar o seu sonho de ser DJ por uma noite.

Uma fofura, até que uma malévola gay cabixaba, que inclusive tocava nessas festas, foi embora pra BH e…

E não é só boato não, minha gente, você pode encontrar as provas em dois sites da agenda cultural de BH clicando AQUI e AQUI.

Só consigo pensar nesse gif:

Aconteceu na Royal Club…


Acho que todas vocês já devem conhecer a buatchy da família Buaiz (alimentos), Royal Club, em Vitorinha, néam? Se nunca foram, conhecem pelo menos de nome, e sabem que as Wanessetes comem pão com ovo o mês todo só pra poderem pagar a fortuna que custa a entrada, e torcer pra encontrar com Wanessa ex-Camargo lá dentro.

Pensando nisso, e na legião de fãs gays que Wanessinha tem, era de se esperar que o ambiente da Royal fosse, pelo menos, gay friendly, não é meishmo? Mas cata o que aconteceu com uma de nossas leitoras por lá. Vou resumir porque essa viada é mais prolixa que Platão:

Inhaí viado!

Fomos para a Royal para nos divertirmos, fomos em busca de um ambiente refinado e seguro, mas não foi o que encontramos.

De número um, só o café

O que aconteceu foi o seguinte: fomos ao banheiro, todas as gays e sapas. As sapas foram ao banheiro feminino e as gays para o masculino (uó essas boates hts, prefiro quando é tudo misturado). Quando as gays saíram do banheirón, ficamos esperando as rachas. Os banheiros ficam em um corredor atrás do palco, ou seja, só quem estiver ali no momento é que vê o que acontece. Enquanto estávamos esperando a racha, o segurança começou a nos empurrar para fora, falando que não poderíamos ficar ali.

Nesse momento eu já pensei que era preconceito, entretanto, tentei argumentar com ele que estávamos apenas esperando nossas amigas saírem do banheiro. Você acredita que o ignorante achou que nós, os viados, estávamos tentando espiar o banheiro feminino? Fiquei chocado! Novamente eu tentei explicar que não estávamos fazendo nada de errado, só estávamos aguardando nossas amigas, mas o segurança não quis nem saber, ficou empurrando e fazendo aquela cara de mau que você deve conhecer, no estilo “sai daqui senão vou bater em todo mundo”.

Wanessa ficou indignada

Nessa hora eu falei logo que a gente era viado e que não queríamos ver nada no banheiro feminino, na verdade, ele tinha que se preocupar com a gente dentro do banheiro masculino kkkkkk, sambei na cara dele! Obviamente, não adiantou nada e ele nos empurrou com mais violência ainda, sorte que uma tiazinha que limpa o banheiro meio que segurou ele e nós acabamos voltando para a pista.

Ele não nos importunou mais, mas me senti muito ofendido com o despreparo do segurança, com a violência, que só aumentou quando falei que éramos gays.

Bom, foi algo bem simples, mas o suficiente para que não volte lá nunca mais.

Bjão!

Mas Fiquem tranquilas, vejam o que a Senhora Buaiz acha disso tudo:

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Força Maior]


Os pedidos de BCG dessa semana se multiplicaram como um câncer, no Facebook, no meu e-mail e no meu msn. Fingi não ter visto, porque o meu fim de semana foi um koo e eu não estava nem a fim de contar nada, mas, infelizmente, os pedidos chegaram aqui nos comentários, e isso me cheira a bafão, dos grandes.

Eu fiz o de sempre, afinal, desde que fiquei orfã dos Rocks na Ufes, minha vida noturna se resume a beber num barzinho qualquer na sexta e ir pra alguma festinha no sábado. Entretanto, a sexta-feira foi bafoenta, eu nunca vi tanta gente junta naquele Teacher’s Pub como eu vi no Tributo à Amy Winehouse, e eu só cheguei às 3 e meia da madrugada!

Lembro-me que encontrei uma famosa comentadora do Babado Certo, uma que é amada e odiada por todos (nem preciso falar quem é, néam?), além de ter sentido a melhor sensação do mundo quando ouvi Valerie, fiquei em transe.  Se alguém tirasse uma gota do meu sangue e levasse pro laboratório, descobririam ali a droga mais forte dos últimos tempos.

Kitana morreu de inveja

Enfim, vocês querem meishmo que eu fale do sábado, eu sei, vocês são mafiosas, boicotaram a Space Pub. Mas era de se esperar, tendo Gretchen e Felipe Guerra ao mesmo tempo em Vitorinha, não tem como competir. Me contaram que a Gretchen estava tão cheia, mas tão cheia, que o último da fila só conseguiu ouvir Conga la Conga porque estava assistindo a Twitcam da festa pelo iPhone. Uma loucura!

Mas dizem as más línguas que teve briga de navalha na porta de uma famosa boate cabixaba, duas bee’s, habilidosíssimas com as lâminas, praticamente gueixas assassinas. Alguém tá sabendo dessa história?