UFC, Racismo e Ameaça de Morte na noite de Vitorinha


Olha, vou te contar, nessas horas que eu sinto mais amor por beber em Vila Velha.

Essa semana uma bee estava com sua amiga na Ufes. Enquanto se divertiam com os tóxicos e a música super animada característica do Rock na Ufes, uma gay e inimiga conhecida dessa bee começou a fazer piadas com ela, xoxação básica que todas nós praticamos.

Entretanto, parece que a gay não curtiu e desferiu um comentário racista contra a inimiga, que é negra. E o pau começou a quebrar.

A morena não gostou de ser chamada de “preta” pela bee, não pensou duas vezes e já deitou a gay com uma voadora no nariz! O pau comeu no chão, com direito a plateia e Regina Volpato mediando a discussão.

Enfim, a briga terminou, a suposta racista saiu com o nariz sangrando e amaldiçoando tanto a morena que se ela tiver um filho vai nascer sem perna, só pela energia negativa que recebeu. O grupo se separou.

Aí que eu falo que essas gays de Vitória estão com o nome na boca de Satã… acreditam que enquanto esse barraco acontecia na Ufes outro barraco começava a acontecer também no Celebration?

Uma “moça”, que prefere ser chamada de moça, conversando com as amigas, comentou assim:

“Dinheiro é tudo, né? O homem pode ser o cão de feio, mas se for rico já fica gato”.

Até aí tudo bem, se ao lado não estivesse passando uma perigosa bee que subiu do gueto à realeza, mas não perdeu o gingado da favela. Ela ouviu e perguntou se estavam falando dela. Prontamente recebeu uma resposta negativa, afinal, não se cutuca onça com vara curta, néam?

A perigosa rica não aceitou a resposta e disse que o rapaz estava falando dele sim e que era pra ele calar a boca, sentar e ficar quieto (Adicione olhos de ameaça ao personagem).

E beesha vale alguma coisa? Beesha é debochada, não tem medo do perigo, e por isso soltou:

“Tá bom então, Kelly Key”.

Não sei qual o poder ofensivo que tem uma comparação com a Kelly Key, mas deve ser dos mais cabeludos, porque a perigosa beesha cagou pro artigo 147 do Código Penal, e mandou a real:

“Eu só não faço nada porque eu tô aqui dentro, se eu te pego na rua eu chamo a minha Gangue das Bichas Perigosas de Vitória e te mato!” (Voz de Dadinho é o Caralho, meu nome agora é Zé Pequeno)

SIM, VINHÁDOS! A gay tem gangue, com alcunha e patente! O que eu acho super útil nos dias atuais, é de glamourizar qualquer entrada na buatchy. Segue uma suposta foto da gangue:

Dizem que ela chega nos rocks tipo a Beyoncé com aquelas duas negonas que estão em todos os clipes.

Mas ao ler “Gangue das Perigosas de Vitória” eu só consigo pensar nesse vídeo, que não é uma pérola, e sim um DIAMANTE do Youtube:

Tudo mentchyra, garáleo!


Atenção:  Apesar das fotos serem de domínio público, quaisquer envolvidos na postagem que se sentirem ofendidos por qualquer piada escrita aqui, basta enviar um e-mail para max_babadocerto@hotmail.com, que a postagem específica será retirada. Nossa intenção é somente a de fazer humor, mas é claro, com quem está disposto a rir.

Cata o que saiu no G1 sobre o Carone de Jardim da Penha, dia 17. Sim, eu esqueci de postar e já virou Old, apedrejem-me por isso.

Já começaram errado, qual capixaba usa a expressão “Ponto do Rock”? Mas nada se compara ao casal ter se conhecido na Seção de Frios, vamos descobrir porquê?

O casamento do Chão Frio com o Vento Sul

Com essas carinhas lindas não poderíamos esperar que eles tivessem se conhecido na seção de comidas exóticas e condimentadas, néam? Aposto que ela tava comprando champignons e ele aquelas salsichinhas vermelhas pra comer vendo jogo na animação do seu apartamenzzzzzzzZZZZZzzzzZzz…

Enfim, vamos à matéria:

Ai, gente, mas elas não têm nem vergonha na cara, néam? Abastecendo geladeira pro final de semana? Esbarram nos corredores de carne e bebidas? Fazem pegação?

Tudo mentchyra, elas vão mesmo é pra comprar Roskoff e Cantina das Trevas pra beber na Ufes! Eu mesma compro isso todo fim de semana e sei que se não chegar cedo as Cantinas acabam, as Roskoffs também, e só sobra vinho Canecão e vodca Balalaika.

Agora me diz: QUEM precisa abastecer a geladeira de bebida pro fim de semana? Por um acaso os supermercados não abrem no sábado? É o medo de algum apocalipse zumbi?

Nada disso, bebês, PUUURA MÁFIA pra não dizer que vai pra Ufes fumar orégano! Vejam vocês mesmos:

Ninguém diz!

Aí esses dois aí de cima disseram assim:

‘Ver o movimento e descobrir o que vão fazer’, quanta inocência do repórter em publicar isso. Ninguém tem tempo pra ficar bostando no supermercado atrás de rock e Vitória nem é tão grande assim pra precisar ir num local pra saber o que tem na cidade. Quem vê até pensa que é tipo aquelas ruas de Las Vegas, cheias de cassinos e opções.

Essas pessoas que ficam paradas no supermercado são as menores de idade que não conseguiram completar o combo Natasha + passagem de volta, e ficam lá pedindo moedas pros transeuntes, eu mesmo já fui abordada por eles, com seus olhos mal-maquiados e cheiro de Kriska Jeans, da Natura.

Mas aí vem a parte mais sensual da reportagem, as “bonitas” sobre as quais se comenta tanto no texto:

A da esquerda é idêntica à Edinéia Macedo

Então tá, mas pode saber que seu pão-de-alho vai ficar uma porcaria comprando o pão no dia anterior. Aliás, eu tenho até medo do estrago intestinal capaz de causar um churrasco que só tem Big Apple, Orloff, pão-de-alho e linguiça Toscana.

Segundo o repórter, Edinéia Macedo e sua amiga ‘figuram’ (jura que essa gíria babaca pegou?) entre as bonitas do Carone, mas elas revelam:

Claro claro, porque, mais uma vez, todo mundo abastece o seu mini-bar pessoal na sexta à noite, especificamente.

Por fim, fiquei triste que ninguém abordou as garotas da chuva, uma pena, não foi dessa vez, Edinéia…

Fonte: G1.com

Fica, vai ter bolo! (versão literalmente)


Parece que a imprensa capixaba toda entrou numa cruzada para acabar com as festas incríveis que acontecem na Ufes. Depois de A Tribuna dar por dois seguidos notícias negativas sobre os eventos babadeiros que ocorrem lá, a vez foi da coluna Victor Hugo n’A Gazeta, cata:

Não sei vocês, mas quando leio uma nota como essa só uma coisa se passa na minha cabeça:

MERDA, PORQUE PERDI ESSA FESTA!!!

Via Gazeta Online.

A Tribuna passando o cheque


Vejam a capa do jornal A Tribuna de hoje, falando do Rock na ufes:

Clique para ampliar

Isso aí, jornalismo verdade, sem nadinha de sensacionalismo, me poupe, néam?

Jovens usam drogas e se arriscam na frente da Ufes? Como assim? As gays tão atravessando a rua com o sinal aberto e cheirando padê ao mesmo tempo?

Eu sei que o Rock na Ufes tem todo um clima underground que pode passar uma imagem um pouco assustadora pra quem não frequenta. Mas lá rola a mesma quantidade de drogas e bebida que qualquer outra festa em Vitorinha, enfocar a Ufes e ainda dizer que tudo isso acontece no meio da Fernando Ferrari é, no mínimo, falta do que escrever.

Mas acalmem-se, bee’s, na capa do jornal também teve notícia boa, olha só quem tava bebendo e se divertindo com Ronaldinho Gaúcho numa baladinha:

Max S2 Naldinho

Ai, gente, eu sei, eu queria manter segredo, mas esses paparazzis estão cada vez mais mafiosas!

Fonte: A Tribuna

Max na Lama


Fim de semana acontecendo, me quebrei toda na Ufes caindo nas centenas de buracos que tem lá. Inclusive, caí em um que era tão fundo, mas tão fundo, que juro que quando bati no chão vi o Coelho Branco da Alice no País das Maravilhas.

Mas alguma bill maldita me filmou bebendo na Lama, vejam o resultado:

Tem até o chapeuzinho. hahaha

Bafão no Rock na Ufes (É grande, mas é importante ler!)


Todos aqui sabem o quanto eu gosto dos eventos que acontecem na Ufes, seja de temática GLS ou não, sempre sou bem tratado, bebo por menos e encontro boa parte do meu círculo de amizades.

Eu não tenho o costume de falar detalhes do que acontece lá, por uma questão de vergonha na cara, mas hoje me vi obrigado a escrever sobre o evento de sexta, a festa Nervos@.

Primeiro tenho de parabenizar o DCE pela atitude, em especial a Lídia. O evento ficou muito bem decorado, as músicas estavam ótimas e os artistas convidados nem se fala, tudo perfeito.

O problema foi a máfia, como sempre. Havia sido combinado que o Babado Certo teria um espaço para a divulgação do seu trabalho, até aí tudo bem. A Max colocou a blusinha do blog, deu pinta, repassou o texto que tinha gravado, uma loucura. Tentei, por volta de meia-noite, subir no palco.

B. Kimala

Nesse momento o, agora não mais, dono de um dos sites direcionados ao público LGBT capixaba, que não vem ao caso citar o nome, pouquíssimo bem-educado, me barrou e disse: “Agora eu estou tocando, QUANDO eu terminar você sobe”.

E assim foi toda a madrugada, a gay tocou, a gay subiu no palco, a gay fez jabá, as drags se apresentaram, e nisso deu três da manhã e porque um grupo de 20 pessoas estava clamando por isso, fui convidado (pelas pessoas que estavam com ele no palco) a subir, novamente em vão.

Fui em direção ao microfone, que estava na mão deste rapaz, e ele simplesmente o DESLIGOU e desviou de mim, fiquei como um palhaço sozinho em cima do palco enquanto todos guardavam a estrutura de som.

O que eu fiz? Dei bafão! Claro!

Olhei pra um dos organizadores e disse: “É assim que vocês agradecem a divulgação em massa que nós fizemos DE GRAÇA pra vocês? Pois ESQUEÇAM o Babado Certo e nosso apoio. Da próxima vez vou fazer questão de fazer propaganda negativa pro evento”. Virei minhas costas. Foi aquele furor!

Em dois minutos apareceu a organizadora geral do evento, Lídia, que muito educadamente veio se desculpar e inclusive me ofereceu o palco naquele momento para falar. Mas quase 4 da manhã subir no palco depois do ocorrido só me faria passar vergonha. Avistei o tal escritor do blog, me despedi da Lídia e fui em direção a ele, AÍ SIM O BARRACO COMEÇOU.

Coloquei o dedo na cara dele e disse: “Você diz não ‘admitir nem um tipo de bichice‘, mas você agiu como moleque, porque é isso que você é. Tentei subir três vezes nesse palco e você cagou na minha cabeça. Tive a DECÊNCIA de conversar com você sobre parceria DEPOIS DE TUDO QUE VOCÊ FEZ, e você faz isso? Pois é guerra que você quer, considere-se meu inimigo. Afinal, caído você tá já na noite capixaba, mas depois disso eu vou ter o PRAZER de pisar na sua cabeça e te afundar no limbo de onde você nunca devia ter saído, seu AMADOR!”

SEM TIRAR NEM POR, falei tudo isso EM CIMA do palco, com microfone desligado, claro, mas quem estava lá viu que o papo lá em cima não era bom.

Por fim ele veio me dizer que não está mais à frente do tal site, porque agora “ganhou um cargo no fórum”, mas mal sabia os nomes do prefeitos da Grande Vitória, na verdade ele não sabe muitas coisas… enfim… que belo representante nós temos, néam?

p.s.: Lamentavelmente o evento deixou a desejar na segurança. Na falta de banheiros eu e o meu amigo pessoal, e dono do Twitter @rocknaufes, nos afastamos da festa para fazer xixi e fomos abordados por cerca de 8 rapazes, que levaram o celular e ainda bateram nele. E esse foi somente um evento isolado diante dos mais de dez casos que eu ouvi falar. Policiamento fail ou vista-grossa?