O caso da bandeira perdida: Elza ou boa ação? [ENCONTRADA]


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A bandeira foi encontrada, realmente, como nós esperávamos, uma boa pessoa guardou pros meninos ❤

Vocês souberam, através da nossa programação, que teve mais um Piquenique na Pedra da Cebola ontem, né? Aliás, depois quero fazer um texto muito do mal-educado pra uma galera que está RECLAMANDO da presença em massa de heterossexuais no evento… e em qualquer ambiente GLS.

Essa semana eles levaram aparelhos de som e projeção para passarem filmes de temática LGBT para os presentes, e pelos comentários na página do evento, foi um sucesso.

Acontece que no final do encontro, o pessoal da produção ficou tão atarefado juntando os equipamentos de som e imagem que esqueceram uma bandeira gigante pendurada numa das árvores. Mas quando voltaram para buscar, a bandeira havia sumido.

Segue o pedido de ajuda no Facebook:

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tamborA bandeira é gigante, beesha, acho que cabiam umas 30 viados plus size sentadas nela, acompanhadas de suas cestinhas de comida. Algo desse tamanho não sumiria assim, né?

Então das duas uma: Ou uma bee muito prestativa encontrou a bandeira e guardou pra entregar pra produção, ou uma elza truqueira dobrou a delícia e enfiou na mochila.

Acontece que já são quase 14 horas e o pessoal da produção não recebeu nenhuma mensagem sobre alguém ter encontrado.

Pensando nisso, tô usando o blog pra pedir que você, mesmo que tenha roubado (ninguém vai saber se você não disser), entre em contato com os meninos CLICANDO AQUI e devolva. Aquela bandeira é muito importante pra eles, além de ser caríssima, é o símbolo do Piquenique desde o primeiro encontro. Tem valor sentimental.

Entretanto, caso você não queira devolver, saiba que eu estou neste momento ligando pra todas as amigas pembeiras e mestres das forças ocultas para planejarmos uma confraternização repleta de tambores, totalmente inspirada na mudança da aparência do seu edi:

tamboreee

O Mistério da Trava Ninja


Aconteceu em São Paulo:

Chateadíssimo 😦

De pronto a gente fica impressionada com o título, mas vamos acompanhar:

Quem anda com as portas destravadas em São Paulo? Ainda mais um jornalista famoso que será reconhecido na rua o tempo todo e sabe que a qualquer momento pode passar um ladrão de moto no sinal vermelho.

Enfim, ele pode ter se esquecido, ninguém é perfeito.

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Trava elétrica

Perae, agora a história ficou mal-contada. A trava entrou no carro dele, depois mais duas travas (provavelmente de salto) treparam no veículo EM MOVIMENTO, que nem os zumbis de Walking Dead querendo carne, levaram a bolsa e ele consegue a bolsa de volta como se nada tivesse acontecido?

Que travestis educadas!

Por outro lado, acho perfeitamente normal que alguém entre num carro fechado, inclusive com as portas travadas (tem muita trava nesse post!). Segue o diálogo:

– Olá, moça, quanto é o programa?

– 50 reais, tá a fim?

– Claro, entra aí

– Beleza:

Por essas e outras é muito importante “travar” as portas do veículo, sempre, duvido que alguém entre pra te roubar se tiver uma trava em pé na porta, vigiando seu carro.

Dica do babado!

O mistério do vestido roubado


Tenho fofoca, bees!

Na quarta-feira, a famosa e lindíssima Alex Londres postou no seu Facetruque o seguinte texto:

Clique para ampliar

Haydeé

O bafo, pra quem pegou o bonde andando, é que a Alex havia feito um vestido numa famosa costureira que as drags cabixabas frequentam, usou, e deixou a roupa lá por uns dias, a fim de fazer uns consertos.

Acontece que, dizem as más línguas, que uma conhecidíssima drag de cabelos exóticos, foi até lá, fez a cleptomaníaca e DEU A ELZA no vestido.

Quando a Alex voltou atrás do vestido, ficou sabendo que a outra havia levado e que o usaria numa boate gay de Vila Velha. Mas é claro, tudo na boca pequena, ninguém teve coragem de dizer quem viu a Elza em ação.

Aproveitando que agora são meia noite e vocês só vão ler esse post no domingo à tarde, depois de acordarem intoxicadas com o cheiro de cachaça dos seus quartos. Forcem a memória aí, vocês viram alguma drag andando sexta ou sábado com essa roupa pela Grande Vitorinha?

“Ai, Max, que post inútil, foda-se que a drag roubou o vestido da outra!” – pra vocês eu faço valer a pena ter lido, através DESSE GIF:

Trá!

UPDATE: Só pra deixar claro, porque parece que algumas pessoas não entenderam. Eu NÃO ESTOU ACUSANDO ninguém de nada, não citei nomes, e não determinei veredictos. Toda e qualquer acusação ou interpretação contidas nos comentários são de inteira responsabilidade dos comentadores.

Me deram a Elza!


Antes de qualquer coisa, quero agradecer ao pessoal da Space Pub pela solidariedade diante do acontecimento de ontem. Por mais que alguns leitores venham me dizer que eles deveriam ter feito mais do que fizeram, eu não concordo e acho que tudo que estava ao alcance deles foi feito. LinaBella, tadinha, tendo que ser bem humorada diante daquele desastre, mas tirou de letra, como sempre, parabéns!

Agora vamos ao bafo. Como a maioria das senhoras aqui sabem, eu fui comemorar meu aniversário na Space Pub, chamei todos os meus amigos e foi super divertido, até umas 2:30 da manhã.

Fui até minha bolsa, que estava guardada numa salinha escura atrás da área de fumantes, e a encontrei aberta. Achei estranho, mas comecei a procurar pelo meu porta-níquel, uma bolsinha rosa onde guardo meu dinheiro. Havia sumido!

Poucos minutos depois subi no palco e falei do acontecido, esperando que alguém encontrasse minha bolsinha pelo chão… encontraram… mas não me devolveram, e ainda tiveram a audácia de deixar minha bolsinha  aberta e vazia em cima da mesa na área de fumantes. Como se me mandasse a mensagem: “É, Max, você pediu pela bolsa, não pelo conteúdo”

Sobre o sociopata que furtou a bolsa, eu nem tenho palavras pra expressar o nível de mau-caratismo dessa ordinária. Inclusive, o que me magoa não é nem o fato de eu ter sido furtado, isso acontece o tempo todo, mas sim o fato do ladrão ter feito uma piada com a situação num dia que eu deveria estar comemorando junto com os meus amigos e leitores. E pior, roubar logo a mim?

Se estivesse numa boate hétero, tudo bem, mas numa boate gay, onde as minorias se encontram para compartilhar uma mesma característica criticada pela sociedade, uma pessoa rouba os pertences de outra, sabendo de quem são, e sendo essa outra pessoa um militante que dá a cara a tapa diariamente para lutar pelos direitos de todos daquela boate, inclusive da bee que me furtou… é muita maldade, não tenho nem um adjetivo para caracterizar a mente doentia desse sujeito.

Entretanto, não se sintam excluídas da minha mágoa, porque eu, quando subi no palco, pedi que cada uma olhasse para os próprios pés pra procurar a bolsinha, e 90% da boate NÃO moveu a cabeça e continuou olhando pra minha cara, no mais puro sadismo de me ver naquela situação. E eu pergunto, a troco de quê? A troco do prazer de ver a Max, que está sempre feliz e entrando de VIP nas boates, se fodendo uma vez na vida?

Fiquei muito humilhado com toda a situação, mas principalmente com a falta de corporativismo de bee’s que, minutos antes, me deram feliz aniversário, disseram amar o blog e colocá-lo como parte fundamental da comunidade LGBT do Espírito Santo…

Trabalho 24 horas no Babado Certo sem nenhuma remuneração, fiquei triste por receber tantos elogios, de me considerarem tão importante na cena capixaba, por lutar até mesmo por aquelas que anos atrás viravam o nariz para mim, e quando senti a necessidade de um feedback, a maioria simplesmente cagou na minha cabeça.

Mas é claro que nem todas as gays foram egocêntricas como a maioria, vieram falar comigo, se solidarizaram, encheram o meu bolso de ficha de bebida, uma gracinha. E são nessas pequenas atitudes que a gente observa que mesmo sendo a comunidade LGBT desunida ainda existem aquelas pessoas que inocentemente pensam no bem comum.