Max em Minas


Não, eu não virei sapa. Tô passando só pra avisar que amanhã viajarei para Belo Horizonte e ficarei longe de vocês até segunda-feira…

Ativos, preparem-se

Ativos, preparem-se

Tô fazendo uma matéria de Paleontologia e o professor vai nos levar ao Museu de História Natural que tem lá.

Eu mesmo só vou pra conhecer a delícia da Savassi, um bairro cheio de bares que eu, boêmia e cachaceira como sou, não me conformo com o fato de nunca ter ido.

Mas eu volto, ou assim espero. Dizem que o pau está quebrando duas vezes mais que aqui. Tô com muito medo do BME me avistar e jogar lâmpadas fluorescentes de efeito moral.

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OS ALIBÃ, VIADO, SOCORR!

Ah! Pras leitoras que moram em BH, estarei na Savassi no sábado à noite. Basta observar um grande grupo de alunos da Ufes gritando gírias como “pocar”, “sinal” e “rock” que você vai me achar ali no meio, sendo linda.

Passa lá pra me dar um beijinho, um pão-de-queijo, uma surra…

Max em Aracruz


Aracruz, se segura, que eu to chegandoãm!

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Olha, diante da delicinha que vocês estão sendo ultimamente, pedindo por posts com tão pouco tempo de espera, acho legal dar uma justificativa sobre o meu sumiço que acontecerá amanhã e domingo.

Vou pra Aracruz amanhã, tenho um churrasco todo armado pra ir e não vou poder acompanhar o blog nesses dois dias. Mas podem deixar que de lá estarei ligadinha EM TODA a badaladíssima vida gay do interior e trarei um post cheio de impressões sobre o comportamento das beeshas de lá.

Só não garanto que o post será do mesmo nível do Viagem à Pontal de Areia, porque dessa vez o churrasco vai ser em casa, mais íntimo… só que a gente sabe, né? Eu sou tipo um para-raio de confusão, e nada me impede de dar uma voltinha pelos bares da cidade só pra chocar os interiorânus com a minha androginia.

Tô até vendo, eu chegando em Aracruz:

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Então, don’t cry for me Babado Certo, segunda-feira eu volto, tá?

Babado, confusão & gritaria [Max in Rio]


Não, lindas, não voltei pra Vitorinha ainda.

Fui básica

Só volto amanhã, mas não aguento esperar para contar pra vocês toda a dor e a delícia de visitar do luxo ao lixo da noite caiuóca.

Cheguei na quarta e nesse mesmo dia fui ao Cine Ideal, quinta bebi todas na Lapa com três bee’s que conheci por lá: Carmen Carrera, Sheldon e Daniel, e sexta fui à Pipper, aquela delícia.

Até aí tudo bem, fui super comportada e não fiz nada além de assustar criancinha e confundir homens heterossexuais… entretanto, sábado fui ao BURACO DA LACRAIA!

Eu, quando passei pela porta:

A Tchynna sempre falou muito sobre essa boate aqui, e por mais que eu estivesse preparado para o impacto que o local causa, nada se compara à sensação de ver pessoalmente.

Assim que você chega na escada já dá de cara com um despacho gigantesco de macumba, imagens de São Sebastião e obras de arte com temas candomblecistas. Todas conferindo um clima místico ao lugar.

Estava amando aquilo tudo ATÉ a hora que abri a porta dos desesperados no segundo andar.

Beeshas, cês se lembram daquele jogo do Silent Hill, no qual o boy entra no espelho e do outro lado todas as pessoas viram monstros? Pois foi o que eu senti quando passei pro lado de dentro da boate.

Falando sério, vocês sabem que meu leque de opções quanto à beleza masculina é tão aberto que já virou um círculo, mas puta que me pariu, eu nunca vi tanta gente feia concentrada num lugar só. Até as Barbies pareciam aquelas versões de 1,99 da boneca.

Aliás, algumas em vez da cabeça da boneca tinham a cabeça do Chucky, o brinquedo assassino.

Assim que me acostumei com o ambiente exótico, outro susto, um boy parou na minha frente tentanto me pegar. Quase tropecei e caí dentro dos poros do rosto dele. Eram tão profundos que sem dúvida nenhuma as bactérias já tinham formado burgos e estavam fazendo comércio entre os buracos, tal qual o Feudalismo.

Jarro de Captura de Dragões, mantenha sempre essa carta no seu deck

Mas a coragem é uma característica inerente a toda beesha, e uma amiga nossa, que está me hospedando aqui, aproveitou o clima religioso da boate para incorporar São Jorge. Só isso explicaria a quantidade de dragões que ele matou.

Amei DEMAIS o lugar, acho sucesso ambientes bagaceiros nos quais o banheiro é apenas um grande mictório… a gente se sente num banquete de necas.

E, por fim, me sentei num cantinho e encontrei o cartãozinho de um psicanalista. Aposto que ele já sabia que, diante do trauma, alguém fosse precisar dos seus serviços.

Domingo fomos à Parada. A ressaca não mais me incomodava, mas eu parecia um artesanato de bolas de soprar, de tão inchado que fiquei.

Que maravilha de evento, muita cerveja barata, muito boy magia, centenas de rachas perigosonas fazendo cosplay de Mc Beyoncé e muito bi curious se fingindo de bêbado pra dar em cima das beeshas.

Já chegava assim nos cafuçus:

Encontrei váááárias cabixabas que gritavam meu nome na rua, até um cliente da época que eu era p… é… deixa pra lá.

Vejam algumas fotos:

Via g1

Don’t cry for me Vitorinha


Rutinha vai voltar?!

Vou ficar uns dias fora do blog, porque vou viajar.

Tá, não vou pra tão longe, só passarei uns dias ali em Nova Almeida, e voltarei logo na segunda-feira. Vou viajar a negócios, a Ambev me chamou para representar a empresa nos bares da cidade. 😉

Aliás, sem dúvida escreverei um Babado, Confusão & Gritaria, típico da nossa amada Pontal de Areia. Lembram do sucesso que foi o último?

Aí a beesha vem e fala:

Ah, Max, deixa de ser preguiçosa, em Nova Almeida também tem internet!

Dessa vez Max não escapa

Sim, tem, mas ir para Pontal de Areia exige que você se abstenha dos prazeres virtuais e fique focado somente na bucólica pracinha e seu delicioso cheirinho de peixe.

Tenho certeza que Dé e Iza vão manter o blog no mesmo nível durante esse período, pode confiar.

Então estamos conversadas, segunda-feira volto com mais histórias de 5 negões num fusca, Bar da Sônia, pintor boy magia, banguelos “doidos para comer essa boceta” e tudo que envolva a sensualidade do homem Nova Almeidense.

Agora me deixem fazer as malas: