SENAS da noite capixaba #5


"Maldita!"

O “senas” desta semana é um furo (ui!), é freshquinho, é notícia quente.

Uma bee me contou que HOJE a tarde, ela foi no Cinemão e assim que entrou ouviu-se um grande estrondo. Um poste de luz estourou na rua e apagou toda a região. Resultado? As luzes de emergência se acenderam expondo TODOS que estavam no recinto. BASFOND!

O constrangimento foi generalizado. Me contou a beesha que, como vampiros, as gueis corriam em pânico em busca dos cantos um pouco mais escuros, como aquele ponto ali perto dos banheiros e o corredor que dá acesso ao dark room. As que estavam no dark sairam porque alguma maldita falou que o cinema estava sendo assaltado e daí ninguém teve a cara-de-pau de voltar. Alguns cafuçús ao que parece mantiveram a neca de fora e continuaram se masturbando, na expectativa de que a luz voltasse.

Minha amiga disse que adorou porque deu pra escolher os boys fazíveis no recinto: 2. E a perigosa não acabou fazendo um menáge com ambos?! Arrasô! Ela ainda completou dizendo que quando terminou o serviço no banheirón em total blackout, o cinema estava praticamente vazio (coisa rara) já que elas todas fugiram envergonhadas com tamanha quantidade de luz. Tadinhas…

Já tá tocando na buatchy?


É tecnobregamelody, Brasil! Gaby amarantes, a Beyoncé do Pará (oi?) canta “Babado (não o certo) é romance”. É pra se jogar (aloka):

“Não sei o que aconteceu, acreditava que esse bofe era meu… e foi uó! Ai, ai ai! E foi o Ó! (…) OoooOooooO… babado é romance”

Já nasceu clássico! Pra embalar seu sabadão.

‘Vão dançá?’


Vai pra boate hoje? Já sabe dançar e reinar no dancefloor como a rainha mor das passivas? Não?! Então, aprenda, ainda há tempo:

“Stop calling, stop calling, I don’t wanna think anymore/I got my hand and my heart on the dance floor”

Mais alguém ama a tiazinha lá atrás fazendo afazeres domésticos e ca-gan-do enquanto a bee gordinha – e meio encadida – faz a Gaga e se acaba linda e louca na coreô de Telephone ?

Ai, pai!


Ai, que vergonha!

Uma das coisas péssimas de não ser 100% assumido para os pais é o fato de que algumas coisas eles acham que em vez de ser gay, são cool.

Na minha casa é o seguinte: minha mãe sabe, meu pai, não. Aliás, sabe, mas finge não saber, porque no fundo não quer aceitar e prefere  ficar na ignorância, pois nunca escondi de fato e dou pinta horrores!!! Ele aparentemente não se importa – inclusive com o fato de eu nunca ter tido uma namoradeenha. O engraçado disso tudo, é que algumas expressões tipicamente gays são ditas por ele por ouvir de nós (dos meus irmãos), que ele provavelmente deve achar zuper jovem, jovem, jovem, formamosoexercitodosurf.

É ten-dên-cia!

É ten-dên-cia!

Outro dia, ele virou para mim e falou (a respeito de uma caixinha de som que foi pega emprestada para o computador aqui de casa): “Essa caixinha de som que deram a elza é mara!“. Eu fiquei em estado de choque! Por dentro, é claro. Fiquei imaginando meu pai ultra viril falando isso pros amigos dele do trabalho. Esh-cân-da-lo!!!

Em outra vez, ele me mandou uma mensagem no celular que terminava com “beijo me liga“. Muita vergonha alheia por meu pai, tadinho. Fora ele, tem minha mãe e minha irmã (7 anos) que só andam falando, além dessas, outras expressões como “uó”, “aloka”, “racha”, “amapô”… Acho que sou uma má influência para minha família.