O perfil social de pegação nos banheiros da Ufes


downloadAi que título acadêmico! Mas é por uma boa razão: o post é uma pesquisa acadêmica, PUTAPURAMENTE CIENTÍFICA.

Sempre gostei de ler pichações de porta de banheiro, acho fascinante a dinâmica que rola ali, e os papos entre as gays sedentas pelos seus pênis de 23 centímetros (aliás, não é 20 e não é 24, é 23, especificamente).

E nessas minhas andanças, comecei a observar um padrão de pichação que variava, no caso dos banheiros da Ufes, dependendo dos prédios nos quais os banheiros estavam inseridos.

Comecei então a fazer uma pesquisa tirando fotos de todos os banheiros, desde os IC’s até o CT.

Pra quem não é do Espírito Santo, a Ufes é dividida em “centros”, têm os CEMUNIS que abrigam os cursos ligados à arte como Comunicação Social e Arquitetura, os IC’s (que abrigam os cursos mais científicos, da educação ou das ciências humanas ), o CCJE com as Ciências Jurídicas e Econômicas e o CT, o antro dos deliciosos das Engenharias.

images (1)Ah, tem o reino tão tão distante da Educação Física também, mas eu fiquei com medo de ir até lá porque disseram-me as más línguas da universidade que os banheiros da Educação Física são perigosíssimos para beeshas inexperientes, e que se você não ficar esperta é capaz de pisar numa armadilha no chão tal qual as pirâmides do Egito, ser alçada por 4 cordas de sadomasoquismo, e terminar com as pernas abertas à força. Um horror.

Eu tenho as imagens e tal, mas eu não vou postar aqui no blog, porque elas estarão no meu TCC e periga de alguma beesha muito malandra roubar as fotos e dizer que são dela. Não se pode dar bobeira nas ciências sociais, gatiras, elas fazem de um tudo pra publicar artigo.

Então, voltando à parte que interessa: Os banheiros!

Eu fui nos banheiros dos IC’s, CEMUNI’s, CCJE e CT, e através das imagens observadas eu percebi um comportamento típico de cada um deles.

Vale lembrar que os cursos dos CEMUNI’s são conhecidos por abrigarem a maior quantidade de gays da Ufes, afinal, lá estão os cursos que mais atraem beeshas: Comunicação, Artes e Arquitetura.

Salvo Desenho Industrial, reduto apelidado de Sapopotâmia, em homenagem à Mesopotâmia, porque quando chove formam-se duas lagoas em volta do prédio, que já é repleto de sapas naturalmente, então, do grego sapo – sapa / potamós – rio. A quantidade de sapas é tão grande que até um projeto para a construção de um estacionamento para caminhões já tramita na reitoria.

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Os IC’s:

Dentro dos IC’s as pichações mudavam de acordo com os cursos de cada prédio. Por exemplo, as pichações da Pedagogia, eram sempre relacionadas à marcação de encontros, sem referência explícita ao sexo. Depois fiquei sabendo que como o prédio da Pedagogia tem poucos homens, o banheiro do IC 4 (no segundo andar, pra ser mais certeiro) era o lugar que as gays já vão pro abate. É tipo o motel da parada, ninguém vai pra lá de bobeira, só pra fechar negócio.

No IC 1, onde ficam os cursos com mais héteros (Química, Física e Matemática) deslocados que não se dão bem no mundo cão das Engenharias, as pichações eram mais relacionadas a chupadas, sem oferecimento de ânus. Lógico, elas não são bobas nem nada e sabem que é muito mais fácil conseguir um boquete que uma trepada em banheiros com predominância de HT’s. Melhor um pau na mão que dois só mijando, certo?

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IC 2 e 3 a putaria é pansexual, ali vai de um simples e direto “quero cu” até um poema muito doce, em homenagem ao homem, em sua essência: “Que bicho bom é o bicho homem…”, uma lágrima rolou pelo meu rosto diante de tanto amor ao gênero masculino.

CCJE e CT’s:

Aqui a figura muda MUITO! Se nos IC’s a putaria era pansexual, aqui, reduto de cursos tradicionais e repletos de encubados e/ou homofóbicos, o perigo é constante, e desenhos de lâmpadas fluorescentes e frases de ódio aos gays dividem espaço com discretas e muitíssimo específicas mensagens de pegação, todas sempre terminando com a famigerada expressão: “Não sou e não curto afeminados”. Invariavelmente.

Não sou, e não curto, beleza, Fera... Ciclope, Jean Grey, Professor Xavier.

Não sou, e não curto, beleza, Fera… Ciclope, Jean Grey, Professor Xavier.

Talvez isso seja um reflexo dos próprios cursos, né? Tradicionais, de maioria masculina e machista, ser visto caminhando com uma gay efeminada pelos corredores é basicamente uma sentença de morte no que tange a possibilidade de pegar um daqueles alunos saborosos, com gosto de Ferrero Rocher sabor Whey.

CEMUNI’s:

P-U-T-A-R-I-A total!

imagesO prédio das Artes então é uma viagem por um pornô gravado de dentro de um cogumelo alucinógeno. Pirocas, bucetas, cus e frases filosóficas são entremeadas por mensagens carinhosas sobre cus já comidos naqueles banheiros: “Gabriel, Xº período, cu de apito”, li por lá.

… ATÉ EU, da espécie Passivora passiflora, fiquei curiosérrima pra ver este cu que apita, confesso.

O que mais se difere aqui é a disparidade que existe no que é exigido para rolar a pegação. Não se fala em tamanho de pênis, em ser ativo ou passivo, masculino ou não, as mensagens se destacam pela originalidade.

Aliás, algumas são tão artísticas que você não sabe se o viado tá querendo pica ou transcreveu alguma passagem de Hilda Hilst, de tão complexas!

Entrava lá e me sentia nessa propaganda:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=bq2crPwz_N4]

É isso, mas e vocês de outros estados ou outras faculdades, já observaram como acontece a comunicação via recado de porta de banheiro, ou têm mais o que fazer e não são perturbadas como a Max, que quer analisar tudo?

Homofobia na Calourada de Biologia


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É complicado… estava planejando hoje fazer um BCG super engraçado, com situações atípicas que aconteceram na Calourada.

Mas parece que todo fucking ano eu tenho que me estressar com gente homofóbica nesse curso que, diga-se de passagem, é cheio de beesha omissa.

Ano passado foi a gordofobia que tive de impedir. Gritavam aos plenos pulmões termos ofensivos para as gordas presentes. Subi no palco, dei meu recado e desci.

Mas como gente escrota não tem limite, quando não conseguem cagar por um preconceito, vêem-se obrigados a procurar por outros. Dessa vez foi a homofobia: Foi entoado inúmeras vezes um maldito coro usando o nome de um aluno e o termo ‘viado’: ‘Fulano, viado’, como fazem em jogos de futebol quando querem denegrir alguém, sacam?

Sem contar a homofobia habitual que acontecia toda vez que um calouro do gênero masculino não conseguia beber a quantidade de doses de vodca barata que eles achavam “hétero o suficiente”.

Ou seja, sempre relacionando o “ser viado” com ser fraco e pouco respeitável.

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Como assim? Que naturalização da homofobia é essa? Dentro da sua casa vendo seu futebol você pode chamar quem quiser de viado, mas num microfone, num local aberto dentro de uma universidade você deve o mínimo de respeito aos presentes.

Logicamente, me irritei com aquilo, porque eu não podia acreditar que um curso repleto de gays permitisse um tipo de comportamento tão execrável como aquele em cima do palco.

Inicialmente eles pararam, mas foi o tempo de 30 segundos que eu saí para pegar uma cerveja, que consegui ouvir de lá do balcão o mesmo coro.

Voltei no ódio

Voltei no ódio

E aí eu te pergunto: Coincidentemente, o fulano que foi chamado de viado também é negro, e se em vez de gritar “fulano, viado”, gritassem “fulano, macaco”? SERÁ que a resposta do público seria a mesma? Ambos são animais, não são?

Eu te respondo: NÃO, não seria! A população jovem desse país aprendeu a pelo menos não fazer o uso desse termo, enquanto a homofobia segue como um preconceito banal, “é comum xingar os outros de viado”, fui obrigado a ouvir de uma menina que tentava me acalmar… oi?

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Mas é exatamente por ser comum que eu me incomodo, é exatamente por NINGUÉM se manifestar contra a desqualificação de toda uma classe, que se faz necessária uma intervenção nesses momentos.

E o pior, quando subi no palco para contar que segunda-feira irei à ouvidoria denunciar os responsáveis, tive de ouvir alguns gays me xingando de feminazi e vários outros nomes que não me cabem repetir.

Só que isso não me incomoda, eu sei quem é cada um, a vida vai tratar de tirar com lâmpada fluorescente esse sorriso debochado e conformista das suas caras. Mas independente disso, vou continuar lutando pelo respeito que vocês, apesar de não merecerem, vão se aproveitar.

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Lembrem-se, o silêncio e a omissão também são formas de violência.

Dica para as estudiosas


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Acho que já falei desse grupo aqui no blog, mas acho importante repetir.

É o GEPSs – Grupo de Estudo e Pesquisa em Sexualidades, ministrado pelo professor, e meu fofíssimo orientador, Alexsandro Rodrigues. Lá a gente discute temas como preconceito, diversidade de gênero, feminismo, sexo, psicologia, entre outros.

Então, queria convidar vocês a participarem dos nossos encontros, independente de você estudar na Ufes ou fazer alguma faculdade, não importa, o legal é que você compareça, mesmo que seja só para ouvir e aprender.

Nossos encontros acontecem todas as quartas-feiras, às 18h30 , na sala 21 do IC-IV.

Pra quem for dar uma passadinha lá hoje, dia 17, fica a dica da discussão da semana:

Documentário: “Olhos azuis

O sociólogo Eduardo Gianetti é quem faz a apresentação deste documentário sobre preconceito. O vídeo acima, intitulado Olhos Azuis, trata da experiência feita pela professora estadunidense Jay Elliott, sobre pessoas que promovem discriminação colocadas na situação dos discriminados.

Algo que poderíamos chamar de “espelhar a situação”, para a pessoa sentir literalmente na própria pele o que é viver o preconceito, o racismo e a discriminação. De fato, uma maneira engenhosa de fazer o outro se colocar no lugar do outro. E que pode ser utilizada não apenas quanto ao preconceito e racismo, mas com outras formas de discriminação, como sexo, política, religião, obesidade, deficiência, bullying etc.

Seja a senhora hétero, gay ou estudante encubada de engenharia, apareça, serão todas bem-vindas.

Sem contar que vocês terão o prazer de me ver sendo linda, engajada e debatedora ao vivo e a cores. Isso não tem preço, néam?

Para mais informações, clique AQUI

Assim caminha a humanidade


Ando bastante decepcionado com várias coisas nesta cidade. Não me levem a mal, amo a cultura, a natureza e até algumas coisas da arquitetura local. Mas tem me cansado um certo pensamento atrasado de quem se recusa a crescer intelectualmente que reverbera na política e na convivência social. Já reparam como as pessoas daqui são grossas, egoístas e pouco civilizadas? Claro, existem lugares onde isso é pior, mas não vamos nos nivelar por baixo, né?

Pois o último refúgio da barbárie que eu julgava ser a Universidade Federal também mostra que a ignorância está presente onde menos esperamos. Por quê? Olha o cartaz que podia ser lido hoje no banheiro do  IC IV:

NOJO!

Para quem não sabe, o IC IV é o Centro de Educação da Ufes. Lá funciona um grupo de estudos sobre sexualidade e, por acaso, nesta semana abrigará os trabalhos de um Seminário de Direitos Humanos e Diversidade Sexual. Que ironia, não?

Agora responda: há esperança?

“501 caras para pegar na UFES antes de se formar”


E aí, galera? Sobreviveram ao findesh? Que ótimo (a falsa!)! Então, vamos falar de coisa boa? Vamos falar daquele assunto que muito nos interessa… Não, não é sobre o futuro político após as eleições municipais no Espírito Santo. Vamos falar de Cafuçú, ou seja, de neca.

Não tem aqueles tumblrs que juntam 501 boys com alguma característica? Então, estão criando um com os boys magia da Ufes Sim, da U-FES! Cata, que maravilha:

Clique para acessar o site!

Vamo combiná, né? O que tem de boy magia naquela universidade, olha… Aqueles cafuçú tudo tratado com suquinho de pera, corpinho trabalhado na academia, barbudjeenhos…. Hmmmmmmmm! Ou seja, é Tumblr para ser seguido de perto, hein? Daí não precisa ficar se lamentando dizendo “ah, esses homens lindos, mas tão longe de mim”.

Acredita, vinhádo! Sonhar é de graça.

Cine Caos@ção convida:


O Coletivo Caos@ção, de Diversidade Sexual, apresenta na noite de hoje (18/08) mais uma sessão do CINE CAOS@ÇÃO com o filme “Meu amigo Claudia”, contando a história de umas das artistas mais importantes dos anos 80 e 90.

O Filme que já foi exibido e aplaudido em São Francisco (EUA), Madri (Espanha), no Mix Brasil (São Paulo) onde ganhou o prêmio de melhor documentário e hoje chegará aos muros da UFES.

O Cine Caos@ção acontece às 19h00min no muro de trás do Cine Metrópolis, UFES.

Leve suas cangas, seus corpos e suas mentes!

A Ufes em números… de viado


A Ufes, como nós do Babado Certo já falamos, é um dos melhores locais pra pegação gay em Vitorinha. Deixando a Feira do Cu e o Final Feliz pra trás no quesito número de viados por metro quadrado.

A quantidade de gays é muito grande lá dentro.  Eu não acho que seja porque nós somos mais inteligentes que os héteros, mas sim porque nós vemos aquela universidade macia como o nosso único refúgio da homofobia. Eu mesmo não me vejo estudando em outro lugar e fiz o possível pra entrar lá.

Mas pra quem não estuda lá ainda existe uma série de dúvidas sobre quais os prédios e cursos são mais propícios pra você achar sua alma gêmea, ou só uma neca pra chupar.

Entón, vamos listar porque eu AMO listas!

Administração – Como todos os outros cursos no CCJE, a concentração de Movetes é enorme. Lá você vai encontrar pouquíssmas pão-com-ovo, mas também raramente achará uma assumida;

Arquitetura e Urbanismo – Rá, fica no Cemuni, né, gatas, e Cemuni é pra quem sabe, pra quem entende. A quantidade de homens gays é gigantesca (todas aquelas que quiseram brincar de casinha na infância, mas não puderam), já as sapas são raras;

Arquivologia – Oi?

Artes Plásticas e Artes Visuais – Artes… só de pensar já sinto o cheiro de maconha que tem aquele Cemuni. Tudo viado e sapatão, os professores, monitores, coordenadores… acho que até as tias da limpeza;

Biblioteconomia – Só mulher… HÉTERO;
Ciências Biológicas – Meu curso, a Max não é boba nem nada e não entraria em barca furada, néam, galera? Tem muito viado encubado, e muita gente feia, apenas. Pras sapas, você vai encontrar poucas interessantes, a maioria é forrozeira que usa saião e passa as férias em Itaúnas tirando foto de Ouriço-do-mar;

Ciências Contábeis e Ciências Econômicas – Vide Administração;

Ciências Sociais e Serviço Social – Tudo mulher também, igualzinho Arquivologia. Mas aqui a quantidade de sapa aumenta, afinal, sapatão adora cuidar da vida dos outros;

Comunicação Social – Resumo nessa imagem:

Desenho Industrial – Sapas, sapas e sapas. Tem até estacionamento de caminhão na frente do Cemuni;

Direito – Os ermitões, só fazem pegação na São Firmino. Mas tem alguns poucos assumidos sim, só que são tão carudas que não fazem pegação, catam seus boys, colocam no carro e levam pro motel. Pras sapas, ainda tem muito o que evoluir;

Educação Física – Não têm muitos gays, mas arrasam no banheiro com chuveiro quente e vestiário, se bobear tem até cadeira erótica lá dentro;

Enfermagem – Mulher e passiva antisocial;

Engenharias e Ciência da Computação – Tirando a Engenharia Ambiental que só tem gay, é o lugar com mais homens bonitos e menos gays. O CT é um ótimo lugar pra fazer de zoológico: Você pode observar as bichas, mas é proibido alimentá-las;

Muito fetiche

Estatística – Nunca vi ninguém desse curso hahaha;

Farmácia – Muita sapa e muito homem pra casar. São metódicos e só trepam mediante atestado médico;

Filosofia – Rá… é filosofia, né, galera, esse povo faz sexo tântrico;

Física e Química – Tem de tudo lá, o problema é que eles passam tanto tempo estudando e no laboratório que é mais fácil eles enfiarem o pinto num béquer que dentro de você;

Gemologia e Geografia – É  o Glee da Ufes, levam até raspadinha de limão na cara;

História – Humpf, muita bee urso, pra quem curte, a dica é levar chicote e uma cinta-caralha pro banheirón;

Letras – Letras, você junta Artes, Comunicação, Biologia e uma pitada de metade das passivas de Vitória, pronto;

Matemática – vide Estatística;

Medicina/Odonto – Sonho de consumo de todos os cursos de biomédicas. Todas querem pegar, mas você só vai conseguir na calourada, porque no resto do ano elas estão focadas demais naquele anatômico;

Música – Enfim… música… muito fetiche, dá até pra fazer a Rihanna em cima do piano;

Oceanografia – Homem, homem e homem, estão tanto tempo sem ver mulher que se você passar no corredor todas as portas das salas se abrem pra te observar. A diferença é que lá eles não são tão debochados como os da Engenharia;

Pedagogia – Rachas evangélicas, apenas;

Psicologia – Muitos ativos e muita sapa, mas cuidado, não vai achando que são normais porque cuidam de doido não, elas são mais desequilibradas que você.

Mas no fim das contas, o babado é certo mesmo com os mestrandos e doutorandos. Laboratório de pesquisa é a nova caixa d’água.

Calourada de Ufologia – Ufes


Tô confoosa, gentchy, terça-feira da semana passada teve uma festa na Ufes chamada “Calourada de Ufologia”, e hoje saiu um vídeo filmando todo o babado, o problema é que o vídeo parece mais uma Festa de Ayra, com direito a sacrifício de banana-da-terra e incorporação de entidades musicais. Só assistindo, olha:

Sabe o que eu acho o máximo? Que os cristãos panfletam na Ufes com o koo na mão, passam aqueles papeizinhos de “grupo de oração para estudantes” e vão embora. Aí me vêm as gays da pemba e já quebram o caralho todo com uma fogueira, muito tambor e até um longa-metragem experimental.

Queria ter ido, tenho o nome de umas 5 viadas e uma casa noturna pra colocar na boca do sapo.

Guia Ufes de pegação: A lenda do Saci


Eu morro e não entendo as artimanhas dessas encubadas da Ufes.

Depois da Tchynna ter desvendado todas as táticas de pegação das moradoras de Nárnia, elas ficaram um tanto desfalcadas no quesito discrição. Principalmente aquelas bee’s do CT, que se escondem por trás de bermudas da Cristal Graffiti e regatas do Cerveja & cia 2008.

Mas elas se modernizaram, sabia?

Dizem as más línguas que a onda agora é entrar no reservado e levantar a perninha, deixando só um pé aparecendo pela fresta da porta. Técnica que até então era somente uma lenda, mas uma leitora bem viu uma gay muito fervida das Letras virando saci dentro do reservado, por váááários minutos, essa semana.

E ainda saiu com cara de paisagem… como elas são cínicas!

E vocês? Sabem alguma coisa sobre isso? Já ouviram falar? Ou vão aproveitar que pouca gente sabe e começar a espalhar a dica pelos banheirões da Ufes? Porque eu vou te contar, pode até ser mentira, mas que é uma ideia ÓTIMA, isso é!

Questionário para o público LGBT


Bonitonas, vocês vão ter que colaborar com a Max agora, mas só as LGBT’s, tsá? As Ht’s estão de fora desse babado.

Recebi um questionário de um estudante da Ufes que está fazendo um trabalho sobre a relação entre os estudos e o preconceito contra os LGBT’s, e de que maneira isso pode influenciar no rendimento escolar.

São só 12 perguntinhas de múltipla escolha que não vão tomar mais que 2 minutos da vida ageetada de vocês. É tão fácil que dá até pra fazer a chuca enquanto responde.

Vamos lá? (Clique no link abaixo)

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O Sol Nasceu pra Todas!


Sou andrógina

Lembram que divulguei o evento LGBT que vai ter na Ufes nessa semana, néam? O Caos@ção.

Pois entón, o pessoal de lá me enviou um e-mail ishperto, que foi assim:

Olá Max,

Durante a festa Nervos@!, entre os intervalos nas apresentações do DJ e as bandas, gostaríamos de fazer um espaço chamado DeBate Cabelo, com performances de drags. Gostaríamos de saber se poderia nos ajudar, indicando artistas para se apresentarem.

E aí? Você sabe bater cabelo, já se montou e tá precisando de um espaço para se promover? Essa é sua chance!

Entre em contato com a galera do Caos@ção para mais informações: lidiacp2@gmail.com (Lídia)

Que gracinha, a Max madrinha


Vejam um e-mail de uma bee que recebi hoje:

[…]Em uma festa na UFES – Cadeira Elétrica – eu estava trabalhando e um menino estava me encarando demais mas, não chegava em mim, e foi nessa parte que você entra na história: não sei porque diabos você foi lá perguntou meu nome e falou pra ele hahahha.

Enfim hoje estamos com mais de um mês de namoro e te considero a madrinha do nosso relacionamento =)

Obrigado por tudo e continue com seu blog. Me rendeu ótimas gargalhadas nessa madrugada.
Até mais ;D […]”

Choray, gente, eu, a rainha de poligamia e da promiscuidade, unindo casais, nunca imaginei que tivesse esse dom. Inclusive, acho que nem tenho, mas quando bebo adoro fazer a cupido.

E é isso, gatinhas, desejo felicidade, muito séquisso selvagem e que nunca falte KY no relacionamento de vocês.

Ainda estou me recompondo: