Quem será o jornalistão?!


Eu durmo 12 horinhas de ressaca e os valores morais gays se invertem em Vitorinha?! Como assim as amigas comunicateiras desbandaram a brigar com as nossas queridas travas?

Cata a notícia d’A Gazeta:

Estamos de olho

Sempre sobra pras travestis, né? O que não faltam são vídeos do Youtube com esse clientes que surgem com essa mesma história de que foi roubado e por isso arrumou confusão.

Queria saber se realmente todas as travestis são desonestas ou se tem caroço nesse angu… um caroção DE MANGA!

Agora, nada me chocou mais que o fato de ter sido um jornalista quem fez isso. Eu tenho minha desconfiança quanto ao sumiço da Dé, que é jornalistona, e a ligação com o ocorrido.

Enfim, a trava ganhou meu coração e o SELO LUANA DA LAPA de qualidade quando se defendeu com o extintor de incêndio do carro!

Michelle, quer ser minha amiga?! ❤

p.s.: Esse post, como saiu de uma notícia divulgada na grande mídia, terá os comentários liberados. Se matem de fofocar abaixo: quem será?

Dica do Diego

Penetração não define sexualidade


Se essa Fazenda está boa ou ruim eu não sei.

Mas pelo menos essa discussão foi uma delícia e Léo + Penélope se mostraram inteligentíssimas diante do machismo dos “machos-alfa” de koo quadrado, que não admitem que fisiologicamente todo homem (hétero ou gay) é capaz de sentir prazer com a próstata:

Tem como não amar? Não vou mais reclamar quando disserem que me pareço com a Léo, não depois dessa demonstração de conhecimento. ❤

E tem gay que ainda concorda com o conceito machista de sexualidade, dá uma olhada no absurdo clicando AQUI.

Respondendo o comentarista B! que comentou aqui dizendo que gente inteligente é exceção: quem me dera que gente BURRA fosse a exceção.

Dica do Diego

Smartão!


Daí que você está lendo a Folha e se depara com essa manchete:

Um homem acusado de tráfico de drogas fugiu da delegacia de Penedo (156 km de Maceió) nesta quarta-feira (4) vestido de mulher (…) “Vestido de mulher, com unhas pintadas, pernas e braços depilados, peruca e usando vestido comprido, o preso chegou a sair da carceragem. Ainda disfarçado, ele foi recapturado”, contou Carlos Welber, chefe de operações da 7ª Delegacia Regional.

Então você pensa: “Mor esperto esse bandido, arrasô, fez igual filme, igual desenho animado. Fiquei curioso pra ver como ficou, vou clicar na matéria pra ver o quanto ele ficou feminino e convincente pra sair do xadrez”. Click!

HAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA

HUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUHAUHAUHAUHAUHAUHA

UHAUHAUHAUHAUHAUHAHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAH

HAUHAUAHUAHUAPUTAQUEPARIUHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAH

UAHAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUHUAHAUA…

#morri

Primeira travesti a fazer doutorado no Brasil defende tese sobre discriminação


Antes de se tornar supervisora regional de 26 escolas públicas e ingressar no doutorado em Educação da Universidade Federal do Ceará (UFC), Luma Andrade foi João por 30 anos. Na escola, apanhava dos meninos por querer parecer uma menina. Em uma das vezes que foi espancada, aos nove anos, queixou-se com a professora e, ao invés de apoio, ouviu que tinha culpa por ser daquele jeito.

Mais tarde, já com cabelos longos e roupa feminina não se reconhecia no uniforme masculino que era obrigada a usar. Evitava ao máximo usar o banheiro e aturava em silêncio as piadas que os colegas insistiam em fazer. “Se a travesti não se sujeitar e resistir, acaba sucumbindo”, lamenta.

Em 2003, já com o título de mestre, prestou concurso para lecionar biologia. Eram quatro vagas para uma escola do município de Aracati, apenas ela passou. Porém, o diretor da escola não a aceitou. Luma pediu a intervenção da Secretaria de Educação do Estado e conseguiu assumir o posto. “Eu não era tida como um bom exemplo”.

Anos depois, assumiu um cargo na Coordenadoria Regional de Desenvolvimento de Educação de Russas, justamente a região onde nasceu. Como supervisora das escolas estaduais de diversos municípios, passou a interceder em casos de agressões semelhantes ao que ela viveu quando era estudante.

 “Uma diretora de escola fez uma lista de alunos que, para ela, eram homossexuais. E aí mandou chamar os pais, pedindo para que eles tomassem providências”. A providência, segundo ela, foi “muito surra”. “O primeiro que foi espancado me procurou”, lembra. Luma procurou a escola. Todos os gestores e professores passaram por uma capacitação para aprender como lidar com a sexualidade dos estudantes.

Um ano depois, em 2008, Luma se tornou a primeira travesti a ingressar em um doutorado no Brasil. Ela começou a pesquisar a situação de travestis que estudam na rede pública de ensino e constatou que o caso da diretora que levou um aluno a ser espancado pelos pais e todas as outras agressões sofridas por homossexuais tinham mesma a origem.

“Comecei o levantamento das travestis nas escolas públicas. Eu pedia para que os gestores informassem. Quando ia averiguar a existência real do travesti, os diretores diziam: ‘tem aquele ali, mas não é assumido’. Percebi que estavam falando de gays”, relata. A partir desse contato, Luma trata em sua tese de que as travestis não podem esboçar reações a ataques homofóbicos para concluir os estudos.

Mas também sugere que os cursos de graduação em licenciatura formem profissionais mais preparados não apenas para tratar da homossexualidade no currículo escolar, mas também como lidar com as especificidades de cada pessoa e fazer da escola um lugar sem preconceitos.

“Cada pessoa tem uma forma de viver. Conforme ela se apresenta, vai se comunicar e interagir. O gay tem uma forma de interagir diferente de uma travesti ou de uma transexual. O não reconhecimento dessas singularidades provoca uma padronização. A ideia de que todo mundo é ‘veado’”. A tese de Luma está em fase final, corrigindo alguns detalhes e vai defendê-la em julho, na UFC, em Fortaleza.

Fonte

Vazou (risos) ‘I’m cool’, o aguardadíssimo novo clipe da Gretchen


É cool, é hypster, é hype, é vanguarda. Chame como quiser. O fato é que o hit do verão (não, não é ‘Ice eu te pego’) a música ‘Ai, meu cu’, da disco diva Gretchen e a banda 1 e 99 (risos) virou clipe e já estávamos todos loucas da cu pra ver e ouvir essa maravilha (vindo da Grê só poderia ser coisa boa, néam?). Tá esperando o que, bee, aperta o play e arrasta a prochasca no chão cagente:

Vengentchy, canta junto: ♪ “Ai, meu cu, ai, me cu, au, meu cu, ai, meu cu!”

Tem como não amar essa face natural, essas tattoos cobrindo as cicatrizes dos braços, esses gemidos que fazem os vizinhos pensarem que a gente virou hétero e tá vendo pornô? Sambô na cara da sociedade com a discodivice dela! #loosho