Soca a boca aqui?! Até eu me choquei!


Fiquei dois dias na maratona Plantão Médico, sem olhar Facebook e nenhuma rede social. Chego aqui e ainda estamos falando de Stonewall?

Mas eu já sei porque os meninos não estão trabalhando, aposto que estavam todas no show da Banda Chica Égua, em Teresina.

Não sabem do que estou falando? Pois vejam o vídeo abaixo:

Gentchy! Eu fico dois dias fora da internet e os héteros perdem o direito ao Reino dos Céus?!

E parece que eles não ficaram só na insinuação sexual, como é de praxe dessa galera frígida, a banda está sendo processada por causa de uma cena REAL de sexo oral em cima do palco. Cata:

O meu lado politicamente correto e feministona diz que isso é um absurdo, entretanto, o Feminismo trata de escolhas e não de puritanismo. Até mesmo a escolha de passar por esse papelão.

Já meu lado depravada, que já fez muito pior debaixo da ponte do Píer Iemanjá em Camburi, diz que isso é super comum.

Aliás, tem até um tipo de pornô na internet que consiste em imagens gravadas numa festa, na qual há um exército de passivas americanas e somente um gogoboy de neca dura, que é chupado por todas… já ouviram falar?

Aquilo sim é de enrubrescer até as travas mais escoladas do Centro de Vitória.

Dica do Emanuel, via Grupo Babado Certo

Pub de Teresina é condenado a pagar indenização a casal de lésbicas


Adoro dar essas notícias “happy ending” na sexta, aumenta a auto estima e nos traz ânimo pra bebemorar esperança.. kkkkkkkk 

O bar Planeta Diário foi condenado, nesta quinta-feira (29), a pagar R$ 4 mil de indenização por danos morais ao casal de lésbicas E.A.S e V.A.A, discriminado quando participava de uma festa alusiva ao dia dos namorados, no ano passado. O casal alegou que estava dançando quando foi abordado por um segurança do estabelecimento, dizendo para se retirassem do lugar, porque o dono não aceitava “aquele tipo de comportamento”.

A ação foi impetrada pela advogada Audrey Magalhães e acompanhada pelo Grupo Matizes, através do projeto Nas Trilhas do Direito para a Conquista da Cidadania. Segundo a coordenadora da instituição, Maria José Ventura, no Piauí, esse é o primeiro caso de condenação de um estabelecimento comercial por prática homofóbica.

“Para nós, o mais importante de uma decisão como essa é o efeito pedagógico que ela gera. Isso faz com que a sociedade reflita sobre o preconceito contra a classe LGBT, além de inibir a discriminação em outras empresas”, pondera a coordenadora.

Ao comentar a decisão do Juiz, uma das autoras da ação, a servidora pública E.A.S, disse que, quando procurou a justiça, não fez isso por dinheiro, mas com o intuito de que não ocorresse a mesma situação com outras pessoas.

“Eu considero essa decisão muito positiva e espero que sirva para que outras pessoas discriminadas busquem seus direitos. A justiça do Piauí mostrou mais uma vez que está avançada nessas questões de direitos da população LGBT”, frisou E.A.S.

FONTE