Tchynna vem, Tchynna vai


Campinas que me aguarde!

Depois de duas semanas de pura felicidade e de muito cinema no Rio, estou de volta a Vitória! Eu sei que as senhoras querem saber os babados com meu taxista, mas depois que descobri que ele visita o blog, achei melhor me controlar. Algumas bees estão me acusando de monogamia, mas não firmei compromisso com ninguém e nem mesmo com sacanagem generalizada. Sou livre para ficar com 10 e com um também. Tchynna Penedo é de todo mundo e todo mundo a quer bem. hahaha Credo, eu to citando tribalistas. Será que estou apaixonadinha? Hellllp!

Beeeem, eu vim para Vix, mas só para pegar roupas novas e limpas e resolver umas questões. Amanhã, vou me jogar deliciosa rumo ao ENUDS!!! Ainda dá tempo de ir e vai rolar um busão da Ufes. Eu vou linda vooooooando! E não é numa vassoura, sua beeshosa abusada! Quem for ao Enuds, me procure. Estarei com minhas amigas travas paulistas. Vamos formar os bonde das capixabas perigosas? hahhaha

Beijxxx

Festival de Cinema do Rio


Vou Linda! Arraso!

Olá Beeshosas,

Cá estou com o meu podcast babadeiro!!! Fiz correndo e com baixas condições de trabalho – num 386 com teclado quebrado e sem mouse! O som deu uma estourada e lógico que mantive minha voz de machine – confesso, gostei do efeito!!!

O assunto do programa de hoje é o Festival de Cinema do Rio que terá cobertura do Babado Certo, sim, eu, Tchynna Penedo, sou repórter por uma semana e vou falar sobre a Mostra Mundo Gay! Babado!!! Agora, eu na pressa esqueci de dizer que vai passar “Elvis e Madona”e eu não perco por nada só por bofe escandalo! É isso, ouçam! No site do Festival tem os nomes e as sinopses dos filmes, além do horário que eles serão exibidos! Beijoxxx

Clica! Clica! Goxxxtoso

PS: para variar não consegui por o player na página!

Tchynna foi de táxi para o Rio (final)


the next, please

O vento entrava pela janela e bagunçava todo meu cabelo. O meu taxista ria. Chegamos na sua casa. Era um pequeno apartamento de dois quarto num conjunto habitacional que lembrava Coqueirão de Itaparica tirando o fato de ser um grande e sinuoso prédio. “Central do Brasil foi gravado aqui”. Fiquei passada, o boy entendi de cinema. A decoração era simples. Ele contou a história da vida dele e eu ouvi tudo com a mão dentro da cueca dele atentamente sem piscar. Fizemos de um t-u-d-o mas, tuuuuuudo mesmo. Só paramos quando ouvimos o barulho das crianças no playground e o cheio de feijão cozinhando do apartamento do lado. Ele cozinhou para mim, me deu banho, me disse juras de amor e no final brincou que o taxímetro estava ligado. Foi tudo lindo. Ele ainda me levou na casa da minha amiga e me deu um forte beijo. Olhei para ele e seus olhos diziam tudo: nunca mais o veria. FIM

Tchynna vai táxi para o Rio!


É travesti, é bagunça?!

Para tudo agora! Gritei para o taxista. Tirei uma nota de 20 e disse não precisa de troco. A corrida tinha dado 27 reais. Era muito truque, mmuuuuito truque. Assim, eu, Tchynnosa Penedo, chegava para mais um fim de semana no Rio de Janeiro. A amiga já me ligava de minuto em minuto preocupada com meu atraso. Eu falava o nome das ruas e ela não sabia onde eu estava. Eu conheço relativamente bem o Rio, mas nada ali me era familiar. O taxista do aeroporto achou que eu era idiota, quis me passar a perna. Tadinho, Tchynna Penedo é bagunça! Pedi informação para uma louca que passou na hora e ela disse: Você está na Praça Seca! Oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii??? Como assim???? Liguei para minha amiga e ela ficou chocada ao triângulo de Linus Pauling. “Tchy, você está muito longe”. Prendi meu cabelo, respirei fundo e anotei as instruções para chegar ao endereço certo na Gávea. Fiz sinal para o táxi, entrei sem dar boa noite e já fui pedindo para diminuir o ar condicionado. Quando olhei para cara do taxista… Demorei dois dias para chegar na casa da amiga e foi só para dar um oi! Amo aquela cidade!!! Depois conto o resto!