Vai viajar para o exterior?


tamanho penis

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Então dê uma olhadinha neste mapa:

Se você for guerreira e rica sugiro visitar as florestas tropicais africas, mais especificamente a República do Congo com seus pênis na MÉDIA de 18,03 cm (isso, média, viado!). Se for guerreira, mas está com orçamento apertado – como se algo na senhora fosse… –  sugiro nossos vizinhos latino-americanos. Que tal os Equatorianos com seus 17,7 cm, ou os colombianos e os Venezuelanos com seus com seus 17 cm. Já chega no aeroporto assim ó:

Agora se a senhora for apertada e rasa, se joga no extremo oriente, gata! Conheça Tókio e seus habitantes  japoneses com seus 10,9 cm, ou a desenvolvimentista China e sua média de 10,8 cm de rola, ou, quem sabe, os sul-coreanos com seus surpreendentes 9,6 cm médios (rs, médios!). Aproveita que são países de alta tecnologia e arrasa nos equipamentos ópticos.

“Mas, gente, cadê?”

Mas claro que isso não é nenhuma novidade para você que é uma bicha que manja das putarias de internet e já fez pesquisas empíricas em sites altamente especializados em categorias sexo e geografia que são tão detalhados que incluem até categorias como autofelação interracial de gays siameses albinos anões manetas tecelões da Guiné Equatorial.

Deixa eu ler a sua mão!


Sempre houve boatos que se poderia  saber o tamanho do pênis do boy pelo tamanho da mão (aliás até se é ativo ou passivo). Mil técnicas já foram criadas, desde aquela que mede a envergadura do dedo médio até o ponto que ele alcança no meio da mão, até uma que mede da ponta do polegar a  ponta do mindinho. Tudo crendice popular!

Pois as bees cientistas coreanas decidiram estudar o assunto a fundo (ui!) e criar uma técnica realmente eficiente para averiguarmos o tamanho da neca do boy só olhando as mãos (taí uma pesquisa útil e BASTANTE prazeirosa, néam?). Cata, do Globo:

As mãos podem revelar mais sobre seus donos do que se costuma pensar, especialmente no caso dos homens. Homens cujos dedos indicadores são mais curtos que os dedos anelares podem ter pênis mais compridos, segundo um estudo realizado na Coreia do Sul e publicado no “Asian Journal of Andrology”.

Vamos acompanhar...

“De acordo com nossos dados, quanto mais curto é o dedo indicador (segundo) em comparação com o anelar (quarto), maior será o comprimento de seu pênis ereto”, escreveu Tae Beom Kim, do departamento de urologia do Hospital Gil da Universidade Gachon, em Incheon, Coreia do Sul, respondendo a perguntas da Reuters.

Daí #ficaadúvida: Será que essa técnica funciona só com coreano ou com qualquer um? Já pode ajudar a fazer a comprovação da pesquisa por aqui?

Conto nem tão erótico: “Nem sempre muito é melhor”


Estava assistindo um vídeo no solo boys em que um cara compara seu pênis a uma lata de refrigerante e o tamanho é simplesmente o dobro! Mas esse me fez lembrar uma história que passei a muito, muito tempo durante a minha descoberta sexual, ou seja, quando eu comecei a… bem, vocês sabem.

Conheci o cara no ônibus. Conversamos trocamos telefone, msn… Daí veio todo aquele processo de entrar em contato, marcar um local e etc. Marcamos na casa dele. Eu de fato nem estava tão empolgado porque o cara não era muito meu perfil: era magro, era jovem, era um tanto afeminado. Mas fui. Confesso que fiquei mais atraido pelo perfil psicológico dele, assim como  eu ele gostava muito de artes.

Chegando lá conversamos durante a noite toda. O cara era chatíssimo, falava muito e esse muito incluia direta ou indiretamente um único assunto: ELE. E, claro, ele como o fodão, se me permitem a expressão. Ajudei ele a arrumar muitas coisas que ainda não estavam prontas na casa dele (ele meio que estava em processo de mudança ainda). Quando eu pensava que ia morrer de tédio saímos para comer fora. Não pense que era um fora chique, nãããããão, foi no trailer de lanches da esquina que fomos. Não ligo, estava com fome e o sanduíche estava ótimo. No trailer ele fez graça, posou de hétero e deu em cima de umas garotas… Uó.

Fomos para casa e o dia já amanhecia. Fomos para a cama e eu já frustrado (não tinha rolado nada demais ainda, só uns beijinhos mais ou menos) pedi para tomar banho (e fazer a chuca, é claro, sou muito otimista!). Ele me deu uma toalha e eu fui. Para minha surpresa ele entrou no banheiro (eu era tão inocente e sonso, fui pego de surpresa, se fosse hoje em dia eu teria chamado para ele ir comigo). Foi aí que veio o susto! Vocês viram o pau do vídeo (foto aqui)?! Era daquele tamanho (se bobear um nadinha maior), só que muito mais bonito e um pouco mais moreninho. Fiquei loooka!</vanessão> Rolou um oral basic sofriiiido debaixo do chuveiro. Fomos para o quarto e enquanto eu subia as escadas eu pensava: “Será que ele está pensando em colocar tudo aquilo dentro?” temia eu, torcendo para que acontecesse. E aconteceu.

Só lembro eu, minutos depois, correndo pelo quarto com uma dor horrível e o bophe correndo atrás de mim. JU-RO! A cena era essa: eu e ele pelados e ele excitado correndo atrás de mim falando “Só um pouquinho vai?”. Uma das coisas também que era um tanto broxante (além da dor lascinante) era o baianês dele. Durante a relação ele gemia falando “Ai, papai!” o que me fazia rir por dentro, lógico. Terminei a transa no truque e dormi aliviado. Acordei no outro dia com ele tentando me penetrar novamente, pode?! A solução: correr de novo, lógico!

Ele até quis alguma coisa, mas ficou ofendidíssimo quando eu o chamei de aberração e disse que jamais conseguiria manter uma relação sexual normal. Me arrependo. Depois desse dia meu lema se tornou: nem pequeno, nem gigante. Prefiro norma-grande!

Qual o tamanho do seu pênis?


Não é de hoje que um dos maiores tabus do mundo masculino é o tamanho do piru. Quem não gosta, como diz Heleninha Las Bibas Roitman, de uma piroca grande, gorda e pesada? Essa situação se complica ainda mais quando se trata de relacionamentos homossexuais, pois, afinal, os dois indivíduos tem pau e, portanto, as comparações são inevitáveis.

Não que eu tenha um pinto gigante, longe disso, e não que eu queira me gabar, mais meu bilau é maior que o do meu namorado e isso nunca foi um problema para nós. Às vezes, ele vem com um papinho do tipo “Taí um cacete grande e bonito, por que eu não tenho um assim?”, eu logo o consolo, faço o gênero humilde, falo que não tem nada a ver seus lamentos, enquanto o abraço e elogio seu membro (que é lin-dís-si-mo, é bom deixar isso bem claro, daqueles retos com uma veia volumosa e esverdeada!). Mas, no fundo, no fundo, me gabo e me sinto um pouquinho superior a ele. Mesmo passivo, nesses momentos, sinto-me o macho alfa da relação e dou um longo suspiro de satisfação! É, falei.