“Dizia ele: – Estou indo pra Brasília…


Nesse país lugar melhorar não há”. Será? Só vou poder responder quando voltar. Estou partindo, hoje, com a caravana organizada pelo Coletivo de Diversidade Sexual – SINDIUPES para IV MARCHA NACIONAL CONTRA A HOMOFOBIA E SEMINÁRIOS NO CONGRESSO NACIONAL SOBRE DIREITOS LGBT. Quando eu voltar, conto todos os babados brasilienses. Beijos a tod@s!

CNTE lança a campanha “Educação sem homofobia”


A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), sob demanda pautada pelo Coletivo Estadual de Diversidade Sexual (SINDIUPES), preparou para maio, mês da grande Marcha Contra Homofobia, um jornal mural especial com dados específicos sobre a causa LGBT no Brasil. Clique aqui para ler

O material traz informações sobre o Dia Internacional Contra a Homofobia (17 de Maio), a organização da III Marcha Contra a Homofobia (16 de Maio), a PLC 122 (projeto de lei que criminaliza a homofobia no Brasil), Brasil e Políticas Públicas, além das estatísticas.

Sindiupes convida: 2ª reunião do Coletivo Estadual de Diversidade Sexual


“O acesso a Educação e o exercício do Trabalho são direitos de todos nós; independente de religião, etnia, ideologias, gênero, orientação sexual e identidade de gênero. Nesse sentido, é preciso organizar forças para combater a discriminação e a exclusão dessas comunidades.”

Onde será discutido ações de respeito e promoção da diversidade sexual e de combate a homofobia e transfobia no ambiente da escola pública capixaba. Acontecerá no dia 5 de novembro – sexta-feira – de 9h às 12h,  no Alice Vitória Hotel, rua Cel. Vicente Peixoto, 95 – Centro – Vitória/ES. Não é necessário fazer inscrição.

Resumo do Seminário: Educação e Diversidade Sexual!


Finalmente! Agora que resolveram o problema da minha internet, vamos colocar tudo no lugar! Como eu já disse, o Seminário foi ótimo! Muita gente presente, pelo que fiquei sabendo 270 pessoas inscritas e 600 ficaram de fora. Em mais ou menos 10 horas de Seminário, muita coisa foi discutida.

Desde os casos rotineiros que professores encontram nas escolas, quanto a violência que os homossexuais enfrentam dentro dos muros da escola e que muitas vezes é camuflada. Tudo muito organizado, tirando um breve atraso! Funcionou da seguinte forma: As mesas eram compostas, os palestrantes discorriam sobre o assunto e depois o auditório tinha direito a perguntar sobre o que foi falado e pá!

Já vou logo confessando que amei a primeira mesa, composta pelo: Prof. Dr. Alexsandro Rodrigues (UFES), Carlos Magno (ABLGBT) e Profª. Drª. Cláudia Maria Ribeiro (Universidade de Lavras). A maioria dos palestrantes realmente estava muito preparada e o Carlos Magno, que falou sobre preconceito, estereótipo e discriminação, e a parada gay como espaço de visibilidade, foi ótimo, super gente boa! Rolou também, as comentadas, apresentações culturais. Entre gritinhos da Patty sobre Silvetty Montilla e o alvoroço que se causou no auditório, Labelle Beauty, surgiu no palco e a-ha-zou na performance. (coloquei o vídeo no fim do post)

Depois, a 2ª mesa foi montada, com:  profª Drª Jane Felipe de Souza, discorrendo sobre os comportamentos homofóbicos no cotidiano da Educação Infantil e com a juíza Ivone Vila Nova. Cara, essa juíza animou todo mundo, a mulher fala, gesticula, anda, bate o pé e não deixa ninguém ficar entediado, ela falou um pouco sobre  os direitos LGBT no Brasil e o quadro de violência contra homossexuais no estado . Depois do almoço, Gizelly Sumer e a formação da 3ª mesa, com: Prof. Luiz Cláudio Kleaim (PLUR@AL) e a Profª Fátima Aparecida da Silva (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação).

As duas últimas mesas foram formadas por movimentos LGBT do ES e pessoas importantes da causa,  como por exemplo: a travesti Vanilly Borghi  do GOLD-Grupo Orgulho, Liberdade e Dignidade, a maravilhosa Deborah Sabará, transex, porta bandeira da Imperatriz do Forte São João e mãe do Caio, a Pastora Eliana Ferreira Vilela  da Igreja da Comunidade Metropolitana, que inclusive deu maior basfond ao falar sobre casos de homossexualidade na bíblia, Antônio Lopes de Souza Neto, o Toninho, da Coordenação do Curso Gênero e Diversidade na Escola, a militante Ariane Meireles (Santa Sapataria – Lésbicas e Bissexuais do ES) e Henrique José Alves Rodrigues, também do PLUR@L.

Resumindo, foi isso, é impossível descrever aqui tudo o que foi dito e como foi dito. O que dá pra dizer é que foi ótimo e espero ver as senhoras nos próximos!