Cura Gay ao alcance do seu telefone


Essa semana eu infelizmente estou super enrolada, com 500 seminários para apresentar, provas todos os dias e ainda TCC para escrever. Então, os posts vão ser rapidinhos, como foram os últimos.

Mas não vou deixar vocês na mão, tá? Só não vou poder escrever muito, só que logo logo eu volto à programação normal.

Cata a sátira deliciosa sobre a Cura Gay:

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Fiquei com medo, gente! Será o medo da vagina dentada?

Não sabem o que é isso? Essa semana ainda eu conto pra vocês, quase morri de rir lendo os Três Ensaios sobre a Sexualidade Infantil, de Freud.

Kooriosidades – Na Cama com Max [Tema: Bissexualidade]


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Sentiram saudades do Kooriosidades, não sentiram? Aposto que sim.

Passei a postar menos mesmo, as perguntas começaram a ficar repetitivas e acabei por ajudar os leitores via e-mail, sem postar aqui no blog. Entretanto, esse caso é interessantíssimo e queria discutir com vocês.

Vamos ler o que a gay (?) mandou pra gente?

Desculpe-me pelo incômodo, mas algo vem me perturbando muito. Estou te enviando esse e-mail porque você é uma pessoa em quem me inspiro, mesmo sem te conhecer (eu moro em Recife). Meu nome é Matheus e eu sou leitor do BC desde os meus 14 anos, ou seja, desde a época do primeiro concurso de autores do babado certo (hoje tenho 18).

Enfim, menos blablablá e vamos para o motivo desta mensagem. Max, eu não gosto de rótulos sexuais, mas eu passei a sentir atração por mulheres. Não é que eu tenha passado a sentir atração de uma hora para outra, mas o negócio é que, desde que eu percebi que gostava realmente de homens, passei a me identificar como gay.

Porém, dentro de mim sempre estava uma chama que me fazia derreter por mulheres, mas eu sufocava isso. Agora eu não estou aguentando mais. Não me vejo como bissexual, porém eu me atraio pelo sexo oposto, também. É esquisito, eu sinto uma certa aversão à ideia da bissexualidade. Essa rejeição não é com o fato de alguém ser bissexual ou com a bissexualidade em si, mas com o fato de eu ser bissexual. Me dá uma luz, Max! Beijos!!! Amo o BC!

P.S.1: Todo mundo sabe minha orientação sexual, ou pelo menos, a orientação sexual que eu achava ter.

P.S.2: Já namorei com homens e fiquei com mulheres. A sensação é um pouco diferente, porém o prazer é o mesmo.

P.S.3: Atualmente estou solteiro.

Desde que comecei a fazer matérias de Licenciatura, tenho trazido pra discussão em sala de aula a questão de identidade de gênero e a sexualidade. Durante toda a minha graduação na Biologia me foquei na ideia biológica da determinação da sexualidade, entretanto, ultimamente tenho me auto-argumentado e chegado a novas conclusões.

Portanto, por mais que pareça controverso o que eu vou escrever, nada aqui é verdade absoluta, apenas quero convidar vocês a pensarem junto comigo.

A primeira coisa que concluí foi: Ninguém nasce gay! Nem hétero.

Como assim, Max? Desde pequenininha eu gosto de homem, nasci assumida.

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tumblr_mn0smtc4t81qhvxhko1_500Sabe por que ninguém nasce gay ou hétero? Porque ninguém nasce homem ou mulher.

Já existe um consenso tanto na Psicologia quanto nas Ciências Sociais de que o nosso gênero (masculino, feminino, os dois ou nenhum deles) é uma construção social.

Quer dizer, o seu órgão sexual não é suficiente para determinar seu gênero, porém você é criado como homem caso nasça com pênis e como menina quando nasce com vagina.

Por esse motivo, temos a tendência a considerar plausível a ideia de que homem tem pênis e mulher tem vagina, mas não é sempre assim, os transexuais estão aí e não me deixam mentir.

Acontece que nem todo mundo se sente confortável com as regras de comportamento estabelecidas para cada sexo, e se somente o órgão sexual fosse suficiente para determinar sua identidade de gênero não existiram tantas pessoas com comportamentos do sexo oposto.

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Caixa de Pandora: A origem de todo o mal

Você vai encontrar a prova disso dentre os hermafroditas: Nascem com genitália ambígua, os pais determinam um gênero para a criança e ela passa a ser criada como menino ou menina.

Vários são os casos que isso não dá certo, e a pessoa acaba por se identificar com o sexo que foi “cortado” lá no nascimento.

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Nem vou entrar no mérito da criança que tem trejeitos femininos e é taxada de gay desde pequeno. Quem garante que essa criança não era transexual e ouviu tanto que aquilo era ser gay que acabou aceitando tal identidade?

Exemplo, Serginho no Super Pop:

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Então, se ninguém nasce homem ou mulher, mas sim macho e fêmea, como podem as pessoas nascerem gays ou héteros se ao nascer o gênero ainda não está determinado? Se eu não sei se sou homem quando nasço, como posso nascer gay?

E digo mais, o homem gay, por exemplo, não se atrai por pênis, mas sim por homem e tudo aquilo que lhe foi ensinado ser característica de homem, e acaba relacionando aquilo com o pênis, apesar de uma coisa não ter nada a ver com a outra.

Cu, nasci pra isso não, mãe!

Cu, nasci pra isso não, mãe!

Quer um exemplo? Observem a foto abaixo:

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Certeza que todas vocês ficaram molhadinhas com o boy, não é? Mas e se eu contar que é um homem trans, ou seja, não tem pênis… vocês continuariam atraídas pelo boy? Provavelmente a maioria de vocês não.

Isso só comprova a ideia de que nossa sexualidade é uma construção social baseada na imagem pré-estabelecida de cada sexo, bem como suas vestimentas, características físicas e comportamentais.  E se é uma construção social, pode ser mudada. PODE ser não quer dizer que VAI ser.

Não estou aqui pra dizer que você vai conseguir um dia deixar de ser gay ou hétero, não, quero dizer que todo mundo tem a possibilidade de modificar essa sexualidade, tem o potencial para mudar, que nada está definido no nascimento. Isso porque nossa sexualidade busca prazer, não reprodução. Portanto, ela é plástica e moldável.

Acontece que ser gay ou hétero é muito mais que somente uma atração sexual, é uma identidade sócio-cultural, quase uma ideologia que você defende e reitera com unhas e dentes. Basta observar como nós, ainda mais os héteros, reafirmamos sempre a nossa sexualidade:

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“Pegar bicha afeminada? Melhor comer mulher logo!”

“Não curto lésbica bofinho, mulher pra mim tem que ser feminina.”

“Ela é gostosa, mas é mulher de tromba, deus me livre!”

pirocaOlha aí o aprendizado do que é homem ou mulher influenciando na nossa sexualidade. E se tivessem te ensinado o contrário, será que sua sexualidade seria a mesma?

Se fosse uma sexualidade estabelecida no nascimento, ter pênis/vagina, ou seja, ser macho/fêmea seria suficiente para determinar sua atração, mas não é, o comportamento é capaz de te fazer considerar a beesha afeminada tão atraente quanto uma mulher: ZERO.

O comportamento importa, e se o comportamento é aprendido, você não nasce sabendo e deve conhecê-lo primeiro para saber se existe empatia.

E aí a gente cai no maior erro do determinismo biológico: A inversão da causa e do efeito. Em vez de afirmarem que o homem desencadeia no corpo a atração da beesha, afirmam que é o corpo o responsável pela atração pelo homem.

Ora, como pode haver uma resposta fisiológica inata e padronizada àquilo que o organismo nasce sem saber que existe, que vai ser ensinado a ele depois do nascimento?

E mais, nossa noção de homem/mulher mudou diversas vezes na história da humanidade, o processo evolutivo não é rápido o suficiente para acompanhar essa mudança.

Olha o que eu faço com o Processo Evolutivo

Processo Evolutivo

Por isso que o leitor está tão confuso quanto a sua atração sexual, lógico, desde muito novo somos obrigados indiretamente a escolher um lado do muro, a bissexualidade é mal-vista por ambos os grupos e o que mais se fala é sobre a ideia de que eles são confusos, volúveis e até traidores. Ninguém quer ser isso.

Quanto mais leio mais chego à conclusão de que todos nós nascemos bissexuais e sem gênero definido, e que depois, inconscientemente, vamos estabelecendo nosso gênero e nossa sexualidade.

O que não quer dizer que eles vão mudar um dia, mas o potencial está aí, o tempo todo tensionando nossos limites e esfregando na nossa cara, com transexuais super atraentes, que ter buceta ou piru são a finalidade, não a causa da atração sexual.

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Logo hoje, que Feliciano vai votar a “cura gay”, eu venho e faço um post desses. A beesha gosta de um bafão, né? hahahaha.

Gatos são vadias… e viados!


Gente! Li um texto sensacional e PRECISO dividir com vocês!

É sobre Feminismo (novidade), e faz uma analogia entre gatos e mulheres vadias. Mas acho que isso pode se estender também para nós beeshas.

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Vamos ler?

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Mereceu o Selo Preguiça do Amor!

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escuseVai me dizer que não se identificou com o texto? Principalmente na parte que ela diz que gatos “esfregam-se, massageiam, fazem charme, rebolam, lambem”, nos definiu!

Apesar da autora falar de mulheres, nós podemos sim incluir os homossexuais nessa intolerância à liberdade de expressão. Mais ainda as beeshas pintosas, que são a representação visual dessa sexualidade inaceitável, tanto quanto a mulher de vestido curto.

Mas você deve estar se perguntando: Cachorros também lambem, rebolam, seduzem, mostram as partes íntimas.

Só que cachorros são submissos à vontade do dono (lê-se sociedade) e logo colocam seu rabinho entre as pernas diante do menor sinal de descontentamento (lê-se encubado que esconde a pinta).

No final das contas, a sociedade quer que sejamos cachorros: Dependentes da aprovação e das regras dela.

Não, minto! Eles até aceitam que sejamos gatos, mas gatos adestrados pelo Cesar Millan – que aliás não aguento mais ver a cara no Animal Planet.

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Entón, solte essa leoa que tem dentro de você, bee!

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Vemk meu nêgo

SBT e Globo: You are the winners of this challenge


Hoje duas informações chegaram até mim. Uma sobre o The Voice e outra sobre o Casos de Família.

Primeiro, The Voice. Cata a imagem:

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Que lindo, gente, ME ABRAÇA!

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Eu não fazia IDEIA que Ellen era sapa! Vi esse programa, vibrei com este satanás fazendo mais sons com a boca que o filme Fantasia 2000, da Disney, e nem me toquei disso.

Pode parecer pouco, mas pensem no que isso representa socialmente. Ela e Maria Cristina, a outra sapa que faz cosplay de Cássia Eller, são as favoritas do programa e ambas ganharam pelo voto popular.

Sim, bee’s, voto popular, com uma porcentagem de cerca de 55% as duas foram pra final ao competirem com mais dois outros competidores, em grupos de três.

Em contrapartida, tem aquela coisa, né? Nossa sociedade aceita muito bem bicha e sapatão, desde que bicha só sirva pra fazer rir e sapatão só sirva pra fazer música.

Enquanto isso, no SBT, a vinheta de fim de ano do delicioso Casos de Família:

[youtube https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=3pXZ_4KEsjM]

artePegaram alguns casos famosos e celebridades da internet pra comporem o elenco.

Observaram a quantidade absurda de beeshas, travas, drags e seres amorfos? Pois é! É a vinheta de fim de ano da emissora, repleta de gente como a gente.

Era de se esperar, todo fucking dia que eu passo por aquele programa tem alguma gay ou sapa falando da vida dos outros.

Outro dia mesmo uma viada, com as unhas compridas pintadas de preto, estava criticando a outra porque a outra era drag, e na cabeça dela “homem gay não precisa parecer mulher pra ser gay”.

SÓ ELA não via que ela estava mais montada que a amiga ao lado. Quando é que esse povo estúpido vai se tocar que drag queen é artista, não transexual?

E há quem diga que Silvio Santos ainda fará um reality show de druegs, tal qual Glitter. Provavelmente com Nany People, Elke Maravilha e alguma bicha estilista aleatória falando de conceito fashiozzzzzzzzzzzzzz…

Meet the cast:

  • Chica Chiclete;
  • Labelle Beauty;
  • Striperella;
  • Robytt Moon;
  • Silvetty Montilla;
  • Alguém com andrógEno escrito no nome;
  • Suzy Brasil;
  • Uma novinha com cara de mulher (que vai encher o saco dizendo que é transformista e não drag queen);
  • Thalia Bombinha (pra completar a cota das plus size);
  • Ava Simões;
  • D’mon;
  • E Rochelly Santrelly indo pro bottom two logo de cara, porque os jurados não serão capazes de interpretar a genialidade dela e o dadaísmo da sua dublagem.

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Dica do leitor

“Adoro Piroca”, “Viado de Merda” e a hipocrisia do brasileiro


Primeiro eu quero que vocês vejam os dois vídeos abaixo:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=paqVTZxHRGc] [youtube http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=fOb5c8iiwrA]

Eu sei que não devemos ler os comentários do Youtube, pra manter a sanidade mental, mas fui obrigado a ler e fazer um comentário por lá.

Desde muito cedo qualquer criança demonstra sua preferência por meninos ou meninas. Mas quando se é hétero a família estimula que você diga isso, até mesmo fazendo uso do nome dos orgãos sexuais para demonstrar.

Todo mundo acha uma gracinha quando o filhinho quer pegar nos peitos da amiga da mãe ou passa a mão por debaixo da saia da irmã mais velha.

No primeiro vídeo do menininho sendo homofóbico, todo mundo achou lindo que estavam ensinando o menino a ser preconceituoso e sociopata desde cedo. Agora, no segundo, quando é para demonstrar uma sexualidade diferente da maioria, todo mundo foi contra a mãe.

Um dos comentadores, claramente de intelecto inferior, veio com uma filosofia barata dizendo que quando tinha a mesma idade tinha o mesmo comportamento, mas não sabia diferenciar o que era preconceito.

Sim, não sabia, mas o menino do vídeo SABE que é uma ofensa e sabe direitinho a hora de usar. E se permanecer estimulado, terminará como um adulto homofóbico, pois não verá problema em usar o termo “viado” como ofensa. Já que a palavra sempre foi tratada com normalidade no seu âmbito social

Entretanto, essa filosofia cachorra só vale quando a criança repete comportamentos aceitos pela sociedade, como a homofobia, se ele estivesse sendo racista ou misógino eu duvido que ninguém teria retaliado logo de cara. Mas como é com “viado”, um preconceito que a sociedade inteira estimula e dá razão, aí é só brincadeira.

E vocês, o que acham disso?

p.s.: Um leitor me mandou um vídeo do Tuti adulto, cata:

[youtube http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=VjjAAEe8TEs#!]

Eu não falei que não ia dar nada que preste?! E olha que nem sabia que o vídeo era tão antigo.

Você JURA que ele fica muito lisonjeado e agradecido por centenas de anencéfalos homofóbicos dizerem que um menino dispersando preconceito desde os 2 anos de idade é a esperança da humanidade?

Se for depender dessa galera esperança é o último sentimento que me sobra.

Kooriosidades – Na Cama com Max [Tema: Dominador e dominado]


O Kooriosidades dessa semana vai ser diferente.

Tenho recebido muitos e-mails de leitores e, como o Kooriosidades é uma coluna semanal, se eu fosse esperar para postar um por semana a bee que me enviou a cartinha hoje só teria sua resposta no ano que vem!

Então, pra poupar tempo e responder mais gente, vou mudar a frequência para dois posts por semana, okay?

A cartinha de hoje é de um boy que se diz ativo, mas que fica desconfortável quando o passivo é maior que ele, vamos acompanhar:

Max, estou com um dilema: curto ser ativo, mas não consigo quando o cara é maior do que eu. Tenho tesão por caras baixinhos, magrinhos e machos, quero ser ativo com eles.

Mas quando o cara é maior que eu e apresenta características de ativo dominante, às vezes broxo, me sinto impotente diante de um cara que é mais macho e mais dominante do que eu.

Será que tenho que continuar sendo ativo com caras menores, e passivo com caras maiores?

Ah, a eterna heterossexualização da relação gay. Nossa sociedade patriarcal e machista domina de tal maneira o koo alheio que um homem se sente menos masculino sempre que toma atitudes “tipicamente femininas” no sexo.

Basta observar o horror que os héteros têm ao “fio terra“, e a própria carta acima, na qual ele deixa de se sentir à vontade como ativo somente pelo fato de ser menos robusto que o parceiro.

Aquela situação que a racha coloca o dedo no edi do namorado:

Sim, afinal, como a relação sexual homossexual é, infelizmente, uma relação de dominação (assim como é a heterossexual), é de se esperar que o maior seja o dominador e o menor o dominado. Quando esse paradigma é quebrado, *BOOM*, temos um ativo confuso com relação a sua capacidade de dominação.

E com muitos passivos acontece o mesmo. Eu já fiz sexo com homens de todas as alturas e idades (todas mesmo), mas em todas as vezes nas quais eles eram mais novos ou mais baixos (porque mais magro é impossível, néam?) que eu, me sentia desconfortável… como se eles não fossem “homens o suficiente” para me dominar.

Vejam só a grande babaquice machista que afeta a todos nós, até mesmo uma bee como eu, que a última coisa que ostenta é a masculinidade.

Entretanto, pela carta do rapaz ele parece bastante flexível nessas situações, e mesmo quando “broxa” com os caras maiores que ele se sente confortável em ser passivo. Apesar de eu achar isso lamentável diante da escassez de ativos no país, o que interessa é gozar.

Portanto, em vez de seguir seu coração, siga sua neca. Se ela subir, ótimo, se não, use a próstata. 🙂

Tá com um dilema de natureza sexual, social, econômica ou médica? Mande sua dúvida para max_babadocerto@hotmail.com, e a Max consultará os universitários para tentar resolver o seu problema.