“SENAS” da noite capixaba #20


Foi um blogayro gay capixaba que viu e me contou. Ele estava num badalado bar de Vitorinha (não gay). As mesas desse bar são muito próximas umas as outras, a tal ponto que uma pessoa fica praticamente sentada com um desconhecido. Acontece que havia por lá uma mesa com três bichinhas beeeeeeem femininas, senhorinhas praticamente. A uma certa hora da madrugada, chegou nesse estabelecimento um grupo de héteros fazendo balburdia, vindos de uma micareta e sentaram na mesa colada com a das gay.

Na hora, eu, quero dizer, ele, o blogayro, pensou “vai dar merda”. Óbvio: começou o bullying, começou a homofobia. O hétero mais metido a macho zombava alto, simulando viadices… As guei nem cu, muito menos fiança pra eles.

“Ela dão bi ãba!”

Só que a racha que estava acompanhando o héterozão brutamontes homofóbico era dazamiga e começou a papear com as homoafetivas e logo logo fizeram amizade e praticamente trocavam calcinhas na mesa. Os outros héteros reprimiam a racha e ela nem aí. Criou uma situação desagradável. O heterozão trocado pela amizade com as beeshas saiu em protesto. As outras rachas falavam pra amapoa-irmã ir lá dar uma assistência pro homenzinho emburradinho dela. Ela não foi. Um outro cafuçú, brother do boy foi lá fora do bar, conversar com ele que estava mordidinho pelo ocorrido e àquela hora chorava, sentindo-se humilhado. No final? Os héteros se foram, putos da vida, e a racha ficou na mesa bebendo e fofocando liiiiiiiiiinda com as guei!!!

Como as gueis ficaram com isso tudo?

Achei digno.

“SENAS” da noite capixaba #17


“só manjando as rola tudo. hehe”

Eu na academia, quando de repente, não mais que de repente, uma velha – de cabeça pra baixo, naquele negócio de malhar perna – vira para um boy malhado, estilo surfistão e diz na lata:

Hoje você veio usando cueca, né? Você sempre vem sem cueca, o que houve?!

O boy começou a ter uma crise de riso nervoso. Se não bastasse outra velha – de manhã muitos velhos tomam a academia – virou e completou: “Nossa, fulana, está reparando mais que eu!”

Minha vontade era:

Falar: “Credo! Vocês duas estão reparando mais que eu que ainda sou sexualmente ativo! Eu só havia reparado neste lindo sorriso que quando se abre ilumina o dia, formando duas belas covinhas nas bochechas como dois lagos a espera de serem preenchidos com beijos. Ou ainda estes olhos brilhantes que quando se alegram ficam fininhos iguais aos do Richard Gere. Ou estes braços, duros como o carvalho, que suportam essas incríveis e sexys tatuagens que dão cor a este corpo acobreado. Agora se ele usa cueca ou não…  Não fico reparando! Não olho piru de homem na rua“. E completaria:

Que velhas safadas!

Mas o que fiz de fato:

“SENAS” da noite capixaba #15


Daí que uma beesha está indignada, bufando aos quatro ventos que tem muita maricona safada no mundo – grande novidade!

Acontece que a mona namora, vamos chamar de beesha A, e a uma bee, beesha B, adicionou-a no face. Assim que a beesha A aceitou, a beesha B veio com aquele papinho clááááássico e canalha:

– “Oi, prazer sou Fulano! Quer dizer, satisfação, prazer vem depois…”
A beesha A, que é dessas pudicas, respondeu na cara da outra:
“Com você só satisfação mesmo”
Depois do coío a beesha B veio  pedir desculpas “pelo constrangimento”.
Mas o que chocou a beesha A nem foi essa cantadinha truqueira, mas sim que, enquanto dava em cima dela, a outra postava na timeline do face um recadinho de amor pra um outro boy dizendo que ela tem ciúme dele, pois tem medo de perdê-lo!
Vai entender, né?

“SENAS” da noite capixaba #14


No Transcol. Dois jovens cafuçús héteros conversam sobre trabalho. Um deles lamenta a falta de emprego com o brother. Diálogo:

– Eu estou lá na Embratel. Lá é maneirinho, tem sempre vagas, o salário é razoável, você pode trabalhar a noite e tem vários benefícios.

– Eu não! Lá só tem emo, bicha e sapatão.

– Ai, nada a ver…

Minha reação:

“Não sei de nada…”

“SENAS” da noite capixaba #13


Trago pra vocês mais uma “sena” da noite capixaba, porque sei que as senhorash goshtam.

Quem resiste?

Contam que uma bee acabou caindo na sedução barata do namorado de um amigo – e o pior, o flerte ocorreu na casa do próprio amigo enquanto ele dormia.

O tal namorado da amiga tanto deu em cima, tanto deu em cima que a gay não aguentou… Tá, mentira, o cafuçú deu uma piscadinha e ela já foi dando o número do telefone dela.

Também pudera, o boy era o sonho de consumo de toda sua vida: era lindo, malhado, barba por fazer… e depois descobriu que ele era piruzudo! A bee caiu de amores pelo boy.

Porém, o castigo veio a cavalo e de uma maneira que ela jamais poderia esperar.

"Me tira daquiiiiiiiiiiiiiii"

Quando foram dar o baculejo, o boy maludo comeu a gay de uma forma tão intensa e violenta que ela pensou de início: “encontrei o homem da minha vida, estou apaixonada!”.

Porém, depois de uma hora de sexo – isso mesmo, UMA HORA – com a mesma intensidade e furor, o boy ainda não dava indícios que iria gozar, nem de estar cansado. A gay naquele momento voltou a ser católica e rezava para que o cara lá de cima #xuxafeelings a tirasse dali ou a poupasse daquele sofrimento tirando sua vida, pobrezita.

Ela escreveu com o sangue do próprio edí na parede do quarto

O boy? Nem confiança! Abria as pernas da beesha, virava e metia como se tivesse acabado de começar… Só terminou depois de muito tempo. Quando tirou a neca de dentro foi o único momento de prazer que a passiva teve (rs).

Tomaram banho, trocaram beijos e carícias. Pra quê, gente?! O meninão do boy despertou e já imendou um segundo round ali mesmo para desespero de nossa heroína. Claro que dessa vez, demorou muito mais. E o cafuçú enquanto “trabalhava” ainda disse no ouvidinho dela, bem sexy e lânguido: “Te comeria a noite inteirinha” (!!!). Tsc, tsc, tsc…

Sim, ela sobreviveu para contar a história, como podem constatar por este post.

“SENAS” da noite capixaba #10


Contaram-me deste caso há algum tempo, caso que aconteceu com uma bee que estagia numa grande instituição aqui do estado. Um certo dia, ela estava cumprindo suas funções quando para executar  um serviço precisou que outro funcionário para levá-la a um local com o carro da empresa. Ao ver os dois saindo juntos de carro os peões da firma começaram a zuar, fazendo comentários insinuosos do gênero: “Volta logo, hein, fulano, se não vão começar a falar…”

Passados alguns dias, a bee comentou despretensiosamente sobre o fato com sua superiora dizendo como aquele fato era desagradável. Na hora a responsável por ele na empresa levantou-se e foi até a sala do chefe e contou tudo. Ele ficou furioso e mandou chamar todos os responsáveis pelo constrangimento. Chegando lá, tomaram um coió homérico do chefão, que lhes disseram que na instituição dele ninguém ia agredir os colegas de trabalho por qualquer motivo, inclusive que não toleraria nenhuma forma de homofobia! ♥ Disseram-me que o chefe ia demitir a todos, mas o chefe do departamento pessoal convenceu-o, por motivos trabalhistas, do contrário.

Não é demais? Estamos avançando, caBIXAbas? E fica a dica: não deixem que façam contra você qualquer tipo de agressão, ainda que simbólica! Não deixe passar em branco, denuncie!

“Who run the world? Girls!”

SENAS da noite capixaba #9


Um rapaz hétero, no final de semana passado, esteve em uma boate igualmente hétero. Bebeu, bebeu, bebeu… Encheu o edí de álcool. Em um determinado momento, ficou inconsciente e portanto, a partir dalí nada mais se lembra (ele jura que alguém deve ter colocado algo na bebida dele).

Algum tempo depois, sabe-se lá quanto, acordou em pé no mictório da boate… Fechou a braguilha e foi pra casa. Lá chegando, foi tomar seus bons banhos e… SURPRESAAAA! Tinha um chiclete mascado colado em seu saco!

Ele, como bom hétero, espera que tenha sido sacanagem de algum outro hétero que ao vê-lo ali dormindo em pé, de calças arriadas, tenha colado um clicletinho nos pelos dele. Olha, sei não, mas conhecendo azamiga acho que foi outra coisa, hein?

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P.S.: Uma vez algo parecido aconteceu comigo. Eu fui fazer um keti no meu ex namorado e estava mascando um delicioso Trident de melância (cadê o pink money pelo merchand?). Muito “espertamente”, coloquei a goma lá no fundo da boca pensando que ficaria lá quietinha diboa. No final de tudo, vinhado, a neca estava toda rosa envolta por chiclete e foi um inferno pro boy tirar tudo de lá. São coisas da vida…

SENAS da noite capixaba #8: Você sabe porque o dark room da Chica foi fechado?


Senta que lá vem história da noite gay capixaba.

O dark room do bar da Chica era há uns 4 anos um dos maiores baphos que tínhamos por essas bandas. Seu fechamento causou comoção e muitas dúvidas sobre o real motivo que teriado levado ao fim daquele que era quase um monumento sexual do estado. Já contei aqui algumas histórias deste dark room, como a da minha primeira vez e as mãos fantasmagóricas, e da peruca elzada.

Eu fiquei sabendo por um funcionário antigo da casa, o real motivo da Chica ter acabado com o dark e vou contar pra vocês porque é uma história muito boa e bizarra (como toda boa história é).

O dark, apesar de muito popular – e talvez por isso mesmo -, era um grande fardo para a casa. Todo final de semana acontecia alguma coisa, alguma confusão provocada por um namorado metido a eshperto que dava umas fugidas com outro lá pra dentro ou de elza como no caso da peruca que contei. Fora que de manhã toda sorte de coisa era encontrada por lá, cercado por uma grande quantidade de sujeira, como camisinhas usadas, sêmem e nena das bee chequeiras. Às vezes até uns boy ficavam jogadinhos por ali mesmo. Também tinha o fato de a partir de uma certa hora, boa parte da galera do dancefloor se jogar no escurinho em busca de fofação, deixando a pista quase vazia (elas são nervosas, mona!!!) Isso tudo deixava a Chica p da vida. Mas um dia foi encontrado um obejto lá que foi a gota que faltava pra entornar o caldo e levar as pica a paciência da proprietária.

Pois saiba que o objeto estranho que foi o grande responsável pelo estopim que acabou com o dark foi…

…uma batata doce! 😮 Sim, uma batata doce! E estava ainda naquelas redinhas amarelas de feira. Qüenda!!! Quando o funcionário levou aquilo pra Chica ela falou “CHEGA DESTA MERDA!” e pois fim ao baculejo na boate. Mas os risos da imagem surreal foram inevitáveis, néam?

Não me pergunte, beesha, também não faço ideia do que o tuberculo fazia lá dentro. Se alguém tiver alguma hipótese conta aí pra gente…