Passado com a nova do SapaBonde!


PPKGente, não sei se vocês estão preparadas para essa nova música do SapaBonde, “XXT de Ouro”. Ela é tão sapatonesca, tão fanchista que não tem língua que ao ouvi-la não fique dura. A música é um batidão estilo pepeca-ostentação, sobre uma das pererecas mais desejadas de Brasília. Hmmmmmmmm!

Qüenda:

TÔ FÚCSIAAAAAAAAAAAA!

♪ “na universidade me formei em sapatão, fiz mestrado em xereca, doutorado em tesão” ♫

Dessa vez o grupo de funk-sapatista mais amado do Brasil se superou! Que música deliciosa, quanta rima rica, gente!

No site Noisey do Vice, elas explicaram qual foi a inspiração para a canção:

“Nos inspiramos numa viagem que fizemos para Fortaleza em 2010”, explica Carol, que produziu o beat da faixa. “Passamos dez dias nuas e bêbadas na praia, e no meio dessa intimidade toda apelidamos carinhosamente as xanas das amigas, dependendo da depilação. As mais destacadas foram Fidel e Hitler”.
A intimidade virou concurso para eleger a perseguida mais bela da turma, com a própria Carol no papel de jurada. “Depois de analisar bastante, houve um empate entre as gêmeas do Bonde. Afinal, melhor que uma xxt, são duas xxt iguais!”, celebra.
A letra, escrita pela Luara, se inspirou ainda em outra das Sapabonde, Nina, que vivia com as unhas douradas. “Nos intrigava saber quem era a menina com a xoxota de ouro que a Nina vivia comendo”, brinca.
Delícia, né non?

Parabéns, sapas! <3


Eu sei que o blog não fala muito sobre vocês, que nossos assuntos são super beeshacêntricos, mas saibam que todas estão no coração dos autores do Babado Certo.

E não podíamos deixar de falar que hoje é o Dia da Visibilidade Lésbica, um dia para pensarmos no quão complicado é ser sapa num país machista e misógino como o nosso, no quanto ser lésbica é ter força para abstrair os olhares de lascívia dos homens diante da expressão da sua sexualidade e no quanto é difícil ter sua sexualidade posta em xeque a todo tempo diante da máxima de que o que lhes falta é um pênis.

Portanto, seja lésbica, seja visível!

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Matéria Fria: Pegação no Miss Bumbum


Parece que as misses bumbum 2012 não são frutas, e sim animais! Mais especificamente sapas… se bem que com esse rabão estão mais pra salamandras.

Cata:

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Andressa Who e Camila Quem, segunda e terceira colocadas, foram comemorar o final do concurso com muita lambeção de lasca, topless e beijo na boca.

Enquanto você, lésbica capixaba, o mais próximo que chegou de uma racha nos últimos dias foi quando comeu na Sfiheria. Não está sendo fácil

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O que vocês acham disso? Não sei não, sabe, pra mim isso é mais uma jogadinha de marketing pra aparecer na mídia se aproveitando do fetiche masculino machista de ver duas mulheres se pegando.

Dica do Victor

Julietas do cotidiano homofóbico brasileiro


Hoje no ‘Bom Dia ES’:

Clique para assistir ao vídeo

Esclarecendo o caso: as duas mulheres passaram a se relacionar há pouco mais de um ano e se conheceram, por ironia, numa igreja evangélica. Uma é professora e tem 21 anos. A outra é estudante e tem 17 anos, ou seja, é menor de idade. Entretanto, elas se querem, e por estarem em um relacionamento lésbico, que a família da estudante julga “errado”, como vimos no vídeo, não podem viver plenamente sua relação. Se fosse um relacionamento hétero não haveria problema algum em relação às idades (21 e 17). Mas elas são lésbicas e os pais se utilizam do subterfúgio da lei para separá-las. Triste!

Espero que o amor das duas passe ileso por tudo isso. Daqui um ano, elas poderão ser felizes. Que o amor vença a ignorância.

O peso da passividade


Que filosófico esse título, mas vai me dizer que não dá uma vontade louca de saber de qual assunto se trata?

Pois é, dá, e o assunto de hoje se parece muito com o formato dos posts do Kooriosidades, mas se eu não mudar a plataforma, eu vou acabar transformando todos os posts de discussão em posts do Kooriosidades. Elas me perguntam de um tudo!

Por isso, resolvi aproveitar a história de mais um leitor, não pra ajudá-lo (isso já fiz respondendo o e-mail individualmente), mas pra entrar numa discussão que me parece incomodar várias bee’s. Vamos ler:

Conheci um carinha de Vitória a pouco mais de um mês, estou morando a pouco em vitória.

Mas enfim, o cara sempre ficava falando que era ativo e tal, e eu dizendo que não iria dar certo porque só sinto excitação em ser ativo, já tentei ser passivo, mas não dá, não tenho tesão, sabe como?

Então saímos e no primeiro dia ele já queria transar, então fomos para meu apê, e descobri que ele é muito passivo! Estamos namorando agora, e com um mês de namoro ele fica se gabando para os amigos de ser o ativo da relação, e eu fico como o passivo, pois não tenho amigos na cidade e nunca namorei ninguém aqui.

Isso esta atrapalhando muito a relação, ele fala que por ser o fortão e ter cara de macho, “tenho que aceitar isso”

Penso naquela velha historia de gay passivo que não assume, ele diz: “Eu estou sendo passivo com você, nunca fiz isso com ninguém você é o 1º”.

Resumindo, o que devo fazer para essa criatura se aceitar, estou deixando de ter tesão na relação, não sei o que acontece com essas bichas que gostam de esconder a opção, “versátil mais passivo”, “versátil mais ativo”

Não entendo isso, ou você gosta de meter ou gosta de dar. Mas gosto muito dele, pois é um cara muito legal e não queria terminar por bobagens , não quero que ele fique gritando para todo mundo que é passivo, só queria fazer ele entender e aceitar.

O meu sentimento por essa pessoa é duvidoso, por um lado sinto um ódio eterno por ele ter convertido mais um ativo à passividade, por outro acho uma graça que bata o pé pela sua atividade num mundo dominado por edis nervosos.

Mas não é disso que eu quero falar, sempre tendo a falar de sexo, dessa vez quero falar de comportamento. O problema do rapaz é com o namorado que não se aceita passivo, mas o próprio ao ser taxado como tal se sente incomodado e até cogita terminar o relacionamento.

Como é que ele espera que o outro, sempre acostumado a ser ativo, aceite tão facilmente o novo rótulo se nem ele, com um rótulo de mentira, fica à vontade? E por que um rótulo de passivo incomoda tanto, se um depende do outro pra existir, afinal, se não tiver quem só dê, não tem quem só coma, certo?

Errado! Tem os “versáteis”, eles são a maneira que muitos gays machistas inventaram para se livrarem do estereótipo de passivo. Não que os versáteis verdadeiros não existam, existem sim e são muitos, mas em meio a eles você vai encontrar uma infinidade de gays como o namorado do rapaz do e-mail.

Eu disse que era ativo? Te enganei!

Sobre versatilidade, leia o meu outro post CLICANDO AQUI

Sempre que vemos um casal gay temos o hábito de determinar quem é o ativo e quem é o passivo da relação, é natural que façamos isso, e pouco importa se a mais feminina disser que é o ativo, na nossa cabeça ela será a passiva e ponto final.

Isso me lembra muito casais heterossexuais sobre os quais paira um tabu sobre o que fazem na cama, geralmente isso acontece quando a esposa faz fio-terra no marido. Só ele fala de sexo, e ai dela se fizer algum comentário envolvendo dedo, ânus ou diferença de potencial (ddp).

Sobre o casal do e-mail, observem o quanto ele quer que o outro assuma sua passividade, não só porque ele é o ativo, mas também porque, palavras do próprio texto: o outro “fica se GABANDO que é o ativo”.

Se gabando que é o ativo… por que se gabando e não apenas dizendo? Porque somos machistas, todos nós, não só os héteros. Pra todos os homens latinos o fato de parecer ou agir, o mínimo que seja, como uma mulher, é humilhante para a sua identidade masculina.

Até mesmo alguns homens muito masculinos, quando se assumem passivos, tentam o tempo inteiro se desvencilhar da ideia feminina do ato, usando as famosas gírias “Brow, Brother, Fera, professor Xavier, Jean Grey, entre outras”.

Tudo isso com a intenção de assumir a preferência passiva na cama, mas tentar dizer que ainda é ‘homem’. Uma grande besteira, como se ser homem se resumisse a usar o pênis como uma arma de dominação.

Já perceberam que quando uma mulher “age como homem” ou se veste com roupas masculinas ela é vista com respeito e sensualidade, mas quando um homem se veste com roupas femininas é visto mais como uma figura de humor? Ou vocês achavam mesmo que hétero tem tesão em lésbica só por causa do ménage à trois? Nada disso!

Isso acontece porque o homem, na nossa sociedade machista, é o exemplo de força e superioridade. E como todos os animais procuram como seu parceiro sexual aquele que demonstra ser o mais poderoso do bando, é de se esperar que a mulher com características masculinas seja a mais atraente, pois ela representa o que consideramos superior.

Em contrapartida, imaginem um homem no lugar da Dama de Ferro (Margaret Tatcher) tomando as mesmas atitudes dela, mas se perfazendo de características do universo feminino, assim como ela fazia com o universo masculino…

…vocês acham que ele teria o mesmo êxito em conquistar o respeito de uma nação?

BAFÃO: Rebuceteio no Terminal de Vila Velha


Aconteceu no domingo:

Iza sensualizando na Pool Party

Segundo testemunhas oculares, várias sapas estavam curtindo a festa Black House, na Prainha, que diga-se de passagem, depois que saíram do Ibes e mudaram pra lá, tenho escutado ótimas críticas quanto ao local.

Acontece que uma das sapas desse grupo de anfíbias começou a dar em cima da namorada de um boy hétero que estava lá, o lugar ficou pequeno e uma briga coletiva se iniciou. Até porque, a gente sabe como é sapa quando briga, não querem nem saber quem tá errado, já chegam de voadora e garrafa quebrada na mão. A graça está em liberar a testosterona acumulada.

Fujam!

Enfim, provavelmente essa sapa foi expulsa do evento e, puta na paulista, saiu com todas as suas amigas em direção ao ponto de ônibus… Lembrando que esse grupo somava a quantia de 20 fanchas… PENSE no perigo!

No ônibus, todas as vinte pularam a roleta, e o motorista, indignado, se negou a seguir viagem.

Resultado: 20 sapas viradas no Saci pulando amarelinha, quebrando tudo dentro do Transcol!

Obviamente o motorista foi até o Terminal de Vila Velha e chamou a polícia. Aí o bicho pegou, com direito a agressão física, algumas prisões e muito pacote de Sal Globo para conter os ânimos.

Depois falam que o mundo vai acabar esse ano e ninguém acredita nos sinais… quem nunca ouviu falar dessa passagem:

As rãs sugiram no Nilo e em outros volumes de água, vieram do lodo dos pântanos, local onde as águas brotavam. As pragas das rãs infestavam o Egito, adentrando nos cômodos, nas camas, fornos, tigelas, não só das habitações do povo Egípcio, mas também do Faraó e de seus oficiais.

Êxodo 8.1-15

Elas estão só começando…

Sobre pegação lésbica, cordialidade e licença pra meter


No post de hoje de manhã eu falei sobre a pegação entre as bee’s, e prometi fazer o mesmo com as sapas. Pois então, farei, e em algumas partes vou traçar um comparativo entre as duas classes, porque eu adoro esfregar na cara delãns o quanto nós vinhádos somos superiores, afinal, mamíferos estão mais no topo da cadeia evolutiva que anfíbios.

Eu tenho muitas amigas lésbicas e acho que já observei o suficiente para criar um padrão de comportamento quando o assunto é pegação.

Na vida real a pegação é bem mais simples, mesmo que uma das sapas seja encubada, uma vez que já está muito bem aceito pela sociedade que duas mulheres entrem no banheiro juntas, de boa. Do lado de fora só acontece um papo básico sobre o quão gata a outra é e logo terminam o papo no banheirón, se é que elas conversam lá dentro, porque eu não cheguei a observar esse segundo passo da pegação, por motivos óbvios.

Marlene Mattos cutucou você, cutuque de volta

Já na internet elas têm a liberdade de exercer a sapatice. Raramente fazem pegação no chat Terra, sim, chat Terra, é como se fosse uma versão do chat Uol onde você pode achar alguma mulher que não tenha pênis, mas elas logo desistem, a quantidade de hétero tarado tira qualquer “Advogata MxM” do sério. Por isso, as sapas tendem a procurar suas presas no finado Orkoot, no Facetruque e até no Twitter.

A conversa é rápida nos recadinhos e logo parte-se pro chat individual. E assim começa o papo:

SAPA1: Oiiiiiiiii :3

SAPA2: Ei, gata, tudo bom?

SAPA1: Tudo ^^. E com você?

Comentário: Observem aqui que, diferente dos homens gays, elas se comunicam com cordialidade. E sim, elas usam emoticons O TEMPO TODO.

SAPA2: E aí? Quantos anos você tem?

SAPA1: 25, e você?

SAPA2: 20

Comentário: A idade é mais flexível no caso das lésbicas, sapas muito novas ou muito mais velhas conseguem pegar, desde que sejam agradáveis aos olhos.

SAPA1: Você curte o quê?

Comentário: CALMA, bee’s! Ela não está perguntando se a outra é passiva ou ativa, entre as lésbicas não existe essa diferença tão marcada, na cama tudo se resolve. Exceto quando estamos lidando com as Marlenes.

SAPA2: Ah, mas como assim “curtir”? Música? :S

SAPA1: É, pode ser…

SAPA2: Ah, eu gosto de … (insira aqui cantoras de MPB, e raramente um ou outro cantor de rock)

SAPA1: Que legal! XD, vamos marcar de sair?

SAPA2: Claro!

Presente de Amigo Secreto

A pegação vai acontecer, mas não como acontece cas bills, elas vão marcar num lugar público (ao som de alguma dupla de música ao vivo), se conhecer melhor, para só aí saber se vai rolar o rebuceteio. Já os vinhádos dão o baco primeiro pra DEPOIS se conhecer, isso se o baco for bom, porque se foi uma merda as bee’s desaparecem uma da vida da outra antes que a passiva termine de limpar o sangue do edy no banheiro. Desaparecem tão bem que elas não se vêem nem nos rocks que todo mundo vai, e considerando Vitorinha um ovo, isso é praticamente uma técnica ninja!

Por fim, aviso logo que estou com um punhado de sal na mão, para o caso de alguma sapa do contra vir me dizer que não é assim que acontece!

Resenha: “Move para Elas”


Bom, como todos já sabem, a Move estreou um novo projeto dedicado as sapas da Grande Vitória. O “Move para Elas”, é um evento que vai rolar toda 2ª quinta feira do mês, promovendo a interação e pegação entre lindas garotinhas. Eu fui curtir de perto e contar tudinho pra vocês, é claro!

Faz exatamente 1 ano que não apareço pelas bandas da Move, então, vocês já devem imaginar que eu desci no ponto errado. Sim, eu fui de ônibus, e sim, muitas outras sapas também, afinal eu olhei para o lado e contei mentalmente. Depois que finalmente consegui chegar, a portaria não parecia tão animada, acendi um cigarro e esperei calmamente o fervo.

Lá dentro, a música já rolava e havia bastante gente, desde as novinhas até as mulheres de verdade, muita sapa bonita dançando e pra minha surpresa, femmes e femmes se pegando freneticamente! Adorei. A Move me pareceu menor que antes, não sei se mais alguém percebeu isso. O bar estava muito bem organizado, fui rapidamente atendida todas as vezes. Adorei os leds nas paredes e os djs não deixaram ninguém ficar parado!

Falei bem até agora né, mas lá vem a crítica. As gogo dancers pareciam travestis! Me desculpa, mas pareciam meeesmo!! As sapas se acabaram de bulina-las e eu fiquei traumatizada!

Foi legal perceber que as mulheres marcaram presença, o que destaca o fato de que na Grande Vitória somos carentes de eventos voltados para lésbicas. Amei a noite e espero, sinceramente, que dê muito certo essa nova empreitada da Move.

E as sapas não ficaram pra trás


Ai como elas são invejosas! Acreditam que já existe também um grupo chamado FROGS (sapos, em inglês), pra elas fazerem suas conferências entre vitórias-régia?

Segundo elas, o grupo surgiu para “promover a interação do brejo”. O que eu acho válido. Entón, se você é léxbicãm, sapãm, sapatilhãm ou bishcatchy caminhão, clique AQUI para participar.

p.s.: Se for levar cerveja e tira-gostos, não coloque sal, por favor… senão morrem todas