Guest Post – Quem faz o passivo?


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Vocês são muito viciadas nesse site! A gente fica 20 horas sem postar e as beeshas já comentam cortando os pulsos, pedindo por post.

Calma, galerãm, nós também temos virilha pra depilar e boy pra aquendar!

Hoje o Retrato Falado vai contar a história do Brunno, um comentador ATIVO (em vários sentidos) que passou por uma situação bem interessante!

(Vale lembrar que esse post tratará de ativos, um grupo não ainda confirmado existente pela ciência, por esse motivo entrará na categoria de Lendas e Folclore Gay) 

Cata o texto do Brunno:

Desde que fui construindo minha identidade sexual de acordo com diversas experiências, notei sempre uma preferência maior sendo o ativo no sexo com homens, e na grande maioria dos casos, a atração era por gays mais novos, mas não deixava de observar mais velhos que sempre chamavam a atenção em algo, mas a atração sexual era mínima e insuficiente para uma investida, e quando eu era investido, a recusa era imediata, observando a preferência por mais novos.

Tô contigo

Tô contigo

Sempre me mantive aberto quanto à questão ativo/passivo/versátil, levando em conta um ideal que eu sempre carreguei de que o gay masculino pode sim ter uma relação sexual com outro homem e se satisfazer das duas formas.

Estamos nós acostumados com os velhos estereótipos de que a gay folclórica será sempre a passiva e o bombado será sempre o ativo, e eu sempre tive o perfil de cara sem muitos trejeitos femininos, de certa forma era um jeito inconsciente/consciente de tentar atrair gays com mais trejeitos femininos, como eu preferia, e eu imaginava assim eu afastaria também as gays mais masculinas.

Sou femininãm, topa?

Sou femininãm, topa?

Zorro

Luta de Espadas

Tudo mudou quando conheci um rapaz doze anos mais velho do que eu, que de cara não me atraiu justamente por isso e por ser masculinizado. Mas a partir de uma conversa passei a vê-lo de forma mais interessante.

Fui bastante relutante para não ficar, pois eu sabia que não ia dar em nada, no máximo beijos, mas acabei saindo com ele e aos poucos me envolvendo e aumentando a vontade de fazer sexo com ele.

Na primeira oportunidade de transarmos ele foi logo se declarando ativo, não me importei porque eu estava muito a fim, e na hora da transa acabei tendo atitudes que pudessem levar ao versatilismo de ambos, como tocar na bunda dele e simular uma penetração nele.

Mas ele se esquivou de tudo isso, até culminar na declaração de que ele não gostava de nada daquilo, inclusive não fazia sexo oral, apenas recebia, e dizia que ele preferia que o outro fosse uma mulher com ele.

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mghConfesso que fiquei bastante desapontado, mas acabei deixando naquele dia movido pelo tesão no corpo dele. Ao passar do tempo nos encontramos diversas vezes, saindo para passear e conversar, aumentando o envolvimento, mas sexo mesmo acontecia poucas vezes, mas quando acontecia, ele era sempre o ativo-nada-liberal.

Em dado momento percebi que eu tinha me tornado a passiva do pedaço, mas que eu gostava bastante de me relacionar assim com ele, sentia prazer de verdade, e que o que me causava desconforto algumas vezes, era por causa do possível julgamento alheio de que a passiva é submissa e usada.

Somente quando passei a me desprender desses estereótipos foi que passei a ter uma relação bem intensa e proveitosa com ele.

Infelizmente ele faleceu de forma trágica, e depois de me recuperar, voltei a me relacionar com gays mais novos do que eu, e prefiro ser o ativo com eles.

Comentários da Max:

quadradimTodo mundo já teve aquela pessoa, encostada pela Pomba Gira, com quem você faz tudo aquilo que nunca se imaginaria fazendo com mais ninguém. Só me cortou o coração ler a narração de um ativo se tornando versátil assim, sem nenhum aviso para pessoas com problemas cardíacos.

Esse tipo de heresia dá uma revolta dentro da gente, né? A gente que é passeeva lê uma porra dessas e fica pensando: Se eu estivesse lá já teria sentado na pica dos dois e ninguém discutiria mais nada além de quantos centímetros eu tenho de profundidade.

Por mim ele já ganhou um vale-quadradinho-de-8 por ser uma das poucas pessoas que fogem do clichê: “Não sou e não curto afeminados”.

Aliás, se ele escrevesse que gosta de qualquer outro grupo, ganharia o vale, porque eu valorizo gente exótica.

Enfim, nada me incomodou mais que a maneira que o falecido tratava ele. Quem nunca pegou aqueles ativos que querem te tratar como uma mulher, e o pior, como uma mulher machista e submissa?

Não é fácil de engolir, nessas horas bato meu pau na mesa e grito: Eu sou homem, garáleoããããm!

(Veja o vídeo abaixo pra dar mais ênfase ao discurso)

[youtube http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=0gNqCxaZUJU#t=6s]

Como tratar seu Pau Amigo


A dica de hoje é curtinha, porém, importantíssima!

Ai, como eu amo Open Bar, perder uma festa de bebida liberada me dói o coração tanto quanto dispensar aquele boy que você sempre quis pegar, só porque não fez a chuca.

Na sexta-feira saí de casa às nove porque marquei com um pau amigo de cinco anos. Aliás, a relação de pau amigo é uma das que mais duram, já observaram?

Peguei o pau amigo, fiz o que tinha que fazer e ele deu uma carona pra mim e pro meu amigo (que não é pau porque é paseeva) até o postinho do Triângulo… sou das que gostam de esquentar antes de chegar na festa. Bebemos na frente do Teacher’s Pub e partimos pra Canal 505, que diga-se de passagem, está cada vez melhor.

Todo mundo têm um pau amigo ou um edy amigo, se você for atchyva. Geralmente os paus amigos são aqueles peguetes que fazem sexo muito bem, mas um não sente nada pelo outro além da amizade. O grande segredo dessa relação duradoura é a sinceridade de que um só liga pro outro quando a intenção é trepar com a garantia do orgasmo, uma vez que a possibilidade disso acontecer com desconhecidos é infinitamente menor.

A dica é: NUNCA se apaixone pelo seu pau amigo, ainda mais as passivas, que mais parecem garotinhas virgens toda vez que dão pra alguém. Tão deslumbradas que durante a foda elas já planejam o nome dos dois filhos que vão ter e como será a casa no campo que vão morar quando se casarem. Não faça isso, a relação de pau amigo é uma relação puramente sexual.

Outra coisa, o pau amigo jamais deve ser comprometido. Ele deve ser solteiro, desimpedido e, de preferência, não ter nem mesmo uma paixão secreta por ninguém. Primeiro porque se ele for comprometido, pode sobrar pra senhora, afinal, a piranha nunca é o namorado delas, sempre é a amante. E segundo que fazer sexo com homem que ama outra pessoa é uó, corre o risco dele te usar como step e ficar meloso demais na cama, o que pode confundir sua cabeça ou até mesmo fazer você se apaixonar por ele.

E, por fim, a dica mais importante de todas: Não divida segredos com seu pau amigo, a relação de vocês não pode passar do orgasmo, por isso ele tem o “pau” antes do “amigo”, o pau dele é a única coisa que liga vocês dois. Se passar disso ele vira amigo, se virar amizade vira paixão, se virar paixão vira amor, e você vai ficar mais uma vez correndo atrás de quem não te quer, e de postagem de “não dou valor a quem não me dá” no Facebook todo mundo já está de saco cheio!

Observe a roda-viva abaixo:

Como é a sua relação com seu Pau Amigo?

As Lésbicas e o Ginecologista


A maioria dos meus amigos próximos já estão sabendo que assim que eu terminar a Biologia vou iniciar o curso de Medicina, pois, por incrível que pareça, sou aficcionado pela Ginecologia.

Sempre achei interessante essa vibe “psicólogo” que eles têm, assim como os cirurgiões plásticos, afinal, ambos trabalham com assuntos delicados: sexo e aparência. Entretanto, a gente sabe que só os HT’s são recalcados quando o assunto é sexo, nós bee’s e sapas temos a cabeça anos-luz a frente e somos muito mais desencanados ao conversar sobre o assunto, mas e quando você, lésbica, tem que lidar com um deles por obrigação?

É, porque o médico pode até ser treinado para não emitir qualquer opinião sobre sua vida pessoal, mas é complicado deixar isso de lado quando o assunto é a sua própria racha, que está intimamente ligada a essa vida pessoal… se é que me entende…

Seja o homem médico ou pedreiro, ele, na maioria absoluta das vezes, vai se imaginar num Ménage à trois com você segundos depois que você disser “sou lésbica”. Sim, a resposta é reflexa, falou “lésbica”, ele em menos de 2 segundos tira toda a sua roupa mentalmente e te imagina na cama com alguma mulher brigando pela neca dele.

Algumas amigas lésbicas minhas tiveram o desprazer de se consultarem com aqueles Ginecologistas recém-formados, sabe? Que ainda não amadureceram e não escondem a euforia diante de uma vagina. Segundo elas é humilhante a cara de velho babão que eles fazem quando elas contam sobre sua sexualidade, tal qual aqueles cachorros em frente àqueles fornos de frango de padaria.

Outra conhecida minha tinha uma Ginecologista mulher, mas nem por isso foi mais tranquilo, a racha tinha 60 anos e era homofóbica! Agora você imagine abrir suas pernas pra ela e deixar nas mãos de uma homofóbica a sua única fonte de prazer confiável? SU-I-CI-DA!

E vocês? Acham que o sexo, o âmbito social e a mentalidade do Ginecologista podem influenciar na sua relação com uma paciente lésbica? Já passaram ou conhecem alguém que já passou por alguma experiência envolvendo esse tipo de problema? Conta pra mim!

E para descontrair: