Você gosta de apito na balada?


Confesso que amei o bafão desse final de semana. Eu mesmo, quando vou à Move, tenho vontade de esganar as bee’s que levam apito pra balada e ficam assoprando aquele negócio no ritmo da música.

NÃO, minto! Odeio mais as que batem palma “fazendo vácuo”, sabem como? Quando você bate a palma de um jeito todo especial pra sair um som tão alto que é capaz de estourar o tímpano da gay ao lado.

Mas eu não sou uma boa referência, sou chatíssima com barulhos, me irrito até com meu irmão clicando no mouse do PC.

Vamos ao ocorrido:

Sempre fui MUITO bem atendido em todas as boates da Grande Vitória: Move Music, Chica Chiclete, Space Pub,  Casa Clube, as extintas Next e Heaven Brazil, e qualquer outra.

Sempre fui muito querido por todos os funcionários, desde o gerente até o entregador de bebidas. Mas fiquei muito decepcionado com o tratamento que recebi – acreditem – de um dos produtores do Massa Cult, na festa Erótica Madonna – Especial de lançamento do álbum MDNA!, último sábado no Teacher’s Pub.

Como muitos sabem, já presenciaram e curtiram, sempre estou na boate com meu famoso apito, interagindo com o DJ, apitando no momento oportuno e no ritmo da música. Nunca reclamaram, ao contrário, sempre apreciaram o charmoso complemento que o som do apito traz à música.

Enfim… Esse indivíduo veio com sua duvidosa polidez e me chamou para anunciar que “se eu tornasse a apitar iria ‘cortar’ minha pulseira e me convidar a sair da festa”. Acreditando não ter entendido as palavras dele, questionei o motivo e ele disse que “aquilo era uma boate, não um parquinho”. Dei uma olhada ao meu redor e verifiquei a quantidade de moleques presentes, tentei não ser sarcástico, mas não posso me conter nessas horas e devolvi: “Pensei que fosse [um parquinho], pois só vejo crianças”.

Cutucando a sobrancelha atrás dos óculos, ele insistiu dizendo “só não volte a apitar”. E com meu sorriso sarcástico, beijei meu polegar e lhe dei um joinha. Logo mais, como em qualquer momento oportuno, tornei a apitar, no ritmo da música, para a alegria de todas as crianças do parquinho.

Se o meu apito ecoa nas pistas há 6 anos é tão somente porque o público pede mais e mais.

A bee foi abusadíssimãm, adorei a resposta na ponta da língua, admito! hahahaha. Mas, segundo a produtora, as pessoas não estavam curtindo tanto assim o apito, segue a resposta:

É simples, ele tava com um apito extremamente alto (que estava se sobressaindo ao próprio som do Teacher’s) e vieram pessoas reclamar sobre ele. Fui até a pista, identifiquei e pedi para que parasse de apitar, e como medida padrão, avisei que em caso de reincidência a segurança teria que ir convida-lo a sair…

Agi da mesma forma como tive que pedir em outra festa para uma menina com uma LANTERNA parar de ligar aquilo na festa.

Como você mesmo pode ver na descrição dele, ele não se poupou na réplica e conseguiu ser bem irritante. Pedirei desculpas a ele se ele se sentiu ofendido assim, mas tenho que prezar pelo bem da maioria e infelizmente alguns não estavam gostando e vieram reclamar do apito.

É… mas são rocks e rocks, néam? Eu acho apitos super divertidos em festas temáticas, ou em raves, tem tudo a ver.

Porém, em outros locais a gente fica mais parecendo o Latrell, aquele negão do filme As Branquelas, quando usa tóxicos.

E vocês, leitoras, o que acham de apito na buatchy?