Um Lugar chamado Cherry Creek


A forma é clássica, essa coisa de inversão pra se colocar no lugar do outro, mas esta produção está tão bem feita e com o conceito tão bem acabado… EU ADOREI!

Fora que o recado dado é sempre importante repetir: “é importante pensar de forma empatica, como se os problemas alheios fossem nossos problemas”.

Dica do Luiz Cláudio via facebook.

A farsa do “não tenho preconceitos”


Não fui muito com a sua cara

Hoje em dia é bem comum ouvir a expressão: “Amo a todas as diferenças e não tenho preconceitos”, entretanto, essas mesmas pessoas não observam que pré-conceituar está muito além dos típicos grupos que são alvo de discriminação e parte para uma outra esfera: a do conceito.

Pré-conceituar, como o nome já diz, é o ato de criar um conceito a partir de uma impressão inicial, sem um estudo mais profundo sobre o que se conceitua. E isso nós fazemos O TEMPO TODO, seja quando você sente vontade de chegar numa pessoa para puxar assunto ou quando você torce o nariz para alguns funkeiros escandalosos no ônibus.

Você acabou de entrar, mas todo mundo já tem uma opinião formada sobre você

Por toda a vida, nós estamos submetidos e submetemos as outras pessoas a julgamento, e isso faz parte da convivência social harmoniosa. Se você não pré-conceitua, você não desconfia, se não desconfia é ingênuo, e a ingenuidade, bebês, é a pior qualidade para se ter num mundo no qual não podemos confiar nem em nós mesmos.

Portanto, aprendam, preconceito todo mundo tem, mas o que diferencia você do preconceituoso, é procurar saber se o seu pré-conceito está correto ou equivocado, afinal, eu posso achar que alguém tem cara de vinhádo, e estar certo, não é meishmo?

Então, me poupem, porque de gente que diz amar a tudo e a todos, mas que atravessa a rua quando passa um trombadinha na calçada, eu estou can-sa-da!