Ê coisa boa, baile no brejo!


Hoje (29), tem baile lésbico, #vemsapa:

Gatãn, vai pro baile (tchãrãrã), vai pro baile (tchãrãrãrãrãrãrãrã), de-de-de saiiiinhaaaaa?

O evento faz parte da semana de Cidadania LGBt de Vitória. Que ainda terá mostra de filme, distribuição de material informativo e a Parada Gay de Camburi no domingo (fique calma, falaremos mais ainda essa semana)!

Via LGBT-ES.

SENAS da noite capixaba #8: Você sabe porque o dark room da Chica foi fechado?


Senta que lá vem história da noite gay capixaba.

O dark room do bar da Chica era há uns 4 anos um dos maiores baphos que tínhamos por essas bandas. Seu fechamento causou comoção e muitas dúvidas sobre o real motivo que teriado levado ao fim daquele que era quase um monumento sexual do estado. Já contei aqui algumas histórias deste dark room, como a da minha primeira vez e as mãos fantasmagóricas, e da peruca elzada.

Eu fiquei sabendo por um funcionário antigo da casa, o real motivo da Chica ter acabado com o dark e vou contar pra vocês porque é uma história muito boa e bizarra (como toda boa história é).

O dark, apesar de muito popular – e talvez por isso mesmo -, era um grande fardo para a casa. Todo final de semana acontecia alguma coisa, alguma confusão provocada por um namorado metido a eshperto que dava umas fugidas com outro lá pra dentro ou de elza como no caso da peruca que contei. Fora que de manhã toda sorte de coisa era encontrada por lá, cercado por uma grande quantidade de sujeira, como camisinhas usadas, sêmem e nena das bee chequeiras. Às vezes até uns boy ficavam jogadinhos por ali mesmo. Também tinha o fato de a partir de uma certa hora, boa parte da galera do dancefloor se jogar no escurinho em busca de fofação, deixando a pista quase vazia (elas são nervosas, mona!!!) Isso tudo deixava a Chica p da vida. Mas um dia foi encontrado um obejto lá que foi a gota que faltava pra entornar o caldo e levar as pica a paciência da proprietária.

Pois saiba que o objeto estranho que foi o grande responsável pelo estopim que acabou com o dark foi…

…uma batata doce! 😮 Sim, uma batata doce! E estava ainda naquelas redinhas amarelas de feira. Qüenda!!! Quando o funcionário levou aquilo pra Chica ela falou “CHEGA DESTA MERDA!” e pois fim ao baculejo na boate. Mas os risos da imagem surreal foram inevitáveis, néam?

Não me pergunte, beesha, também não faço ideia do que o tuberculo fazia lá dentro. Se alguém tiver alguma hipótese conta aí pra gente…

“Cara na poeira” ou “Ex-ex-gay, ex-pastor… virou bagunça!” ou “Beesha má” ou “The best matéria jornalística”


Pra que estragar com comentários o que já é uma piada pronta com uma  irônia tão fina, néam? (Clique na imagem pra ler esta pérola completa):

1. “Ele que por oito anos se apresentou em boates gays sob o pseudônimo de Shirley Mac Lanche Feliz, depois de convertido virou o Pastor Rochinha. ”

2. “Ana Paula acredita que seu casamento se desfez pela constante recusa em praticar sexo anal com o marido. Ela revela que “ele era obcecado por sexo anal”.

Ela ainda afirma que confidenciou isso ao irmão, que a apoiou.

Ana Paula acha que seu irmão se valeu desta informação para oferecer ao marido um diferencial competitivo.”

HUAHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUHA! Ai, ai… Snif!

Arrasem nos comentários. Sem mais. Muah!

SENAS da noite capixaba #4


No dia daquele dilúvio, vejam bem, no dia do dilúvio, estava eu no terminal e fui ao banheirón fazer um pipis, sacumé, né? Cervejinha e pepis são inevitáveis.

Chegando lá, tô descarregando todo aquele líquido pela minha necona linda (muah!) quando reparo no mictório ao lado um homem lindo, e quando eu falo lindo é lindo meshmo. Sabe aqueles caras grisalhos, mas com face máscula e jovem, tipo William Bonner? Então, era assim. Dei só aquela olhada assim meio de lado, meio d’isgay. Fiquei bege quando vi que o cafuçú já estava de MALA PRONTA! E era uma suuuuuper mala (e não é papo de fim de semana de beesha, não). Fiquei ali, fazendo a discreta olhando só de soslaio.  A beesha começou a se exibir pra mim, pode? Virou a neca em minha direção e começou a se masturbar. Apesar de estar passado por dentro e com a boca seca, mantive meu ar de eterno blasé. Estava um pouco assustado, pois eu ouvia barulhos vindos dos reservados e das torneiras indicando que havia mais alguém no banheiro. Fiquei ali naquele clima de excitação e pânico… TOLO! De repende, não mais que de repente, surge do nada uma passiva feia e gorda e voa de boca na neca do cafuçu!!! E eu? Fiquei assim ó:

Sim, beesha, ali mesmo na área do mictório, qualquer um poderia chegar e ver a “sena”. E as duas safadas ainda ficaram sensualizando, como que me chamando pra participar. Constrangida, fiz um bom carão e fui saindo. Antes de atravessar a porta, ainda pude ver a expressão do cafuçú de “Pô, bee, vai cagar no maiô agora?!”