CAMPANHA – “Queremos ver UM ESTRANHO NO LAGO no Cine Jardins”


Cata a história:

“Em pleno verão, um lago é usado como praia nudista por vários homens homossexuais. Eles sentem-se à vontade no local e usam o bosque ao lado do lago para ter relações sexuais. Um dos frequentadores mais assíduos é Franck (Pierre Deladonchamps), que um dia faz amizade com Henri (Patrick d’Assumção), um homem solitário que vai ao lago em busca de paz, sem ter qualquer interesse em outros homens. Com o desenrolar dos dias e as conversas constantes, eles se tornam amigos. Só que Franck se apaixona por Michel (Christophe Paou), um novato no lago, sem saber que ele é uma pessoa perigosa.”

Essa é a sinopse do filme “Um Estranho no Lago”, filme francês dirigido por Alain Guiraudie e SIM, nós queremos muito ver ele nas telonas e no escurinho do cinema. Por isso, estamos organizando um movimento para pedir/implorar/obrigar que esse filme venha a Vitorinha, que, como sabemos, tem pouquíssimos espaços para exibição de filmes e menos ainda com essa delícia de temática. Ou seja, é entretenimento, mas também é político!!!

Assista ao trailer:

Quer participar e apoiar essa campanha do bem? É pelo Facebook, é só clicar aqui e participar!

Guest Post – Quem faz o passivo?


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Vocês são muito viciadas nesse site! A gente fica 20 horas sem postar e as beeshas já comentam cortando os pulsos, pedindo por post.

Calma, galerãm, nós também temos virilha pra depilar e boy pra aquendar!

Hoje o Retrato Falado vai contar a história do Brunno, um comentador ATIVO (em vários sentidos) que passou por uma situação bem interessante!

(Vale lembrar que esse post tratará de ativos, um grupo não ainda confirmado existente pela ciência, por esse motivo entrará na categoria de Lendas e Folclore Gay) 

Cata o texto do Brunno:

Desde que fui construindo minha identidade sexual de acordo com diversas experiências, notei sempre uma preferência maior sendo o ativo no sexo com homens, e na grande maioria dos casos, a atração era por gays mais novos, mas não deixava de observar mais velhos que sempre chamavam a atenção em algo, mas a atração sexual era mínima e insuficiente para uma investida, e quando eu era investido, a recusa era imediata, observando a preferência por mais novos.

Tô contigo

Tô contigo

Sempre me mantive aberto quanto à questão ativo/passivo/versátil, levando em conta um ideal que eu sempre carreguei de que o gay masculino pode sim ter uma relação sexual com outro homem e se satisfazer das duas formas.

Estamos nós acostumados com os velhos estereótipos de que a gay folclórica será sempre a passiva e o bombado será sempre o ativo, e eu sempre tive o perfil de cara sem muitos trejeitos femininos, de certa forma era um jeito inconsciente/consciente de tentar atrair gays com mais trejeitos femininos, como eu preferia, e eu imaginava assim eu afastaria também as gays mais masculinas.

Sou femininãm, topa?

Sou femininãm, topa?

Zorro

Luta de Espadas

Tudo mudou quando conheci um rapaz doze anos mais velho do que eu, que de cara não me atraiu justamente por isso e por ser masculinizado. Mas a partir de uma conversa passei a vê-lo de forma mais interessante.

Fui bastante relutante para não ficar, pois eu sabia que não ia dar em nada, no máximo beijos, mas acabei saindo com ele e aos poucos me envolvendo e aumentando a vontade de fazer sexo com ele.

Na primeira oportunidade de transarmos ele foi logo se declarando ativo, não me importei porque eu estava muito a fim, e na hora da transa acabei tendo atitudes que pudessem levar ao versatilismo de ambos, como tocar na bunda dele e simular uma penetração nele.

Mas ele se esquivou de tudo isso, até culminar na declaração de que ele não gostava de nada daquilo, inclusive não fazia sexo oral, apenas recebia, e dizia que ele preferia que o outro fosse uma mulher com ele.

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mghConfesso que fiquei bastante desapontado, mas acabei deixando naquele dia movido pelo tesão no corpo dele. Ao passar do tempo nos encontramos diversas vezes, saindo para passear e conversar, aumentando o envolvimento, mas sexo mesmo acontecia poucas vezes, mas quando acontecia, ele era sempre o ativo-nada-liberal.

Em dado momento percebi que eu tinha me tornado a passiva do pedaço, mas que eu gostava bastante de me relacionar assim com ele, sentia prazer de verdade, e que o que me causava desconforto algumas vezes, era por causa do possível julgamento alheio de que a passiva é submissa e usada.

Somente quando passei a me desprender desses estereótipos foi que passei a ter uma relação bem intensa e proveitosa com ele.

Infelizmente ele faleceu de forma trágica, e depois de me recuperar, voltei a me relacionar com gays mais novos do que eu, e prefiro ser o ativo com eles.

Comentários da Max:

quadradimTodo mundo já teve aquela pessoa, encostada pela Pomba Gira, com quem você faz tudo aquilo que nunca se imaginaria fazendo com mais ninguém. Só me cortou o coração ler a narração de um ativo se tornando versátil assim, sem nenhum aviso para pessoas com problemas cardíacos.

Esse tipo de heresia dá uma revolta dentro da gente, né? A gente que é passeeva lê uma porra dessas e fica pensando: Se eu estivesse lá já teria sentado na pica dos dois e ninguém discutiria mais nada além de quantos centímetros eu tenho de profundidade.

Por mim ele já ganhou um vale-quadradinho-de-8 por ser uma das poucas pessoas que fogem do clichê: “Não sou e não curto afeminados”.

Aliás, se ele escrevesse que gosta de qualquer outro grupo, ganharia o vale, porque eu valorizo gente exótica.

Enfim, nada me incomodou mais que a maneira que o falecido tratava ele. Quem nunca pegou aqueles ativos que querem te tratar como uma mulher, e o pior, como uma mulher machista e submissa?

Não é fácil de engolir, nessas horas bato meu pau na mesa e grito: Eu sou homem, garáleoããããm!

(Veja o vídeo abaixo pra dar mais ênfase ao discurso)

[youtube http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=0gNqCxaZUJU#t=6s]

Está permitido putaria no Gindr!


Sabem por que? Porque agora o seu namorado NÃO PODE MAIS mexer no seu Galaxy [insira o alfabeto aqui] sem a sua autorização, cata:

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Vamos ignorar por um segundo esse título machista que atribui às mulheres a característica de futriqueira (além de nos fazer o favor de lembrar que a lei também valerá para os homens, como se o Código Penal tivesse alguma lei que só servisse para um sexo) e nos focar no que diz a dita cuja:

Art. 154-A.  Invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita.

Pena de 3 meses a um ano, e multa.

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Te fodi :)

Te fodi 🙂

TODO MUNDO botando senha no celular agora! Nem sei pra quê tô avisando, a gente sabe que celular liberado do lado do namorado é oficina do diabo (tomba na Aliteração, bee das Letras).

Acho uma pena, porque eu só descobri que eu ex meu estava me traindo por causa do celular dele. Vocês acreditam que ele mantinha fotos trepando com outra beesha numa pasta chamada “Música Celta”, esperando que eu nunca fosse abrir.

E não abriria mesmo, se eu não tivesse conhecido um viado budista super pedante no dia anterior, que havia me gongado porque eu não conhecia esse estilo musical.

Abri e *BOOM*, dei de cara com a gay arreganhada numa pedra que nem um Dragão de Komodo, sem contar os big closes absurdos do koo cheio de espinha dela.

Que afronta, Max! :O

Que afronta, Max! :O

Virei o satanás, acho que incorporei umas 7 travestis da Vila Rubim e corri atrás dele com o primeiro objeto pontudo que vi na frente. Só me lembro que alguém me segurou e tirou a arma da minha mão, mas quem viu a cena podia jurar que eu não estava sozinho ali. hahahah

Grindr versus Scruff


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Clássico

Pra quem me acompanha via Facebook, ficou claro que minha última aquisição foi um moderníssimo Samsung Galaxy: um TelefoneEsperto com aqueles programas pro povo te stalkear melhor.

Eu sempre caguei pra toda essa coisa de tecnologia e até ontem usava o vintage e saborosíssimo Motorola V3, mas me rendi à tentação e comecei a usar esses programinhas móveis.

Assim que liguei o telefone procurei a primeira coisa que toda gay procura quando conecta a internet: Piroca, É CLARO!

Meu perfil

Meu perfil

Logo dei um jeito de baixar o Grindr, porque me falaram que era mais antigo, mais popular e é capaz de encontrar beeshas a fim de pegação até mesmo no meio do mato subindo o Mestre Álvaro.

Tirei uma foto bem bonita do meu pau rosto e fiquei disponível, o maior erro da minha vida.

Beeshas, DOIS minutos que eu saí pra comprar cigarro já recebi mensagem de leitora do blog gritando: “Não acredito, é a Max! A Max procurando pica no Grindr! Safada!”

Woof!

Woof!

Logicamente aquilo acabou com qualquer possibilidade de eu permanecer ali, néam? Instalei então o Scruff, porque me disseram ser mais seletivo e cheio de boy com barba.

Só se for barba nas partes íntimas. Se eu vi duas fotos de rosto foi muito, o mural era tomado de pintos, peitos e bundas de todas as cores e necessidades graduais de esfoliação.

Me senti assim quando abri:

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Aliás, tinha uma com um cisto pilonidal (não clique AQUI se tiver estômago fraco) que mais parecia uma dobra no espaço-tempo para outra dimensão, de tão profundo.

Eu até faria uma piada sobre errar o buraco na hora de dar, mas o blog é um site de família e não precisamos nos rebaixar com piadas escatológicas.

Cansada de tudo isso, resolvi perguntar no Facebook qual a principal diferença entre os dois, vejam algumas respostas (Veja todas clicando AQUI):

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E vocês? Concordam com a opinião da galera, ou acham que rola um preconceito com o pessoal do Grindr, assim como com quem ainda usa Orkut (estranho o Google não colocar aquele tracejado vermelho embaixo dessa palavra, dizendo que ela não existe)?

Hoje na Discovery: Héteros


O fim de semana tá chegando, a gente fica mais saidinha, começa a pensar em qual roupa deixa nossos edis e necas mais bonitos, e em como seduzir aquele boy, ou até mesmo apimentar a relação com o namor… MEU CU, odeio essas introduções picantes de artigo sobre sexo da Revista Nova.

Vamos direto ao ponto, PUTARIA hétero em plena luz do dia:

Max aprovaria? Sim, é claro! Se ela não estivesse esfregando esse koo seco dela nas coxas do boy, muito longe da neca.

Tudo close, essa sexualidade reprimida dos héteros só me faz rir.

Duvido que se fossem duas beeshas elas estariam nesse esfrega-esfrega idiota esse tempo todo. A passiva já teria fagocitado a piroca do boy com bermuda e tudo, igual um macrófago.

Isso é com a Inês Brasil, imagine o que elas fazem com os namorados.

Isso é com a Inês Brasil, imagine o que elas fazem com os namorados.

Em falar nisso, cês já viram essa delícia de vídeo?

Ichi lib uátil taóis ❤

Dica do Marcos

A mãe do Mr. Catra


Já ouviram o hit do verão? Vovó Ribinha em “O calor da pica”?

“Se o senho padre soubesse/ o valor que a foda tem, largava a santidade/ e vinha fuder também”, “Pica não namora, somente chora quando vê buceta!”, “De fudê já chega, nego! Seu pau tem manteiga!”, “Homem endurece a pica e a mulher bate o pinguela”. Isso é que é música de sacanagem de verdade, não são como esses funks modernos que querem chocar apenas porque usam palavras como grelo, xoxota, cu, piroca… Como diz Pedro Bial: “POESIAAAAAAAA!”

E se seu pai ou mãe ouvir você arrasando na Valesca e te julgar fala: “bitch, eu sei que na sua época tinha coisa pior…”

“Gostei do seu timbre, você me emocionô. Meu voto é SIM!”

Via Não salvo.