Os Tabus Sociais na Percepção dos Gêneros e Papéis Sexuais


Esse vídeo explica de forma esclarecedora “Os Tabus Sociais na Percepção dos Gêneros e Papéis Sexuais”. O documentário, dirigido e produzido por Júlia Balthazar, propõe discutir a questão dos gêneros sobre diferentes perspectivas (psicológica, filosófica e jurídica) na tentativa de romper com os mitos que cercam o tema.

A professora doutora Tatiana Lionço, expõe sob o viés da psicologia o conceito de plasticidade da sexualidade, “o desejo é construção humana imersa num universo simbólico, determinado por experiências relacionais do indivíduo”. Ou seja, a história da pessoa é que vai determinar uma orientação e uma representação para si. Penso que no fundo já existe uma predisposição para ser gay. Seria essa teoria uma forma polida de reafirmar a idéia de opção sexual?

O documentário contém ainda a opinião de mais dois especialistas, professor doutor em filosofia Hilan Bensusan e da ministra do Superior Tribunal Militar, Elizabeth Rocha. Mais um trabalho que merece ser compartilhado com vocês.

Fonte: Plur@l – Grupo de Diversidade Sexual

Câmara debate amanhã proposta que abre caminho para a “cura gay”


Duas resoluções do Conselho Federal de Psicologia, que orientam os profissionais da área, poderão ser derrubados durante a audiência pública na Câmara dos deputador, nesta quinta-feira, 28. O deputado João campos, líder da bancada evangélica na casa, apresentou projeto de lei que pode fazer com nós, lindinhos, voltemos a ser vistos como “DOENTES”.

“Entendo que a matéria não pode ser vista apenas sob a égide de uma única classe profissional, pois alcança a sociedade de uma forma geral. O tema requer um estudo e uma análise aprofundada, levando em consideração os aspectos científicos e também sociais que o envolvem” (…) Entendo que a matéria também deve ser submetida às pessoas que desejam buscar na psicologia ajuda em virtude de dúvidas quanto à orientação sexual”, declarou o parlamentar à Agência Câmara.

A sessão de debate será realizada às 9h30 pela Comissão de Seguridade Social e Família, da qual Campos é suplente. Não que isso influencie, é claro. Como, no ano de 2012, um absurdo desses pode ser pautado? Tenha santa paciência, Sr. Sociedade!

Como diria Robin Tyler: SE A HOMOSSEXUALIDADE É UMA DOENÇA, ENTÃO DEVERÍAMOS AVISAR DIARIAMENTE NO TRABALHO: OI, NÃO POSSO TRABALHAR HOJE, AINDA ESTOU GAY.

Fonte.