O prazer de dar o cu é complemetar


Um dos post mais acessados deste blog é um texto muito simples que escrevi num momento de desabafo no qual eu falava da mistificação da dor de ser penetrado pelo ânus. De certo modo, este é um post oportunista, pois na ânsia de sempre ter mais acessos e agradar aos leitores pensei em continuar a tratar do assunto (até porque é bom e todos gostam). Aliás, eu estou bem pensando em resgatar séries de posts perdidos no passado desta imensidão de informações bafônicas que se tornou o BC.

Enfim, dar o edí por si só provoca-nos um prazer razoável, pois o ânus possuí uma série de áreas super sensíveis e que por ventura provoca prazer (não vou ficar falando de coisas muito fisio-biológicas, tipo nervo, músculo e etc, porque, né, sexo é mais que isso e eisso meio que quebra o tesãozinho). Para mim, dar liga intimamente a parte da frente a parte de trás.  Já repararam – quando você é ativo – que se você está penetrando alguém – não há eufemismos! – e esta pessoa goza – no sentido de ejacular mesmo – acontece uma série de fortes movimentos em sue pênis causado pela forte contração da região do cara? Então,  ali mora todo o segredo e o prazer de ser passivo que só é completado portanto, pela estimulação da parte da frente. Ou seja, não tem isso de dar e não gozar, não, pelo menos comigo. Dar sem gozar, para mim, não caracteriza o ato sexual completo. Com vocês é assim também? Não vem fazendo a tímida não…