Penetração não define sexualidade


Se essa Fazenda está boa ou ruim eu não sei.

Mas pelo menos essa discussão foi uma delícia e Léo + Penélope se mostraram inteligentíssimas diante do machismo dos “machos-alfa” de koo quadrado, que não admitem que fisiologicamente todo homem (hétero ou gay) é capaz de sentir prazer com a próstata:

Tem como não amar? Não vou mais reclamar quando disserem que me pareço com a Léo, não depois dessa demonstração de conhecimento. ❤

E tem gay que ainda concorda com o conceito machista de sexualidade, dá uma olhada no absurdo clicando AQUI.

Respondendo o comentarista B! que comentou aqui dizendo que gente inteligente é exceção: quem me dera que gente BURRA fosse a exceção.

Dica do Diego

Para as sapas: Os 6 tipos de orgasmo feminino


Estava passeando pela internet, procurando um insight pra postar alguma coisa pra vocês nessa tarde amorosa de quarta-feira, e deparei com esse guia sobre os 6 tipos de orgasmo feminino. Como eu ainda não tenho rachada, queria saber de vocês, lésbicas e outras amapoas HT’s perdidas no Babado Certo, se o guia está certinho. Entón, leiam e opinem nos comentários, tsá?

1. O ponto U
A uretra – por onde sai a urina – é um ponto de prazer para muitas mulheres (o que não é de surpreender, já que fica entre o clitóris e a entrada da vagina, área supersensível). Pressioná-la ou massageá-la com os dedos ou a língua, abusando de movimentos circulares ou de cima para baixo, pode levar você a um clímax inimaginável.

2. Dois gatilhos poderosos: ponto G e zona AFE
Para dar um descanso ao clitóris, procure o orgasmo estimulando o ponto G (aquela parte da vagina do tamanho de uma moedinha situada acima do osso púbico) ou a zona AFE (sigla do inglês anterior fornix erotic, traduzindo, entrada erótica anterior), que fica na mesma parede vaginal, só que perto do colo do útero. Enquanto o G é um ponto bem preciso, a AFE é uma zona esponjosa maior e menos definida. Tem, porém, a vantagem de responder a estímulos suaves. Para chegar ao orgasmo dessa forma, a posição ideal é a penetração num ângulo de 90 graus, com a parceira ajoelhada.

3. A magia dos seus seios
O sexólogo Herbert Otto garante que o estímulo dos seios é a segunda forma mais comum de uma mulher chegar ao clímax. Exagero? Pode ser. Mas não resta dúvida de que uma sessão de estímulos com a língua, os lábios e os dentes é de enlouquecer. E ao que parece esse tipo de orgasmo é mais frequente do que se imagina: numa pesquisa com 500 mulheres, 29% garantiram já ter experimentado.

4. Contatos imediatos com o clitóris
É fato: a maioria de nós precisa de estímulo nesse “botão mágico” para ter prazer. Quando as mãos são usadas, movimentos circulares e para a frente e para trás fazem maravilhas. Embora mãos competentes sejam uma glória, dificilmente superam a língua em destreza. O sexo oral deixa a maioria das mulheres loucas, não só pelas sensações que desperta como por ser um ato de intimidade absoluta. O que se espera que uma boa amante faça com a boca lá embaixo? Use toda a língua, não apenas a ponta, pois cada parte proporciona uma sensação diferente ao toque. Estimular o clitóris com vibradores é mais uma variação bem-vinda.

5. Em busca do ápice vaginal
As sensações produzidas por um orgasmo clitoriano são diferentes das experimentadas no vaginal. No livro O Grande Oooh! (Planeta do Brasil), a sexóloga Lou Paget explica a razão científica dessa diferença: “O estímulo do clitóris faz o útero e o canal vaginal se expandirem e se elevarem, preparando a vagina para a entrada do pênis. No estímulo vaginal, o útero pressiona a vagina. Portanto, é lógico ter sensações distintas”. Algumas posições favorecem o prazer vaginal. As mais recomendadas são as com a passiva por cima. A ativa por cima também é favorável porque a penetração é profunda e a força que o corpo dela exerce desencadeiam sensações prazerosas em toda a vagina.

6. O encanto do mais proibido dos carinhos
Na lista de possíveis fontes de prazer não pode faltar o ânus, com suas terminações nervosas altamente excitáveis. Ele pode ser estimulado com os dedos, a boca ou brinquedos eróticos como vibradores e bolinhas. Mas aqui o Max diz: A mulher não tem próstata, portanto, tais terminações nervosas só estão presentes na entrada do ânus, lá dentro a sensibilidade é mínima.