Você sabia…?


A prefeitura de Vitória possui um projeto chamado “Pluricidade” que rola pelo 6º ano consecutivo. Com ele, a população de Vitória tem a oportunidade de ampliar as discussões sobre o respeito à diversidade e a igualdade para todos. Os eventos são realizados em diversos lugares da cidade, com o objetivo de promover o reconhecimento dos direitos da mulher, da população LGBT, da população negra, a educação para o consumo consciente e sustentável e a prática dos direitos humanos.

Alguns eventos que ainda vão acontecer esse ano:

26 a 30 de Novembro
I Mostra Cine Aids Vitória

8, 9 e 10 de Dezembro
Direitos Humanos no Cotidiano

10 de Dezembro
Mulheres Cantam e Encantam Vitória

10 de Dezembro
I Mostra Cultura e Diversidade

11 de Dezembro
III Dia de Cidadania LGBT

12 de Dezembro
V Manifesto do Orgulho LGBT de Vitória

13 a 15 de Dezembro
É Tempo de Mulher

Mais informações, no site do Pluricidade.

O troco


Janeiro! Férias, praia, turistas… O que está tendo aqui no estado durante todo mês nas praias de Camburi e da Costa? Se você respondeu ou pensou numa vasta programação cultural de todas as tribos e gostos errou. Nós teremos o Jesus Vera Vida Verão que é um grande evento evangélico, com música evangélicas, voltada para evangélicos. Bocas malditas dizem que é quando as irmãs se jogam no rock e enfim… Deus sabe o que faz, não é?

Quero deixar claro que não tenho (e nem poderia ter) nada contra o culto e a prática religiosa evangélica em si, conforme proteje nossa constituição, afinal cada um acredita naquilo que quiser, reza e louva quem quiser e da forma que quiser. A grande questão é justamente quando os crentes extrapolam esse campo e tentam invadir outros campos como o político, o social e mesmo o respeito a outras religiões. Já viram quando eles panfletam nas paradas gays alegando que somos aberrações e que não teríamos nascidos se nossos pais fossem gays? Ou no carnaval dizendo ser do diabo?

Topas?!

E já me falaram que é comum também fazerem o mesmo em manifestações religiosas em locais públicos especialmente as de origem afro, como o candomblé e a umbanda. É um total desrespeito a manifestações e práticas que não as dele!!! Nesses casos, aconselho vocês chamarem a polícia.

Então, tudo isso pra falar da minha proposta, que tal darmos o troco? Criaríamos um texto interessante, que fale sobre respeito a diversidade, e fossemos ao evento panfletar! Não é uma vingança vazia, entende? O objetivo é conscientizar esse público acerca dessas questões. E aí quem apoia? E de que forma?

Se é pra falar, eu falo!


Muita gente cobrando que eu fale sobre o evento organizado pelo Programa Vitória sem Homofobia da Secretaria de Cidadania e Direitos Humanos da Prefeitura de Vitória dfentro do evento Pluricidade onde foi discutido “As faces da violência LGBT” e terminando com um show da Silvetty Montilla.

Em primeiro lugar temos que parabenizar a iniciativa da prefeitura. Tenho que falar logo que isso só aocntece pois é um governo petista que está na cidade, pois pensando para além das obras públicas (ponte, praça e etc) se preocupa com os movimentos sociais e com as minorias. É uma preocupação deste governo a questão da homofobia desde que Vitória foi considerada a capital com mais preconceito contra homossexuais. E com esse evento a PMV acertou em cheio, dá até um certo orgulho na gente. Todo mundo aqui sabe que sou petista de criação e coração, né?

Mas enfim, não vou falar muito sobre a palestra pelo simples fato de que eu perdi a toda a mesa redonda com o Luiz Mott – Doutor em Antropologia e fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB) – pois eu sou uma beesha proletária. Mas quem esteve disse que foi super legal o apanhado que ele fez sobre a homofobia em nosso país dos primordios aos dias de hoje citando inclusive a questão aqui em nosso estado. Fiquei puto por ter perdido. Vieram me falar indignados que na fala dele ele citou texto e usou imagens publicadas no Babado Certo (sobre o Dj Alex) e disse que catou num  site. Se eu tivesse lá ia ficar loca e gritar “Não é um site, é O site, meu bem!”. Enfim, bobagem! Mas dá nossos créditos da próxima Luiz, dá essa força pra gente aê!

Quando eu cheguei mega esbaforido na PMV e subi correndo as várias rampas do prédio estava em pleno coquetel do intervalo entre a mesa redonda e a apresentação da Silvetty. Já cheguei comendo como um homem de neandertal, pois estava mega faminto. Entre um salgadinho e uma empada começarama  gritar “VAI COMEÇAR O SHOW!”. Uma bee penosa resmungou o “show de dó e de pena”. Daí uma racha desavisada falou “Ué, o nome do show é ‘de dó e de pena’?”. Enfim, daí tive que explicar toda aa história da peruca arrancada e tal.

Entrei e me mijei de rir com o show da Silvetty. Sabe o que foi mais engraçado no show? A Silvetty não podia falar palavrão ou coisas chulas. Daí ela ou gemia ou dava umas palas evangélicas. Ficou hilário! Ah, querem saber como foi? Ah, olha aí, então:

Olha o feijão! PAH!

Parte 2

Parte 3

Parte 4 (participação de Angela Jackson)

Pluricidade – direitos iguais e respeito à diversidade em debate


O Programa Vitória sem Homofobia da Secretaria de Cidadania e Direitos Humanos da Prefeitura de Vitória nessa segunda (7) promove o evento sobre “As faces da violência contra o segmento LGBT no Brasil“. Começará com um coquetel as 18h (Tá, ótimo!), seguida com palestra com Mott doutor em antropologia e fundador do Grupo Gay da Bahia e encerrará com um show de Silvetty Montilla. Maiores informações com a  Gerência de Política em Direitos Humanos, no  Programa Vitória sem Homofobia pelos tels: 3382-6693/6692/6694/6695.

Né, por nada não, mas tem gente querendo puxar sua peerooka por aqui, Sil! Fica eshperta!