Guest Post – Plantão Neca


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Chegou a segunda-feira, feriado aqui em Vitorinha, você bebeu todas no domingo e está de ressaca, não é verdade?

Pois eu também, por esse motivo vou empurrar pela goela de vocês um Guest Post bem pornográfico. Porque eu acho que o Babado Certo está politizado demais nos últimos dias. Eu só falo de machismo nesse garáleo, cadê as putarias que dão argumento pras nossas inimigas nos chamarem de fúteis?

Quero o blog de merda de volta!

Segue o texto do F.:

andrew mc carthyEstive internado no Apart Hospital, pois tive alguns problemas de saúde, fiquei uns três dias na enfermaria aguardando uma vaga no quarto, pois o hospital estava lotado. Assim que surgiu a vaga eu já estava bem melhor e prestes a ter alta. Chegando ao meu quarto, o enfermeiro veio me cumprimentar e conversar comigo e com o meu pai que estava me acompanhando.

Logo deitei na cama e o enfermeiro chefe que era um homem muito bonito, veio me examinar e perguntou o quê sentia. Em um momento ele pediu que eu abaixasse a bermuda, ele colocou o lenço na frente, pois o meu pai estava do outro lado da cama e começou a mexer perto do meu pau.

fantasia+erotica+masculina+de+medico+realize+seu+fetiche+americana+sp+brasil__8253A_1A princípio achei normal, pois devia ser um procedimento, mas logo em seguida ele segurou na minha mão para medir meus batimentos cardíacos, e nisso ele encostou minha mão no pau dele. Pensei na hora: Pqp.

Ele acabou de fazer o que tinha que fazer e meu pai disse que ia comer algo, pois já estava muito tarde. Ele saiu junto com o meu pai. Como estava em um apartamento privativo fiquei sozinho no quarto, mas isso foi por pouco tempo, porque não demorou muito e o enfermeiro voltou.

Ele pediu para me examinar de novo e eu deixei, ele disse para abaixar a bermuda e a cueca e logo em seguida ele começou a mexer no meu pau, começou a me masturbar.

Bling_Bling_Fetish_EyemaskTive que me controlar bastante para não ficar de pau duro, mas logo ele pegou minha mão e colocou no pau dele. Não resisti, meu pau ficou super duro. Ele começou a bater um para mim e tirou o pau dele para fora (nossa que pau enorme).

Comecei a chupar ele e nisso ouvimos um barulho, ele saiu, mas logo voltou e começou tudo de novo, ele me virou de lado e começou a passar o pau na minha bunda e tive que resistir muito para na dar para, pois estávamos sem camisinha.

E voltei a chupar ele até ele gozar na minha boca. Me limpei e ficamos nos beijando, até que ele saiu.

Antes de ele sair dei meu número para ele e ele falou para eu esperar ele no próximo plantão, mas no outro dia acabai tendo alta e não vi ele e nem ele me ligou, então pensei que ele deve fazer com todo cara novinho que chega lá.

Quando estiverem passando mal já sabem aonde ir, né?

Comentário da Max:

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Gente, mas o que é beesha, né? O outro mesmo doente não perdeu a oportunidade de chupar! Fico em choque com a coragem delas.

Enquanto eu pego um resfriado e nem banho tomo direito, de tão destruído que fico. Se bem que tenho uma história de hospital quinze vezes mais cabeluda que essa, mas jamais vou contar aqui, senão vocês todas perderiam o respeito por mim.

Mas dizem as más línguas que esse conto foi todo planejado e que ela está nos enganando. A imagem abaixo prova o rumor:

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Agora tudo faz sentido…

“Histórias Positivas” e Biossegurança


Cês sentiram que eu estou um pouco sumida do blog, néam? Claro que estou sempre comentando, não consigo ficar longe das senhoras, mas dei uma reduzida no número de postagens.

Isso porque tinha o plano de assistir todas as temporadas de Plantão Médico – é, aquele antigo da Globo – e aproveitei essa greve da Ufes para colocá-lo em prática. Então, não fiquem preocupadas, é só por um tempinho.

O engraçado é que a temporada que eu estou assistindo tem tudo a ver com a postagem de hoje: Lá no seriado, uma médica, Jeanie Boulet, descobre que está infectada pelo HIV e o adquiriu de seu marido, com quem tinha 10 anos de relacionamento. Agora passa pelo problema de conciliar essa situação com sua vida pessoal e, principalmente, profissional, afinal é médica…

Mas vamos assistir ao vídeo de uma reportagem do ES TV, que eu vou usar como gancho para falar sobre outra coisinha que muitos leitores me perguntam desde a época do bafo do HIV. Depois eu continuo a contar:

Ótima iniciativa, não é mesmo? Melhor ainda que o livro parece englobar portadores de todas as sexualidades e idades, desmistificando o preconceito sobre o gay jovem.

Algumas pessoas ainda acham que a preocupação do portador de HIV é só com os remédios e com as doenças infecciosas que pode pegar. A discriminação é a maior barreira, discriminação essa que muitas vezes, no caso de portadores gays, parte da própria comunidade – da qual se espera uma melhor relação com a situação, depois de tudo que o grupo sofreu justamente por causa desse pré-julgamento.

Mas o que eu tava falando da racha do Plantão Médico? Ah sim! Então, do mesmo jeito que a maioria dos gays soropositivos encontram o preconceito dentro da comunidade LGBT, essa Jeanie encontrou na comunidade médica, o que é ainda mais absurdo!

A história acabava com ela sentada num banquinho com outro médico, neurologista e também soropositivo, que não foi demitido, mas enviado para a Gerontologia para não lidar com casos mais sangrentos e nem cirurgias, afinal, é crime expulsar um médico por causa do HIV. Com toda a razão, as regras de biossegurança são para evitar a contaminação tanto do paciente quanto do médico.

E tem gente que ainda tem medo de ser consultado por um médico com HIV. ENTENDAM:  ele não sabe o que tem no seu sangue e não vai mexer com seus fluidos sem a luva dele. Mesmo que ambos tenham HIV, não existe só um tipo de vírus, ele corre tanto perigo de contaminação quanto você.

Entretanto, a administração sempre acaba sendo tão preconceituosa quanto o mais ignorante dos povos. Por isso, vale lembrar que existem centros de proteção ao portador espalhados por todo o país, fique ligado caso você seja ou conheça algum soropositivo que tenha passado por essa situação. Os motivos das demissões ou transferências nunca são ditos diretamente, com a intenção de confundir mesmo a pessoa.

Sobre o livro: tem alguma leitora moradora de São Mateus, fofíssima e caridosa, que poderia conseguí-lo para mim e me enviar? Passo meu endereço por e-mail se quiser. 🙂

Via Grupo Babado Certo, Dica do Diego.

P.s.: Esse é meu milésimo post