E continua a “Saga Machenzie”


Vocês se lembram desse post no qual eu falei sobre a seguinte nota publicada pela Machenzie? Cata:

“Ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo (sic) não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos.” […] “as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil [controladora da instituição] firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação.”

Lembro-me que vocês ficaram revoltadíssimas e amaldiçoaram em nome de Cher até a décima geração desse reitor. Mas, nem tudo está perdido, um grupo de cerca de 500 pessoas iniciou um protesto nesta quarta-feira, em São Paulo, contra as palavras publicadas pela Machenzie.

O reitor, sabendo do protesto, cagou no maiô e enviou a seguinte nota:

“Hoje consolidada como uma das instituições de ensino mais conceituadas do país, a Universidade Presbiteriana Mackenzie, que possui cerca de 40 mil alunos e 3 mil funcionários, sempre prezou pelo respeito à diversidade e pelo direito de liberdade de consciência e de expressão religiosa”

Ahammm, sei, vai mexer cás gay, agora TOMBA da Anabella!

Tomô?

Notícia completa em Folha.com

Mackenzie divulga nota contra “Lei da Homofobia”


Pois é, meninas, uma UNIVERSIDADE, que deveria ser um templo de conhecimento e diversidade, publicou a seguinte nota sobre a PL122 (palavras do reitor Augustus Nicodemus Lopes):

“Ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo (sic) não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos.” […] “as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil [controladora da instituição] firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação.”

Deu uma vomitadinha comigo? Então limpa a boca e veja a nota publicada pela, muito faceira, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil):

“A postura do Mackenzie ‘lembra tempos da Idade Média’. A universidade está formando seus alunos na base do preconceito e da discriminação, indo de encontro à Constituição Federal. Ela prega, como um dos seus maiores princípios, a isonomia, a igualdade. Todos são iguais perante a lei”

Tem como esperar menos de quem, em 2008, admitiu a presença de aulas de Criacionismo nas aulas de Ciências?

Você deu moral, beesha?

não

Dica da Maud Lilly