Homens bissexuais e gays são mais felizes que os héteros?


Segundo um novo estudo da Universidade de Montreal, sim. O estudo avaliou 87 homossexuais e heterossexuais canadenses, alguns assumidos, outros ainda no armário. Os resultados indicaram que, os participantes que assumiram a orientação sexual para familiares e amigos sofriam menos depressão, ansiedade e stress, além disso, a pesquisa demonstrou também que, como um grupo, homens homo ou bissexuais são menos propensos à depressão e à problemas psicológicos.

O pesquisador, Robert-Paul Juster, acredita que algo ocorre durante o processo de “sair do armário” que os deixa mais resistentes, “Se você passar por uma situação estressante, em que deva desenvolver estratégias de enfrentamento, isso pode ser útil no futuro”. Verificou-se ainda que o índice de massa corporal e inflamações acontecem em níveis menores, tanto em bi quanto homossexuais, o que reforça a ideia de que eles cuidam melhor do corpo do que homens heterossexuais.

Fonte: http://migre.me/dgWBs

Participe da pesquisa sobre consumo LGBT em Vila Velha e Vitória!


Está sendo realizado um estudo para um trabalho de conclusão de curso a respeito do consumidor de entretenimento LGBT dos municípios de Vila Velha e Vitória.

O que se quer descobrir é o perfil deste consumidor, sua avaliação dos serviços nesses municípios, frequência e gasto mensal com entretenimento voltado para ele.

Para contribuir com a pesquisa é só clicar AQUI e responder o questionário. A pesquisa será realizada até dia 25 deste mês. E fica tranquilo que os resultados serão divulgados COM EXCLUSIVIDADE aqui no Babado. MUAH, Gazeta! rs

A definição da minha vida!


OLD ALERT! Não sabia, Dé já havia postado isso há um ano e uma leitora satânica se lembrou. Mas não vou apagar o post não, deu muito trabalho achar esse gif do pikachu! hahaha

Agora sim eu entendo toda essa minha atual frigidez:

Tudo verdade! Quando eu era apenas uma estudante de Biologia fazia sexo todo fim de semana, de dois anos pra cá só de pensar em pinto já me dá um desgosto ao lembrar do trabalho todo que vou ter pra gozar.

Fica a dica pras bee’s que dão em cima de mim nos comentários: “Quanto mais populares, menos tendem a comparecer”…

…e o Babado Certo cresce a cada dia, então, aproveitem enquanto a árvore fruto, porque com mais mil visitas diárias eu colo uma silvertape no edi.

Vou ficar tipo o pikachu quando passarem a mão na minha neca:

Dica do Dave

Estudo comprova que pais homossexuais são tão bons quanto hts


Michael J. Rosenfeld, do Departamento de Sociologia da Universidade de Stanford, realizou um estudo sobre o impacto de pais LGBT em crianças na idade escolar e se seus papéis na estrutura familiar influenciam o desempenho na sala de aula. Os resultados comprovam o que todos nós sabíamos: crianças criadas por casais do mesmo sexo, tem o mesmo desempenho escolar que crianças de outras estruturas familiares. Crianças de todos os tipos de estrutura familiar tem melhor desempenho que aquelas que vivem em orfanatos afirma Rosenfeld.

O estudo também destaca que crianças criadas por lgbts são normais e bem ajustadas na sociedade. Os resultados sugerem que, o progresso escolar de filhos de casais homossexuais, não é diferente e talvez , um pouco melhor se comparado à filhos de casais heterossexuais. A semelhança no desempenho escolar de ambas famílias não suporta as teorias de gênero essencialista de parentalidade, que argumentam que o desenvolvimento da criança depende da existência de modelos de papel parental (pai e mãe).

Foram incluídos no estudo 3.502 filhos de casais do mesmo sexo que viviam com ambos os pais por pelo menos cinco anos, dessas crianças foram 2.030 crianças vivendo com mães lésbicas e 1.472 crianças que vivem com pais homossexuais.

Leia na íntegra.

Feminina e saudável, beijos.


Boa notícia pra você, bee,  que é toda trabalhada na feminilidade. Gatãn, segundo estudo realizado no Reino Unido, pelos pesquisadores Kate Hunt, Heather Lewars, Carol Emslie e David Batty, a senhora e suas amigãns têm menos problemas de coração.

O estudo analisou o cruzamento de dados sobre a saúde cardíaca com níveis de masculinidade e feminilidade de 1.551 voluntários. Os índices foram previamente analisados em 1988, de acordo com o critério do que seria masculino e feminino. Masculinidade, por exemplo, significava agressividade, liderança e disposição em correr riscos. Já feminilidade, a delicadeza, sensibilidade às necessidades alheias e gostar de crianças.

Até 2005, 13% dos participantes homens tinha morrido em decorrência de problemas cardíacos – condição à qual aqueles com maior nível de “feminilidade” se mostraram menos vulneráveis. “Os resultados sugerem que as construções sociais de gênero têm influência sobre o risco de problemas de saúde. No caso, de coração.”

Pra senhora, que além de ser toda trabalhada na feminilidade, tem o dom das línguas (humm, adooooroo), leia o estudo em inglês AQUI

Max, pronto pra viver eternamente?

♫♪ Novinhaaaa, vê se não mexe comigo ♪♫


A Universidade de Michigan,  nos EUA, publicou uma nota afirmando que “ter relações homossexuais na adolescência gera um nível melhor de auto-estima nos meninos e diminui a incidência de homofobia internalizada nas meninas.”

A pesquisa foi feita com 350 bee’s de Nova York e concluiu, em resumo, que quanto MAIS cedo a sexualidade é assumida/descoberta, melhor será a relação do adulto com ela.

Travesteen

Ok, mas isso foi só uma introdução para o que quero realmente saber.

As senhoras descobriram sua sexualidade com quantos anos? E, a idade que começaram a praticar a artchy do sexo, foi satisfatória? Ou acham que deveriam ter feito a linha das guei do Quiosque do Luí (in memoriam), que mal sairam das fraldas e já tão dando que nem chuchu na ladeira?

Via Dykerama

Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente (?)


Segundo uma pesquisa de Christan Moran, do Southern Connecticut State University, a orientação sexual, pelo menos das mulheres, muda com o tempo. Em entrevistas com 200 mulheres ht’s  que mudaram de orientação sexual, o estudo concluiu que nem sempre se trata de assumir-se gay, mas que existem grandes chances de mulheres ht’s se interessarem por outras  na idade adulta. O estudo também sugere que se a ex-namorada de um rapaz, virar lésbica, a culpa foi dele!

Um outro estudo, este da Universidade de Utah, acompanhou 100  mulheres que diziam ter algum nível de atração pelo mesmo sexo. Em uma década, dois terços mudaram sua orientação sexual: as que se diziam bi, se tornaram lésbicas e as que se diziam lésbicas se tornaram ht’s. A conclusão dos pesquisadores é a de que a orientação sexual feminina é menos concreta do que a dos homens.

Será?? A cada dia que passa, acredito mais que o mundo é bi.


UPDATE: Leia sobre a pesquisa AQUI