Campanha! Alexandre, volta pro Eduardo!


Love is in the air!

Cata a sms, de um número desconhecido, que um leitor recebeu no seu celular.

(Não se assuste com o conteúdo erótico da mensagem, okay?)

Ownnnn… que fofurinha esse torpedo.

Claro que achei estranho o fato do pauSão do Alexandre ser mais importante que a personalidade, mas quando o desejo é grande assim, pode saber que é amor verdadeiro, amor eterno.

Portanto, Alexandre, seja você quem for, volte pro Eduardo! Nem que seja só pra ensinar Gramática.

Como assim?


Tem situações que nós nunca estamos preparados, tipo, sei lá, um pedido repentino de casamento.

Cata  o que aconteceu comigo na semana passada: eu estava linda em minha house, quando meu celular tocou. Atendi e era um bophe que eu fiz a muito tempo, lá pelos idos de 1874. Aliás, é bom contextualizar pra vocês entenderem melhor meu drama. O cafuçú em questão eu havia semi-aqüendado, ou seja, começou, mas foi bem rápido e interrompido, num local público, leia-se, banheirón, há, como disse, um longuíssimo tempo atrás. Daí, sem mais nem menos, ele me ligou (sim, dei meu cel para “terminarmos o que havíamos começado”) e pediu para que eu fosse morar com ele e começassemos a namorar! o.O Em choque eu só respondi: “como assim?”. E ele repetiu e contou uma história bem sucedida que teve neste sentido. Tive que carinhosamente recusar o inexperado pedido, claro, e explicar que não é bem assim que as coisas funcionam, que haviam etapas e tal. Signo do bophe: aquário! Tinha que ser, né?

E para completar ele ainda me mandou uma mensagem toda trabalhada na mágoa de cabocla:

Posso com isso? Por que será que fui amaldiçoado com essa capacidade de fazer todos os bophes que faço se apaxonarem por mim? Deve ser o mel que a mamãe me passou… ALOKA!

Vibe Louca de Paixão


Somos assumidas, e você?

Braseeeeeeeel! É o meu período fértil ou Vitorinha tá delícia, tá Valentine’s day, tá Move Music em época de férias?

Eu tô chocada com a quantidade de casais gays caminhando pelas ruas, mãozinha dada, demonstração pública de afeto, com pouquíssimos olhares de reprovação, sem contar a quantidade de beeshas flertando nos shoppings (sem ser no banheirón), nos bares, no Transcol e até na frente da Igreja Universal do Reino de Deus da Reta da Penha!

Moradoras da Sipolatti, chegou a hora de sair do seu armário embutido comprado em dez vezes no carnê! Aproveite e declare seu amor por aquele lutador de jiu-jitsu da sua faculdade! -N