Babado, Confusão & Gritaria [Skins Party]


O melhor da festa

Tá, vou escrever sem foto mesmo, estão demorando demais pra postar e meu cérebro tem memória seletiva. Cada dia que passa esqueço de uma informação.

Pois bem, dessa vez me lembro de tudo da festa… isso é uma coisa boa? NÃO, porque quando eu vou numa festa open bar e acordo no outro dia com tudo muito claro na minha cabeça, significa que faltou álcool no evento.

Segundo o flyer, a festa começaria às 20 horas, mas como era lá em Barcelona, na Serra, eu teria que sair de casa na hora do almoço aqui em Vila Velha pra chegar a tempo.

Entretanto, todo mundo aqui sabe que eu só saio durante o dia pra ir pra Ufes, e olhe lá, isso quando não pego um guarda-sol da Brahma e coloco sobre a cabeça.

Decoração sugerida

Saí de casa às 8 e cheguei no Terminal de Laranjeiras às 9, o primeiro sinal divino de que eu não deveria ter ido: Cerca de 25 gralhas funkeiros chegaram em bando na mesma fila.

Na mesma fila não, né? Na frente, no meio e quase fazendo mutualismo do lado da gente, respeitar a ordem que é bom, nada.

E assim fomos de 807 até Barcelona. Fiquei com o koo na mão, obviamente, de um lado um menino de 8 anos contando do dia que escapou de um tiro de rifle da polícia, do outro três marvãns dizendo que iam pra festa fazer arrastão.

Meu edi tava tão trancado de medo que se alguém me encoxasse ali era capaz dele decepar a cabeça da neca.

Cheguei na festa…

Eu e o grupo de 25 funkeiros.

Graças a Santa Mc Kátia, eles foram embora, deixando apenas alguns gatos pingados para fazerem o comércio de entorpecentes, aliás, esses também ficaram pouco tempo e logo foram expulsos pelos seguranças.

Foi aí que eu comecei a ficar chateada, por quê?

Porque as beeshas de Vitória em festa open bar precisam de duas coisas: Ou muito álcool ou muita droga, se faltar os dois o pau começará a quebrar rapidamente. (sem falso-moralismo ao ler isso, façam-me o favor)

Pois faltou.

Bebi dois copinhos de Big Apple, uma cervejinha e quando comecei a ficar alta.. *BOOM*: Só tinha vodca Roskoff e Clight de maracujá. E isso não tinha dado NEM meia-noite ainda.

Eu e meu bonde recebendo a notícia

Já comecei a ouvir os rumores das gays reclamando da falta de bebida, e as promessas da organização de que estava chegando mais cerveja. E chegou, o suficiente pra encher UMA VEZ o copo de cada viado presente.

Deu meia noite, todos os galos viraram frango, as bee’s olharam prum lado, olharam pro outro, não tinha porra nenhuma pra beber naquela Amazônia, resultado: Foram trepar!

E Deus, lá no céu, deu um sorriso quando percebeu a Sodoma e Gomorra que virou aquele evento. A piscina então, parecia um potinho de coleta de esperma, o povo nadava e quando voltava pra superfície sentia aquela nata grossa na cara, no cabelo, e onde mais pudesse grudar.

Eu sei disso porque vi o vinhádo tirando a porra grudada no olho dele. Entrar mesmo não entrei, certeza que assim que mergulhasse minha maquiagem emergiria com a forma exata do meu rosto, gritando “Eu voltareeeeeeeeei!”, tal qual o Vingador, da Caverna do Dragão.

Duas sapatões saíram grávidas do evento, ponto no placar geral para o povo de deus against homossexualismo. o/

Outra coisa aconteceu com meu amigo, que inocentemente foi fazer xixi no matinho escuro atrás do evento. Chegando lá, a bee olhou pro lado e deu de cara com um viado DE CABEÇA PARA BAIXO, dando o koo. Uma versão mashup da Menina do Exorcista e a Bruxa de Blair.

E ainda teve a audácia de virar a cabecinha pro meu amigo e dizer: “Vem”.

Hey, eu vim aqui mijar rapidi…NOSSA!

Aliás, onde você ia naquele mato tinha gente trepando, mamando o bonde, esperando pra trepar ou apenas dando um close pra dizer depois pras amigas que achou um boy e trepou no caminho pro banheiro. Uma delícia, gosto de evento assim.

Na moral, o povo saía pelado de dentro da decoração da festa, desse jeito:

Agora vem a parte uó:

E no lugar da água…

A organização do evento admitiu que quem chegou depois da meia noite saiu prejudicado, mas disse que essas pessoas deveriam ter chegado mais cedo, afinal o evento começava 8 horas.

Não concordo. Todo mundo saiu prejudicado, com 4 horas de evento a bebida já havia acabado. Se no flyer estava escrito que a festa seria open bar e teria duração de 20 horas às 4 da manhã, eu poderia chegar lá 3:59 que teria o direito de beber o quanto eu quisesse até o término programado na divulgação.

E outra, se não tinha mais bebida depois da meia-noite, por que as pessoas que chegaram nesse horário ainda pagaram o mesmo preço de quem chegou mais cedo e bebeu normalmente? Vocês sabiam que essas pessoas não receberiam o mesmo serviço, mas não se preocuparam em reduzir o valor da entrada?

Open Bar feliz é Open Bar com Cantina

Aprendam a racionar o álcool na próxima vez, se não tem cacife para comprar um open bar tão diverso, que fizessem suco gummy, servissem Itaipava e enchessem o cu dos viados de Cantina da Serra, aposto que teria bebida a noite inteirinha.

Juro que adorei o evento de vocês, a música estava ótima, o ambiente também. Mas propaganda enganosa é crime, e qualquer um ali teria todo o direito de ir ao Procon e denunciar a organização.

Me corta o coração ser tão rígido assim, até porque tinha amigo meu na organização do evento, mas as reclamações foram inúmeras e a minha obrigação é a de dar um toque (ui!) para que o problema não se repita.

E que venha a Skins 3, dessa vez patrocinada pela Cantina da Serra, PFVR!

Plantão Parada Gay [2]


Mais uma edição do Plantão Parada Gay. Dessa vez o assunto interessa às alcoólatras, às que gostam de um mé, como eu <3.

Primeiro, a vinheta:

[youtube http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=2Anzc0TzRzU]

Esse plantão é sobre a Parada Gay de Vila Velha, que acontecerá no dia 30 de setembro.

Ana, a idealizadora do Open Bar ❤

Vocês se lembram que eu falei sobre a parada ter dois trios elétricos esse ano? Pois então, o segundo trio, comandado pela Ana da Band, terá um OPEN BAR de chopp disponível durante todo o evento!

Mas CALMA, viado! Não é open pra todo mundo não. Ninguém vai precisar disputar aos tapas um copo de cerveja, que nem na Sommerfest em Domingos Martins.

Se bem que eu adoro me esfregar naqueles jovens loiros trabalhadores do campo…

…enfim, será pago, mas não é caro não, basta a senhora chegar mais cedo.

Vai custar 30 reais para os 30 primeiros e 50 pros que chegarem depois.

Então, nos vemos lá, porque é óbvio que eu vou colocar uma sonda no barril de chopp e ligá-la direto no meu estômago, pra não ter nem o trabalho de segurar o copo.

PROMOÇÃO – Move [ENCERRADA]


Tem promoção de um Vip para o Open Bar da Move nessa sexta-feira. Isso mesmo, honey, OPEN BAR! Cata o flyer:

Então, envie um e-mail para max_babadocerto@hotmail.com, com seu nome no conteúdo da mensagem e o título “Colocation”.

p.s.: Eu estou louca pra ir, mas veremos, vocês sabem o quanto eu sou viciada em jogos eletrônicos, e sexta-feira vão lançar o Tera, um jogo que eu estou esperando há dois anos o lançamento. É fato que vou virar a noite sentado, jogando e comendo.

Minha reação quando soube que teria Open Bar na Move no mesmo dia do lançamento do jogo:

PROMOÇÃO ENCERRADA: O vencedor é Pedro Almenara Ribeiro Vieira

Babado, Confusão e Gritaria [Edição Canal 505]


Eu vou contar pra vocês, não é porque é Open Bar não, mas essas festas de bebida liberada da Canal 505 são as mais divertidas de Vitória! Toda vez que vou lá chego em casa todo sujo, igual aquelas criancinhas da propaganda do Vanish Poder O2. E nós sabemos que quanto mais sujo você chega de um rock, MELHOR ele foi!

Antes de ir pra lá fui beber tequila e jogar PlayStation na casa do meu ex-peguete, e de lá pra casa da minha prima, que mora pertinho do Triângulo. Saí de lá umas 23:30 e marquei com as outras primas de nos encontrarmos no postinho, partimos pra Canal.

Chegamos lá, entramos, as horas se passaram, ficamos bêbadas e eu resolvi ir lá fora, sempre curto dar uma volta lá em cima pra bater um papo com o pessoal gente boa da portaria. Uma bee passou e perguntou o seguinte:

– Max, por que você sempre anda com essa bee de alargador? (falando da Anwar)

– Que bee, gente?

– Essa daí do seu lado!

– Do meu lado? Menine, ela não é bee não, é meu Yorkshire!

Mágico! Anwar saiu possessa e esbravejando que iria se vingar, mas logo voltou, e começamos a subir a ladeirinha de novo, eis que outra bee nos chama:

– Hey, psiu, você que é o Max?

– Sim, sou eu, por quê?

– Ah, ótimo, é com você mesmo que eu quero reclamar! Cheguei aqui pensando que fosse Open Bar, e quando vejo só tem cerveja, suco gummy e caipirinha?! Cadê as opções de drink?!

– Oi? Mas não é isso que está escrito no flyer?

Uma fotinha da animação do evento

E um basfond se iniciou, mas a promoter, finíííssima, foi lá e logo resolveu todo o babado. Depois fiquei pensando com Anwar:  a gay pagou 35 reais numa festa Open Bar e queria beber o quê? Red Label, Red Bull e Chandão Baby?

Enfim, fomos dançar, e diga-se de passagem, o Dj da área externa arrasa DEMAIS quando toca Ivete, Funk e samba de raíz, porque cerveja, piscina, o canal delicioso jogando aquele ventinho delícia, cheio de coliformes fecais… Tem que ter um samba, tem que ter uma baixaria!

No final da noite as gays se jogaram na piscina, menos eu, porque sou uma mulher bem criada… porra nenhuma, gente, a verdade é que se eu ousasse cair lá dentro, sairia tanto produto tóxico do meu rosto que eles teriam que interditar a piscina com uma plaquinha daquelas escrito “Bioharzard”.

Voltamos pra casa, em casa esqueci de tirar a maquiagem do olho, do rosto, nem tirei a lente, dormi do jeito que cheguei… Resultado: Acordei o satanás! Eu vou ser sincera com vocês, bee’s, pra casar comigo tem que ter muito amor no coração, porque tem dias que eu acordo parecendo aqueles zumbis do Walking Dead, na moral, mamãe acordou mais cedo pra beber água e quase enfartou quando me viu saindo do banheiro.

Só passo um batom e saio

Domingo acordei com fogo na perereca, tinha que sair de qualquer jeito. Marquei com Anwar de bebermos na pracinha de Cogayral, compramos duas Cantinas das Trevas e lá ficamos vendo a vida passar. Me deu vontade de fazer xixi, fomos andando até o postinho, quando chegamos lá, quem a gente encontra? REX & cia.

Já sentamos, bebemos mais, e dali fomos para o 20 Te Cantar, é, aquele karaokê de Gaivotas. Cantei uma musiquinha e fui lá fora fumar, aí que vem o grande bafo.

Perto do banheiro tinha uma mesa com um cara bem mais velho e uma mulher nova, eu, inocentemente, pensei: “ah, que legal, pai e filha bebendo juntos!”.

De repente surgiu uma negona, de umas 7 arrobas, lá no portão, com fogo nas ventas e apertando o passo em direção à mesa do “pai e filha”.

A negona catou a menina pelos cabelos e puxou tanto que eu pensei que fosse arrancar o couro. Derrubou mesa, xingou de vagabunda, piranha, quebrou o casco, e logo todo mundo percebeu: O véio não tava com a filha, mas sim com a AMANTE!

Eu fiquei louca! Já tinha se tornado meu lugar preferido, e ainda começaram a cantar Whitney Houston lá dentro, pronto, me derreti.

Tomamos nosso rumo pra casa do pessoal amigo do Rex, porque o Rex mesmo já tinha vazado há horas. Pegamos um táxi, e dentro do táxi estávamos falando sobre pinto pequeno, que eu achava uma falta de respeito o boy aparecer com o pênis do tamanho de um dedo polegar e tal. O taxista se exaltou e falou: “O homem não é feito pra dar prazer, é feito para se reproduzir”… Silêncio sepulcral, mas como a Max não vale nada, soltou:

– Oi? Só pra se reproduzir? Mas ele sente prazer se reproduzindo, e o prazer da mulher?

– Isso você só pode reclamar com deus.

– Uhum, tá boa, muito machista de sua parte super-valorizar seu orgasmo em detrimento do prazer da mulher, como se ela fosse um depósito de porra.

Mas na verdade mesmo eu queria dizer: “O PAU PEQUENO SE DOEU”.

Bebemos na casa do pessoal e voltamos pra casa… os detalhes sórdidos desse “voltamos pra casa” eu prefiro deixar em off para preservar o pouco de dignidade que me resta em Vitorinha.

Tem festchêenha Open Bar hoje!


Sua família é uó, no Natal só bebe um vinhozinho e você tá pensando em cortar um pulsos por estragar a sua chuca à toa com aquele monte de comida pesada? Pois não se preocupe, eu tenho a solução: Passe de ressaca!

A Canal 505, desde o mês passado, seguindo os exemplos das boates de sucesso do Rio de Janeiro, como a Pipper, o Cine Ideal e a 1140, traz, mais uma vez, uma festa LGBT totalmente Open Bar! Dá uma olhada no flyer:

Lindo, né? Então, as reservas de entrada acontecem da seguinte maneira:

Você liga pra Cacaw (98528811) ou pra Synthia (97004557) e dá o seu nome. Quando você chegar lá na porta terá uma lista com o pessoal que ligou, reservou, e por isso pagará 35 reais, em vez de 45! E ainda ganharão uma caneca personalizada da Canal 505.

Gente, 35 reais pra encher o koo de cerveja, suco gummy e caipirinha a noite toda, tá bom DEMAIS, né?

Lembrando que as reservas são válidas até às 23h30 de hoje (sexta), qué dizê, dá tempo de dar um cruzo, juntar o bonde das travestis que chegou para roubar, e bebemorar o Natal com aquelas amigas pintosas que você não pode apresentar pra sua mãe evangélica da Maratana.

Já dizia o filósofo: “Só existem duas frases que mexem com todo ser humano: ‘Eu te amo e VAI SER OPEN BAR’.” (NIETZSCHE, Friedrick)