Namoro à distância, dá certo?


Vamos discutir um assunto?

9 em 10 beeshas já tiveram um namoro virtual na adolescência. E dessas 9, 8 descobriram que o boy surfista da foto na verdade era uma cacura pedófila que se passava por novinho só pra conseguir fotos da sua bunda.

Tipo assim:

Na minha época de adolescente, hebecam era artigo de luxo e a maioria das pessoas viam somente as fotos umas das outras, o que era um prato cheio para os fakes usufruirem de pornografia amadora, num período que pra ver vídeo pornô você tinha que esperar 5 dias por um download no Emule, correndo o risco de vir um arquivo do Xuxa Só para Baixinhos.

Pensei que fosse Bel Ami, mas era Tchutchucão 😦

Eu mesmo era tão inocente que já tive um namorado virtual que morava no bairro ao lado, mas sempre saía pela tangente quando o assunto era se encontrar comigo na Pracinha de Cogayral. Poucos meses depois descobri que o “rapaz” era um amigo de papai, com barriga de Esquistossomose e que bebia todo dia com ele no bar em frente de casa. PENSE na minha decepção amorosa.

Hoje em dia os tempos são outros e as pessoas só namoram virtualmente em dois casos: Quando o namorado real vai pra outra cidade ou quando se apaixona pelo boy na internet, mas nunca se vêem ou poucas vezes. O que rendem inúmeras postagens chatíssimas de “Por que as pessoas interessantes moram longe?”.

Aí que vem o problema, existe fidelidade em namoro à distância? Afinal, temos que lembrar que a distância da pessoa que você está namorando dá uma sensação de carência mesmo estando numa relação, e isso é o que mais pesa na hora de trair e/ou desistir do namoro.

Tô em casa vendo filme, amor ❤

Antes da Ufes entrar em greve, uma menina (que estava fazendo uma matéria comigo lá na Biologia) estava se lamentando porque o namorado dela, que mora em Viçosa, havia saído pra beber com os amigos sem avisá-la. Ela estava triste pelo fato da confiança deles se basear exatamente no ato de contar um pro outro onde íam, era o único vínculo que eles tinham.

E eu digo que pensar nisso é negar o óbvio. Se nem com namoro presencial a gente consegue vigiar o que o namorado faz 24 horas por dia, quem dirá a 200 quilômetros de distância, a confiança nos dois casos deve se basear na PRÓPRIA confiança, pois nem mesmo os “atos” garantem que neguinho não esteja pulando a cerca.

Enquanto ele fala que tá num Congresso…

Saí feia nessa

Já no namoro virtual, no qual as pessoas mal se vêem, nem os chás de koo casuais são suficientes pra evitar a quantidade de koo’s que serão esfregados na cara do seu boy na cidade onde ele mora, sim, porque ninguém tem namorado virtual feio, já dá um trabalhão ser fiel a quem não está perto de você, o mínimo que o boy deve ser é um deus grego, pra merecer.

E não adianta dizer que é mentira, ninguém aqui se daria ao trabalho de ser fiel num namoro à distância com a Monstra do Carone, por exemplo.

Se o seu namorado virtual é gatíssimo e você não estará presente, pronto, só te resta sofrer mandando SMS para lembrá-lo que, fora da balada cheia de gente bonita que ele está, tem uma bee lá na casa do caralho com quem ele firmou compromisso.

Essas gays já ficam com o edi em chamas quando o bonitão muda o status do Facebook e dão em cima dele NA SUA CARA na buatchy, piorou se elas descobrirem que é virtual.

Diante disso, o que vocês pensam? Vale a pena dar um voto de confiança ao namoro virtual ou ele só presta mesmo naquelas situações de extrema carência, que você já está dormindo com a Juju Carente da MTV só pra ouvir um “Eu te amo”?

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=2mihBzmNBKk]

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Dia das Mães]


Gatiras, cheguei agora da rua, não tive aula. Mas pudera, viram como está o trânsito em Vitorinha? Tudo alagado, e eu dentro do Transcol me sentindo a Britney Spears no clipe de I’m a Slave 4 U, só que em vez de boy magia, um monte de marvãn, trabalhador braçal e vendedora da Riachuelo.

Sexta-feira fui ao Rock na Ufes, e o rock foi mágico como sempre, aliás, o Rock na Ufes está voltando aos seus bons tempos, só gente agradável, bem vestida e bonita… é… com exceção da “Monstra do Carone”. Nunca falei sobre ela aqui porque pensei que o nível de feiúra dela fosse uma impressão só minha. Mas não, as pessoas inventaram diversos apelidos para o rostinho demoníaco da bee.

Apelidos como Bebê de Rosemary, Corcunda de Notre Dame, Vômito de Sopão da Maggi e até de Alien versus Predador.

Eu chamo de Monstra do Carone porque a vejo toda sexta-feira à noite no supermercado, enquanto eu compro minha Cantina das Trevas habitual. O rosto dela possui uma desproporcionalidade de enlouquecer qualquer um, eu imagino a quantidade de porrada que aquelas pessoas com Transtorno Obssessivo Compulsivo dariam na cara dela, na tentativa de organizar os órgãos daquela face.

Vocês podem estar pensando que eu sou maldosa e muito preconceituosa, mas não digam NADA sem antes ver a Monstra do Carone, qualquer argumento é inválido diante da imagem! E vale lembrar que ela não tem Síndrome de Crouzon pra justificar a peculiaridade dos traços.

Pois bem, o rock correu muito bem, apesar dos sustos que tomava com as bombinhas que os guardas jogavam nos cantos escuros para espantar os crackeiros. No fundo eu estava amando tudo aquilo e me sentindo numa festa de São João. Eis que uma racha hétera começa a dar em cima de mim, me elogiando horrores e passando a mão nas curvas sinUÓsas do meu corpo. Ela disse assim:

– Eu acho que todos os homens héteros deveriam ser como você!

Hahaha! Eu mereço? Imaginem só o pandemônio que seria o planeta se todos os homens usassem as mesmas roupas e maquiagens que eu uso, a Avon seria uma multinacional mais rica que a Nike!

Enfim, voltei acabada, dormi às 7 de manhã de sábado e acordei às 7 da manhã de DOMINGO, pra vocês perceberem o estrago. Fui pra casa da minha tia comemorar o Dia das Mães, mas o Dia das Mães numa família como a minha nunca é um almoço fofinho com as avós e todo mundo indo embora às 5 da tarde.

O pau quebra, a gente bebe mais do que come e o almoço na verdade é uma grande panela de tira-gosto. Às vezes eu penso que não teria como eu ser diferente, o fruto nunca cai muito longe da árvore. No final do dia, já tinha duas tias com os peitos de fora falando da plástica que querem fazer, minha mãe descabelada dançando na boquinha da garrafa e eu vomitando a casa toda igual a menina do Exorcista.

Juro que batizei uns 5 cômodos com uma vomitada só, sou muito exagerada, as pessoas não sabem se tô passando mal ou recebendo algum caboclo.

Caboclo ou não, só digo isso:

E o fim de semana de vocês? Foi gostosinho como o meu ou ficaram em casa coçando a perereca e ouvindo Adele?