GOLD convida


O grupo Gold tem um convite para as senhoras:

GOLD

Para quem não sabe, o grupo Gold atua desde 2005 e tem como missão principal: Promover a cidadania e defender os direitos de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, contribuindo para a construção de uma democracia sem quaisquer formas de discriminação, afirmando a livre orientação sexual e identidades de gênero.
Além de responsável pelos Manifestos do Orgulho LGBT de Colatina de 2005 a 2012, a associação realizou em 2007 o III Encontro de Travestis e Transexuais da Região Sudeste, promoveu de 2007 a 2012 o ‘Projeto Cores’ com abordagens, oficinas e palestras de sensibilização sobre o respeito às diferenças, direito à singularidade e DST/HIV/Aids em Colatina.

Em 2014, realizou o projeto ‘Trans em Ação’ nas cidades de Linhares, Colatina, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Vitória e São Mateus, promoveu o 1º Encontro de Travestis e Transexuais do Estado do Espírito Santo, e participou do subprojeto Viva Melhor Sabendo em parceria com o Departamento Nacional de DST/HIV/Aids, promovendo a testagem de HIV através do fluido oral.

Trans em ação

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O objetivo do projeto Trans em Ação contribuir para minimizar a violência, a redução dos estigmas das quais travestis e transexuais se tornam vitimas constantemente e também contribuir para uma maior aproximação com o poder público, para que em conjunto fossem desenvolvidas ações de enfrentamento à violência e a discriminação.

Seu público-alvo foram travestis e transexuais dos municípios de Colatina, Linhares, Cachoeiro de Itapemirim, mas indiretamente também foram capacitados e formados técnicos(as) municipais da assistência social, direitos humanos, educação, saúde, segurança pública, conselheiros de direitos, representantes do Ministério Público e sociedade em geral nos municípios de abrangência do projeto.

Em 2016 o projeto Trans em Ação vai atuar nas cidades de Vitória e São Mateus. O projeto foi aprovado em um edital da Secretaria de Saúde do Espírito Santo específico para Organizações Não Governamentais. Graças a esse recurso o projeto empregará quatro mulheres trans, que farão uma busca ativa para descobrir mais detalhes sobre as travestis e transexuais das cidades de Vitória e São Mateus.

“Dizia ele: – Estou indo pra Brasília…


Nesse país lugar melhorar não há”. Será? Só vou poder responder quando voltar. Estou partindo, hoje, com a caravana organizada pelo Coletivo de Diversidade Sexual – SINDIUPES para IV MARCHA NACIONAL CONTRA A HOMOFOBIA E SEMINÁRIOS NO CONGRESSO NACIONAL SOBRE DIREITOS LGBT. Quando eu voltar, conto todos os babados brasilienses. Beijos a tod@s!

Brasil: uma país de QUASE todos.


A causa LGBT encontra-se em destaque devido ao constante debate sobre a igualdade de direitos no Brasil. Ao redor do mundo vários países já caminharam para o desenvolvimento de políticas públicas, legalização da união civil entre homossexuais, combate a violência e homofobia.

Recentemente, Barack Obama se posicionou em defesa da comunidade homossexual, afirmando que as pessoas do mesmo sexo devem poder se casar. A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, declarou publicamente que é a favor da aprovação do casamento igualitário e, ao entregar os novos documentos de identidade às pessoas transexuais, com seus nomes adequados, pediu perdão em nome do povo argentino por violar e não garantir os direitos dessas pessoas por tanto tempo.

Entretanto, no Brasil, “com passos de formiga e sem vontade”, a presidente Dilma, que outrora se dizia a favor da união civil entre homossexuais, vetou a distribuição do famoso “kit gay” pois seu governo não faz propaganda de opção sexual, como foi declarado na época. Além disso, há projetos de lei, como do deputado João Campos (PSDB-GO), que pretende derrubar dois artigos da lei cujo texto proíbe psicólogos de emitir opiniões públicas ou tratar a homossexualidade como doença, contrariando a decisão da OMS em 1990 de que a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão.

Dilma se vê refém de forças conservadoras que compõem o governo dela. O Congresso brasileiro está repleto de fundamentalistas que tiram proveito dessa segregação social. A “bancada evangélica” está lá, composta por diversos políticos que tem por única e não obstante missão, dificultar, e se possível impossibilitar, a concessão de direitos a comunidade gay. Vide: Jair Bolsonaro, Marcos Feliciano, Magno Malta e etc…

O Brasil entende de discriminação e marginalização, somos tachados lá fora pela pobreza e violência, conhecidos como país de terceiro mundo. Marginais diante do mundo globalizado. Todavia, discriminamos nossos compatriotas e marginalizamos famílias todos os dias.

A esta altura, o slogan criado pelo publicitário Duda Mendonça em 2002, no primeiro do ano da era Lula na Presidência da República e que serve de título a este artigo, não é mais válido. O Brasil não é um país igual para todos!

O que gays, judeus e leprosos têm em comum?


Não, eu não fumei maconha, a comparação também me pareceu maluca ao primeiro contato. Então vamos dar uma olhadinha no vídeo abaixo?

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=H9GhxmmpY4s]

Hoje a gente percebe o quanto foi absurdo o que fizeram com os leprosos e os judeus, será que teremos que esperar que aconteça o mesmo conosco para que a sociedade acorde para a violência que os gays sofrem, violência essa que só aumenta?

Acho que não, né? Então aproveita que na nossa época a comunicação é mais fácil que nos períodos anteriores narrados no vídeo e compartilhe esse vídeo na sua timeline, na sua casa, no churrasco de família, no banheirão da sauna, em qualquer lugar que você possa influenciar uma pessoinha que seja a passar isso adiante.

Stonewall: 43 anos desde Movimento Gay Revolucionário


Ok, vamos suspender a Big Apple por alguns instantes:

Na noite de 28 de junho de 1969, há 43 anos, no bairro de Greenwich Village em Nova Iorque, o mais popular bar gay, Stonewall Inn, estava repleto de gays, lésbicas, travetis e drags queens que lamentavam a morte da diva Judy Garland, a eterna Dorothy do filme O mágico de Oz, que estava sendo velada naquele dia.

Em meio ao ambiente de comoção, a polícia invadiu o bar naquela noite para mais uma batida de rotina, de extorsão e humilhação. Inconformados com a repressão policial, os frequentadores do bar lideraram, naquela madrugada e nas quatro noites seguidas, uma rebelião que resultou no espancamento e prisão de dezenas de manifestantes. Sem dúvida a rebelião de Stonewall foi um marco pela luta por respeito e direitos da população LGBT.

A rebelião de Stonewall para os mais jovens é um fato sem grandes proporções e principalmente no Brasil, mas é questão de honra para todo ativista, escrever, publicar e exaltar os acontecimentos de 1969 no E.U.A. Aproximadamente 400 gays, que se encontravam no bar, foram para cima da polícia abandonando a postura condescendente e sambando na cara da sociedade!

No dia seguinte, os policiais voltaram ao bar. Mas a multidão de gays, lésbicas e travestis também voltou mais organizada, com uma atitude mais política, e alguns começaram a pichar frases nas vitrines e nas paredes, reclamando direitos iguais. Outros gritavam exigindo o fim das batidas nos bares gays. Novamente a multidão atirou pedras e garrafas em direção aos policiais e novamente a polícia investiu contra os manifestantes.

Fonte: http://migre.me/9G5Vl

Câmara debate amanhã proposta que abre caminho para a “cura gay”


Duas resoluções do Conselho Federal de Psicologia, que orientam os profissionais da área, poderão ser derrubados durante a audiência pública na Câmara dos deputador, nesta quinta-feira, 28. O deputado João campos, líder da bancada evangélica na casa, apresentou projeto de lei que pode fazer com nós, lindinhos, voltemos a ser vistos como “DOENTES”.

“Entendo que a matéria não pode ser vista apenas sob a égide de uma única classe profissional, pois alcança a sociedade de uma forma geral. O tema requer um estudo e uma análise aprofundada, levando em consideração os aspectos científicos e também sociais que o envolvem” (…) Entendo que a matéria também deve ser submetida às pessoas que desejam buscar na psicologia ajuda em virtude de dúvidas quanto à orientação sexual”, declarou o parlamentar à Agência Câmara.

A sessão de debate será realizada às 9h30 pela Comissão de Seguridade Social e Família, da qual Campos é suplente. Não que isso influencie, é claro. Como, no ano de 2012, um absurdo desses pode ser pautado? Tenha santa paciência, Sr. Sociedade!

Como diria Robin Tyler: SE A HOMOSSEXUALIDADE É UMA DOENÇA, ENTÃO DEVERÍAMOS AVISAR DIARIAMENTE NO TRABALHO: OI, NÃO POSSO TRABALHAR HOJE, AINDA ESTOU GAY.

Fonte. 

Ah… os anos 90…


Vocês se montam de Lady Gaga e acham que são vanguardistas? Pois vejam o que eu achei:

Sabem quem são eles? Nada mais, nada menos, que Lia, Sol, Miss Linda, Isaú e Victória Island! Quem conhece um pouquinho da história gay cabixaba sabe muito bem o poder que esses nomes tiveram por muitos anos no estado.

Aliás, Miss Linda, a terceira da foto, foi quem trouxe a primeira parada gay pro Espírito Santo! Mágico, né?

Só que não pára por aí, tenho uma foto surpresa pra vocês:

E aí? Adivinharam? Vou dar uma dica: É uma das drags mais antigas e mais respeitadas do Espírito Santo…

TEMPOOOOOOOOOOO:

III Ato Público Estadual Contra a Homofobia e todas as formas de violência.


Bom, depois de todas as notícias tristes que recebemos desde o início do ano, TOD@S estão convidadas a participar da Audiência Pública “Homofobia e políticas públicas para LGBT”. São presenças confirmadas: o Deputado Federal Jean Wyllys e o Coordenador do Programa Rio Sem Homofobia,  Claudio Nascimento. O evento acontecerá dia 27 de abril de 2012, as 14horas , na Assembléia Legislativa do Espírito Santo

A audiência é uma realização da Comissão de Cidadania e de Direitos Humanos da ALES em parceria com o Fórum Estadual LGBT do Espírito Santo. Logo após a audiência, será realizado em frente a Assembleia o III Ato Público Estadual Contra a Homofobia e todas as formas de violência. 

Agora é a hora de mostrarmos a nossa indignação e nosso desejo por mudança. Vamos as ruas lutar pelo nosso direito de ser igual e pedir justiça pela morte de nossos amigos.

Link para evento no Facebook

“O homem que evita e teme a tudo, não enfrenta coisa alguma, torna-se um covarde.”  (Aristóteles)

ATENÇÃO: Reunião Extraordinária


Senhores e senhoras militantes e Entidades de Direitos Humanos e Cidadania LGBT;

O Fórum Estadual em Defesa dos Direitos e Cidadania de LGBT do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições faz a todos e todas  saberem  da convocação extraordinária dos membros do fórum e Entidades ligadas a defesa dos Direitos Humanos para uma reunião de urgência.

Dia: 24 de fevereiro – hoje, sexta-feira;
Local: Sala de reuniões da SEMCID
Horário: 16h
Pauta: Assassinato homofóbico em VV, suicídio infantil por bullying em Vix e demais assuntos

Contamos com sua luta intransigente a favor dos direitos humanos e contra a violação de direitos.

Campanha carioca contra o preconceito se espalha pelo Brasil


Na última vez que fui ao Rio observei que em várias partes da Lapa, Ipanema e Copacabana havia banners enormes com a frase “Olhe e veja além do preconceito. Respeite as diferenças”. Por onde passava e via aquilo, comentava, deslumbrado com a atitude nobre do Governo do Rio.

Mas hoje descobri que o Governo Federal acatou a ideia e estendeu a campanha à cidade de São Paulo (que até então só fazia a divulgação via internet), e que a ideia é abranger as principais metrópoles brasileiras.

Os cartazes já são velhos conhecidos das cabixabas que sempre vão ao Rio, mas pra quem não viu, dá uma olhada:

É o que eu digo pras minhas amigays: Se o preconceito é a aversão ao diferente, ao incomum, basta as pessoas se habituarem com essa “nova normalidade” que no final tudo fica bem.

O brasileiro não se acostumou a ver violência, nudez e erotismo na TV nos últimos 20 anos? Então, se acostumar com uma gay de salto alto e calça verde é o de menos.

Sambando na cara da homofobia!

9º ENUDS acontece em fevereiro de 2012 em Salvador


Fevereiro, verããão, carnaval, soool… E rola também o 9º Encontro Nacional Universitário sobre Diversidade Sexual. Com o tema: Raça e Religiosidade: abrangendo as fronteiras da diversidade sexual. O evento acontecerá na primeira semana de Fevereiro em Salvador. Sim, SALVADOR!

O Encontro Nacional Universitário sobre Diversidade Sexual – Enuds – é fruto da militância de estudantes dentro do movimento estudantil com a intenção de discutir a luta contra a violência homofóbica dentro das universidades brasileiras. O Encontro surgiu a partir da mobilização de estudantes para o “Ato CONUNE”, realizado em junho de 2003, durante o 49º Congresso da UNE, em Goiânia, com o objetivo de denunciar a homofobia existente dentro do movimento estudantil.

As inscrições de participação vão até o dia do evento, com os valores de 40 e 50 reais e podem ser feitas clicando AQUI.

Mais informações no blog: http://nonoenuds.blogspot.com/

Caos@ção convida…


A partir da próxima segunda-feira, dia 21 de novembro, o Caos@ção – Coletivo Universitário de Diversidade Sexual, em parceria com o Grupo de Estudo e Pesquisa em Sexualidades – GEPSs, realiza uma série de atividades na Universidade Federal do Espírito Santo – Ufes.

A programação conta com dois seminários sobre diversidade sexual, um super bate papo, o já famoso cine caos@ção e pra fechar com chave de ouro, pois nem só de militância vive a comunidade… A festa Nervosa II – O retorno, com performance de drags, bate cabelo que todo mundo curte e os djs do Antimofo quebrando tudo na pista de dança!

O evento conta com o apoio da Cafeteria Kaffa, da produtora de eventos Antimofo e do Centro de Educação da Ufes, da Secretria de Assuntos Comunitários e da Pro-Reitoria de Extensão (ProEx). Segue abaixo o cartaz do evento.

P.S: Os seminários contam hora acadêmica, vai rolar certificado e tudo, gatines! E no final, você ainda curte uma festinha.. Let’s go, povo!

Clique para ampliar...clique para ampliar.

Drauzio Varella: A violência contra homossexuais


O seguinte artigo de Drauzio Varella foi publicado na sua coluna da “Ilustrada”, da Folha de São Paulo.

A homossexualidade é uma ilha cercada de ignorância por todos os lados. Nesse sentido, não existe aspecto do comportamento humano que se lhe compare. Não há descrição de civilização alguma, de qualquer época, que não faça referência à existência de mulheres e homens homossexuais. Apesar dessa constatação, ainda hoje esse tipo de comportamento é chamado de antinatural.

Os que assim o julgam partem do princípio de que a natureza (ou Deus) criou órgãos sexuais para que os seres humanos procriassem; portanto, qualquer relacionamento que não envolva pênis e vagina vai contra ela (ou Ele). Se partirmos de princípio tão frágil, como justificar a prática de sexo anal entre heterossexuais? E o sexo oral? E o beijo na boca? Deus não teria criado a boca para comer e a língua para articular palavras?

Se a homossexualidade fosse apenas perversão humana, não seria encontrada em outros animais. Desde o início do século 20, no entanto, ela tem sido descrita em grande variedade de espécies de invertebrados e em vertebrados, como répteis, pássaros e mamíferos.

Em virtualmente todas as espécies de pássaros, em alguma fase da vida, ocorrem interações homossexuais que envolvem contato genital, que, pelo menos entre os machos, ocasionalmente terminam em orgasmo e ejaculação.

Comportamento homossexual envolvendo fêmeas e machos foi documentado em pelo menos 71 espécies de mamíferos, incluindo ratos, camundongos, hamsters, cobaias, coelhos, porcos-espinhos, cães, gatos, cabritos, gado, porcos, antílopes, carneiros, macacos e até leões, os reis da selva.

Relacionamento homossexual entre primatas não humanos está fartamente documentado na literatura científica. Já em 1914, Hamilton publicou no Journal of Animal Behaviour um estudo sobre as tendências sexuais em macacos e babuínos, no qual descreveu intercursos com contato vaginal entre as fêmeas e penetração anal entre machos dessas espécies. Em 1917, Kempf relatou observações semelhantes.

Masturbação mútua e penetração anal fazem parte do repertório sexual de todos os primatas não humanos já estudados, inclusive bonobos e chimpanzés, nossos parentes mais próximos. Considerar contra a natureza as práticas homossexuais da espécie humana é ignorar todo o conhecimento adquirido pelos etologistas em mais de um século de pesquisas rigorosas.

Os que se sentem pessoalmente ofendidos pela simples existência de homossexuais talvez imaginem que eles escolheram pertencer a essa minoria por capricho individual. Quer dizer, num belo dia pensaram: eu poderia ser heterossexual, mas como sou sem vergonha prefiro me relacionar com pessoas do mesmo sexo.

Não sejamos ridículos; quem escolheria a homossexualidade se pudesse ser como a maioria dominante? Se a vida já é dura para os heterossexuais, imagine para os outros. A sexualidade não admite opções, simplesmente é. Podemos controlar nosso comportamento; o desejo, jamais. O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira.

Mais antiga do que a roda, a homossexualidade é tão legítima e inevitável quanto a heterossexualidade. Reprimi-la é ato de violência que deve ser punido de forma exemplar, como alguns países fazem com o racismo. Os que se sentem ultrajados pela presença de homossexuais na vizinhança, que procurem dentro das próprias inclinações sexuais as razões para justificar o ultraje. Ao contrário dos conturbados e inseguros, mulheres e homens em paz com a sexualidade pessoal costumam aceitar a alheia com respeito e naturalidade.

Negar a pessoas do mesmo sexo permissão para viverem em uniões estáveis com os mesmos direitos das uniões heterossexuais é uma imposição abusiva que vai contra os princípios mais elementares de justiça social. Os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam, mas não podem ser fascistas a ponto de pretender impor sua vontade aos que não pensam como eles.

Afinal, caro leitor, a menos que seus dias sejam atormentados por fantasias sexuais inconfessáveis, que diferença faz se a colega de escritório é apaixonada por uma mulher? Se o vizinho dorme com outro homem? Se, ao morrer, o apartamento dele será herdado por um sobrinho ou pelo companheiro com quem viveu trinta anos?