Veja os novos participantes do BBB12 e morra de tédio junto comigo


Olhe só, e eu pensando que nesse BBB, comparado ao anterior, iam recrutar travas com dois pênis ou uma mulher barbada. Mas parece que esse pessoal não tem a menor noção de mercado, e despejaram uma caixa de Barbies e Kens… é claro, algumas com defeito de fábrica. Cata:

Gente, sabe do que senti falta? Cadê a cota de negro candomblessista que usa 45 guias de Iemanjá por baixo da blusa?

Dica do leitor “Odara”

Max in Rio [Parte 1 de 2]


Para começar, só tenho uma coisa a dizer: No rio, TODO DIA é dia de rock, bebê!

Max na barca

Pras desinformadas, eu vim pro Rock in Rio na semana seguinte do Dé, porque eu sou alternatchyva e não queria ir no show que todas as cabixabas foram. Porra nenhuma, na verdade meishmo eu ganhei o ingresso e cavalo dado não se olha os dentes, néam? E não, não levei câmera, porque eu não sou doida de andar com objetos de valor naquele lugar lotado de Elza.

Pois bem, cheguei no Rio de Gayneiro na sexta-feira de manhã e parti pra Niterói, pois foi o único lugar que eu consegui me hospedar, mas no fim das contas foi até melhor, sabe, o lugar é tranquilo, o pessoal muito gente boa, e nada supera a sensação de se sentir a Rose do Titanic voltando do rock de barca.

Lá pras 12 horas eu e a minha amiga passiva partimos pro Rock in Rio, pegamos a barca, um metrô e mais dois ônibus pra chegar lá, chegando lá, vou te contar que se Moisés acha que andou muito pra libertar os judeus, ele não tem nem noção do que é caminhar até a cidade do rock. No fim da caminhada minhas pernas estavam mais malhadas que a da Feiticeira depois dos anabolizantes.

Aquele dia foi dia de swing

E como se não bastasse, quando fui passar na fila da revista, eles dividiram um lado para meninos e outro para meninas… acreditam que o segurança teve a audácia de me impedir de passar pelo lado masculino com a seguinte frase: “Hey, a SENHORA é pelo outro lado”. SENHORA? Como assim, senhora? Me confundir com mulher, beleza, tô acostumado já, mas com mulher velha já é palhaçada! Engrossei a voz e falei em alto e bom som: “Num sou senhora não, porra”. A cara de susto do guardinha foi IMPAGÁVEL! hahaha

Lá dentro, fiquei deslumbrada, o palco era lindo, as luzes, o som… ah, meu cu, eu tava louca meishmo era com a quantidade de boy magia que passava pela gente a todo momento. Tanto homem bom, mas tanto homem bom, que se não tivesse aquela grama, eles teriam que colocar uma plaquinha de “cuidado, pista molhada!”, de tão umedecida que eu fiquei.

Bebi bebi bebi e bebi, começou o show do Marcelo D2, eu curti, principalmente porque estava muito próximo de uma nuvem de maconha, que por pouco não me levitou igual em desenho animado, de tão espessa que era. Mas num dá nada, fiquei locona de graça. O show do Jota Quest também foi lindo, juro que eu chorei quando ele cantou “Só Hoje”.

Enfim, o que interessou meishmo foi a Ivete. Viado, aquela sapatão tem algum pacto com o capeta, porque não é possível como ela consegue levantar tanta gente só de olhar pro público! Ela levantava os braços pra começar a bater palma, e antes dela bater a PRIMEIRA palma, o público já batia junto com ela! Sem contar que ela sambou na cara de Claudinha Leitchy quando falou assim: “Hoje eu não vou pedir pra vocês fazerem uma coisinha não, hoje eu vou MANDAR em vocês”. E o público enfiava o dedo no koo e rasgava, uma sensação ótima, saímos sem voz de lá.

Lenny Kravitz, cagay pra ele. Cantou música que só os fãs conheciam, e como fãs lê-se meia dúzia de heterozinhos bebedores de Uísque com Red bull. Pff, nessa hora fui linda pra Rock Street.

Tô pra te falar que aquele finalzinho da Rock Street, a parte que tava tocando música eletrônica, parecia final de Rock na Ufes, só tinha passiva nervosa atrás de neca bêbada e os travados de ecstasy.

Pegamos mais um chopp e voltamos pra ver Shakirão. Nessa hora o chão parecia que tinham cometido um genocídio, TODO MUNDO deitado, broxantes, esperando a racha começar a cantar… enfim, você vai ter a vida toda pra deitar, galerãm, e resolve fazer isso justo no Rock in Rio? Não dou conta! Devo ter pisado numas 5 cabeças, nem confiança.

Shakirão entrou! Tocando Estoy Aqui, todas as pintosas foram ao delírio! Aí a racha começou a definhar, sabe… ah, chamou um negão com cara de Seu Jorge pra fazer uns barulhos estranhos, uma racha incorporando Maria Padilha em cima do palco… achei performático demais pra prender a atenção dos vinhádos que estavam lá desde duas horas da tarde!

Mas aí, quem ela chama no palco? Rá, o saci da Ivete Sangalo, claro! Quando ela começou a cantar País Tropical parecia que tinham enfiado uma tomada no edy das gays, todo mundo que tava dormindo, ou sentado no chão, levantou pra dançar com ela, e depois ainda falam que eu estou exagerando quando digo que isso é obra de satanás, vai vendo…

Depois cantou Hips Don’t Lie e, gatinhas, Hips don’t lie a gente sabe, néam? NÃO TEM quem não dê pinta quando toca, é certeza! Acho que até o Mc Catra começa a rebolar se ouvir essa música.

Inclusive, ela chamou  umas rachas pra subirem lá no palco e dançar com ela, fiquei poota, se ela me mandasse subir eu tombaria as 5 rachas e ainda faria a coreografia inteira de La Tortura. Certeza que ela me chamaria pra ser bailarino oficial, alok.

E o Rock in Rio foi basicamente isso, não teve muito basfond, afinal, a gente foi pra ver o show… mas aguardem o próximo post, que eu vou contar quando eu saí pelas ruas do Rio…

Como reconhecer um encubado?


Depois do sucesso do post “Como reconhecer uma lésbica“, e devido aos VÁÁÁRIOS pedidos da versão masculina, resolvi criar uma lista…

Bem, reconhecer uma bee transloucada e feminina é muito fácil, mas e quando a bill não dá pinta (-NOT)? Como fazer para perceber os detalhes que contam pontos para a homossexualidatdchy da gay?

Vamos catalogar juntchêenhas? (Postem mais dicas nos comentários)

1 – Antes de tudo, a premissa INVARIÁVEL: Hip’s don’t lie! Sim, gatas, o rapaz pode ser um boy chucro que coça o saco e cospe no chão, mas ele sempre vai dar uma quebradinha de quadril quando parar de andar (com perninha flexionada).

2- Pescocinho torto nas fotos. Toda gay quando tira foto sorrindo dá uma viradinha “fat family” no pescoço. Não me pergunte o motivo, mas observem pra ver se não estou certa.

3- Síndrome de Jade: As mãos NÃO param de dançar e se remexer no ar. Pode ser andando, falando ou até mesmo lendo um livro, quando ela for passar a página os dedos vão deslocar de tal maneira que por pouco não se considera uma crise de artrite.

3- Com ou sem franja e/ou cabelo comprido, a bill VAI consertar o seu penteado imaginário, ALL THE TIME!

4- Quando se refere a alguém recentemente conhecido (geralmente peguete) refere-se como “a pessoa”. E isso também vale para quando elas falam delas mesmas: “porque eu sou UMA PESSOA assim”, sem nunca determinar o gênero do sujeito, pra poder usar a palavra no feminino.

5- Apresenta namorado como “amigo”

6- Conversa com outros homens usando gírias como “brother, brow, meu, cara, etc”;

7- Sempre quando o assunto parte pro lado da sexualidade, eles dizem: “ah, isso não se discute, cada um é cada um e todo mundo merece respeito”, tentando se esquivar da discussão ou tomar um lado de “militância”.

8- Usam a frase célebre: “O que as pessoas fazem entre 4 paredes não interessa a ninguém”, como se sexualidade fosse resumida a sexo (MELKOO);

9-  Ficam desconfortáveis na presença de gays abertamente assumidos

10- “Não precisa ser bichinha pra ser gay, sou macho e gosto de macho”. Como se ser “bichinha” fosse uma escolha e não uma construção social lenta e complexa.

11- São extremistas. QUANDO podem, e estão bêbadas o suficiente, passam o rodo nas mulheres do rock pra não levantar suspeitas (mal elas sabem que isso só piora a situação, hahaha). Ou, na maioria dos casos, tentam mostrar um romantismo exagerado por meio das redes sociais mais over, por exemplo: Comunidades “Adoro namorar no frio”, “Sou pra casar”, “Chuva, cobertor e um bom livro” e, É CLARO, “Adoro cozinhar”.

12- Solta a franga em momentos inusitados: quando o celular vibra, quando se estressam, quando são assaltadas, quando se assusta com alguém tocando no ombro, quando ouvem algum barulho alto, e inúúúúmeros outros.

13- Falam  que vão pra boate “todo fds” porque gostam de dançar;

14- ao beijar uma mulher, colocam delicadamente a mão no pescoço e a outra mão EXATAMENTE na cintura, nem mais pra cima, nem mais pra baixo;

15- Ah, e por fim, vão pra Move “porque a música é fooooda”.

E antes que vocês digam que você ou seu amiguinho são encubados e não fazem o que está na lista, me poupe, garáleo, isso é o que a MAIORIA faz. Não tenho culpa se a senhora é “sem rótulosh” e não compactua com nada.

Enfim, sou assumidãm e só tenho um recadinho pras encubadas:

Dica e co-confecção com a Ana (sapa também, mas não é a Carolina)

O que tem a ver?


Entro no Mix Brasil nessa manhã e dou de cara com isso:

Segue a matéria:

Você é gay, adora tecnologia, RPG, ficção científica e já cansou de ser chamado de “nerd”? A JUNIOR te procura. A revista está produzindo uma reportagem sobre jovens geeks, aqueles que, por exemplo, não pensam duas vezes antes de trocar uma balada com os amigos para ficar em casa diante do computador. […]

E eu digo: FIQUEI POOTA!

Quem conhece a Revista Júnior sabe que a principal crítica que eles recebem é por disseminar um estereótipo de homem gay resumido na construção de um corpo malhado, colocando o cérebro em segundo plano. 100% das fotos seguem esse padrão e se você não se encaixa naquilo, está fora do circuito. É tão cruel quanto a Capricho com a anorexia.

Agora, fala pra mim: Qual nerd que se preze lê a Revista Júnior? E quantos nerds no país estão dentro desses padrões estéticos dispersados por essa manufatora de distúrbios alimentares?

Achei a matéria lunática, e eu nem estou falando dessa foto nonsense que ilustra a notícia – acham que é só colocar óculos fundo-de-garrafa num homem bombado que automaticamente ele pode representar um nerd. Inclusive, não duvido nada que como “nerds” apareçam bills marombeiras que jogam Super Mario World e Age of Empires e se consideram as vicidadchênhas no mundo dos games.

Me schupa e mostra seu Paladino level 85 no World of Warcraft antes de falar de RPG comeego, garáleoam!

Eu avisei…


Lembram do post sobre um seriado da Globo que falaria de um “ex-gay”? Pois então, cata o que saiu na Folha hoje:

Investindo na temática gay, a Globo lançará em 1º de abril o seriado “Algo de Errado”, de Fernanda Young e Alexandre Machado. Na atração, um cabeleireiro homossexual (Jorge Fernando) sofre um acidente e acorda hétero. A série será ousada, mas não terá beijo entre dois homens. “Isso nunca. As pessoas não aceitam”, disse o diretor José Alvarenga Jr. à coluna.

Viu? Pode ter Fernanda Young, pode ter protagonista vinhádo, mas a Globo não vai permitir tão cedo o desejado beijo gay.

Não desperdicem as esperanças, melsbeins. Conformem-se, a TV aberta é feita para o público, e enquanto o público for homofóbico, não é rentável colocar beijo gay.

O prazer de dar o cu é complemetar


Um dos post mais acessados deste blog é um texto muito simples que escrevi num momento de desabafo no qual eu falava da mistificação da dor de ser penetrado pelo ânus. De certo modo, este é um post oportunista, pois na ânsia de sempre ter mais acessos e agradar aos leitores pensei em continuar a tratar do assunto (até porque é bom e todos gostam). Aliás, eu estou bem pensando em resgatar séries de posts perdidos no passado desta imensidão de informações bafônicas que se tornou o BC.

Enfim, dar o edí por si só provoca-nos um prazer razoável, pois o ânus possuí uma série de áreas super sensíveis e que por ventura provoca prazer (não vou ficar falando de coisas muito fisio-biológicas, tipo nervo, músculo e etc, porque, né, sexo é mais que isso e eisso meio que quebra o tesãozinho). Para mim, dar liga intimamente a parte da frente a parte de trás.  Já repararam – quando você é ativo – que se você está penetrando alguém – não há eufemismos! – e esta pessoa goza – no sentido de ejacular mesmo – acontece uma série de fortes movimentos em sue pênis causado pela forte contração da região do cara? Então,  ali mora todo o segredo e o prazer de ser passivo que só é completado portanto, pela estimulação da parte da frente. Ou seja, não tem isso de dar e não gozar, não, pelo menos comigo. Dar sem gozar, para mim, não caracteriza o ato sexual completo. Com vocês é assim também? Não vem fazendo a tímida não…