Como um gay masculino pode expressar sua sexualidade sem resvalar no clichê da pinta?


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AVISO: Este post é para gays masculinos que não têm nenhum tipo de recalque com a sua sexualidade e sempre quiseram expressá-la sem precisar fingir ser uma coisa que não são.

Se você é masculino porque acha que “não precisa ser feminino pra ser gay”, faça-me um grande favor e digite Alt + F4 no seu teclado.

Tava conversando com um leitor, ele me fez um questionamento interessante:

Max, você fala sempre que não é preciso dar pinta pra se expressar como gay, mas se não for pela pinta, quais as outras maneiras de dizer que é gay sem precisar falar a frase “Eu sou gay”?

Maravilhoso! Porque eu realmente sempre digo isso no site, mas nunca fui claro quanto a quais maneiras de se fazer.

Tenho um amigo gay, naturalmente masculino, mais militante que eu e que sempre fica irritado porque não consegue demonstrar que é gay sem precisar dar um show de interpretação.

Se sente assim, coitadinho

Se sente assim, coitadinho

Isso quando as pessoas não desconfiam que ele esteja mentindo!

Primeira coisa a se pautar: Feminilidade não é sinônimo de homossexualidade! Isso é uma teoria sexista que carrega dentro de si a noção de que o homem feminino é menos homem que o masculinizado e, por esse motivo, é gay. Sendo o gay também um exemplo de “homem menos homem”, as duas coisas acabam virando sinônimos tanto pros héteros quanto pra nós.

Afinal, quantas vezes você já disse que alguém é gay só porque essa pessoa é feminina? Inúmeras, eu sei.

Segurando o gaydar no banheiro

Segurando o gaydar no banheiro

NÃO! O único comportamento que é “coisa de viado” é o dar cu, o resto é sexismo. Se bem que isso também é sexista… enfim, por aí a gente já tira que não existe coisa de gay, não é mesmo?

Mas então, Max, como expressar minha homossexualidade sendo masculino como o Cid Moreira?

Bem, você já viu algum hétero chegando numa roda de desconhecidos e iniciando a conversa com “First of all, gente, eu sou hétero”? Eu nunca vi, mas mesmo assim eles deixam CLARO que são héteros, sem precisar dizer que não são gays.

Já os gays se sentem na obrigação de avisarem que são gays, com todas as letras. Só que isso não é necessário. Existem várias outras maneiras de deixar clara sua sexualidade sem precisar fazer uma cena de filme de bicha saindo do armário toda vez que chega num ambiente novo.

Expressando que é gay na casa do amigo, de uma maneira heterossexual

Expressando que é gay na casa do amigo, de uma maneira heterossexual

Seguem as maneiras:

  • Defenda as mulheres e reclame de piadas sexistas. Sabe aquelas piadas que todo homem faz sobre casamento ser uma droga e que mulher é tudo igual? Não ria, faça cara de bravo e discuta com o piadista;
  • O mesmo vale para piadas homofóbicas. Nesse caso, faça uso do meu post dos Amoladores de Faca e dê um show de sociologia. Você vai sair da conversa assumidérrima e ainda respeitada;

Hahahahah que engraçado você, chega aqui pertinho pra eu te contar outra piada de viado:

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  • Uma piadinha contra homens não cai de todo mal também. Isso é sexismo, mas é uma subversão, pois a maioria das piadas sexistas são contra mulheres e, como homens héteros têm, em sua maioria, um apego muito grande à sua condição de homem, fazer uma piada contra homens vai te colocar numa posição de possível bicha e marcar um ponto no placar geral para as meninas!
  • Faça comentários sobre a beleza masculina. Não precisa fazer barulho de pedreiro sugando o ar pra dentro da boca quando passa um homem na mesa. Se acalma, mulher! Dizer o quanto um ator da tv tem pernas bonitas ou os braços torneados são suficientes pra todo mundo saber que você é gente como a gente;

Lembre-se que você não deve fazer nada disso se envergonhando por falar, é como eles esperam que você se sinta. Pois para eles é vergonhoso um homem elogiar a beleza de outro homem e, portanto, seja FIRME na hora de expressar sua opinião. Você é um homem ou um rato, porrãm?!

Um exemplo do que você não deve fazer no caso acima:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=l7STJ6hqGJU]

Ou faça isso também, caso você seja mais nervosa e goste de gerar polêmica! Mas filme a reação dos boys e me envie POR FAVOR! Hahahaha!

E se no final de isso tudo alguém chegar pra você e dizer: “Como assim, fulano, você é bicha por um acaso?”

Una toda a sua diva interior (e aqui você está liberada pra ser feminina), e responda, sem falha na voz:

Sim, algum problema?

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As bofinhas e a minha sexualidade


Não, gente, na moral! Às vezes eu consigo entender a aflição que alguns homens héteros sentem quando chegam em mim pensando que eu sou sapatão. Eu estou sentindo o mesmo por essa sapa de cabelo preto:

[youtube http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=NEDD4m3Zpow]

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É… a música é um saco de cocô…

…mas ela é linda! Até o sorriso de lado ela faz! Esse sorriso de lado, vamos deixar claro aqui, é o sorriso capaz de levar QUALQUER passiva pra cama, lésbica ou beesha, não interessa. Sorriu, os joelhos não se juntam mais.

Esse sorriso penetra de tal maneira no cérebro da gente que eu estou quase sugerindo uma tese de doutorado sobre a influência evolutiva do sorriso de lado na reprodução.

Enfim, foi só isso que me chamou atenção nesse vídeo mesmo, porque não é a primeira dupla gay de sertanejo universitário não. Qualquer um consegue citar pelo menos 5 outras duplas, aliás, existe alguma dupla hétero?

Sim.

Sim.

Inversão de valores ou fogo no koo?


Fotos-de-homens-bonitos-151Vejam que curioso, desde o início dos anos 2000 os homens gays começaram a se interessar pela cultura de culto ao corpo, à malhação e aderiram ao hábito de depilar o corpo a fim de deixar mais aparente os traços dos músculos.

Por esse motivo, desde então a depilação masculina se manteve ligada à homossexualidade, e à ideia de que homem que se depilasse não era “macho”.

Pois bem, recentemente a Gilette lançou uma campanha no youtube e no Facebook chamada “Quero ver raspar”, um trocadilho com o refrão da “música” Gangnam Style. Sim, aquela batida insuportável que não pára de tocar em toda festa hétero (porque se tocar isso em boate gay as beeshas quebram a taça de Chandão na mão e jogam os cacos de vidro no Dj)

O vídeo foi retirado do youtube, mas a campanha continua no Facebook, cata:

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A campanha logicamente deixou o patriarcado se mordendo de ódio: “Como assim a mídia querer dizer como eu, o macho dominante, devo aparentar para pegar mulé?”

Rolou inclusive processo no Conar contra a Gillette. Dezenas de homens dizendo que pelos são símbolo de virilidade, que homem depilado não é homem de verdade.

Quero ver falar isso pro rapaz abaixo:

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Sobre isso, e antes de dizer o que eu penso, vamos ler um texto delicioso postado na página Machismo Nosso de Cada Dia (um pouco de cultura não vai te matar não, garáleo!):

“Ao primeiro sinal de imposição estética os caras já estão surtando, era de se esperar que olhassem para a situação das mulheres e conseguissem, enfim, ter alguma dimensão do que é ter seu corpo controlado e avaliado diariamente. Nos últimos anos a indústria da beleza tem avançado para deixar a outra metade do mundo complexada e, ainda que as mulheres sejam os principais alvos, essa campanha é pioneira em perseguir tão abertamente o corpo masculino.

Acho errado? Sem dúvidas, é sempre uma violência impor um modelo único de beleza, em qualquer circunstância. Mas me choca perceber que os mesmos caras que reclamaram da Gilette fazem questão de mulheres totalmente depiladas e ainda usam os argumentos escrotos sobre “higiene” (oi, vocês são imundos porque têm pelos?) ou reforçam que as mulheres devem permanecer reféns de um modelo de feminilidade asséptico.

Agora somos obrigadas a assistir a legítima defesa deles sobre o próprio corpo enquanto cagam pra luta feminista e querem mais é que as mulheres sejam obrigadas a se depilar, se maquiar, emagrecer e essa porra toda, em função da preferência deles.

Sério, galera? Mesmo sentindo na pele como é ter seu corpo ridicularizado e ser coagido a padronizá-lo, não rolou um paralelo? Uma mínima empatia? Será que eles conseguem imaginar o que é ser bombardeada por mensagens agressivas que escracham seu corpo diariamente, em TODOS os lugares?

E ainda vi várias mulheres defendendo os homens peludos, dizendo que gostam deles assim, mas ai delas se não comparecerem à tortura semanal de depilação. Ou mesmo as que curtem depilados, deixam claro que é uma escolha deles, “até gosto lisinho, mas não faço questão”, a autonomia dos caras sobre o próprio corpo permanece intocável, não se discute, a palavra final é deles – se não gostou, foda-se. Enquanto isso a gente fica aqui sentada, vendo a pop up de emagrecimento, o comercial da Veet, a campanha da Marisa, o cara do lado dizendo que mulher tem que ser vaidosa, a dyke com pelo na perna sendo xingada no ônibus.”
Texto de Cely Couto

homem-mais-peludo-do-mundoEu vou mais além, já observaram a inversão de valores que estamos presenciando? Se ontem depilação estava ligada à homossexualidade e ao halterofilismo, hoje os gays remam contra a maré e a cada dia se observa mais homens assumindo os pelos e a barba.

E juntamente com esses gays, as mulheres heterossexuais iniciam aos poucos também uma inversão dos valores exigindo que os homens agora passem a se depilar. Por mais que ainda seja lamentável a pressão estética quanto à depilação feminina.

1268661431__homem51223Resta saber uma coisa: Seja no caso dos héteros ou no nosso caso, essa inversão tem a intenção de democratizar os padrões de beleza da modernidade, ou no final das contas nós estamos fazendo a mesma coisa que fizemos antes, apenas sob um enfoque diferente?

Estariam os gays mais à frente ao aceitarem agora também o padrão bear de beleza, e os héteros mais atrasados cometendo o erro que cometemos lá no início dos anos 2000?

Afinal, eles começaram depois de nós a exigir dos homens um corpo sarado, antes disso homem em academia era invariavelmente viado, porque “viado que liga pra corpo, mulher gosta é de dinheiro”.

O que vocês acham?

O peso da passividade


Que filosófico esse título, mas vai me dizer que não dá uma vontade louca de saber de qual assunto se trata?

Pois é, dá, e o assunto de hoje se parece muito com o formato dos posts do Kooriosidades, mas se eu não mudar a plataforma, eu vou acabar transformando todos os posts de discussão em posts do Kooriosidades. Elas me perguntam de um tudo!

Por isso, resolvi aproveitar a história de mais um leitor, não pra ajudá-lo (isso já fiz respondendo o e-mail individualmente), mas pra entrar numa discussão que me parece incomodar várias bee’s. Vamos ler:

Conheci um carinha de Vitória a pouco mais de um mês, estou morando a pouco em vitória.

Mas enfim, o cara sempre ficava falando que era ativo e tal, e eu dizendo que não iria dar certo porque só sinto excitação em ser ativo, já tentei ser passivo, mas não dá, não tenho tesão, sabe como?

Então saímos e no primeiro dia ele já queria transar, então fomos para meu apê, e descobri que ele é muito passivo! Estamos namorando agora, e com um mês de namoro ele fica se gabando para os amigos de ser o ativo da relação, e eu fico como o passivo, pois não tenho amigos na cidade e nunca namorei ninguém aqui.

Isso esta atrapalhando muito a relação, ele fala que por ser o fortão e ter cara de macho, “tenho que aceitar isso”

Penso naquela velha historia de gay passivo que não assume, ele diz: “Eu estou sendo passivo com você, nunca fiz isso com ninguém você é o 1º”.

Resumindo, o que devo fazer para essa criatura se aceitar, estou deixando de ter tesão na relação, não sei o que acontece com essas bichas que gostam de esconder a opção, “versátil mais passivo”, “versátil mais ativo”

Não entendo isso, ou você gosta de meter ou gosta de dar. Mas gosto muito dele, pois é um cara muito legal e não queria terminar por bobagens , não quero que ele fique gritando para todo mundo que é passivo, só queria fazer ele entender e aceitar.

O meu sentimento por essa pessoa é duvidoso, por um lado sinto um ódio eterno por ele ter convertido mais um ativo à passividade, por outro acho uma graça que bata o pé pela sua atividade num mundo dominado por edis nervosos.

Mas não é disso que eu quero falar, sempre tendo a falar de sexo, dessa vez quero falar de comportamento. O problema do rapaz é com o namorado que não se aceita passivo, mas o próprio ao ser taxado como tal se sente incomodado e até cogita terminar o relacionamento.

Como é que ele espera que o outro, sempre acostumado a ser ativo, aceite tão facilmente o novo rótulo se nem ele, com um rótulo de mentira, fica à vontade? E por que um rótulo de passivo incomoda tanto, se um depende do outro pra existir, afinal, se não tiver quem só dê, não tem quem só coma, certo?

Errado! Tem os “versáteis”, eles são a maneira que muitos gays machistas inventaram para se livrarem do estereótipo de passivo. Não que os versáteis verdadeiros não existam, existem sim e são muitos, mas em meio a eles você vai encontrar uma infinidade de gays como o namorado do rapaz do e-mail.

Eu disse que era ativo? Te enganei!

Sobre versatilidade, leia o meu outro post CLICANDO AQUI

Sempre que vemos um casal gay temos o hábito de determinar quem é o ativo e quem é o passivo da relação, é natural que façamos isso, e pouco importa se a mais feminina disser que é o ativo, na nossa cabeça ela será a passiva e ponto final.

Isso me lembra muito casais heterossexuais sobre os quais paira um tabu sobre o que fazem na cama, geralmente isso acontece quando a esposa faz fio-terra no marido. Só ele fala de sexo, e ai dela se fizer algum comentário envolvendo dedo, ânus ou diferença de potencial (ddp).

Sobre o casal do e-mail, observem o quanto ele quer que o outro assuma sua passividade, não só porque ele é o ativo, mas também porque, palavras do próprio texto: o outro “fica se GABANDO que é o ativo”.

Se gabando que é o ativo… por que se gabando e não apenas dizendo? Porque somos machistas, todos nós, não só os héteros. Pra todos os homens latinos o fato de parecer ou agir, o mínimo que seja, como uma mulher, é humilhante para a sua identidade masculina.

Até mesmo alguns homens muito masculinos, quando se assumem passivos, tentam o tempo inteiro se desvencilhar da ideia feminina do ato, usando as famosas gírias “Brow, Brother, Fera, professor Xavier, Jean Grey, entre outras”.

Tudo isso com a intenção de assumir a preferência passiva na cama, mas tentar dizer que ainda é ‘homem’. Uma grande besteira, como se ser homem se resumisse a usar o pênis como uma arma de dominação.

Já perceberam que quando uma mulher “age como homem” ou se veste com roupas masculinas ela é vista com respeito e sensualidade, mas quando um homem se veste com roupas femininas é visto mais como uma figura de humor? Ou vocês achavam mesmo que hétero tem tesão em lésbica só por causa do ménage à trois? Nada disso!

Isso acontece porque o homem, na nossa sociedade machista, é o exemplo de força e superioridade. E como todos os animais procuram como seu parceiro sexual aquele que demonstra ser o mais poderoso do bando, é de se esperar que a mulher com características masculinas seja a mais atraente, pois ela representa o que consideramos superior.

Em contrapartida, imaginem um homem no lugar da Dama de Ferro (Margaret Tatcher) tomando as mesmas atitudes dela, mas se perfazendo de características do universo feminino, assim como ela fazia com o universo masculino…

…vocês acham que ele teria o mesmo êxito em conquistar o respeito de uma nação?

Sobre passivas, ativos e máfia


Pior sensação do mundo!

Todo mundo aqui tá cansada de ver no Globo Repórter que as fêmeas escolhem seus machos baseando-se na aptidão que eles têm de criar seus filhotes e, consequentemente, na melhor carga genética, para filhos fortes e adaptados. Transferindo isso para nós humanos, a grosso modo, é o que explicaria porque homens bonitos, ricos e inteligentes deveriam pegar mais que os feios, burros e pobres.

Acontece que, como nós fomos amaldiçoados agraciados pela racionalidade, existem outros vários fatores envolvidos na escolha do parceiro ideal, e é em um deles que eu vou me enfocar: “Por que a grama do vizinho é mais verde?”

Não entendeu? Vou dar um exemplo: Um ativo e uma passiva marcam de dar um cruzo, a passiva se maquia pra sair bem nas poses sensuais no espelho do motel e o atchyvo faz aquela lavagem com Dermacyd na cabeça do pinto, eles se encontram, trepam, e vão embora.

O ativo quando vai embora, chega em casa, toma banho e vai dormir (ou bater uma, sei lá, não tenho muito conhecimento sobre essa espécie rara), mas e a passeeva? PRIMEIRA coisa que ela faz, assim que coloca o pé pra fora do local da trepada, é… pegar o telefone e ligar pra pelo menos 3 amigas passivas, dizendo assim: “Viaaaaaaaaaaado, você não tem noção do boy que me comeu agora, tô toda descadeirada, a neca parecia uma das torres do Planalto Central, enooooooooorme!”, e depois de falar muito no Twitter e no Facetruque sobre a foda, ela posta uma frase da Clarice Lispector e vai dormir.

No final de semana eles encontram seus respectivos amigos e colocam o papo em dia.

O ativo, conta pro seu outro amigo ativo – afinal, eles só andam em bando – que a passiva era boa de cama, o amigo diz que sabe disso porque já comeu também, os dois morrem de rir e terminam o papo comentando sobre o ótimo boquete que a bee faz (experiência própria).

Já a passiva… conta pra outra passiva toda a história com os mínimos detalhes e jura que o pau do boy tinha 48cm mole, a passiva amiga pega o mesmo boy dois dias depois e fala que não era aquilo tudo, e o que acontece? Um viadicídio! Não porque o pau dele tinha, na verdade, 13cm, mas sim porque ela não aceita que a amiga tenha catado um bofe que ela também já pegou: “que fura-olhice é essãm, garáleo?”.

Onde eu quero chegar com tudo isso? Na enquete final:

Quem é a verdadeira mafiosa sem caráter? A gay que faz propaganda sobre o boy, digna da Polishop, daquelas que no final do programa você se pega com o telefone na mão e o pensamento: “como eu consegui viver sem esse produto até hoje?!”; a paseeva invejosa que só pegou pra poder sambar na cara da outra e mostrar o quanto ela é exagerada? ; ou as duas, porque passiva não vale nada meishmo?

Vem:

Um adendo pras sapas: Como vocês conseguem lidar tão bem com tudo isso? Afinal, TODAS vocês já se pegaram, mesmo que indiretamente, né?