Poema de porta de banheiro


Existe toda aquela polêmica de que o digital ia acabar com o impresso, o livro, o jornal. Alheio a isso segue uma das mídias mais antigas e eficazes: a porta do banheiro público. Usada como classificado sexual, como lugar de artes plásticas eróticas, uma das finalidades mais nobres das portas de banheirón é a escrita literária, em especial o poema.  Hoje, captei uma pérola dessa clássica forma expressiva capixaba num banheirón da Ufes:

"Cu que não peida/ Cu que não zoa/ Não é cu/ É buraco à toa"

Slapt, slapt, slapt! BRAVO! BRAVÍSSIMO!

Contos Eróticos?!


contos eróticos esVocês conhecem a  comunidade “Contos eróticos E/S”? Eu não conhecia, encontrei por acaso. Para tentar entendê-la leiamos juntos um trecho da descrição:

Contos gays que rolam, acontece no Estado. Acho q da mais tesão em saber de contos aqui do Estado, pra depois passar naquele lugar, onde rolou a parada e ficar cheio de tesao lembrando do conto da pessoa. E putaria neste Estado rola em tudo conté lugar.

Seriam esse autores gênios da literatura homoerótica? Seriam eles capazes de fazer autores importantes como Jean Genet (meu preferido!), Sade, Adolfo Caminha e todos os outros se remexerem no túmulo?! Bem, para ter certeza vamos ver como um dos autores narra sua primeira experiência envolvendo… é… bem… sêmen:

Comecei a bater e depois de uns 5 minutos eu senti q ele meio q estremesseu. Não entendi muito, mas logo senti algo escorrendo pela minha mão. Ele se levantou e desceu a escada e foi lá bater o pique. Eu me levantei e fiquei olhando pra minha mão sem entender direito o q era aquilo ( não enchergava direito pq a garagem é um pouco escura). Ai coloquei o nariz perto pra cheira aquilo, e senti um cheiro forte e logo pensei “ ahhh isso q deve ser porra, qdo se goza, ahhh “. E ai foi a primeira vez q eu vi o q era um gozo, uma porra

Achou genial?! E que tal a história do Tadeu? Reparem nesse diálogo, como  o protagonista da história, o próprio autor, reluta em fazer felação no sujeito:

Tadeu “ ae vem ca to sabendo q vc ta chupando o pau dos meninos aqui da rua”
Eu “ eu não, ta doido, nada a ver “
Tadeu “ Ta sim, e eu qro que vc chupe o meu “
EU “ eu não vou chupar seu pau não, isso q eles falaram é mentira, não faço isso não “
Tadeu “ Se vc não chupar o meu pau eu conto pra sua mãe agora, vc quer isso? “
EU “ Ta bem, onde vamos então ? “
Tadeu “ Aqui no meio desse matinho mesmo “

E a história termina, após o sexo oral, de uma forma zuuuuper não-convencional:

E eu voltei pra minha rua colocando a minha mão na boca e tipow soltando bafo na minha mao e sentindo aquele cheiro de pau q tava na minha boca. Mto bom.

Arrasou! Sugiro a todos entrarem na comunidade agora e narrar seus relatos mais picantes (ui!) para valorização da cultura literária homoerótica capixaba. Eu já vou lá contar a vez em que uns bandidos obrigaram eu e meu amigos a…