Boa sexta-feiraney!


Não tem aqueles post de glitter e estrelinha do saudoso orkut que deixava sua sexta (se é que isso é possível) ainda mais alegres? Então, curte aí, essa é a nossa versão…

Apenas morrendo aos poucos… Gente, as caras da Britneyde, são de rachar. O melhor dessa briguinha de hits das divas é a produção das gueis que não tem uma louça para lavar. Eu mimijo.

Katy Perry lança o clipe de “Wide Awake”


A dulcíssima Kathy Beth Terry lançou o videoclipe da música “Wide Awake”. O clipe é um troço meio Alice, começa com o fim da gravação do clipe “California Gurls” e termina com uma cena como se Katy estivesse entrando num show.

Vendo o clipe a gente só pensa numa coisa…

[videolog 796033]

bad trip, viagem de ácido! #quemnunca

Via PapelPop.

Top Five do Pop 2011


Agora é nossa vez! Neste clima goshtoso de retrospectiva, vamos relembrar os 5 melhores momentos da pop music que mais nos marcaram em 2011? Aquelesh que levaremos na memória e em nosso heart ♥? Vamash:

5 – Katy Perry e o Julio de Sorocaba

Foi um ano de grandes shows internacioanis nas terras tupiniquins. Teve Britney e milhares de bees gritando “Oh Oh Oh Oh”, teve Rihanna curtindo nossa caipirinha, teve Shakira cantando com Ivetão, teve adolescentes jogando calcinha na cara do Justin Bieber, enfim. E teve Katy Perry no Rock in Rio e uma bee que virou web-celebridade instantânea depois que:

“Juli.. Oooh!”

4- O ovo de Gaga

O ano iniciou com o aguardadíssimo álbum Born This Way, da cantora Lady Gaga. Sempre com performances memoráveis – como a que trouxe a público seu alter-ego masculino Jo Calderone – Gaga abalou ao chegar a premiação do Grammy dentro de um ovo. O single-título do álbum teve sua estreia marcada por acusações de plágio que não tiraram em nada o brilho e a fechação da apresentação:

3 – Beyoncé e a performance de Run the Word (Girls) no Billboard Music Awards

Este ano ela deu o que falar por conta de sua gravidez – que chegou-se a suspeitar ser falsa. Lançou um álbum (4) e vários clipes. Mas o que realmente deixou o mundo de queixo caído foi a performance fabulosa do single Run the Word (Girls)! Foi acusada de plágio e copiadíssima. Arrasa, Bey:

2 – A morte de Amy Winehouse

Em janeiro, ela veio ao Brasil pela primeira e última vez. O mundo chorou sua morte acontecida em julho. No fim deste ano, foi lançado um álbum póstumo Lioness Hidden Treasures no qual inclui o clássico da Bossa Nova ‘Girl from Ipanema’. Pra mim Amy foi o maior presente e a maior perda que este século nos deu no quesito música.

1 – Adele!

O fenômeno Adele, por si só, foi a grande revelação deste ano. Desbancando várias divas, a gordinha deu nó na garganta de muitas bees embalando crises de dor de cotovelo… Sem dúvida É a diva gay do ano:

Versão gay de “Last Friday Night”


Katy Perry sempre terá o mérito de, ao lado de Rebecca Black, ter dado um hino para nossas sextas-feiras… É claro que quando se tem diva pop + hit + fãs gays, o resultado só pode ser as versões viadas dos clipes no youtube que tanto amamos, néam?

O responsável por essa versão é Michael Chase. Ele tem 26 anos, é ator, cantor e intérprete da linguagem dos  sinais inglesa.

Vem ver, gente!

Já pode arrancar o aparelho e acordar no outro dia com um boy magia desconhecido pelado dormindo em sua cama? Não, essa não é sua vida, essa não é sua realidade. Fique feliz se conseguir um kati no Final Feliz, tsá? #gaydadepressão.

Dé in Rio (parte 2/3): ‘Last Friday Night’ ou ‘O melhor show de toda a minha vida!’


Quando saía da rodoviária de Vitorinha, uma bee interiorana conversava comigo e já profetizávamos: VAI SER BA-BA-DO! E claro que foi, porque era impossível não ser. Inclusive a bee estava tão empolgada que mesmo com a perna quebrada (!!) foi ao Rock in Rio  – ‘RIR’ daqui pra frente. A bee arrancou o gesso com uma tesoura e se jogou! Pra que andar, néam?!

Terminado o tão aguardado só que ao contrário, como diz Katylene, show de Claudia Leitte, e depois de uns energéticos e cervejas, eu e minha companheira fomos nos apertando pela multidão de 100 mil pessoas (quase 1/3 da população de Vitória) para chegar o mais perto possível com conforto do palco pro show da Kathy Beth Terry (amo esse nome)!

E conseguimos, tsá? Olha a distância entre nós e a gata:

Fazia um vento gelado na Cidade do Rock, e isso somado com a multidão deixava o clima agradabilíssimo. Era como se houvesse um grande ar-condicionado ligado. Antes do show uma racha e um boy iam com uma arma que parecia um grande caramelo atirando alguma coisa na platéia, sei lá, algum brinde. O cenário lúdico de California Gurls já estava montado, aquele mundo colorido de doces. Daí, as luzes se apagaram… Luz azul, fumaça, o cenário se movendo… Katy surge por traz das nuvens cenográficas! HISTERIAAAAAAAAAAAAA!

Pelo telão eu via a carinha e o jeitinho de Katy e aquela comparação dela com pin-up fez todo o sentido: ela passa ao mesmo tempo uma expressão de ingenuidade boba e sensualidade. E fiquei passado quando percebi que um ex meu é simplesmente a versão masculina dela.

Quando mais o show passava e ela ia solapando um depois de outro de seus sucessos, eu ia cada vez mais me apaixonando por ela. No ar, um cima de euforia que aproximava-se do êxtase religioso. Todo mundo cantando, pulando e dançando junto. Está certo que ela não tem uma das melhores vozes prum show ao vivo, mas ela consegue conduzir um espetáculo de primeira grandeza como poucos, uma show girl pop que maravilhou todo o país. Foram tantos momentos bons que nem sei dizer qual foi o que mais gostei. Foi ela vestindo nossa bandeira e agradecendo-nos – e aos argentinos – pelo sucesso da canção? Foi o show de mágica na troca de dezenas de figurinos? Foi o beijo no Julio de Sorocaba, que virou celebridade instantaneamente na internet (olha ele falando sobre!)? Foi a tão esperada por mim, Last Friday Night, que me fez perder a voz de tanto gritar ‘TGIF’? Foi o público (70% bee, néam) não cantando exatamente Peacock? Mentira, sei dizer exatamente qual foi o melhor momento do show pra mim:

Abri os braços, olhei pra cima, vento nos cabelos… Foi mágico!

E como eu gritava! Por falar em gritar, isso criou uma situação que vou ilustrar com um meme, cata:

(Amo memes! Eles expressam sentimentos como ninguém)

Acabado o show da Katy Perry, começou o do Elton John. Foi um show bem intimista e decepcionou um pouco. A Elton ficava ali no pianinho na dele, sem interagir,  de um lado e a banda fechando horrores do outro lado. Mas decepcionou mesmo, porque a maricona que tem mais de 40 anos de carreira de grandes sucessos, me vem num festival deste tamanho e NÃO canta os clássicos da sua carreira! Que beesha é essa? Ah, não aceito! Quando ele terminou o show eu fiquei lá falando pra desconhecidos em volta: “Calma, gente, é uma brinks! Ele vai voltar e cantar ‘Your Song‘, é o MAIOR sucesso de sua carreira dele”. Olha, vou te falar, estou esperando ele voltar até hoje…

Rihanna demorou pra entrar no palco – charme, aposto -, mas quando entrou… SAM-BOU na nossa cara! Começou com uns barulhos estranhos altíssimos, coisas quebrando, grito… Na tela iam passando imagens da racha se rasgando e tal… Parecia que o mundo estava acabando e que a fofa era a cavaleira do apocalipse! E iam introduzindo a música e o coração acelerando… “Mentira, não pode ser, é mentira!”

QUEBROU O GARALEO TODO!

Ela conseguiu tirar todo meu mau humor por ter sido roubado!!! Ela entrou toda confiante apoiando-se na certeza de que todas as músicas dela eram conhecidas pelo público. Estava certa. Only Girl, Disturbia, Shut Up and Drive, Man Down, S&M, Hard, Unfaithful, Te Amo, California King Bed,What’s My Name?, Rude Boy, Cheers, Don’t Stop The Music, Love The Way You Lie e Umbrella. O público sabia – e amava – praticamente o setlist todo! Mesmo usando um único figurino (ai, amay aquele mucão, puro poder!) e cenário minimalista (qual?) a racha botou a Cidade do Rock abaixo segurando o show todo com sua voz poderosa. Sou todo amor, Ri! ♥♥♥♥♥

Outyra coisa que amay, foi ser reconhecido e encontrar um monte de gente daqui da terrinha. Ia passando e sempre ouvia um “Olha, o Dé do Babado Certo!”. SUASLINDAS!

Uma coisa que também me provocou muito encantamento foi o banheirón do RIR. Beesha, era um mictório de dezenas de metros! Você ia mijar, olhava pros lados e via 200, 300 necas enfileiradas. E tinha várias bees abusadas que ficavam de neca dura se masturbando ainda! Qüenda! E eu fiz um videozinho do mics pra vocês verem que eu não estou mentindo:

Ó, já estão a venda os ingressos pra próxima edí-ção, tsá? #fikadika Muah!