Aumento do vírus HIV cresce entre jovens gays em 2011


De acordo com um relatório divulgado nesta segunda-feira (28) pelo Ministério da Saúde, o vírus HIV aumentou entre jovens homossexuais de 15 a 24 anos. Em 1990, a Aids correspondia a 25,2% dos homens infectados nesta faixa etária. Agora, em 2011, o número aumentou para quase o dobro, chegando em 46,4% de infectados.

Devido a esses dados, a campanha de 2011 em combate ao Dia Mundial de Luta contra a Aids, que acontece no dia 1º de dezembro, será focada em jovens gays.

“Estamos buscando entender os aspectos de vulnerabilidade dos jovens gays, e quando falamos neles, também temos que falar dos (sic) travestis. Temos uma preocupação específica com isso, com entender a vulnerabilidade desse setor. Achamos que para esse público não falta conhecimento: 95% deles sabem que a melhor forma de prevenir a Aids HIV é a camisinha”, afirmou Alexandre Padilha, ministro da saúde.

Mulheres entre 13 e 19 anos também terão destaque nesta campanha. Segundo relatório, essa faixa de idade é a única em que há mais mulheres infectadas pelo HIV do que homens. Geralmente, meninas dessa idade acabam cedendo à pressão do parceiro em fazer sexo sem camisinha.

Fonte: Site e Revista A capa

“A geração tolerância” como matéria de capa da Veja


A revista Veja desta semana traz uma interessante matéria sobre uma possível tendência atual de superação do preconceito.

Os adolescentes e jovens brasileiros começam a vencer o arraigado preconceito
contra os homossexuais, e nunca foi tão natural ser diferente quanto agora. É
uma conquista da juventude que deveria servir de lição para muitos adultos
“, diz a chamada da reportagem.

Coincidentemente, encontrei com uma bee amiga minha que não via há algum tempo numa festeenha de anversário e conversávamos justamente sobre isso, de como  há tolerância a homossexualidade tem sido bem maior nos últimos tempos. É claro que ainda há ainda a homofobia marcante presente nas relações sociais em nosso país e também o medo do preconceito, do esteriótipo e da não-aceitação por parte dos gays. Porém há uma sérei de fatores sintomáticos que de fato apontantam para uma mudança desse perfil, que são muito bem apontados na matéria, como por exemplo  jovens e adolescentes se assumindo cada vez mais cedo e vivendo sua afetividade e identidade de forma bem livre.

Leiam a matéria (aqui) que traz muitos depoimentos e histórias de gays e lésbicas jovens que se assumiram, dados e falas de especialistas.

Sugestão de leitor via comentários.