Vai ter mais 2 ‘Ts’ sim e se reclamar vai ter 7, um para cada cor do arco-íris.


Do jornal A Gazeta de ontem (24/07), coluna Victor Hugo:

Victor Hugo

Gente, e esse povo querendo cagar regra no movimento social alheio!

Relaxa, gato, usa LGBT, que está valendo, os Ts todos e o I é para dar conta das várias outras sexualidades, mas se usar T de trans está ok. Não precisa dar piti. E no mais, de todas as coisas relevantes que poderiam ter sido ditas sobre a questão, acho – só acho –  que essa é a menor, hein?!

D’A Tribuna #1: A trava valente


Hoje (19/04), editoria de ‘Polícia’, página 23:

Clique pra ler ampliado!

Oh, Ganesha, até quando esses véio vão usar a velha desculpa do “não sabia que era homem”. Tá certo que tem trava que é super feminina, mas vão fazer um favor, né? Orla de Itaparica, em Vila Velha, é conhecida como ponto das travestis, especialmente ali perto do antigo Playboy Motel e do Dunas Motel.

Amigos jornalistões de ‘A Tribuna’, vamos mudar este título? Vou até dar sugestão:

Descobriu Pensou que travesti era bagunça e ainda e por isso apanhou

Não precisa agradecer.  Se quiserem me contratar, tsá?

Laerte: “Senta aqui, Bolsonaro!”


Vocês conhecem o Laerte? Um dos maiores cartunistas do Brasil (é o meu preferido!) que aos quase 60 anos de idade saiu do armário não só se assumindo bissexual, mas também a identidade de crossdresser (favor não confundir com travesti, nem drag queen).Ontem (quinta-fera, 07), ele participou da Festa Internacional do Livro de Parati (Flip) e falou sobre o impulso de se vestir de mulher, a reação da família e de amigos, orientação sexual, humor e preconceito.

“Eu mesmo, quando jovem, pratiquei bullying contra gays. Costumava hostilizar um primo meu que dizia ‘Ave!’ no lugar de ‘porra!'”, revelou, explicando como reprimia sua bissexualidade.

Para combater a homofobia, Laerte defendeu que os crimes contra homossexuais sejam classificados da mesma maneira que o crime de racismo e que o movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) lute contra a guetificação. “Você tem que sair das trincheiras e lamber o pescoço. Tipo: ‘Senta aqui, Bolsonaro!'”, brincou, arrancando gargalhadas do público.

Fonte Folha.com.

Leiam a matéria completa sobre a participação dele na Flip, que está bem legal, clicando aqui.

Fica, vai ter bolo! (versão literalmente)


Parece que a imprensa capixaba toda entrou numa cruzada para acabar com as festas incríveis que acontecem na Ufes. Depois de A Tribuna dar por dois seguidos notícias negativas sobre os eventos babadeiros que ocorrem lá, a vez foi da coluna Victor Hugo n’A Gazeta, cata:

Não sei vocês, mas quando leio uma nota como essa só uma coisa se passa na minha cabeça:

MERDA, PORQUE PERDI ESSA FESTA!!!

Via Gazeta Online.

Por falar em BBB11…


Saiu no site do jornal capixaba ES Hoje matéria sobre a saída da Ariadna do programa e quem foi um das fontes, han?! MAX VANILLA, aquela linda. Cata o trecho:

Cezar Pederzini, ou Max Vanilla, escreve para um blog voltado ao público LGBT e tem opinião formada sobre a passagem “meteórica” da participante pela casa. “Com a inclusão de um gay assumido no programa, com Jean Willys, o Brasil impressionou ao deificar o rapaz, ao considerá-lo o tipo de gay perfeito: intelectual e assexuado. Afinal, apesar de ser gay, não demonstrou em momento algum ter sexualidade”, revela.

“Nas próximas edições, a presença de um ou mais homossexuais tornou-se fundamental, e daí vieram Marcelo, Dicésar, Serginho, Lucival e Daniel. Entretanto, eles sempre se mostravam ignorantes e estereotipados”, analisa. “Na edição atual, o Brasil parou para observar Ariadna, a cabeleireira transexual que prestava serviços sexuais na Itália. Especulou-se sobre sua vida pessoal e, a partir dela, julgaram a sua índole”, conta.

Com isso, Cezar acredita que foi feita uma espécie de faxina no programa, apesar de várias mídias sociais enaltecerem a presença dela no programa. “O Brasil, como país latino e, consequentemente, machista, não vê com bons olhos a abdicação da masculinidade. Nascer homem e tornar-se mulher é repugnante e inaceitável para uma sociedade como a nossa”, pondera.

Para ler a matéria completa clica aqui ó.

Fantástico faz matéria sobre intolerância sexual e direito do homossexual


Não sei se todos tiveram oportunidade de assistir a excelente reportagem apresentada pelo Fantástico ontem a noite (09/01):

Vocês imaginam quanto é importante esse tipo de matéria (e com esse tipo de enfoque)? Ainda bem que os jornalistas tiveram a sensibilidade de não mostrar o chamado “outro lado” e entrevistar algum neonazista dito cristão para enfraquecer as questões realmente relevantes aqui que são os direitos civis negados a uma parcela dos indivíduos brasileiros.

É imprescindível que a sociedade discuta essas questões. Não podemos ser esquecidos dentro do debate público e político, e por mais que critiquemos a grande imprensa ainda tem o poder de agendar os temas das conversas na sociedade. Que fique o exemplo.

E vamos a luta!