“Quem deve ser o novo pecado do Levanta Poeira?”


Aha! Enfim um concurso que vale a pena. Não é essas bichices de concurso Mister Brasil, tô falando do concurso Pecado do Levanta Poeira. Não sei exatamente o que é, mas é algo como um concurso para escolher quem é o mais belo cafuçú entre os boys magias cearenses, só a fina flor do nordeste. É a mídia regionalista oferecendo às massas o melhor da virilidade local. Qüenda:

Pecado Levanta Poeira

Clique sobre a imagem e vote!

Diferente daqui (cof, cof, cof), lá as bees comandam a programa da TV Diário. Meu preferido é o virginiano
Edvando Lima, com seus 22 aninhos, um metro e oitenta e oito, 89 kilinhos. Achei completíssimo. E vocês vão em quem?

Yuri mostra a rola mais uma vez


Desculpa pelo título sensacionalista, mas é que esses posts dão uma audiência pro blog que vocês nem imaginam.

pênis rola piru Yuri BBB 13 pelado

Sabemos que desde a edição passada Yuri nos dá alegria, seja batendo um bolo na webcam, seja provando para todo o país que não come fofo… Sei que vocês já estão enjoadas de ver a piroca dele… MENTIRA! Não há uma pessoa que esteja enjoada de ver essa maravilha da natureza!!! Cala a boca, dá play e bota logo no minuto 07:15 e presta atenção porque é rápido:

Yuri seu lindo
Obrigado, Natália, pela forcinha!

Via Morri de Sunga Branca.

O pai do ano!


Há algum tempo rolou na internet a foto de um pai que  passou a usar saias em público como forma de apoiar o filhinho de 5 anos, que gosta de usar vestidos e pintar as unhas. Veja:

Não é fofíssimo?! Pois o boy é um escritor chamado Nils Pickert de 32 anos nascido em Berlim, hétero, casado há 16 anos.

E se a foto não foi suficiente para derreter esse seu coração de pedra, leia os trechos de uma entrevista que ele deu, que é um verdadeiro tapa na cara da nossa sociedade latina machista e moralista:

(Do IG)

iG: Você é adepto da criação de gênero neutro ?

Nils Pickert: Não existe essa coisa de “criação de gênero neutro”. Se eu tentasse criá-lo dessa maneira, estaria levando-o ao igualitarismo, e não à igualdade. O igualitarismo nega a existência das diferenças. A igualdade defende que todos devem ter direitos iguais. Eu sou a favor da igualdade, o que significa ter os mesmos direitos de escolha não apesar, mas por causa das diferenças. Sempre haverão gêneros diferentes e identidades diversas. “Neutro” não é uma opção. Devemos procurar o “justo” em vez do “neutro”.

iG: Desde quando seu filho mostrou interesse por vestidos, esmaltes e outros elementos culturalmente associados ao feminino?

Nils Pickert: Não criamos um ambiente em que ele precisasse identificar certas coisas como masculinas ou femininas. Por que deveríamos fazê-lo? Algumas pessoas gostam de esmaltes, como meu filho e a irmã dele. E há pessoas que detestam esmaltes, como a mãe dele. Usar saias ou gostar de coisas cor de rosa não é feminino por si só. Agir de forma áspera e ser durão não é masculino por si só. Somos nós que atribuímos estes valores.

OMG!

iG: Como você se sentiu ao perceber que ele gostava de usar saias? Você ficou preocupado? Pensou no que as pessoas iriam dizer?

Nils Pickert: Não fiquei preocupado, não há nada para se preocupar. Ele é meu filho e está tentando viver a vida da melhor maneira que pode. Se ele quiser fazer aulas de boxe, tudo bem! Se quiser dançar balé, tudo bem também. Mas é claro que pensei no que as pessoas iam dizer para mim. Todo mundo tem o direito de criticar minhas decisões. Sou eu, e não ele, quem está tomando uma posição. Ele só quer usar vestidos de vez em quando. Já eu estou tentando garantir que todos ao nosso redor entendam que ele não está sozinho e que eu estou aqui para apoiá-lo. Para isso, estou disposto a fazer papel de bobo — sou pai dele.

iG: Muitas pessoas criticaram sua atitude argumentando que, permitindo a seu filho experimentar elementos associados ao feminino, você está deixando de ensiná-lo os códigos sociais, função fundamental dos pais. O que você acha?

Nils Pickert: Isso é um argumento cínico e um pouco covarde. Ele tem total capacidade de entender os códigos sociais. Mas, acima disso, ele é capaz de distinguir o que é superficial e o que é mais profundo. Um vestido é só um vestido. Ser mau ou violento, isso sim é um problema. Talvez ele deixe de usar vestidos um dia. Mas sempre haverá gente que, por ser diferente, vai precisar da compreensão e da paciência dele. As pessoas me perguntam porque não poupo meu filho dos olhares de reprovação simplesmente dizendo-o para não sair mais de vestido. Prefiro poupá-lo de um julgamento cruel e odioso da sociedade, e só tem uma forma de fazer isso: mudando-a. Não porque somos diferentes ou párias, mas porque poderíamos sê-los. Não lidar com questões de gênero não nos dá o direito de julgar quem é. Nos dá o privilégio de ajudar quem está às voltas com estas questões.

Você quem critica a atitude: “Obrigado por sua opinião irrelevante”

iG: Você acha que brincar ou experimentar papéis associados ao feminino pode influenciar na sexualidade do seu filho?

Nils Pickert: A sexualidade do meu filho não é problema meu. Não sou dono do futuro do meu filho. O futuro dele é todo dele, para ele viver — eu sou abençoado por poder acompanhá-lo.

É isso mesmo? A humanidade ainda tem salvação?! Não encha meu coração de esperança atoa, hein?!