Desde que o mundo é mundo…


Cata a manchete:

Cinco mil anos depois de ter morrido, o primeiro “gay das cavernas” foi descoberto por arqueólogos na República Tcheca. De acordo com os cientistas, o jeito como foi enterrado sugere que ele tinha uma orientação sexual diferente. (…)

Texto do jornal ClickPB, leia o texto completo aqui.

Olha, teve anos e anos de pesquisa e mil teorias associadas pra chegarem a esta possível conclusão. Inútil! Podiam ter me chamado, porque meu gaydar é babadeiro e só de olhar esta foto:
…eu sei que essa beesha pré-histórica não só era do babado, mas que também era passiva e deve ter sido a precursora do uso do canecalon (naquele época feita com crina de cavalos selvagens). Cata os vasinhos onde ela tomava seus ‘bons drink’.

Tá morta, mas tá magra, tá linda, tá diva. Arrasô na feminilidade, tombô cas bee do paleolítco. Muah!

Tchynna vai de táxi para o Rio! (parte 2)


Me leva para qualquer lugar, meu amor!

Se eu fosse escritora de contos eróticos não ia ter criatividade para descrever o taxista. Beeshosas, ele era lindo. Tinha apenas 22 anos e estava naquela vida fazia um. Pedi para ele para e fui para o banco da frente. Não dei desculpa nenhuma, eu era cliente e trocava de banco a hora que eu quisesse. Ele simpático ouviu minha história e alertou para ter cuidado com os taxistas cariocas. E disse que não ia precisar de cuidados porque só usaria os serviços dele – fiz uma cara lasciva e puta envergonhada de quem disse uma bobeira. Ele riu e disse que estaria sempre ao meu dispor em TUDO que eu precisasse. Cruzávamos ruas desconhecidas do subúrbio do Rio. Ele parou num sinal e milhares de beeshosas atravessaram a rua. Era MUITA beesha. Parecia uma parada fora de época. Ele explicou que ali perto funcionava uma boate gls muito famosa, a 1140. Paaaara tudo agoraaaaa! Eu quero ir, eu quero ir. Ele disse que poderia me deixar na porta da boate se eu quisesse, mas que queria me levar para um lugar beeem melhor… Preciso dizer para aonde eu fui?