Pesquisa comprova: Sexualidade dos pais não afeta QI da criança.


Para jogar um pouco de luz sobre a polêmica treva de que pais gays não sabem educar direito seus filhos, pesquisadores dos Estados Unidos estudaram crianças adotadas por casais de mesmo sexo para saber se isso é realmente verdade.

Uma equipe de psicólogos da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA) analisou casos de 82 crianças consideradas “de risco” que foram adotadas no Estado – 60 por pais heterossexuais, 22 por homossexuais (sendo 15 por homens e 7 por mulheres). A idade das crianças na época da adoção era de 4 meses a oito anos e a dos pais de 30 a 56.

Os estudioso fizeram avaliações com as crianças nos períodos de 2 meses, 1 ano e 2 anos depois da adoção. Elas foram analisadas por um psicólogo nos três momentos, e seus pais responderam a questionários. O resultado é que todas as crianças, filhas de gays ou não, tiveram um significativo desenvolvimento cognitivo, e os níveis de problemas comportamentais permaneceram estáveis.

Além disso, a pontuação delas em testes de QI subiram em média 10 pontos, o que é considerado um grande aumento. Antes da adoção, elas já tinham múltiplos fatores de risco, entre eles nascimento prematuro, exposição a drogas durante a gestação, abuso ou negligência e moradia inconstante.

“As crianças adotadas por gays e lésbicas tinham mais desafios antes da adoção e, ainda assim, chegaram ao mesmo ponto de desenvolvimento, o que é impressionante”, destaca a pesquisadora Letitia Anne Peplau. “Não há base científica para se discriminar pais gays e mães lésbicas”, completa ela.

Quando lhe perguntaram se as crianças precisavam de uma mãe e de um pai, o pesquisador Jill Waterman respondeu: “Crianças precisam de pessoas que as amem, independentemente do gênero de seus pais”.

Fonte: http://migre.me/bk376

“Mãe, eu sou gay!”


Olha que legal este vídeo! Um cara hétero decidiu pregar uma peça na mãe e se assumir gay para ela. Veja que interessante a reação da mãe:

Oooooowwwwwwnnnnnnnn! ♥

Gente, chocado como as mães são TÃO parecidas. Todas as histórias são super semelhantes! Elas sempre ficam #chatiadas, preocupadas, choram, dão conselhos, mas aceitam nossa “”””opção””””. Elas dizem que não era o que queriam, mas sempre nos aceitam porque nos amam. O amor de mãe é incondicional.

Mãe é mãe.

Você que quer e ainda tem alguma insegurança em se assumir, talvez até seja um incentivo. Claro, cada um sabe de sua situação e com o que está lidando.

Mas, como lhe dar com o fato da mãe já ter desconfiado, hein, heterozão? Huahauhauhauhauhauhauhauhaua. #morri

Dica do leitor.

O Segredo dos Lírios: documentário sobre mães de lésbicas



O Segredo dos Lírios (16 min) é um documentário que conta a história de Christiane, Estela e Vera: mães de garotas homossexuais que fazem de seu amor um exemplo para outras famílias. O filme foi dirigido por Brunna Kirsch e Cris Aldreyn, estudantes de cinema da UNISINOS (São Leopoldo – RS) durante a primavera de 2011 e exibido pela primeira vez em uma sessão comentada no Santander Cultural, em Porto Alegre, onde recebeu diversas críticas positivas. Este ano, os produtores do filme resolveram divulgá-lo em homenagem ao “Dia das Mães” e ao “Dia Internacional Contra a Homofobia”. Assista:

Fonte: Homorrealidade

União civil entre casais do mesmo sexo: um sonho possível?


Lembram daquela matéria que postamos aqui sobre adoção de união civil entre casais homossexuais pela defensoria pública aqui do estado? Li em alguns sites e blogs LGBT do país a respeito de uma procuradora-geral da República – Deborah Duprat – que está propondo ao Supremo Tribunal Federal dedução de descumprimento de preceito fundamental, com pedido de liminar e de audiência pública, para reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo. Ela afirma que quer que aos parceiros homossexuais sejam dados os mesmos direitos e deveres dos companheiros em uniões estáveis, já que, ao negar o reconhecimento deste tipo de união, o Estado alimenta e legitima uma cultura homofóbica. Arrasou! Saibam tudo sobre o assunto no blog Bota Dentro.

O babado tá ficando tão forte, que minhas esperanças estão começando a reacender e poder constituir família com nossos parceiros e parceiras (não esqueçamos de nossas amigas lésbicas, leitoras assíduas de nosso blog babadeiro) se torna cada dia uma sonho mais possível. O assunto já está repercutindo no estado, e o jornal A Gazeta de sábado passado (04/07) publicou uma matéria sobre o tema, leiam (cliquem para ver ampliado):

enviar-de-bc-agazeta-4.7.09Caetano Veloso em uma de suas músicas fala o seguinte: “surpreenderá a todos, não por ser exótico, mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto quando terá sido o óbvio“. E não é exatamente o que está acontecendo agora?! A clareza e a sapiencia das palavras da procuradora-geral são sen-sa-ci-o-nais! De fato, o Estado não pode negar aos homossexuais um direito assistido aos héteros baseado no discurso religioso. O Estado não é laico? O Estado não é democrático? Há uma multiplicidade de sexualidades e religiões que não podem ser ignoradas e não cabe ao poder público (por ser público, oras!) subjulgar ainda mais as minorias, deveria fazer exatamente o oposto, gente! Pois o pensamento religioso é irredutível sobre essa questão, não adianta argumentar:

enviar-de-bc-agazeta-4.7.09-3(click pra ver ampliado)

Eu estou muito otimista com tudo isso, não nego, e já passo a fazer planos com meu companheiro, pois várias situações apontam que pouco-a-pouco estamos adquirindo nossos direitos na sociedade:

enviar-de-bc-agazeta-4.7.09-2Sonhemos, amigas, sonhemos. E lutemos!

Agradecimento pela dica e pelo material a Patrick Monteiro.

Ai, pai!


Ai, que vergonha!

Uma das coisas péssimas de não ser 100% assumido para os pais é o fato de que algumas coisas eles acham que em vez de ser gay, são cool.

Na minha casa é o seguinte: minha mãe sabe, meu pai, não. Aliás, sabe, mas finge não saber, porque no fundo não quer aceitar e prefere  ficar na ignorância, pois nunca escondi de fato e dou pinta horrores!!! Ele aparentemente não se importa – inclusive com o fato de eu nunca ter tido uma namoradeenha. O engraçado disso tudo, é que algumas expressões tipicamente gays são ditas por ele por ouvir de nós (dos meus irmãos), que ele provavelmente deve achar zuper jovem, jovem, jovem, formamosoexercitodosurf.

É ten-dên-cia!

É ten-dên-cia!

Outro dia, ele virou para mim e falou (a respeito de uma caixinha de som que foi pega emprestada para o computador aqui de casa): “Essa caixinha de som que deram a elza é mara!“. Eu fiquei em estado de choque! Por dentro, é claro. Fiquei imaginando meu pai ultra viril falando isso pros amigos dele do trabalho. Esh-cân-da-lo!!!

Em outra vez, ele me mandou uma mensagem no celular que terminava com “beijo me liga“. Muita vergonha alheia por meu pai, tadinho. Fora ele, tem minha mãe e minha irmã (7 anos) que só andam falando, além dessas, outras expressões como “uó”, “aloka”, “racha”, “amapô”… Acho que sou uma má influência para minha família.

Não me venha com verdades!


Tentando conversar sério com meu primo sobre uma paixão antiga, e a possibilidade de correr atrás do prejuízo:

Pedro…diz:                                                                           msn
Mas…meu lado negativo…sim, ele manda mais em mim!
Me diz que levo um fora

Primo – diz:
E daí.Foda-se!
Vc nunca foi de ligar pra isso
Tenta beesha

Pedro…diz:
hauhauhauhaua[
Adoro essa imagem de inatingível que criei
Afinal… Sou uma subcelebridade!hauhauhau!

Primo – diz:
Inatingível, bêbada e barraqueira

Pedro…diz:
adoooooooooro

Primo – diz:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Pedro…diz:
Sou praticamente a Heleninha
Toca o mambo DJ!

Primo – diz:
suhaushiahusiuhaihusiashai! adorooo!

Queria tanto ser o único viado da família. Somente a família fala a verdade de forma tão espontânea! Uó!