“Vocês vão ser vovôs”


Olha que lindo! Um casal gay está com a filha deles e o genro. Ela está esperando o primeiro filho e é hora de dar a boa notícia. O genro, que está filmando, diz “digam como será a vida agora que vocês serão avôs”. A filha confirma: “Estou grávida”. Olha a felicidade das cacuras:

“Oh, my God! Oh, my God! Oh, my God! Oh, my God!

Ainda que BEEEEEM mais afetado, família é sempre família, gay ou hétero. ♥ Cute, néam?

Entre o velho rico triste e o jovem mendigo alegre


Andando pela orla de Itaparica conversando com um amigo falávamos sobre a questão homossexual e a relação com a estabilidade/ instabilidade financeira. Ele me dizia da crise que passava uma bee amiga dele, que é mais velha, e que reclamava como os amigos dela, que são héteros e tem família, conquistaram muitas posses como casa e carro e ela não tinha “nada”. É claro que para ter tudo isso o amigo da bee deve ter poupado e para tanto se privado de uma série de coisas como saídas aos finais de semana, viagens, roupas e etc. Entretanto, gastar todas as suas economias de forma hedônica não é, ao meu ver, uma regra entre os gays, já que muitos também são extremamente perfeccionista e econômicos, é quase aquela coisa dos ‘8 ou 80’.

Vivemos entre duas filosofias – que seriam mais máximas, aliás – que nos regem no que tangem a questão financeira: ou “a vida é uma só, só se é jovem uma vez” ou “não se é jovem para sempre“, sendo que a primeira prega justamente o hedonismo e gastar ao máximo pois não faria sentido juntar dinheiro para a velhice quando em tese não seria mais necessário ter dinheiro pois a pouco a se aproveitar, e esta que prega justamente o oposto a necesssidade de guardar dinheiro para adquirir bens e ter uma vida mais tranquila. Enfim, a velha metáfoga da cigarra e da formiga, néam?

Eu mesmo por mais que queira poupar sofro sempre com isso, porque no fim do mês estou sempre pobríssimo. Eu meio que gostaria de ter a segunda filosofia, mas acabo mesmo é vivendo a primeira.

E vocês, como lidam com esta questão?

Holanda terá famílias LGBT em livros didáticos.


A Noordhoff, maior editora holandesa de livros didáticos, está planejando incluir casais homossexuais em seus textos e exercícios. A editora alega que é muito importante para o material escolar refletir todos os aspectos da sociedade holandesa e apresentar a homossexualidade para as crianças naturalmente.

Por exemplo: Os dois papais vão comprar um porquinho-da-índia. A pet shop oferece desconto de 20% sobre o preço de 17,95 euros. Quanto o casal precisa pagar?

“Livros didáticos estão sempre ligados ao nosso cotidiano”, disse Frans Grijzenhout, diretor da editora. “Quando em um livro, por exemplo, a família sai de férias, nas ilustrações estão sempre a mãe, o pai e as crianças. Existe, contudo, outra maneira de contar a história.”

Futuramente os livros escolares da Noordhof vão respeitar a realidade de famílias com dois pais ou duas mães. Há muito que os livros da editora já trazem figuras de meninas muçulmanas com véu na cabeça e também representantes de outras culturas estrangeiras, diz Grijzenhout. “Da mesma forma nós tornamos reconhecível a homossexualidade para crianças.”

A Associação pela Integração dos Homossexuais da Holanda -COC- reagiu com entusiasmo. Há muito tempo que era necessário colocar um fim à “normatividade heterossexual em livros escolares”, declarou a associação. No entanto, integrantes da associação têm notado em muitos lugares da Holanda que a tolerância em relação aos homossexuais vem diminuindo.

Mesmo toda a campanha de inclusão dos LGBT’s na sociedade holandesa não pode ocultar que os ataques a homossexuais tem aumentado. Até mesmo em Amsterdã, casais gays relatam que se sentem mais inseguros do que antes. Segundo eles, os agressores são geralmente jovens muçulmanos de famílias de imigrantes. Para a COC, o mais importante é que já nos livros escolares “casais homossexuais sejam representados como uma coisa normal”.