Drama queen: aparecer ou não aparecer?


Fomos convidados por um emissora de TV a participar de uma reportagem de um determinado programa (como se ninguém soubesse), que, claro, falaremos aqui. Daí que começa meu drama pessoal. A grande dúvida cheiquisperiana é: mostrar-me ou não mostrar-me? Pois a reportagem deu-me a opção de aparecer  embaçado, como aqueles crimonosos, não tem?

Conversei com vários amigos, mas eles como são péssimos mais criaram dúvidas do que consenso. Se por um lado manter o mistério cria todo um clima e lirismo reforça o mito por trás do Dé, por outro já apareci em alguns eventos, eu poderia matar a curiosidade de mil fãs (de maneira dygna e elegante) e me respaldar mais judicamente (na lei de livre opinião, não se pode expressar de forma anônima, só por pseudônimo). Mas sou professor universitário, como fica minha reputação e seriedade, entendem? Não quero meus alunos falando “e aí, professor, deu o edí no finde?”. Crise existencial, pânico! Eu sofro muito, dona Márcia!

Me ajudem, gente! O que vocês acham:

Mais importando do que votarem, é opinarem (com justificativas plausíveis) nos comentários, tsá?

Podcast: Babado Certo no BlogcampES 2009


Como esse blog é uma mãe, gravamos e postamos nosso bate-papo do sábado de manhã lá no BlogCampES 2009. Foi loosho, foi glamouroso… E o babado foi certíssimo! Ouçam:

Depois comento mais. Desde já, beijo para Thalles, para Dani, para Tâmara e, especialmente, para Ju do Cut Club.

Irritado? Liga para o Pastor!


Algumas coisas me irritam. Melhor… Muitas coisas me irritam! Não acho as minhas meias e minhas canetas, e porque não falar no guarda-chuva! O que liga essas coisa ao gigantesco mundo das coisas que me irritam é o encantado, e paralelo mundo que essas coisas se escondem quando mais precisamos delas. Ando irritado com tudo mesmo!

sei!

sei!

Que me ver irritado e louco do meu cú, e  no meio das minhas naturais insônias, zapear pelos canais e sentir o poder de atração que o “delicioso e instrutivo”  Fala que eu te Escuto tem sobre mim. Acabo sempre atraído em assistir nem que seja uns minutinhos. Adoro as noticias e novidades dos próximos a arder na fogueira eterna do inferno!  Sempre com debates “educativos” e de extrema “clareza intelectual”, esse pequeno clássico da madrugada tem seu poder muito mal compreendido e analisado. Lembro de um dia que o tema era casamento homossexual e ligou uma mulher de Vitória, que se identificando como lésbica   começou um discurso apaixonado pela legalidade da união civil entre iguais. O pastor, com cara de vendedor em farmácia de subúrbio quando a beeshinha aparece para comprar três vidros de KY, tratou de convencer a telespectadora que era impossível uma família se desenvolver em uma estrutura, que em suas palavras “- Não teria como uma criança ter dois pais ou duas mães”. Simples como ser melhor amigo de promoter, a tão querida telespectadora concordou com as palavras do pastor. Puto e quase pegando o endereço da mulher para uns bons tapas na cara e colocar a sapata de volta no mundo, tive que engolir meu ódio e só trocar de canal. Por que essa merda não se chama Fala que eu te Julgo? Por que as pessoas ligam para lá para serem convencidas que estão absolutamente erradas? Por que os pastores não visitam o mundo paralelo das canetas Bic e meias?Por que uma emissora, que é comandada por uma igreja, tem personagens homossexuais em suas novelas para chamar público e gonga com os viados na madrugada?
Na minha gigante lista de coisas que me irritam, o Fala que eu te Escuto tem lugar de destaque. Por essas e outras, adoro quando alguém realmente liga com uma verdade:

Pronto! Sou uma pessoa chata e que  se irrita com tudo…Mas, me irritar com o Fala que eu te Escuto deve ter a benção divina!