“CaosAção” evento pós-Enuds na Ufes


Alguns participantes capixabas do 8º Encontro Nacional Universitário da Diversidade Sexual, o Enuds, vão fazer um evento na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) nos dias 11 e 12 deste mês. Na programação debate, mesa-redonda, mostra de filmes com temática LGBT e festa. Veja a programação:

Participe ativamente! (ou passivamente, tanto faz)

A metáfora gay em True Blood


Recentemente, comecei a ver a série americana vampiresca True Blood. Tô no início ainda, terminei de ver a primeira temporada. Entretanto, a série me fez me identificar enquanto gay em alguns ciclos sociais.

Na série, os vampiros depois de milênios vivendo escondidos decidem se revelar ao mundo e querem se integrar a sociedade com todos os direitos civis do não-vampiros (digamos assim). Durante muito tempo a situação do homossexual foi bem parecida, vivendo em guetos e em armários simbólicos os gays em muitos casos não eram “vistos”. De um tempo para cá o movimento LGBT luta pelos direitos da classe e tenta conquistar direitos iguais aos dos héteros. A maior aceitação da diversidade (promovida pela adaptação do sistema capitalista como eu já disse aqui) fez com que houvesse um boom nas grandes metrópoles fazendo com que os gays “aparecessem” causando um frisson social próximo ao que acontece na série com os vampiros. Senti isso num churrasco que fui recentemente com meu companheiro. Quando adentramos no recinto (como acontece com o vampiro Bill em Bon Temps) era visível um certo alvoroço, um tititi discreto.

Ainda não sei muito bem o que pensar, por exemplo, de pessoas que vem e fazem questão de dizer que lidam super bem com gays e que tem colega-amigo-primo-vizinho que são do babado, tentam puxar assunto usando artificialmente nossas expressões típicas e fazem mil comparações entre os relacionamentos. Engraçado muitas vezes eles tentarem mostrar-nos como superiores, tipo “gosto de gays porque são sinceros” ou “sensíveis” e etc.

Super discreta...

Sempre desmistifico dizendo que a orientação sexual é só uma coisa voltada pro desejo e não um padrão de comportamento e personalidade fechado, apesar dos estereótipos. E quando toca Lady Gaga ou YMCA? Eles ficam esperando fazermos algo!!! De maneira geral, faço a discreta só de sacanagem pra frustrar suas expectativas preconceituosas. Afinal, se eu quisesse mesmo chamar atenção ia usando sunga de crochê, pochete, blaser de ombreira, óculos new wave, ensaiando passos de lambada na ilustre companhia de Beto Barbosa…

No fundo, assim como o Bill, gostaria de, com minhas peculiaridades (sexuais, no caso), só ser mais um casal nos eventos heteronormativos, mas de qualquer forma entendo e respeito a curiosidade pelo “diferente”. O respeito e inclusão já é um passo gigante, não é mesmo?

SaturdayNight’sBatHairy: A gente se vê por lá


Faz semanas que não posto essa que é a série mais cafona deste blog, mas não deixaria de fazê-lo neste sabadão…

Já fez a chuca, bee? Depilou seu edizinho sufriiiido? Pronta pra se jogar na night e bater a prochasca no chão do dance floor a noite toda, vinhada (no feminino ainda por cima), reinando como passive’s queen? Não?! Então, enquanto a senhora se prepara, que tal ouvir um hit do baú da Dé, lotado com o que há de melhor em curtição trash? “On the floor of Tokyo/Or down in London town to go, go…”, arrasa, Billy:

Não sei vocês, mas essas musicas dos 80’s me deixam completamente louca, e me põem fazendo dancinhas ridículas e escalofobéticas #giriaidosa!

Hoje, como já é sabido, vai ter um mini babadencontro para recepcionar uma guei vinda das EUROpa. Se ela vai? Meoo koo! A gente só quer um motivo (vão) pra se encontrar, tricotar e bater nosso bom cabelo. Quem quiser ir lá dar close ou só bater na Max (aloka! brinks, tá, gente?!), nós nos encontraremos no Trângulo, no Bar Charger, às 21 horas, e depois vamos dar pinta na Ink. A senha é “Tô bunita?!”, ok? Até já.

Lançamento da revista ‘Nós’


Lembram que eu disse que fui convidado a escrever numa revista aqui do estado?

Então, amanhã (27), será lançamento da revista Nós, às 15 horas, no Palácio Anchieta. NA revista escrevi um texto sobre a cultura  drag queen aqui no Espírito Santo (créditos a Chica Chiclete que atendeu meu telefonema e tão atenciosamente me passou uma série de informações fundamentais – Beijos, Chica!).

O evento promovido pela Rede de Cultura Jovem terá ainda lançamento de outra publicação o Cadernos Encontros Rede cultura Jovem, além de Mostra Audiovisual e premiação de organizações contempladas em editais.

Quero todas lá pra me parabenizar, dar beijos e pegar sem querer na minha mala e depois se desculpar simulando um debochado constrangimento. Aloka!